História Os heróis também sofrem - Capítulo 17


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Notas do Autor


Espero que gostem, a partir daqui a história pega rumo!

Boa leitura a todos! 😊

Capítulo 17 - Um dia perfeito, uma notícia inacreditável!


Fanfic / Fanfiction Os heróis também sofrem - Capítulo 17 - Um dia perfeito, uma notícia inacreditável!

Eu havia ficado em casa hoje, mais um dia em que eu faltei o trabalho para poder cuidar da minha família, eu havia esquecido como era, agora que lembrei não quero mais parar de sentir a sensação que é estar na companhia deles, hoje eu quero que seja um dia diferente dos outros.

Uraraka já estava quase levantando, lembro que o despertador despertava as 06:30 para ela fazer o café e levar o nosso filho para a escola, antes dele tocar eu o desliguei e acordei Natsu na hora certa, ele fez a mesma rotina de sempre e eu estava esperimentando uma nova, fiz o café, o ajudei a colocar a roupa e servi o cafez eu via que ele estava feliz, e com isso eu ficava mais feliz ainda. Eu sempre pensei em como seria ser pai, e quando o dia finalmente chegou eu vi que era mais difícil do que eu pensava, mas também a felicidade era muito maior. 

No caminho para a escola eu vi um assalto acontecendo, e no mesmo instante eu vi Shūtā chutando os assaltantes de dentro do banco, ele estava junto a filha dele e sua esposa, parei o carro ao lado deles.

- Achei que não se metia entre heróis e vilões - disse brincando.

- Não me meto, mas ele estava assaltando e eu precisava pegar o dinheiro para o lanche da Kamura, você não está na central fissurado com a segurança? - perguntou ele com uma cara de sono.

- Acabei tirando uma folga para ficar com a família! 

- Já estava na hora.

- A Kamura e Natsu estudando na mesma escola não é? Quer que eu a leve? Estou a caminho já!

- Se não for incômodo.

- Claro que não, pode entrar Kamura! 

Ela entrou, sentou ao lado de Natsu e fez eles bateram as mãos, a Kamura era bem amiga do Natsu.

- Obrigado Midoriya, fico te devendo uma.

- Não tem problema! Até mais.

- Até.

Os levei para a escola e no caminho da volta fiquei pensando no meu pai, suas intenções e motivos para ir na nossa casa, aquele velho havia me deixado fissurado, eu não conseguia nem dormir por sua culpa, sei que Uraraka confia em mim e que eu deveria confiar também, contudo eu já passei por muita coisa por causa dele, tenho que estar preparado para o que vier. Chegando em casa tive a melhor visão que eu poderia ter naquele dia, Uraraka estava esfregando os olhos e com uma camisa social minha, ela estava vestindo só aquilo.

- Bom dia amor, que bom que levou o Natsu a escola, meu despertador não funcionou! 

- Deve estar estragado - estava rindo mentalmente. 

- Como foi a experiência de levá-lo, não tinha feito isto ainda né? - disse ela sorrindo.

- Foi legal, encontramos com a Kamura e o Shūtā no caminho e eu levei a Kamura para a escola também.

- Que bom que se divertiu amor.

Eu estava sentado no sofá, ela se sentou ao meu lado e me empurrou para trás.

- Agora é minha vez de me divertir.

Antes que eu pudesse dizer algo ela sentou em meu colo, agarrou a gola da minha camisa e ficou me olhando, ela me olhava com um olhar de provocação enquanto me desejava, eu não tive reação, só me entreguei a ela. Veio até mim e me beijou, fazia tempo que eu não dava um beijo daquele, ela colocou a mão nos meus cabelos e segurou a minha nuca enquanto sua outra mão estava em meu peito, eu segurei em sua cintura e deixei que ela fizesse o que quisesse comigo, seu beijo estava delicioso, era melhor do que eu me lembrava, sua língua ainda sabia cada centímetro da minha boca e eu sabia o da sua, enquanto me beijava cada vez mais intensamente, fingiu cavalgar em mim, eu estava vestido então não havia como fazer isso, aquilo estava me deixando muito excitado, eu não estava mais aguentando a saudade de estar com nossos corpos grudados, estava a muito tempo sem sentir o seu corpo nú e seus gestos e provocações estavam cada vez mais intensos, ela tirou a mão do meu peito e ajeitou o meu pênis em minha calça, eu agarrei a bunda dela com força e com a sua boca grudada na minha ela gemeu, eu queria muito aquilo, então virei meu corpo a deixando com as pernas abertas em baixo de mim e eu estava por cima dela, ela colocou a mão e puxou a camisa mais para baixo para que eu não pudesse ver o que ela tinha entre as pernas, ela segurava a camisa com uma mão e o peito com a outra, até que ela largou seu peito e colocou o meu dedo eu sua boca, não sei por qual motivo, porém havia ficado com mais tesão ainda em seu corpo e gestos, me aproximei e mordi seu pescoço, ela voltou com a mão em minha nuca, era algo que eu adorava, continuei mordendo e com uma mão segurava meu peso e a outra apertava sua cintura, eu sabia exatamente do que ela gostava e como satisfazê-la, estava tudo tão bom e tão excitante, até que ela usou seus poderes de gravidade e me tirou de cima dela.

