História Os Mercenários — Karasuno - Capítulo 21


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Categorias Haikyuu!!
Personagens Akaashi Keiji, Asahi Azumane, Bokuto Koutarou, Chikara Ennoshita, Daichi Sawamura, Hajime Iwaizumi, Hisashi Kinoshita, Issei Matsukawa, Kazuhito Narita, Kei Tsukishima, Kenma Kozume, Koushi Sugawara, Lev Haiba, Personagens Originais, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tetsurou Kuroo, Tobio Kageyama, Tooru Oikawa, Yaku Morisuke, Yuu Nishinoya
Tags Haikyuu, Hinata, Kageyama, Karasuno, Os Mercenários
Visualizações 164
Palavras 2.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Steampunk, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Alguém aí tem conta no Nyah e gosta de Fairy Tail? Se sim, procurem por Natsu Where Did You Go. Gente, vamo se juntar e salvar essa fic! Ela é muito boa pra ser encerrada na metade!

#ganbatteOlgasan

Capítulo 21 - 20 - Casa


Fanfic / Fanfiction Os Mercenários — Karasuno - Capítulo 21 - 20 - Casa

"Separado

Vasculhando entre os destroços eu não consigo me concentrar

Procurando por uma mensagem em meio ao medo e a dor

Destruído e esperando por uma chance de sentir-me vivo

_

Agora em meus restos

Estão promessas nunca cumpridas

Livre-se do silêncio

Para levar embora o pior de mim

_

Despedaçado

Caindo nas fendas de cada coração partido

Cavando entre os destroços de seu desprezo

Afundando e esperando por uma chance de sentir-me vivo

_

Agora em meus restos

Estão promessas nunca cumpridas

Livre-se do silêncio

Para levar embora o pior de mim

_

Como um exercito

Caindo

Um a um a um

[...]

Como um exercito

Caindo

Um a um a um"

Linkin Park — In My Remains







Enquanto o elevador descia, a mente de Kuro passava e repassava a cena do corredor. O ruivo de joelhos, sangrando; Kageyama, ferido e quase chorando, arrastando-se até ele; Tendou, inicialmente um inimigo segundo os irmãos de Kageyama e Hinata, mas agora um aliado inesperado. E havia o bicolor, que mais tarde Kuro descobriu chamar-se Kozume Kenma, apesar de reconhecer seu rosto de algumas imagens dos inquéritos que seus pais mantinham na biblioteca da mansão da família. Estava irado, louco por sangue, mas como todo coração mole, preferiu dar prioridade a seus novos amigos; tanto que tinha um Kageyama com a perna sangrando dependurado num ombro, enquanto fitava sem perceber os fios alaranjados de Shouyou, que estava nos braços de Iwaizumi, de olhos abertos mas ainda sem qualquer resposta a estímulos. O elevador soltou um ding quando chegou ao térreo. Abrem-se as portas e os primeiros a saírem são Ennoshita, Yamaguchi e Tanaka, todos com as armas erguidas, preparados para matar e morrer se fosse preciso. Logo após, saiu Oikawa, que não desgrudaria de seu Iwa-chan nem depois de morto, principalmente agora que o moreno tinha as mãos ocupadas. Por último, Kuro e Kageyama, esse último um pouco zonzo pela repentina anemia e pela dor de ferro em brasa que lhe percorria a perna desde o dedinho do pé até a parte do cérebro que era responsável pelo sentido da dor. Não demorou mais que dois minutos para Azumane e Sawamura saírem pela porta das escadas e fecharem a retaguarda do grupo. Assim que tomaram posição, Daichi ordenou a retirada.

Passaram pelos corpos dos soldados do Ninho, quase todos ou perfurados pelas balas de Oikawa e Kageyama, ou então esmagados pelos pesados lustres de metal. Passaram ao lado do balcão de atendimento, que desabou pois haviam sido danos demais para concreto barato de menos, e Tooru assoviou em assombro ao ver a parede logo atrás; ele e Tobio tiveram muita sorte. Já no corredor um tanto apertado que levava a saída camuflada, tiveram que andar em fila, com Hajime, Shouyou, Kuro e Tobio no meio. Finalmente, depois de três minutos excruciantes, Chikara abriu a porta para o beco que começava a querer ser iluminado pelo primeiro sol em dias. Com um suspiro aliviado, saiu e segurou o objeto aberto até que todos tivessem se retirado do território inimigo. E foi com alívio que ouviram a voz preocupada de Suga chamando por seus filhotes feridos.

