História Os Melhores Dons Da Antiguidade - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fantasia, Magia, Medieval, Sobrenatural
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Palavras 1.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O retorno de Adam the castle


Hazel sentiu suas bochechas fervilharem. Ela tinha que fazer algo depressa, e fez. Hazel segurou nos ombros de Alan e deu uma joelhada na barriga do mesmo. Assustada, ela deu passos para trás enquanto o via se curvar. Repentinamente algo quebra atrás dela, o barulho era delicado, como uma xícara de chá. Ela vira rapidamente mas a pessoa que derrubou se escondeu entre duas das colunas dali.                                                                                                                                                                                                                                                            Hazel ficou paralisada.

Uma parte cinza do vestido da pessoa escondida voa para fora das colunas, a denunciando. Hazel reconheceu de imediato.

- Dominik, saia daí agora mesmo!

Uma jovem Dama sai entre as colunas com as mãos para trás como se não tivesse visto nada.

- bom, eu nã-

Hazel puxou bruscamente seu braço a impedindo de falar. Em poucos segundos elas sairam dali.

Dominik e Hazel chegaram ao seu quarto o mais rápido possível. Assim que Hazel, ainda nervosa, trancou a porta Dominik caiu em gargalhadas.

- cale a boca, não vê como estou?

Dominik põe as mãos na cintura e olha para Hazel sorrindo maldosamente. - vejo que você está gostando do generalzinho. - ela aperta as bochechas coradas de Hazel.

- não diga bobagens sua abusada! - Diz Hazel ainda mais nervosa. Ela tira as mãos de Dominik de seu rosto com um tapa fraco.

Dominik ri ainda mais. 

Hazel caminha agoniada pelo quarto.

- você acha que eu não sei, né? - Dominik solta um risinho

Hazel encara Dominik. 

uma batida extramamente forte na porta assusta Hazel e Dominik. Elas se olham.

- meu arco. - sussurra Hazel sem se mover.

- mas...

- agora!

Dominik corre até um baú atrás da cama coberto por um pano claro; ela o abre e tira de dentro um belo arco pesado, enfeitado com uma pedra azul no meio.

- aqui.

Dominik o entrega.

Hazel caminha cauidadosamente até a porta e a abre depressa.

- como?!

ao ver a cena, se surpreende.

Dominik corre até a porta e ao ver a cena, põe a mão na boca evitando rir.

Havia uma menina  não muito longe da porta, caída no chão. Sua perna estava sangrando, o sangue começava do joelho, quando viu Hazel e Dominik rapidamente cobriu com seu vestido de seda mel e rendas brancas. Havia também uma outra garota praticamente idêntica a que estava no chão, exceto pelo vestido de seda lilás claro, de pé, alguns metros atrás da outra. As duas estavam pálidas, porém, a que estava de pé estava mais nervosa do que a outra.

- levante Constança. - disse baixinho a menina que estava de pé.

- você quem me empurrou, Edite, me levante você.

Constança estende a mão e espera Edite a puxar. Edite respira fundo e a puxa com raiva.

Dominik se prepara pra falar, mas uma voz que vinha do final do corredor interrompe Dominik.

- CONSTANÇA! EDITE! CHARLIE!

e ali vinha uma velha criada que estava aparentemente irritada. Ela caminhava diretamente na direção de Edite e Constaça, ficou aliviada quando as viu, mas não diminuiu sua irritação.

quando se aproximou, ao perceber a presença de Hazel e Dominik se curvou de forma educada.

- perdão por elas senhoras, essas meninas nunca vão tomar jeito mesmo.

- quem é a senhora?

- eu me chamo Isolda, antiga dama de companhia da princesa Líbia e responsável por seus filhos... Princesa Edite, Princesa Constança, mais velha alguns minutos, e príncipe Charlie, o mais novo e futuro rei.

Dominik fica boquiaberta. Hazel estranha. reage tentando lembrar de algo olhando para as meninas.

Isolda sorri gentil e volta a olhar para as meninas.

- vamos, onde está Charlie? O pai de vocês quer apresentá-los ao rei Dim. E que fique claro que nunca mais fujam de mim, entendido?

Dominik toca no ombro de Isolda.

- quem é o pai delas, senhora?

- não meta o nariz Dominik. -diz Hazel.

Isoloda ri. - O principe Adam... não o conhece? ele está de volta!

- não lembro de nenhum Adam por aqui. Ah! exceto meu namorado que faleceu há trinta luas, mas ele estava longe de ser um príncipe. - Dominik ri sozinha.

Hazel deixa o arco cair de surpresa.

- Hazel? 

Dominik, Isolda e as meninas olham para Hazel confusa.

Hazel sorri surpresa ainda. 

- não é possível.

- Hazel, você está nos assustando... 

Hazel se vira e olha para Dominik.

- o Adam está de volta! Ele voltou!

- meu noivo?

- não sua tonta.

- não compreendo.

Hazel vai em direção a Isolda.

- onde ele está??

mesmo sem entender, Isolda responde.

Hazel sorriu mais uma vez. Após ouvir Isolda, ela puxou Dominik e foi em direção ao destino que Isolda havia dado.

Isolda e as meninas ficaram se olhando tentanto entender. Isolda solta um longo suspiro.

- vocês ainda não me responderam.

Isolda volta a encarar as duas.