- Já tomou café da manhã? - perguntou ela vermelha e com um sorriso no rosto.

- Isso importa agora? 

- Claro que sim, estou faminta! 

A minha missão foi um fracasso, não consegui o que eu queria, decepcionado olhei para a minha perna e vi que estava molhada e gosmenta, eu sabia bem de onde era aquele líquido... Fiquei deprimido por não conseguir, mas mesmo assim fui tomar café com ela.

- Quer comer o que? - perguntou ela.

- Você! 

- Vou fazer um pão, isso vai te deixar mais forte.

Apoiei minha cabeça sobre meu braço e fiquei olhando para ela com a cara boba de sempre.

Naquele dia ela quis limpar a casa, eu a ajudei, enquanto ela passava o pano eu levantava os móveis, era bem fácil, depois trocamos e enquanto eu passava o pano ela levantava os móveis, era fácil para ela também por causa dos seus poderes de gravidade. No fim da tarde buscamos Natsu juntos, ele estava muito contente contando tudo o que tinha aprendido na escola, nós ouvimos e conversamos com ele sobre isso, Uraraka parecia mais feliz do que nos outros dias, sinto que finalmente estou sendo um bom pai, e um bom marido ácida de tudo, eu estava feliz, tudo podia continuar como estava. Quando chegou a noite Natsu foi para o banho e eu ia tentar de novo conquistar os prazeres internos da minha esposa, ela estava cozinhando e eu cheguei por trás dela, a prencei com meu corpo na mesa, coloquei seu cabelo para o lado e dei leves mordidas com os lábios em seu ouvido, ela ficou vermelha respirava um ar mais pesado, contudo eu parei de atiçar, não poderíamos fazer nada, não agora. Enquanto Uraraka fazia o jantar eu ajudava o Natsu com o dever de casa, uma das questões era perguntar para sua mãe qual o herói favorito dela

- Mamãe, qual seu super-herói favorito? 

- Tenho mesmo que responder? - ela ficou toda vermelha. 

- Tem, o dever de cada diz que sim! - falou ele apontando para o livro.

- O meu herói favorito é o seu pai! - disse ela sem olhar para aonde estávamos.

- Quando você começou a gostar desse herói? - perguntou ele.

- Desde que ele me salvou pela primeira vez, muito antes de pensarmos em estar juntos algum dia.

- Qual a maior característica?

- A sua determinação!

- Acabei o dever, vou guardar os livros papai.

- Vai lá filho - disse eu.

Enquanto Natsu guardava os livros eu ficava olhando para Uraraka, ela não me olhou, pois estava com vergonha, mas eu senti o seu amor em suas palavras, e aquilo foi maravilhoso. Na hora do jantar nós nos sentamos a mesa e começamos a comer, antes de comer eu peguei na mão dela, olhei nos fundos dos seus olhos e disse: "Obrigado". Ela ficou vermelha, abaixou a cabeça e começou a comer, em seu rosto havia um sorriso, eu amava aquele sorriso, não tinha dúvidas de que escolhi a vida certa para viver.

Naquela noite enquanto estávamos todos deitados e Natsu estava dormindo, eu não ia deixar minha chance escapar, tranquei a porta do quarto e Uraraka levantou a caneca me olhando.

- O que está fazendo? - perguntou ela.

- Dessa vez você não me escapa! 

- Calma Deku, vai acordar o Natsu, não po... - tampei a boca dela enquanto vinha por  cima.

- Só vamos acordá-lo se você gemer muito alto! - disse com um sorriso provocador no rosto - Se contenha.

Tirei as cobertas dela e as joguei para o chão.

- Natsu... Digo, Midoriya, nós...

- Shhhh, Fique quieta.

