História Os Irregulares - Capítulo 1


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Palavras 3.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes de mais nada, eu sou o tipo de pessoa que pode postar 2 capítulos por semana ou 1 capitulo a cada 2 meses; É a vida, ela é imprevisível... de qualquer forma, espero que vocês gostem dessa historias e se alguém ter alguma sugestão para acrescentar a historia, estarei ouvin.... lendo!

Espero que gostem e sem mais delongas, aproveitem o capítulo!

Capítulo 1 - Morte?!


Assim que abri meus olhos, não pude deixar de notar que me encontro em uma situação um tanto quanto inusitada, pois por algum motivo que desconheço, estou deitado no chão. Confuso por toda essa situação, me levanto e começo a observar meu entorno com atenção e cautela.

Enquanto observava o ambiente em que me encontro, não conseguia deixar de pensar o quão bizarra e irreal é toda essa situação que atualmente me encontro, afinal por algum motivo que desconheço, acordei deitado em uma sala desconhecida por mim.

 

“O que está acontecendo? Onde estou?” - Pergunto para mim mesmo confuso com toda a situação em que me encontro - “Por que estou nesta sala?” - Pergunto a mim mesmo tentando me lembrar de qualquer detalhe que pudesse me ajudar neste momento - “… É inútil… Não consigo me lembrar de nada que possa me ajudar a explicar o porque de eu estar nesta sala!” - Penso sentindo como se algo estivesse me faltando - “A última coisa que eu estava fazendo era… Eu estava no carro conversando com Mateus depois de pagarmos o pedágio?” - pergunto a mim mesmo incerto

 

Independente de estar incerto ou certo sobre se eu realmente estava no carro conversando com Mateus, acredito que a memória em si não me ajudaria em nada a entender toda essa situação que me encontro. A dúvida que tenho ainda é a mesma, por que estou dentro de em uma sala vazia?

Também há algo que eu não pude deixar de notar, não importa o quanto eu procure, não consigo encontrar qualquer sinal de uma entrada ou saída. A sala que estou não possui janelas ou portas, fazendo-me pensar que não existem formas de sair ou de entrar.

Enquanto pensava e procurava uma forma de poder sair de dentro desta sala, começo a sentir uma vaga sensação de dor se espalhar por todo meu corpo. Inicialmente pensei em ignorar essa sensação de dor, mas com o passar dos segundos, esta minha decisão se tornou algo impossível, pois a sensação de dor que sentia foi piorando de forma gradual.

Não havia nada que eu pudesse fazer para aliviar essa dor, apenas poderia ficar em silêncio aguentando essa dor que sentia por todo meu corpo. Desejava que essa dor desaparecesse logo, mas tal desejo se provou algo impossível, pois em poucos segundos se tornou impossível de se aguentar tanta dor. Antes que eu percebesse, sentia como se cada osso de meu corpo estivesse sendo fraturado ao mesmo tempo.

O pior não era sentir como se cada osso de meu corpo estivesse sendo fraturado, claro que a dor é quase que insuportável, mas o verdadeiro problema é a dor que estou sentindo em minha cabeça. A dor em minha cabeça é tanta que sinto que minha cabeça poderia ser partida a qualquer momento.

Devido a tanta dor que estava sentindo por todo meu corpo, principalmente devido a dor que sentia por minha cabeça, sinto minhas pernas fraquejarem e antes que eu percebesse caio de joelhos no chão. Não havia como eu me importar com o fato de ter caído no chão, pois apenas pude colocar minhas mãos em minha cabeça, não conseguia pensar em mais nada, apenas comecei a gritar devido a tanta dor que estava sentindo.

Enquanto gritava devido a tanta dor que estava sentindo, para meu alívio, começo a sentir a dor de todo meu corpo desaparecer aos poucos e no lugar da dor, uma sensação de alívio começou a se espalhar. Não conseguia entender o motivo da dor desaparecer de forma tão repentina, mas eu apenas poderia agradecer por tal acontecimento. Toda a situação que me fez cair de joelhos no chão e gritar de dor, agora parece meramente um delírio de minha parte!

