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História Os Marotos e a era da Serpente - Capítulo 102


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Notas do Autor


Oiii gente só pra avisar que vou tentar postar um capítulo por dia nesses dias de quarentena. Este cap começa em certa parte com a introdução da história origens sendo narrada por Walburga, mas a continuação que vai ser postada hj daqui algumas horas será narrada por mim a minha maneira, como um Flash back mas no mundo de Marceline ela vai estar escutando a história pela Walburga. Espero q tenha dado pra entender bjs

Capítulo 102 - Origens: introdução


Fanfic / Fanfiction Os Marotos e a era da Serpente - Capítulo 102 - Origens: introdução

( POV Autora )

O dia amanheceu leve, a mansão sempre tão quieta tinha todos os cômodos da casa cheirando aos jasmins dos jardins da casa. Walburga estava na biblioteca, já havia tomado café e admirava os inúmeros exemplares de livros que a mansão de Marceline abrigava, sentou-se em uma poltrona e começou a ler um dos grossos livros enquanto aguardava o despertar de Marceline. Já eram 8 horas quando o som de piar se fez notar no recinto, a coruja de Órion Black adentrou no local e ficou a frente de Walburga que acariciou o animal antes de ler a pequena carta do marido que avisava que podia passar o tempo que fosse preciso na mansão, pois ele e os filhos estavam bem e que Sirius e Regulus pensavam que Sra Black estava na casa de alguma amiga íntima cuidando de alguns assuntos particulares.

Wal sorriu para si mesma, seu marido sempre fora bom com desculpas para algo errado que fizera, desde adolescente que o Sr Black tinha a mania de se meter em confusões na qual precisava ser astuto para tirar a si e os amigos da enrascada, Sirius puxou muito ao pai! - Pensou Walburga orgulhosa antes de se lembrar que Regulus também tinha muito do pai e dela mesma assim como Sirius. Regulus herdou a inteligência, astúcia, elegância e compaixão do pai, mas herdou a alegria inocente e o dom para as artes da mãe. Já Sirius herdou o dom da confusão e a lealdade do pai, herdando assim a alegria e a confiança da mãe.

- Bom dia! - desejou uma voz angelical a Walburga.

- Bom dia querida, dormiu bem? - Wal abre um largo sorriso maternal ao ver uma Marceline descabelada e usando um roupão de seda curto e leve da cor preta que a deixava com postura de mulher.

- Muito, acordei com o maravilhoso cheiro dos jasmins, eles voltaram a florescer depois que você chegou, aparentemente tudo nesta casa está ligado a mim, se estou de mal humor tudo é negro e pesado, os jardins não florescem e o silêncio e desconfortável, mas quando estou bem as flores ganham vida e o sol e a brisa de verão entram por todas as janelas. - ela senta no sofá a frente de Walburga parecendo relaxada.

- Você está mesmo parecendo bem melhor, seus cabelos tem mais vida, seu olhar tem mais brilho, sua pele mais cor assim como seus lábios, não tem olheiras e está cheirando melhor do que antes - Marceline ri - Suas gengivas voltou ao normal também, assim como seu humor!

- Me sinto melhor mesmo, graças a você, Morgana deve ter te enviado para me salvar disto!

- Na verdade eu vim por outros motivos, quero falar algo sério com você! - Walburga ficou em postura de seriedade.

- É sobre Sirius e Regulus? - o sorriso de Marce desapareceu

- Não, isto vamos tratar em outro momento, o que quero tratar com você é mais sério do que isto!

- E o que seria? - Walburga calou-se, procurava um meio de começar tal assunto, mas não sabia como, pensou em ser direta, mas achou que está não seria a melhor das táticas.

- Você conhece a história da sua família Marceline? Toda ela? Que é depois da queda de Salazar e os fundadores, a história da sua origem?

- Fala de como meus pais me tiveram, é isto? - ela pareceu confusa

- Sim, quase isto. Você sabe?

- Apenas a versão de Esther, que ela era uma adolescente que foi fugida para Hogwarts e lá conheceu meu pai que foi a porta pra ela fugir da decadência dos Gaunt!

- Bom... Acontece que... A história é muito além disso, a sua história, o início dela, é mais complicado e é necessário que você saiba!

- Por que isso agora?

- Ouça a história e você irá entender!

- Está bem... A décadas atrás, muito antes de Hogwarts ser sua casa, ela era a minha!

