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História Os meios sangues - Capítulo 1


Escrita por: e cueioaleatorio


Notas do Autor


Boa sorte para encontrar a semelhança com o livro do Percy Jackson o ladrão de raios.

Capítulo 1 - Ponto de ignição.


Fanfic / Fanfiction Os meios sangues - Capítulo 1 - Ponto de ignição.

Se estiver lendo isso e sabe que algo parecido está acontecendo com você, feche esse arquivo e acredite em qualquer coisa que o seu responsável te conte, você não vai queria saber como essa vida é estranha, dito o recado vamos contar como foi.


Bem meu nome é Liam Casstelo, sou branco chegando ao tom pálido, meu cabelo é castanho escuro, quase preto e grande e tento evitar de cortar só que ele não chega aos meus ombros, tenho olhos azuis turqueza, sou magro mas com um corpo definido, e o interessante é que eu nunca tive muito que me esforçar para ter esse corpo, sempre esteve no meu biotipo, uso diariamente uma camisa cinza escuro, um casaco marrom escuro de zíper sempre aberto e uma calça jeans preta com botas marrons, mas continuado era 2010 na época tinha 15 anos, estava no nono ano e morava em Minessota nos EUA estava nevando e eu na escola esperando o tempo passar para acabar o ano e finalmente ir embora e jogar um dos variados jogos do Xbox nas minhas férias, mas algo inesperado acontece na aula era de Geografia, estávamos tendo aula com o professor Jason, um homem alto, eu acho que ele tinha dois metros, era negro, tinha grandes olhos castanhos, era sempre sério e estava usando uma calça jeans azul escuro, sapatos pretos e uma camisa azul escura feita de lã, ele estávamos  prontos para serem introduzidos ao novo bimestre, o professor pega os livros em cima de sua mesa, pronto para falar sobre talvez relevos? Mas de alguma forma eu não estava bem, eu me sentia um pouco estranho, eu sentia frio e uma sensação de estar sozinho mesmo com mais de 20 colegas ao meu redor, um vazio me tomou por estantes e aquilo ficava muito intenso.


A porta branca feita de madeira da sala de aula é aberta, todos desviam os seus olhares para a porta até mesmo o professor, todos olhão e lá estava a vice diretora a Sr. Cristal com uma pose rígida, segurando uma pasta azul cheias de coisas importantes eu acho, branca, ela tinha lindos olhos azuis, cabelo comprido e castanho, uma pele bem cuidada, e eu acho que era 24 anos de idade, estava usando, uma saia xadrez azul com listras vermelhas, meia calça preta, uma sapatilha, óculos de grau rosa, e uma camisa branca feita de lã ajustada ao corpo como aquilo era exitante, ela era nova falando profissionalmente no cargo que ela exercia, mas era sem dúvida o desejo de quase todo os garotos, todos falavam sobre a sua larga bunda e seu grandes seios, acabei me distraindo mas voltando a história, todos não sabiam o porquê, mas lágrimas caiam do seu rosto, logo após foi e ficou do lado do professor.


Alunos lamento em informar, mas o diretor juntamente com o professor de matemática, foram assaltados e mortos ontem a noite, como muitos sabem eu sou filha do diretor James e uma grande amiga do prefessor Carintom, as aulas hoje serão dispensadas para a homenagem deles, crianças. - Ela abre a sua pasta e tira umas folhas recém impressas - Nessa folha vocês poderem… - ela solta um gemido e quase desaba em lágrimas na frente dos alunos, mas o professor Jason coloca umas das mãos no seu ombro logo em seguida com a outra pega as folhas impressas, ela se recompõe e continua a falar - bem alunos nessa folha vocês poderão escrever uma carta ou belas palavras, escrever sobre boas recordações com eles, esse ato é bastante importante, okay crianças? - A classe permanece em silêncio, e de alguma forma eu não sei o porque mas naquele momento eu respondi - Sim. - Em voz alta e bom som  todos olham para mim, por ser o único que tinha respondido, e sem graça volto a ficar quieto, a sr. Cristal dá um sorriso e era a única coisa bonita que eu via naquele rosto, antes era só os grandes olhos dela e sua maquiagem borrada, depois de alguns momentos o professor dá 30 minutos para escrevemos coisas legais para os falecidos, eu escrevi e de certa forma até achei a minha redação quer dizer homenagem bonita, mas após aquele dia eu tinha me sentindo mal fisicamente eu sentia frio e essa sensação de estar sozinho eu não sabia o porquê mas cada vez que alguém ia me dar uma notícia ruim e tinha a ver com a morte eu estava sentia a mesma sensação de mal estar, pois bem eu sempre achei aquilo normal pensei que toda criança passava por momentos como o meu, depois de todos acabarem as redações e os pais foram avisados sobre o momento delicado e as aulas durante a semana foram suspendidas, a vice diretora a filha do direito assumiu o seu cargo como diretora da escola de Milgre, uma escola de tempo integral com dormitórios etc…