 

“Serio? O que está acontecendo aqui?” - pergunto para mim mesmo me levantando do chão

 

No início estava tentando manter a calma para entender toda essa situação, mas agora sentia minhas emoções de medo e nervosismo se espalharem por todo meu corpo. Sentia até mesmo a temperatura de meu corpo mudar aos poucos. Não sabia se a mudança de temperatura era devido aos meus atuais sentimentos ou devido a temperatura do ambiente, mas comecei a sentir frio.

Mesmo com medo e nervosismo para toda essa situação, tento me acalmar um pouco, afinal acredito que enquanto eu manter a calma, poderei descobrir e entender toda essa situação em que me encontro. Logo após me acalmar, poderei então encontrar uma forma de sair dessa sala.

Ao inspirar e expirar algumas vezes, me acalmo um pouco. Já mais calmo, volto minha atenção para essa sala, começo a observar toda essa sala com mais atenção, esperando encontrar qualquer coisa que eu pudesse ter deixado devido a minha negligência ou meus atuais sentimentos. Enquanto observava a sala, acabo encontrando algo que me deixou surpreso e aliviado.

O que eu havia encontrado havia feito a tensão de meu corpo desaparecer um pouco e um pequeno sorriso de alívio se formou em meu rosto, afinal agora não estou mais sozinho nesta sala. Uma pessoa acabou aparecendo em uma das extremidades da sala e o melhor de tudo é que a pessoa em questão é meu irmão mais novo, Mateus.

Agora mesmo que eu já tenha me acalmado, saber que Mateus está comigo, consigo me manter mais calmo. De qualquer forma, apenas que é estranho o fato de eu não telo notado a primeira vez que olhei para toda a sala, independente de quão nervoso eu estava, como não pude perceber que havia uma pessoa em uma das extremidades da sala?

De qualquer forma começo a caminhar em direção de Mateus e talvez por notar minha presença, Mateus se virou para mim. Assim que me viu, percebo que Mateus se surpreendeu, mas logo começou a caminhar em minha direção. Em poucos segundos ficamos um de frente para o outro. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Mateus se adianta e faz uma pergunta que eu não poderia responder, pois não importava o quanto eu pensasse, não conseguiria encontrar a resposta!

 

“Lucas, você sabe onde é que estamos, certo?” - Pergunta Mateus Nervoso - “Claro que mesmo não sabendo onde estamos, você, pelo menos, saberia me dizer o que está acontecendo nessa sala, certo?” - Pergunta Mateus esperando uma resposta para suas perguntas

“Desculpa, mas eu não sei onde estamos ou o que está acontecendo” - falo calmamente já pensando no que eu poderia fazer para acalmar Mateus - “De qualquer forma, não precisa ficar tão nervoso, afinal estamos juntos, então acredito que poderemos resolver qualquer problema que venha a aparecer” - Falo tentando acalmar Mateus - “Se bem que acredito que nada vira a acontecer” - falo mentindo, pois não tem como eu saber se acontecera algo ou não

 

Assim que falei tais palavras, percebo que as feições de mateus mudaram, era obvio que o mesmo havia ficado irritado por minhas palavras. Sua irritação é devido a eu não saber o que está acontecendo e não saber onde estamos atualmente? Embora também pode ser devido as minhas palavras que eu disse para tentá-lo o acalmar. Independente do motivo de sua irritação, percebo que mateus respirou fundo e se acalmou um pouco!

 

“Suas palavras não ajudam em nada, mas talvez seja por você estar calmo, consegui me acalmar um pouco” - Fala Mateus um pouco mais calmo - “Alias, você tem razão, acredito que não é necessário ficarmos nervosos ou com medo, afinal estamos juntos, quaisquer problemas, resolveremos” - Fala Mateus com um leve sorriso - “Embora não consigo deixar de ficar nervoso pelo fato de não conseguir me lembrar de nada após pagarmos o pedágio” - Fala Mateus irritado

 

Não consegue se lembrar de nada após pagarmos o pedágio? Isso não pode ser uma coincidência, afinal qual seria a chance de nós dois não conseguimos nos lembrar de nada assim que pagarmos o pedágio? E o mais importante é que nós dois acabamos acordando na mesma sala vazia.

Se toda essa situação for apenas uma grande coincidência, então o que estou pensando atualmente é apenas minha cabeça tentando encontrar uma explicação para o porque de Mateus e eu acordamos nesta sala. Honestamente, eu realmente espero que tudo isso seja apenas uma grande coincidência, pois estou quase acreditando que alguém é responsável por estarmos nesta sala, também acredito que essa suposta pessoa é responsável por não conseguimos nos lembrar de nada.

