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História Os Marotos e a era da Serpente - Capítulo 105


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Notas do Autor


Oiii gente, desculpa não ter postado antes, era pra mim ter postado domingo, mas minha internet caiu e só foi concertada hj. Espero q gostem bjs

Capítulo 105 - Lobo contra lobo


Fanfic / Fanfiction Os Marotos e a era da Serpente - Capítulo 105 - Lobo contra lobo

Um mês depois...

( POV Autora )

Em uma alcatéia, cada lobo tem seu lugar, sua função para que mantenha a ordem e a força da alcatéia. O Macho Alfa é quem toma as decisões na Alcatéia. Ele tem a habilidade de força e caça superiores às dos outros lobos. Sua companheira, que é seu par por toda a vida, comanda as fêmeas do grupo, é a vice - líder, isso é, na ausência do alfa ela é quem toma as decisões pelo bando, o posto de alfa é passado de pai para filho, a menos que não haja herdeiro. O casal de lobos beta fica com o "comando" secundário do grupo, como se fossem o segundo casal no " comando ", normalmente o Beta é o parente mais próximo do Alfa, algumas vezes a fêmea beta se encarrega da alimentação dos filhotes e também de cuidar deles. Os Ômegas são basicamente os outros lobos da alcatéia que não tem função , eles estão abaixo dos alfas e betas , sempre são os últimos a comer , eles recebem a maior parte da agressão em brigas entre bandos , mas eles também podem cuidar de coisas sencundárias por ex : proteger o Alfa.

Quanto ao lobo solitário, antes conciderado o mais fraco por ser ômega em uma alcatéia, agora podem se tornar o mais forte para que possa enfrentar a selva e seus perigos sem dificuldade antes que possa achar uma fêmea para acasalar e iniciar uma nova alcatéia onde o mais fraco se torna o mais forte sendo o líder, sendo o alfa. No mundo dos lobisomens isto não é diferente.

A lua cheia criava um clima de Grande tensão e não só para os filhos da lua, mas para os aldeões também. Feitiços de proteção foram colocados em entradas de vilarejos e em casas afastadas da zona urbana, o ataque a La Belle na última lua cheia foi a prova de que os lobisomens são um perigo e agora existiam três grupos a caça do famoso lobo branco. A alcateia de Devon Wolf estava determinada a encontrar tal fera para que o ajudassem, pois acreditavam que tal lobo possuía reabilitação, a alcatéia de Greyback também procurava pelo lobo, mas com a intenção de te-lo como aliado para uma alcatéia mais forte e poderosa, mas o ministério não acredita na inclusão deste lobo a alguma alcatéia, por isso o caça com a intensão de vê-lo preso ou morto.

Na floresta escura, a alguns quilômetros de Carvalho Branco, as pessoas de tal alcatéia já eram lobos enormes que ultrapassavam o peso, altura e força de um urso. Seis lobos foram escolhidos para utilizar a rara poção de acônito nesta noite, para que tivessem consciência e controle de seus atos quando fossem procurar o lobo branco, tais lobos eram os mais importantes da alcatéia, Devon o alfa, Diogo Hood o beta e quatro dos mais fortes ômega, um deles era Jasper que mesmo sentindo ódio de seu pai estava disposto a encontrar tal lobo.

 Mas assim como Devon, Greyback também teve a idéia de utilizar poção acônito para encontrar o lobo branco, ao lado de seu beta e sete dos seus mais fortes lobos, Greyback também deixaria sua alcateia em outro lado da floresta para encontrar o lobo antes do ministério que colocou seus melhores aurores para encontrar a fera de olhos vermelhos. Os bruxos não sabiam, mas naquela noite lobisomens andavam nas sombras para encontrar o rastro da fera branca. Enquanto alguns lobos exploravam a mata livres, o lobo selvagem e cinza de Remus Lupin estava acorrentado na mata mais próxima a sua casa, seus amigos em formas animalescas observavam a fera cinza salivar de raiva, mostrava seus dentes perturbadores ao rosnar, seu pelo arrepiado possuia sangue em locais como pescoço e patas traseiras que estavam acorrentadas apertadas e presas a uma rocha forte que por sorte aguentava a selvageria de Remus que insistia com raiva a se soltar.

Mas havia um lobo que mesmo estando descontrolado, possuía uma liberdade na qual o lobo de Remus invejava. Do meio da mata surge o lobo branco, Sirius, James e Pedro nada fizeram, pois não sabiam o que. Remus parou de se puxar, e seu olhar pairou sob o olhar vermelho do lobo. Remus que antes lutava contra as correntes parou, não mostrou mais seus dentes, seu pelo baixou e suas orelhas foram para traz enquanto seu corpo se curvava diante da presença do outro que para Remus era superior a ele. O lobo calmo, porém alerta, se aproximou de Remus e sentiu seu cheiro.

Não se sabe como, mas a presença do lobo branco acalmou Remus, os marotos nada fizeram, apenas observaram um tanto afastados da li o que acontecia, mas logo se desesperaram, pois o lobo de dentes fortes conseguiu partir as correntes ao meio e mesmo com patas e pescoços ainda presas a uma corrente que arrastava, Remus pode se libertar e se juntar ao lobo branco na mata, fugindo do campo de visão dos marotos por um breve momento. Mesmo se setindo desconfortável e até dolorido quando as correntes prendiam em alguma coisa e ele tinha de puxar para se soltar, Remus estava disposto a seguir o lobo branco por onde quer que fosse.

