História Os Melhores Erros - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Temari
Tags Hinata, Kasswhite, Naruhina, Naruto, Revolução Naruhina, Sakura, Sasuke
Visualizações 66
Palavras 1.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Gente

Desculpe a demora e também por não haver me manifestado no capítulo anterior.
Estou trabalhando nesse projeto novo e ainda não havia traçado um rumo para essa história quando lancei o primeiro capítulo. Mas agora a história já está nos seus trilhos.
Tomara que vocês gostem dela e que seja algo ainda maior do que a minha primeira fanfic aha.
Espero surpreendê-los.

Capítulo 2 - Capítulo II


Bem...Não seria bom pra vocês eu continuar de onde parou. Me deixe atualizá-los.

Tudo começou há quase dois meses:

Eu era o calouro naquele momento. Enquanto todos meus amigos já estavam avançados em seus cursos, eu caminhava mais devagar do que o Chouji em uma esteira de academia. Por não ter conseguido nenhuma bolsa nem nada, me vi obrigado a trabalhar num período e estudar no outro. Como nenhum lugar me aceitou por causa do meu currículo em branco, passei a ajudar no Ramen Ichiraku por alguns dias. Estudava pela manhã e trabalhava durante o resto do dia.

Foram dias exaustivos. Não fiz nada mais nessas últimas semanas. Porém, alguém ressuscitava o meu ânimo sempre que meus olhos a alcançava pela multidão de estudantes no Campus. Minha maior felicidade foi ao encontra-la na sala da minha última aula de sexta. Fazíamos só uma cadeira juntos, mas aquilo me dava vontade de passar por toda a interminável semana só para vê-la por perto.

Hoje é sexta.

Estou ansioso para sentir o perfume dela mais uma vez. No entanto, me sinto mal por nunca conseguir trocar algumas palavras com ela. Puxa, tenho só uma hora em 168 horas semanais, e mesmo assim sou um covarde que se permite perder tempo. Planejo há semanas um jeito de puxar assunto com ela. Assim sem pretensão nenhuma. Só uma conversa boba sem passar interesse não. Isso pra ela não achar que sou um maluco. E sabem quem é a pessoa “perfeita” para me ajudar com minha timidez? Com certeza o Sai não se encaixa nisso.

- O que? Naruto-Kun, você está doente ou algo assim?

Sai reagiu sem nem ao menos desviar seus olhos do caderno. Ele permanecia rabiscando algumas coisas enquanto fingia estar interessado ao que eu estava dizendo.

Suspirei lentamente e tornei a falar:

- Você nem está prestando atenção.

- Claro que estou. Você está falando que vai levar a Sakura-San num encontro.

Meus olhos se reviravam enquanto eu ficava de boca aberta com a cena de um encontro com Sakura-Chan na minha cabeça.

- O QUE???

Minha reação foi um pouco exagerada, já que chamou a atenção dos que estavam as mesas ao lado da nossa.

- Seu imbecil! Não é a Sakura-Chan. É a Hinata.

Como se uma palavra mágica tivesse saído de minha boca, Sai voltou toda sua atenção para o assunto e, por sinal, com um “sorriso” ao rosto. Talvez chamar aquilo de sorriso fosse muito forçado.

- Você está doente ou algo assim? – Sai disse de novo.

Joguei minhas costas a cadeira e encostei o pescoço por cima para olhar o teto, boquiaberto com o incrível papo que estava tendo com ele.

- ... ah... com licença!?

Mas que voz tão suave e tímida?

- Como?

Arrumei minha postura para ver quem estava por perto.

Meu peito apertou drasticamente. Naqueles milésimos de segundos, eu faleci, fui até Hades, ressuscitei e faleci de novo.

- Oi Hinata! – Disse Sai.

Indiferente, ele retornou aos seus desenhos.

Não havia tento para falecer. Aquela era minha chance de ouro. Devia aproveitá-la ao máximo.

- Ah... Hinata Oi, como vai?...

Isso Naruto continue se atrapalhando com as palavras.

Engoli em seco e sorri um pouco sem graça.

Hinata permaneceu imóvel com as mãos juntas. Evitando o olhar, ela continuou a conversa.

- Desculpa incomodar, mas nosso Sensei está à procura de vocês.