 

“Também não consigo me lembrar de nada, pelo menos nada após pagarmos o pedágio” - falo tentando ignorar meus pensamentos de alguém ser responsável por toda essa situação - “Porém, não adianta ficar pensando em tais coisas, afinal não adianta tentarmos nos lembrar” - falo sabendo que eu não conseguiria me lembrar de nada mesmo que tentasse - “Por enquanto, apenas devemos nos concentrar em descobrir o que está acontecendo!” - Afirmo sem saber o que fazer ou falar

“Você até pode ter razão” - Concorda Mateus soltando um longo suspiro - “Mas descobrir o que está acontecendo não será fácil!” - Fala Mateus um pouco irritado olhando para nosso entorno

[É admirável, mesmo ambos enfrentando uma situação desconhecida conseguem se manter calmo e composto para tentar descobrir o que está acontecendo. Talvez seja por que ambos irmãos estarem juntos nessa situação? Embora também tenho que ressaltar que é um pouco raro o fato de duas pessoas acordarem na mesma sala, tal raridade ocorre até mesmo entre irmãos e país.

De qualquer forma, sei o quão confusos estão por acordarem em uma sala desconhecida, mas peço-lhes para manterem a calma, explicarei toda essa situação ao seu devido tempo, além de que também responderei todas e quaisquer dúvidas possuírem]

 

Ao ouvir tudo o que esta voz desconhecida havia falado para Mateus e para mim, não conseguia expressar nada que não fosse surpresa e choque. Também, não pude deixar de sentir outros sentimentos, mas estes eram negativos em comparação aos meus dois primeiros, sentia meu medo e nervosismo que eu acreditava já ter superado de toda essa situação, haviam voltado.

De qualquer forma, mesmo estando nervoso e com medo, não pude deixar de notar pelo tom que a voz em si parece pertencer a um velho homem. Senti a temperatura já fria de meu corpo, esfriar ainda mais, pois ouvir a voz de um desconhecido neste tipo de situação é algo alarmante, além disso o pior de tudo é que a voz parece ecoar dentro de meus pensamentos, fazendo essa situação se tornar em algo quase macabro.

Após alguns segundos sem reagir devido ao meu nervosismo e medo de toda essa situação, começo a inspirar e expirar diversas vezes. Após alguns segundos, consigo me acalmar para analisar toda essa situação, claro que ainda estou sentindo medo e nervosismo, mas por enquanto é melhor tentar esquecer estes sentimentos, melhor me focar em saber quem é a pessoa que falou com Mateus e comigo, além de que eu também preciso saber quais são as intenções dele para nos!

Sendo honesto, eu já havia pensando nesta possibilidade, é embora quero negá-la, mas existe uma grande chance de que Mateus e eu tenhamos sido sequestrados de alguma forma. Se este for o caso, nossa falta de memória pode ser atribuída a algum tipo de droga ou algo similar.

Agora sobre essa sala aparentar não possuir nenhuma entrada ou saída, talvez eu esteja procurando uma explicação difícil para algo simples. Embora eu possa não saber como tal coisa seja possível, mas existe uma chance de que a sala em si foi construída para ocultar a entrada e saída daqueles que estão presos dentro!

Sem saber o que eu deveria fazer, viro-me para Mateus para ver como ele estava reagindo da mesma forma que eu para toda essa situação, é parece que ele também ouviu a voz desse velho homem. Percebo que Mateus estava inspirando e expirando diversas vezes, era obvio que o mesmo estava tentando se acalmar.

Acredito que não tão diferente de mim, Mateus está tentando ao máximo se manter calmo para então entender toda essa situação que nos encontramos, situação essa que me lembra muito um filme de terror, afinal porque somos capazes de ouvir a voz em nossos pensamentos?

Enquanto olhava para Mateus, noto uma pequena movimentação na sala. Ao me virar para o local a qual pensava ter havido uma movimentação apenas pude ficar paralisando sem saber como eu deveria reagir. Em algum momento, um velho homem sentado em uma poltrona de couro apareceu na sala junto a mateus e eu.