A beijei desabotoando minha blusa que ela ainda estava vestindo, a abri e vi que ela estava usando um dos conjuntos que eu havia dado a ela, a beijei mais intensamente até ficar sem fôlego, agarrei seus cabelos da nuca e me coloquei no meio de duas pernas, juntei seus braços e os levantei, ela estava totalmente interesse e era minha, com minha outra mão girei sua cabeça e beijei lentamente seu pescoço, mordi sua orelha, ela estava toda arrepiada, soltei seus braços e fui descendo beijando cada centímetro do seu corpo, enquanto eu descia arranhava só lado de sua barriga, ela estava vermelha e com a boca aberta pronta para gemer, mas ele colocou a mão na boca, tirei seu corte e o joguei no chão, parei de joelhos na cama olhando aquela cena, era maravilhoso a ver daquele jeito, toda envergonhada, ela estava somente com a camisa aberta e com o seu conjunto de peças íntimas, eu adorava aquele conjunto branco rendado.

- Não fique me olhando Deku, sinto vergonha! - disse ela tentando falar o máximo possível do seu corpo com as mãos.

Me curvei e comecei a chupa-la pela calcinha, ela tentava o máximo não gemer com a mão na boca, então tirei sua calcinha e fiz o melhor oral que eu poderia fazer, ela não aguentou e tirou as mãos da boca, colocando-as em minha cabeça, dava para ver que ela queria que eu fosse mais fundo com minha língua, ela se contorcia toda de prazer, quando ela foi gemer eu tapei sua boca, mas não deixei de fazer o que estava fazendo, ver ela demonstrar o prazer que estava sentindo havia me deixado ainda mais excitado, não me aguentava mais a coloquei em meu colo e ela tirou minha camisa, fiquei por cima e tirei minha calça, então tirei o seu sutiã apenas com uma mão e apertei seus seios com a outra.

- Vamos Deku, deu de preliminares - falou com as mãos na boca.

A olhei e antes que eu pudesse fazer algo ouvimos um grito, a cidade estava sendo atacada por vilões.

- Desculpe amor.

- Vai logo Deku, pare de perder tempo! - disse ela colocando a roupa.

O celular toca, Bakugou grita ao telefone " Vilões" 

- Já estou indo - desliguei o telefone e sai pela janela.

- Amor - gritou Uraraka, eu olhei para trás - Ao menos coloque a calça.

Ela jogou a calça pra mim levitando no se, eu a pus e sai sem camisa e sem tênis, estava me sentindo nu, contudo o que importava era proteger a cidade. Quando cheguei lá tinha vários monstros atacando, todos os heróis estavam enfrentando um monstro diferente e eu fui até lá para pegar o meu também, todos lutamos bravamente e a luta terminou em poucos minutos. 

- Foi tranquilo demais - disse Todoroki.

- É, deve ter algo por trás disso - falou Bakugou.

- Não esquentem, nós que somos fortes demais - disse Dark Shadow.

- Alias, repararam que todos estão com roupas de dormir? - perguntou Todoroki.

E era verdade, ninguém havia reparado, pois estávamos todos focados na lutata, mas no final vimos o quanto estávamos ridículos, até que um herói grita "Guardiões do sono", todos começaram a rir, combinava muito bem o nome, no dia seguinte saiu uma foto nos jornais com todos os heróis de pijama ou sem camisa, alguns estavam até de cueca, a população riu e aplaudiu ao mesmo tempo, pois não importava a hora eles sabiam que íamos protegelos. Voltando a aquela noite, eu voltei pra casa com um mal pressentimento, algo estava me vigiando, quando olhei para trás vi um vilão, no topo de um prédio, estava escuro e eu não consegui ver o seu rosto, mas não era nada bom, ele entrou por um portal e foi embora, certo que iria querer tomar a cidade de nós, mas eu estava tranquilo, tenho certeza de que vamos dar um jeito. Voltei para casa e fui tomar um banho, todos estavam dormindo, mas quando entrei na banheira Uraraka abriu a porta, ela estava só de toalha.

- Acho que você merece a continuação do que começou! - disse ela abrindo a toalha.

- Também acho que mereço! - falei com ela já subindo em cima de mim.

Naquela noite eu não vi, mas meu pai havia me mandado uma mensagem que eu veria no dia seguinte, não sei como e nem com quem ele conseguiu meu número, contudo na mensagem estava escrito: "Precisando conversar. Não estou mais liderando os vilões, desisti desta vida, há um novo líder no comando e ele quer a sua cidade. E eu descobri algo que você não vai acreditar e decidi mudar por causa desta notícia, é de seu interesse. Precisamos conversar filho... Sua mãe está viva" 





Continua...


Notas Finais


Até eu fiquei chocado com essa notícia.
Desculpem demorar para postar, estava sem tempo, espero que tenham gostado

Comenta para eu saber o que preciso melhorar ❤️


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