Quando os lobos estavam a margem de um rio bebendo da água, Pedro em sua forma de rato os achou, permaneceu no escuro apenas cuidando o que os lobos fariam. Remus parecia enfeitiçado pelo lobo branco, permanecia ao seu lado, mas com total respeito, deixou que ele fosse o primeiro a beber da água do rio, para que depois pudesse fazer o mesmo. O lobo branco se deitou na grama perto do rio e permitiu que Remus se juntasse a ele lado a lado, de orelhas levantadas os dois deitados um ao lado do outro observavam a correnteza do rio calmos e sem parecerem ameaçadores como de costume.

Pedro se surpreendia cada vez mais com a aparência controlada de Remus, estava tão acostumado a ver o lobo de Remus sempre salivando de raiva, mas agora estava mais calmo do que em sua forma humana, o maroto se perguntava que efeito era este que o lobo branco tinha sob o cinza. Ficou ali por horas até algo acontecer, os lobos estavam adormecidos, o que surpreendeu o rato que estava quase adormecendo quando ouviu o som de algo se aproximando.

O lobo branca abre os olhos e fica em alerta, se levanta e acaba por acordar Remus que estava dormindo junto a si que também fica em alerta ao ouvur passos pesados vindo na direção deles. Virados de costas um para o outro os lobos expõem suas presas e garras, Remus se arrepia, mas o lobo branco permanece seguro de si mesmo quando ambos foram encurralados na floresta pela alcatéia de Greyback de um lado e a de Devon no outro.

"Sempre tão intrometido Wolf!" os lobos se comunicavam entre si, mas Pedro, Remus e o lobo branco não compreendiam. Pedro deduziu que estivessem se comunicando em linguagem animal, mas Remus e o lobo branco também não compreendiam, já que eles sim falavam em sua língua animal, pois Devon junto a sua alcatéia, e Greyback junto a sua se comunicavam por telepatia, era o efeito colateral daqueles que tomam acônito.

"Deixe-os em paz Greyback, cuidaremos deles!" respondeu Wolf

"Eu acho que não Wolf" - Greyback rusna estava determinado a controlar o lobo branco.

"Ela não pertence a você!" - rusna Wolf após notar que ele era ela. Remus e a loba branca nada compreendiam, apenas rosnavam sem compreender.

"Talvez ela não, mas o garoto sim. Ou se esquece quem o transformou? Ele pertence a mim Wolf e analisando a atual situação, percebo que o meu garoto gosta da loba e não parece querer se separar dela, por tanto, os dois pertencem a minha alcatéia!"

"Nunca!" 

Wolf rosna e logo ele e Greyback estão rolando e mordendo um ao outro enquanto seus companheiros atacam uns aos outros com garras e dentes até tirar sangue. Assustados Remus e a loba fogem da encrenca lado a lado.

"Atrás deles!" ordena Greyback enquanto tenta tirar Wolf de sima de si.

Wolf ordena o mesmo, logo Jasper e mais dois lobos de Greyback estão correndo atrás de Remus e a loba por entre a mata, mas os dois se separam. Jasper vai atrás da loba sendo seguido por um dos dois lobis de Greyback, enquanto o outro vai atrás de Remus. Remus desiste de fugir e ataca seu perseguidor e ambos lutam com todas as forças, o lobo de Greyback não tem chance contra a força secagem de Remus que acaba ficando cego quando Remus usa suas garras para perfurar os olhos do outro antes de fugir a procura da loba.

Jasper estava quase alcançando a loba, estava ofegante enquanto corria, suas patas pesadas faziam sons altos enquanto corriam, mas o som foi maior quando seu pesado corpo colidiu com o chão o fazendo gritar ao sentir as presas de um dos lobos perfurarem seu pescoço fazendo com que perdesse a loba de vista e iniciasse uma briga de sangue com o lobo de Greyback.

A loba branca possuía passos leves agora, sua respiração ofegante fazia ser evidente seu cansaço junto ao pelo todo arrepiado, olhos e ouvidos atentos a tudo em sua volta, mas foi o cheiro a sangue que o atraiu. O nervoso da fuga se fez instalar uma fome enorme na loba após um tempo andando até se afastar do som dos lobos brigando na mata. O aroma de tal líquido vermelho lhe era muito atrativo, apertou o passo quando o cheiro ficou mais forte e logo estava diante de seu desejo, a visão de um cervo já morto e atirado no chão só era atrativo para o lobo por causa do sangue fresco que o cobria.

A loba se aproxima com ferocidade, saindo da mata e entrando em zona limpa, abocanhou um belo pedaço do animal e desfrutou o sabor do sangue ainda quente do seu jantar. Estava realmente focado do gosto do animal morto, mas não o suficiente para não conseguir ouvir o som dos passos dos aurores na mata que o observavam com as varinhas apontadas. A loba virou-se para a mata e mostrou suas presas banhadas de sangue que escorria até pingar no chão respingando em seu pelo, três aurores se aproximavam quando a loba ardilosa pula no primeiro auror que foi tão surpreendido que não teve o que fazer e teve sua cabeça arrancada.

Os outros aurores assustados não pensaram duas vezes, com suas varinhas apontadas para a fera pronunciaram avada Kedavra com a certeza de que a fera morreria ali. 






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