Ao começar a encarar o velho homem que apareceu por alguns segundos, percebo alguns detalhes que poderiam ou não nos ser uteis. O velho homem parece ter algo entre seus 60 ~ 70 anos, o que é um alívio, pois desde que ele não tenha uma arma branca ou de fogo, Mateus e eu poderíamos lutar e derrotá-lo com facilidade no caso do pior vier a acontecer.

Outros detalhes que não pude deixar de notar era que mesmo que o velho possa não ser o responsável por toda essa situação, ele de alguma forma está envolvido, afinal ele está sentado em uma poltrona de couro, fumando um longo cachimbo dourado, enquanto está vestindo um terno branco com uma graveta preta e por fim, calmo como se nada estivesse acontecendo.

Estava sem saber sobre o que eu deveria fazer, afinal o envolvimento deste velho homem para essa situação é garantido, principalmente ao considerar as palavras que ele disse para Mateus e para mim antes de realmente fazer sua aparição. Não importa o quanto eu pense, não consigo encontrar nenhuma forma de fazer com que Mateus e eu não corramos perigo, isso é ao considerar toda essa situação como um sequestro. Ao ficar em silêncio por alguns segundos, pensando no que eu deveria fazer, apenas respiro fundo antes de tomar minha decisão.

 

“O que faremos? Devemos falar com ele?” - Pergunta Mateus de forma repentina em um sussurro - “Sinto que se falarmos com ele, teremos respostas para o porque de estamos aqui… Talvez, até mesmo ele possa saber onde estamos” - Sussurra Mateus encarando o velho homem

“Você está certo!” - falo em um sussurro - “Porém você também já percebeu, certo? Pelas palavras dele e como ele está se comportando, ele é o responsável por tudo isso ou está de alguma forma envolvido” - falo em um sussurro - “Vou falar com ele, enquanto isso espero que você fique em silêncio, porém não se esqueça de ficar alerta a qualquer movimento suspeito” - Falo sério

 

Deixando o aviso para Mateus, começo me aproximar do velho. Minha verdadeira preocupação não é desse velho em nossa frente, afinal mesmo ele estando envolvido no que acredito ser um sequestro, Mateus e eu poderíamos o vencer facilmente, isso é, enquanto ele não possuir uma arma de fogo ou arma branca. Minha verdadeira preocupação está com nossa segurança, afinal sinto medo pelas possíveis pessoas que podem estar nos observando fora dessa sala que estamos!

De qualquer forma, mesmo que toda essa situação não seja um sequestro, o que eu acredito que seria preferível, sei que este velho homem está envolvido de alguma forma com toda essa situação, pois ele havia dito que explicaria e responderia as perguntas minha e de Mateus.

Enquanto pensava em tais coisas, começo a caminhar em direção ao velho homem. Sem saber se esse velho poderia ou não ser perigoso, Mateus e eu ficamos a uma distância que consideramos segura, ficamos a 10 metros de distância. Ao hesitar por alguns segundos, respiro fundo e me aproximo do velho homem. Assim que fiquei a uma distância segura, sem pensar em mais nada faço uma pergunta que eu não conseguia deixar de pensar desde o momento em que acordei nesta sala.

 

“Desculpe-me senhor, mas você saberia nos dizer onde estamos?” - Pergunto tentando manter a calma - “Também, a voz que eu ouvi antes em meus pensamentos era você?” - pergunto após hesitar por alguns segundos devido a tal acontecimento quase que macabro - “Claro que eu também gostaria de saber quem seria você!” - Pergunto por fim educadamente

[Acredito que tal comportamento por enquanto é mais que suficiente. De qualquer forma, a voz que ambos escutaram falando que explicaria toda essa situação que se encontram e responderia quaisquer dúvidas que poderiam possuir, de fato sou eu. Tudo será explicado, mas para isso peço para não me interromperem, assim que as explicações terminarem, peço-lhes para expressarem toda e qualquer dúvida que possuírem. Agora começaremos as explicações?]

 

Ouvindo o que o velho homem falou, nada falei, mesmo que estando preocupado com toda essa situação concordei com minha cabeça. Talvez devido a toda essa situação eu pensei que isso poderia ser um sequestro, mas o melhor primeiro é ouvir as explicações desse velho homem, depois então terei minhas próprias conclusões.