"Eu estava no meu último ano em Hogwarts, faltavam apenas algumas semanas para a formatura e logo eu e meus amigos estaríamos livres para fazer o que queríamos. Na época eu era uma adolescente rebelde que fazia tudo para contrariar a mãe, pintar o cabelo de rosa foi uma das coisas, mas enquanto eu era a filha rebelde minha irmã era a filha de dar orgulho aos pais, mas eu não ligava, tinha mais com que me preocupar como por exemplo o tipo de pegadinha que pregaria contra o time de quadribol da grifinória daquele ano, mas eu sempre dava o pé pra trás na hora de botar em prática a cruel pegadinha, eu podia ser a mais pura sonserina, mas meu melhor amigo e ex namorado era o motivo na qual eu sempre pensava duas vezes antes de tirar a paz da casa dele.

Devon Wolf era o garoto da grifinória mais bem falado, forte, boa pinta, inteligente, encrenqueiro e galã da Grifinória, o capitão do time de quadribol dos leões sempre esteve ao meu lado nas implicância e nas rebeldias quanto aos nossos pais, no início eu andava com ele apenas por implicar com minha mãe que odiava os Wolf assim como o pai de Devon odiava os Black, foi desta rivalidade que cresceu uma grande e verdadeira amizade. Foram meses namorando para causar raiva aos nossos pais antes de decidirmos que era melhor parar para sermos apenas bons amigos, logo eu estava ajudando ele a entrar no dormitório feminino da sonserina pra ficar com alguma colega minha para que depois ele me ajudasse a infernizar a vida de Druella que odiava Wolf tanto quanto ele a ela.

Naquele mesmo ano junto a Devon, foi o ano que descobri uma paixão pelo meu primo que sempre estivera tentando chamar minja atenção, mas eu quase nunca o notava. Era meio do ano letivo quando meu pai faleceu o que me deixou arruinada, chorava pelos cantos após o funeral onde só obtive uma alegria, conhecer Órion. Eu já havia visto aquele rosto diversas vezes a me encarar com certo brilho, mas foi diante ao caixão do meu pai, em um dia de chuva rigorosa que conheci de verdade aqueles olhos que tanto me admiravam desde nossa pré adolescência, Órion ficava tão elegante e esbelto de preto, havia um ar de mistério nele e naquele olhos azuis que as vezes eram incomodados por algum fio do longos cabelos castanhos que iam até seu pescoço assim como os de Sirius atualmente. 

Depois do enterro, durante a reunião na mansão Black, eu andava pela casa já totalmente esquecida de que meu pai acabara de ter sido engolido pela terra para ser comido pelas larvas, agora eu só procurava a figura bela e misteriosa que vi durante o enterro.

- Procurando por alguém? - ouvi uma voz meio rouca soar atrás de mim.

- Oi - foi tudo o que consegui dizer quando me virei para vê-lo, não era uma garota tímida, odiava isto, mas o frio na barriga que surgiu quando o vi, me fez ficar sem o que dizer.

- Sinto muito pelo seu pai, eu gostava muito de tio Arcturus! - ele soava gentileza.

- Tudo bem, não sinta, ele está melhor, sempre disse que quando morresse estaria melhor porque estaria longe de minha mãe! - ele riu hesitante 

Depois dissto começamos a nos falar com mais frequência e logo minha mãe teve o prazer de ver um bom partido como Órion era frequentando nossa casa e andando para sima e para baixo comigo em Hogwarts. Não demorou muito para mim descobrir que Órion era muito amigo de Devon então foi mais fácil de conviver com os dois sem problemas além dos que criavamos antes de parar na detenção. Com dois meses de namoro eu e Órion estávamos certos do que queríamos um para o outro e estavamos certos também de que nossas famílias iriam apoiar, mas era Devon que adorava a ideia de ser padrinho de nossa futura junção. 

Depois da formatura, dois meses depois, foi meu casamento com Órion que teve a presença de nosso melhores amigos, Albus Dumbledore nosso melhor professor, Cygnus meu primo amado cuja tinhamos todos certeza sobre o afeto sob Eileem Prince que corava sempre que era galanteada pelo loiro de olhos azuis. Também estava Charles Potter e Hope Marchal que escapara do namorado Lupin para vir ao casamento onde minha madrinha era Esther Scott que antes mesmo de terminar a escola havia se casado com Sebastian Scott outro amigo muito querido. Era um dia de muita alegria, mas também um dia de muitas descobertas, mal sabia eu e mal sabia Sebastian Scott que em um canto da festa Esther e Devon conversavam em flertes que seguiram muito depois da festa....

Continua.....



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