Estávamos no meio do ano e todos foram para as suas casas matarem as saudades dos seus pais durante a semana, eu ia para a casa do meu pai onde eu sempre morei, ele é um lutador e minha mãe morreu no meu parto, eu sempre quis que ele ganhasse as lutas mas ele sempre se esforçava para caramba pela semana, para ele receber um telefonema e perder a partida, era claro o que acontecia meu perdia as lutas por dinheiro e então era chato voltar para casa e velo toda hora com pontos no rosto, na verdade nem era o hospital que dava os pontos e sim eu ou ele mesmo, ele tá investindo muito em mim nessa escola particular e por isso que tento ter as melhores notas da classe sempre que posso, não me considero inteligente mais sim esforçado.


Após arrumar um amontoado de roupas do meu quarto desço as escadas da escola de período integral, e vou até a estação esperar o ônibus para voltar para casa e dar um abraço no meu pai e torcer para que ele ganhe a próxima luta, me orgulhar pelos A que tirei e esconder os C dele, mas bem chego na avenida, um ônibus azul coberto por neve para na ponto, alguns colegas ao meu lado entram no ônibus, e entro e coloco a minha mochila no meu colo e tiro um barra de chocolate, sento perto da janela do ônibus uma senhora de idade, chega perto de mim senta do meu lado, uma senhora branca com cabelos grisalhos olhos castanhos, usava um casaco branco feito de lã, acompanhada de uma bolsa feita de crochê, ela abre a sua bolsa e pega uma linha pedra e começa a tricotar um cachecol, provável mente um presente já que estava nevando e estava muito frio, eu ajeito meu meu casaco,  já estava cansado então peguei a minha mochila e deitei minha cabeça sobre ela e dormi durante a viagem toda. 


Acordo com um solavanco do ônibus parando, olho pela janela um pouco curioso com o que tinha acontecido e vejo que estamos rodeados de neve, fecho os meus olhos e limpo o vidro, agora tendo um pouco de visão do lugar, olho para as árvores cobertas por neve, olhando para baixo vejo que estamos ainda na estrada, movo a minha cabeça com um pouco de preguiça já que o meu cochilo estava ótimo, olhando para o meu lado não vejo mais ninguém no ônibus ele estava vazio,  não tava entendendo o porquê mas do nada todos ali desaparecerem, eu me levanto e vou em direção a porta do ônibus desço e não vejo ninguém, olho novamente para o ônibus e eu senti aquela mesma sensação de antes o frio imenso e sensação de estar sozinho, olhos para os lados pois sabia que algo aver com a morte ia acontecer, vejo mais para frente da estrada mas além uma cabana de madeira aparentemente velha, uma madeira feia, marrom escura, das suas janelas saia uma luz, depressa entro no ônibus e pego minha mochila, tento ligar meu telefone e abrir o Google, mas de alguma forma meu telefone não ligava, parecia que ele estava descarregado, eu jurava ter colocado para carregar, mas eu fui em direção a cabana observando a neve cair e a luz que saia de suas janelas..

Contínua.





Notas Finais


Espero que gostem. S2


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