 

[Muito bem. Primeiramente explicarei o porque de ambos estarem nesta sala. Esse lugar, embora não possua um nome oficial, pode ser descrito como uma sala de espera e proteção, mas o que isso significa? Simples, a sala protegera toda e quaisquer almas, após for decidido o que acontecera com essa alma, será então permitido deixar a sala.

Agora quem sou? Essa é uma pergunta facilmente respondida, ao longo da história dos mais diversos multiuniversos, os mortais me concederam os mais diversos nomes, entre alguns nomes sou conhecido como: Deus, Verdadeiro Deus, Rei Deus, Big Bang, Vontade do Universo, Criador e entre outros, porém eu pessoalmente gostaria de ser chamado de Administrador.

De qualquer forma, como eu expliquei, essa sala protege as almas, ou seja, apenas aqueles que morreram poderão entrar e permanecer nesta sala, então por minhas explicações ambos já devem ter entendido o que quero dizer, certo? Caso ainda não entenderão devido a sentirem que toda essa situação seja algo irreal ou um sonho, lamento informá-los, mas ambos faleceram recentemente devido a um acidente de trânsito!]

 

Ouvindo o que o velho homem havia dito, apenas poderia o encarar incrédulo. Atualmente Mateus e eu estamos em uma sala de espera e proteção de almas? Ouvindo tais palavras, não sabia ao certo como eu deveria reagir. Também, ao ouvi-lo se autodenominar como um Deus e que ele gostaria de ser chamado de administrador, apenas poderia ficar confuso por ouvir tantas loucuras! Esse velho… Ele não espera que acreditamos nisso, certo?

 

“Você é um Deus e gostaria de ser chamado de Administrador?” - falo olhando para o velho homem, tentando não demonstrar que o considero um louco por falar tantas asneiras - “Além disso, devido a um acidente de trânsito, Mateus e eu morremos?!” - Pergunto esquecendo qualquer medo ou nervosismo, mas no lugar começo a sentir uma grande irritação por tal ‘explicação’

“Você realmente não espera que acreditamos nisso, certo?” - Fala Mateus irritado entrando na conversa - “Se você espera que acreditamos nisso, pelo menos mostre-nos alguma prova, caso contrário serás apenas um louco falando merda!” - Fala Mateus quase avançando no velho devido a sua irritação

[De fato, se não houver provas para comprovar minhas palavras, vocês seriam incapazes de acreditar em toda essa situação. Vejamos acredito que uma forma de comprovar minhas palavras seja devolvendo a memória de ambos no momento do acidente. Tal memória deve se tornar uma prova irrefutável, assim ambos poderão aceitar o fato que faleceram em um acidente]

 

Ao ouvir tais palavras, percebo que o velho homem em minha frente, fez uma ação que inicialmente fiquei confuso, afinal por algum motivo a pessoa em minha frente havia estalado seus dedos de sua mão direita. Após o estalar dos dedos, sinto o vazio em minha memória ser preenchida por algo. Uma memória vivida e muito desagradável surgiu em minhas lembranças enquanto estava no carro viajando junto com minha mãe, padrasto e irmão.

Embora seja incompreensível e irreal, após o estalar dos dedos do velho homem em minha frente, agora consigo me lembrar do momento de minha morte. Um fato importante é que mesmo conseguindo me lembrar de todos os detalhes do acidente, isso somente se aplica quando eu estava consciente, pois em algum momento acabei perdendo a consciência. Ao acordar, apenas conseguia me lembrar de uma severa dor por todo meu corpo, além de sentir de estar deitado em um líquido vermelho. Bem, ao considera o acidente e que eu acabei morrendo, o líquido quente é meu sangue!

Ao me lembrar de todo esse acidente, pelo menos de quando estava consciente, pude sentir minha irritação aumentar, além de também sentir raiva e ódio se espalharem por todo meu corpo. O velho homem em minha frente, dito por ele mesmo pode ser um Deus, porém nesse momento eu apenas conseguia em uma única coisa que é, devido a um filho da puta que não sabe o básico de direção, onde sua única função era se focar na estrada e dirigir, Mateus e eu… Morremos!


Notas Finais


Chegaram até aqui?? impressionante... Então, não precisam compartilhar ou favoritas, afinal que sou para pedir a vocês? Mas, tudo que venho lhes pedir é para comentarem, afinal uma critica negativa ou positiva sempre ajuda a entender se estou errando ou acertando...


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