História Os Irmãos Jackson e O Ladrão de Raios - Capítulo 1


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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Cronos, Dionísio, Grover Underwood, Hades, Luke Castellan, Percy Jackson, Personagens Originais, Poseidon, Quíron, Sally Jackson, Silena Beauregard, Zeus
Tags Ação, Annabeth Chase, Aventura, Groover Underwood, Luke Castellan, Mitologia, Mitologia Grega, Os Olimpianos, Percy Jackson, Pjo
Visualizações 19
Palavras 1.953
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


OI OI JUJUBINHAAAAAAAAAAAAAAS!!!! Finalmente a fic da Lizie saiu!! (Aleluia!!)

Jujubinhas, essa fanfic vai ser igual a narração do livro original. Então, NÃO ME MATEM!!! É PRA FICAR PARECIDO MESMO!!!!

Bem, então uma super beijujuba para a @BelaFanfics porque estava doida pra essa fic sair - e porque ela tá fazendo metadinha comigo :P

Fiquem com o capítulo e boa leitura!!!

Capítulo 1 - Presencio a transformação de uma professora em pó


Eu não queria ser uma semideusa.

Quer um conselho? Saia. Tipo, agora. Continue a viver sua simples, feliz e nada perigosa vida de mero mortal. Perdeu o interesse? Sábia escolha. A gente se vê por aí então, talvez quando eu for comprar corante azul para a minha mãe ou quando eu estiver tentando não ser comida de monstro.

Vi que você quis continuar. Então, por favor, pense que isso é ficção. É sua melhor escolha. Mas se sentir lá no fundo que você é um de nós, pare de ler imediatamente. Será apenas uma questão de tempo até que eles o encontrem. E será tarde demais.

Bem... Eu avisei. Meu nome é Melizie Andrews. Ou pelo menos era até esse verão.

 

 

Tudo começou com uma excursão da Academia Yancy - o internato onde eu estudava - para o Museu Metropolitano de Arte de NY. Eu e minha turma estávamos vendo a estátua de Diana quando mais pessoas entraram no museu, provavelmente outro sexto ano. Fiquei olhando-os até Emma chamar minha atenção para a aula.

Emma é minha melhor amiga na Yancy. Ela é bonita, com seus cabelos loiros e olhos azuis, legal e consideravelmente popular, mas não largou do meu pé desde que eu entrei na academia. Não me entenda mal, mas Emma é meio... Chiclete. Não me deixa ir a lugar algum sozinha sem que eu diga exatamente onde é, o que irei fazer e quem irá comigo. É irritante às vezes. Voltando, nosso professor de latim, o senhor Bruce, nos guiou a uma estátua estranha, porém eu reconheci as sandálias aladas e a cabeça de górgona decapitada em sua mão.

_Então – o sr Bruce disse – Alguém poderia me dizer que personagem é esse? Senhorita Andrews?

Suspirei. O senhor Bruce sempre me chamava para responder as perguntas de mitologia grega - e algumas romanas, às vezes – em suas aulas. Ele já deve ter percebido que, apesar da minha dislexia e TDAH, a matéria dele é a única em que eu me dou bem. Memorizo as lendas, e até conjugo um ou outro verbo em latim.

_Perseu. – falei. Deve ter soado um pouco mais alto do que eu imaginava, pois ouvi um “Oi?” e “Não é você, cara.” da outra turma. – Ele está com a cabeça de Medusa.

_E por quê?

_O rei da época, Polidecto, fez uma festa. Como Perseu era pobre e não podia levar um presente à altura, o rei propôs que ele trouxesse a cabeça da Medusa. Perseu aceitou o desafio e com a ajuda de Hermes, que lhe deu sandálias com asas, Atena, que lhe deu instruções e um escudo espelhado, e Hades, que lhe emprestou seu Elmo do Terror, conseguiu decapitar a górgona e trazê-la para o rei. Porém, Perseu puniu o rei e seus convidados por causa da zombaria e arrogância deles transformando-os em pedra.

_Muito bem! Agora, a próxima estátua... – perdi o interesse no meio da frase, bem na hora que vi um garoto da outra classe respondendo uma pergunta. Me junto a eles sem que ninguém me veja (o que foi um milagre, já que eu nunca consigo passar despercebida por Emma). Aquela devia ser uma turma bem problemática, pois dois professores acompanhavam a visita, uma vez que a minha tinha somente um. Prestei atenção.

_ É Cronos comendo os filhos, certo? –disse o garoto.

_ Sim – disse o professor – E ele fez isso porque...

_ Bem... Cronos era o deus-rei e...

_ Deus-rei? – interrompeu o senhor.