- nós estávamos caminhando pelos corredores então o Charlie disse que viu uma borboleta branca e correu atrás dela... Mas não havia nada além de ventania. - disse Edite

- o Charlie estava certo. Havia uma borboleta, porém vermelha. - Constança cruza os braços.

Edite dá um passo. 

- como você pode ter visto algo e eu não?

- se tem alguém capaz de ver algo esse alguém sou eu.

- você me irrita. De todas as formas.

Constança apenas responde com um suspiro.

- a culpa pelo Charlie estar agindo assim é toda sua! Você é um monstro!

Constança vira o rosto para Edite com uma expressão de nojo. - a culpa não é minha se ele é um retardado.

Edite se prepara para avançar em Constança.

- Já chega!!! - grita Isolda. - já está na hora de agir como rainhas, não como crianças, todas as duas.

elas se encaram. Isolda respira fundo mais uma vez.

- e para onde ele correu?

- para o jardim... Mas a Edite me empurrou no caminho. - Constança levanta o vestido e deixa amostra o machucado em sua perna.

- ela xingou o Charlie!!

- já chega meninas! Vamos ao jardim.

 

 

 

Hazel estava correndo pelos corredores, Dominik carregava uma parte de seu vestido para facilitar na corrida, mas mesmo assim não conseguia acompanhar Hazel, que usava calças.

- espera Hazel! 

- anda logo!

- estou tentando! Você sabe qual foi a última vez que precisei correr? sua bruta!

- calada.

Hazel sorri ansiosa quando vê a enorme porta da sala real do trono, depois de correr tanto. Dominik vem logo atrás, ofegante como nunca.

- você me paga Hazel.

Hazel estica o braço para abrir a porta, mas um dos guardas pegou e tirou a mão dela de lá.

Hazel o encarou.

- algum problema?

- o rei está em reunião agora. Pediu para não receber ninguém.

Hazel e Dominik se olham...

 

 

 

 

Na entrada do jardim Constança trava.

- o que pensa que está fazendo? - pergunta Edite visivelmente brava. 

- andem meninas, andem!

Isolda puxa o braço de Edite e Constança acompanha. Elas ficam impressionadas com o jardim.

- como vamos achar o Charlie nesse lugar enorme?

um grito agudo responde à pergunta de Edite que começa a ficar nervosa junto com Isolda.

- Veio de lá! - aponta Constança

Isolda e Edite correm até o local apontado por Constança, próximo a uma fonte, não muito perto da entrada. Charlie estava paralisado, seus olhos denunciavam o pânico que ele estava sentindo.

- C-Charlie? - Edite fala em um tom baixo, o olhando.

Isolda segurou o braço de Edite.

O olhar de Charlie estava fixo em algo, ou melhor, em um animal. Um simples pato inofensivo caminhando para perto de Charlie. A medida em que o animal se aproximava, Charlie ficava mais nervoso.

- calma Charlie, é só um... pato!

Constança estava mais afastada, então precisou se esticar para observar a cena. Surpreendentemente, sem que ninguém notasse-a, Constança caminha até a fonte, pegando uma pedra grande e pesada que estava lá, quase debaixo da areia, mais ou menos do tamanho de seu braço. Ela a carregou até atrás de Charlie e esperou o pato parar bem em frente a Charlie.

- Constança oqu-

Ignorando qualquer palavra dita, Constança joga a pedra esmagando o animal completamente. O sangue do animal respingou em quase todo vestido de Constança e calça de Charlie. Charlie ficou imóvel.

- pronto.

- q-qual o seu problema?! - Edite dá um passo para trás.

- qual o meu problema? oras, pergunte ao futuro rei!

- pare já Constança! 

- Esse idiota tem medo de um pato!

- parem já as duas!!!

todos olham para Isolda após seu grito nervoso, inclusive Charlie.

- prepare-se para se explicar ao seu pai Constança.

Constança revira os olhos. -Ele me dará razão. Ele não é  fraco... - Constança olha pra Charlie. - como o filho dele.

 

Na grande sala real do trono, o rei Dim estava em reunião com alguns homens, incluindo Alan. Adam estava lá, sentado ao lado de Dim, com a maior expressão de tédio possível. De vez em vez ele coçava a cabeça e soltava suspiros.

Adam levanta de forma brusca e olha para o rei. - pai, eu sinto muito, mas vou ter que deixar a sala, eu acabo de chegar e minha esposa deve estar sentindo minha falta. 

ele mostra um sorriso falso.

o rei suspira e vira a cabeça em direção a Adam pronto para dar uma resposta quando de repente a enorme porta se abre. Hazel entra, logo atrás, entra Dominik.

- pfff! - o rei se senta sem demonstrar surpresa.

Hazel se aproxima do altar e se curva ao rei, juntamente com Dominik. Disfarçadamente Hazel olha pra Alan, mas o mesmo a ignora.

Adam desce os degraus e a abraça rapidamente. Ela retribui o abraço, mas logo o empurra.

- então você voltou mesmo.

- claro minha doce Hazel, eu poderia morrer sem antes ver você e o Nicolau de novo?

Hazel ri. - você continua o mesmo mentiroso de sempre.

- oras, jamais.

- Fico contente por ter voltado antes de morrer então.

os dois riem.

A grande porta se abre de novo. Dessa vez, Toui entra sem expressão. Ele passa por Hazel e Adam e para em frente ao rei.

- Majestade, a mulher que foi encontrada no grande portão acordou e quer falar com o senhor...

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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