- Sensei?

Naquele instante perdi o ar. Levantei da cadeira todo atrapalhado.

- KAKASHI – SENSEI? ME PROCURANDO?

- Parece que estamos encrencados. – Respondeu Sai sem qualquer reação.

Saímos nós três da lanchonete a passos largos, enquanto eu puxava meu apático amigo.

- Tomara que não aconteça nada ruim. – Hinata parecia nervosa.

- No máximo receberemos uma detenção. Nada demais. – Disse Sai indiferente.

Claro Sai. Só isso. Detenção não é nada demais. Essa seria minha terceira – três detenções e adeus Faculdade.

Antes que eu pudesse responder o comentário do meu amigo sem noção, algo estranho aconteceu. A leve brisa daquela manhã foi do céu para o inferno em poucos segundos. Uma ventania muito forte surgiu do inesperado e, chocou-se contra nós. Uma mesa e um guarda-sol foram levados enquanto alguns lutavam contra o vento; livros e cadernos a mão de alguns alunos voaram para todas as direções e, poeira, galhos e folhas chocaram-se contra nós aos montes.

- Mas o que?

Hinata gritou ao meu lado enquanto eu lutava para ver alguma coisa. Bloqueei a força do vento o máximo que minhas mãos puderam, enquanto meus olhos procuravam entender aquele caos. Custei a ver Hinata sendo levada pela força do vento em minha direção. Seus pés em atrito, com as lisas pedras de basalto da calçada, eram os únicos que se esforçavam para evitar o eminente choque. Seu desespero era evidente; eu não quero nem pensar como devia estar a minha cara naquele instante. Ela bateu de frente ao meu peito e fomos levados juntos ao chão. Vi o mundo girar algumas vezes até ser parado por algo e, logo então Hinata cair de novo em cima de mim, porém dessa vez, numa posição um pouco mais ”agradável”.

Por fim, o vento cessou.

Resmunguei um pouco. Sentia fortes dores na cabeça.

- Hinata você está bem?

Quando olhei para ela meu coração foi a óbito por alguns instantes. Ela estava numa posição muito sugestiva, praticamente abraçada ao meu peito e com a cintura colada a minha.

Ela mexeu a fronte e demostrou estar com dores de cabeça também. Seus olhos se abriram lentamente a centímetros dos meus. Num impulso repentino, ela caiu de costas assustada e constrangida com a situação.

- HINATA!

Uma voz grave desconhecida se fez presente logo a minha frente. Surgiu, sabe Deus de onde, uma garota de cabelos loiros como a areia do deserto, presos em um penteado estranho, vestida de roupas bem largas para o seu tamanho, mas o mais inusitado era um enorme Leque que ela mantinha sobre seus ombros.

Hinata olhou para quem acabara de lhe chamar com um rosto assustado. Ela se levantou com rapidez, retirou a poeira em sua roupa e caminhou na direção da garota inusitada.

- Hinata? – Gritei surpreso. – O que está fazendo?

Sem sequer olhar para mim, Hinata seguiu sua direção.

- Espere HINATA!

Estiquei minha mão em sua direção. Quando ousei levantar, a garota impulsionou seu leque gigante para atrás e empurrou uma camada de ar em minha direção. O impacto foi grande para forçar meu corpo a parede. Sendo o suficiente para ouvir o rangido do acabamento cedendo. O mais estranho era que aquele vento parecia não ter fim. Quando de repente, mais uma coisa para a lista de bizarrices do dia. Um dos desenhos bizarros que Sai adorava fazer em seu caderno parecia ter ganhado vida e estava atacando a garota do leque gigante. Dois leões em preto e branco atacaram ao mesmo tempo, porém ela impulsionou seu corpo em um rolamento entre eles e saltou para poucos metros de distância. Aproveitando o último movimento, ela girou seu apetrecho e lançou duas rajadas de ar na direção das criaturas, destruindo-as em uma espécie de “tinta” que grudou numa parede parecendo uma pintura contemporânea. No enquanto, logo outros três pularam para cima da moça estranha. Nesse meio termo, Sai se pôs entre mim e Hinata com seu caderno a mão e um pincel.

- Eu sou o suficiente para derrotar vocês. – Disse Sai.


Notas Finais


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