_ Titã –ele se corrigiu– E... ele não confiava nos filhos, que eram os deuses. Então, hum, Cronos os comeu, certo? Mas sua esposa escondeu o bebê Zeus e deu a Cronos uma pedra para comer no lugar dele. E depois, quando Zeus cresceu, ele enganou o pai, Cronos, e o fez vomitar seus irmãos e irmãs.

_ Eca! – disse uma das meninas à minha frente.

_ ...e então houve aquela grande briga entre os deuses e os titãs e os deuses venceram.

Algumas risadinhas do grupo.

Então, uma menina ruiva murmurou para uma amiga:

_ Como se fôssemos usar isso na vida real. Como se fossem falar nas nossas entrevistas de emprego: “Por favor, explique por que Cronos comeu seus filhos.”

_ E por que, Sr. Jackson –falou o professor – parafraseando a excelente pergunta da Srta. Bobofit, isso importa na vida real?

_ Se ferrou – cochichou um garoto de cabelos encaracolados.

_ Cala a boca – respondeu a menina.

_ Não sei, senhor. –o menino que estava explicando encolheu os ombros.

_ Entendo. Bem, meio ponto, Sr. Jackson. Zeus, na verdade, deu a Cronos uma mistura de mostarda e vinho, o que o fez vomitar as outras cinco crianças, que, é claro, sendo deuses imortais, estavam vivendo e crescendo sem serem digeridas no estômago do titã. Os deuses derrotaram o pai deles, cortando-o em pedaços com sua própria foice e espalharam os restos no Tártaro, a parte mais escura do Mundo Inferior. E com esse alegre comentário, é hora do almoço. Sra. Dodds, quer nos levar de volta para fora? – me afastei do grupo de fininho e voltei para a minha turma, Emma me esperando com o cenho franzido.

_Onde você pensa que foi sem me avisar? Eu estava desesperada!

_Calma Emma. Eu só fui ver a explicação da outra turma. Só isso. Você sabe que essa coisa egípcia não é muito a minha praia.

_Nunca mais faça isso, ouviu? Nunca.

_Tá! - falei - Agora, vamos comprar alguma coisa para comer. Que tal donuts?

_Tanto faz. –ela disse, e fomos a uma loja de rosquinhas do outro lado da rua. Comprei algumas pra mim e Emma não quis nada, mas eu não me importei. Assim que voltamos, vimos um tumulto e algumas crianças em volta da fonte. Minha amiga disse que precisava ir ao banheiro, e depois de repetir pela milésima vez para eu não sair de perto da fonte, ela me deixou sozinha. Fui ver o que estava acontecendo.

_ Você viu...

_ ...a água...

_ ...parece que a agarrou... –falavam alguns alunos. Olhei para os garotos que estavam sentados na mureta da fonte, e vi que uma menina, a mesma ruiva do museu, estava com o traseiro todo enfiado na água. Sorri.

_Bem feito... – murmurei, mesmo sem saber o porquê. Voltei minha atenção aos meninos, e eram o menino do deus-rei e o de cabelo encaracolado que disse que a outra ia se ferrar, que estava com o rosto sem cor.

_Agora, meu bem... –uma professora de dedo torto (a senhora Dodds, reconheci) veio na direção da fonte. Assim que vi que algo ruim iria acontecer, me arrastei para dentro do museu, ficando atrás de uma estátua perto da professora, que chegara ali como um raio. Ela estava olhando para friso de mármore com os deuses gregos. A senhora fazia um som estranho com a garganta, como um rosnado, que me deixava nervosa. Por que eu fui me meter ali? Uma gota de suor escorreu pelo meu pescoço.

_ Você está nos criando problemas, meu bem – disse ela.

_Sim, senhora. –ele respondeu.

Ela ajeitou os punhos de seu casaco de couro.

– Você achou mesmo que ia se safar desta?

A expressão em seus olhos era mais que furiosa. Era perversa, de dar medo no maior lutador em que você possa imaginar. Parecia que estava pronta para te torturar, se fosse esse o caso. Ela é uma professora, pensei nervosa. Não é provável que vá machuca-lo.

_ Eu... eu vou me esforçar mais, senhora. - o garoto falou.

Um trovão fez arrepiar os pelos da minha nuca.

_ Nós não somos bobos, Percy Jackson – a professora disse. – Seria apenas uma questão de tempo até que o descobríssemos. Confesse, e você sentirá menos dor. - Percy Jackson, esse era o nome dele. Me pareceu estranhamente, familiar, assim dizendo. Parecia que eu já havia ouvido esse nome antes... O garoto, vulgo, Percy, parecia ter hesitado, ao que a professora perdeu a paciência – E então?

_ Senhora, eu não...

_ O seu tempo se esgotou – sibilou ela.

Pensei que nunca veria algo assim. Os olhos dela começaram a brilhar em vermelho sangue. Os dedos viraram garras, e os dentes, lâminas. O casaco se transformou em grandes asas de couro. Ela definitivamente não era humana, e parecia querer fazer seu aluno em pedaços com aquelas presas amarelas. Então outra coisa inexplicável aconteceu: o professor daquela turma apareceu com a cadeira de rodas até o vão da porta da galeria, segurando uma caneta.

_ Olá, Percy! – gritou ele, e lançou a caneta pelo ar.

A professora se atirou nele. Meus cabelos se arrepiaram, e eu abafei um grito com a mão. Por sorte o garoto se esquivou, pegando a caneta. Mas, opa, não era mais uma caneta, era uma espada de bronze! A professora monstro olhou para ele com uma expressão assassina nos olhos sanguinários. As mãos e os joelhos do menino tremiam, e eu quase pulei de meu esconderijo para pegar sua espada e matar a criatura. O que ele estava esperando?

_ Morra, meu bem! – o monstro rosnou e atacou de novo.

Como se tivesse acostumado - e não quase morrendo de medo há alguns segundos atrás – o garoto desferiu um golpe com a espada. Sorri, enquanto a professora virava pó e gritava aterrorizantemente. Quase que eu pulei de meu esconderijo (de novo) para abraça-lo.

Estávamos sozinhos quando eu me lembrei: Emma. Ela me mataria se não me encontrasse perto da fonte, isso se já não tivesse percebido que eu não estava lá. Saí correndo, passando fora do campo de visão do garoto da espada. Sério, a essa altura eu já estava pensando em entrar para a CIA, ou o FBI. Até as Três Espiãs Demais já estava bom. Lá fora, a chuva caía como em um dilúvio. Emma ainda não estava lá, o que era ótimo. Fui para perto da fonte, e o amigo de Percy, o de cabelos cacheados, estava com um mapa do museu acima da cabeça fazendo uma proteção para a chuva. A ruiva, ainda encharcada do banho, reclamava com as amigas - bem feias, se me permite dizer. Se os deuses existissem, aquelas garotas dariam vergonha em Afrodite. Ri baixinho com esse pensamento. Avistei minha amiga vindo em minha direção, cobrindo a cabeça com as mãos.

_Chuva estúpida! –murmurava ela, junto com alguma coisa que eu não entendi. - Lizie!

_Emmy! – fui até ela. –Demorou, hein?

_Foi um problema com a minha perna, mas eu já estou bem. - ela sorriu amarelo – Que bom que não saiu daqui.

_É... - disse, olhando na direção de Percy Jackson, que parecia indignado com alguma coisa que seu professor disse.

_A outra professora que nos acompanhava. A Sra. Dodds. Professora de iniciação à álgebra. –ouvi-o falar.

O senhor franziu a testa e se inclinou para frente, parecendo preocupado.

_ Percy, não há nenhuma Sra. Dodds nesta excursão. Até onde sei, nunca houve uma Sra. Dodds na Academia Yancy. Está se sentindo bem?

Eu estava prestes a ir debater com o professor. Ele havia a vido! Foi ele quem jogou a espada caneta! Como pode “não haver nenhuma senhora Dodds na excursão”? Claro que tinha, e eu a vi. Ela até participou na aula, entrou com eles, levou-os para fora, chamou Percy para uma conversa depois de ele ter empurrado uma garota na fonte. Ou eu estava louca, o que definitivamente não era o caso, ou ele estava fingindo, o que parecia estar acontecendo. Depois, eu precisava ter uma conversa com esse garoto, senão ambos pararíamos na Patrulha da Camisa de Força.

_Lizie? – Emma me chamou. – Está tudo bem?

_Sim, Emma. – balancei a cabeça para afastar esses pensamentos, e por um momento quase acreditei que havia sido uma visão. - Melhor entrarmos, não quero pegar um resfriado.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Comentem que eu quero saber!!

Peoples, deem uma passadinha na fic da - ou do, sei lá '-' - @HistoriasOrgans
O nome é " Os Cristais do Olimpo"

LIMKEEEEEEEEEE: https://www.spiritfanfiction.com/historia/os-cristais-do-olimpo-13904076

Gente, essa história é MUITO LESCAU!!!! Pls, passem lá!! Eu amei cara, sério.
#SouMuitoKaiqueDaVida Quem for lá comenta aqui o personagem com quem você mais se identifica.

Então é isso!! Beijujubas e até o próximo!! SAYONARA!!!!!


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