— meu Deus... Kageyama, sua perna! E... Oh, Cristo... Shou... — aproximou-se de Hajime e acariciou os fios cor de cenoura, manchando as mãos com sangue. Analisou rapidamente o machucado na testa do pequeno antes de guiar o grupo exausto mais Kuro para a van, onde Noya já estava acomodado, completamente apagado no banco do carona. Os feridos foram acomodados, assim como os que estavam mais ilesos. Antes que pudesse despedir-se ou pedir carona até seu apartamento, outra van, um tanto menor, parou atrás da de Suga, e Tsukishima pôs a cabeça para fora da janela da porta do carona. Seus óculos estavam com as lentes um tanto sujas com marcas de dedos e os fios loiros apontavam para todos os lados, prova de que ele havia passado os dedos por ali incontáveis vezes durante a noite.

— entra. — foi a única coisa que disse antes de voltar ao banco do motorista. Kuro olhou para Daichi e Suga, como se pedisse autorização, e mesmo a contragosto Sawamura assentiu. Dava para ver que Tsukki o conhecia o suficiente para permitir o embarque sem qualquer cerimônia. O que caralhos você estava pensando ao se meter conosco?! pensava o loiro, frustrado, com a cabeça apoiada na borda superior do volante.

Tsukki...

— cale-se. Só... Cale-se. — Kei ligou a van e seguiu atrás de Suga. — conversaremos quando chegarmos.

— certo. — suspirando, Tetsuro recostou-se no banco e dormiu.












____________












Shou-niichan!

— espere! Nacchan! — gritou Semi, que mesmo fraco insistiu para tomar conta da menina. Já havia sido medicado por Yachi, e no momento sentia-se bem melhor já que a febre baixou e o nariz descongestionou. — ah cara...

Os invasores haviam voltado. O ruivo, Hinata Shouyou, estava no colo de Iwaizumi, e tinha um ferimento feio na cabeça. Já Kageyama, já estava pálido e para desmaiar pela perda de sangue no joelho. Enquanto andava com a ajuda de Suga, deixava uma pegada de pé direito ensanguentada. Semi foi empurrado bruscamente para o lado, e Yachi e Shimizu saíram correndo ao encontro dos rapazes. A morena, preocupada com seu irmãozinho, passou o outro braço de Kageyama pelos próprios ombros e auxiliou Suga no trabalho de levá-lo para o dojô. Já Natsu, chorava de soluçar enquanto seguia Iwaizumi no colo de Oikawa, que estava a ponto de chorar junto com a menina. Ennoshita e Yamaguchi passaram por Eita para entrar na casa, e cada um deu um tapinha amigável no ombro do rapaz atônito, para a surpresa do próprio Eita, afinal, apesar de tudo o que havia acontecido, Eita Semi tecnicamente ainda era membro do Ninho; mas era melhor aquilo do que ser posto de joelhos e fuzilado. Com um suspiro e um espirro, voltou para dentro.




— coloque-o aqui! — disse Hitoka, prendendo os fios loiros e caçando um par de luvas de látex, enquanto Shimizu apressava-se em empurrar o carrinho de café com tudo o que Yachi precisava. Iwaizumi pousou Hinata com toda a delicadeza possível no futon indicado por Yachi. Assim que afastou-se, a menina ajoelhou-se ao lado do ruivo com gaze estéril e uma garrafa de soro fisiológico nas mãos. Comecou a limpar o sangue da cabeça do ruivo. — Suga-san, tire os sapatos dele e as meias. Use a tesoura na segunda prateleira do carrinho para cortar a calça e a camiseta. Fizeram bem em tirar o colete e as correias dele no carro. Quem estiver mais ou menos intacto ou não for ajudar, fora! Shimizu, cuide do Tobio.

— hai!

— entendi.

— ouviram a médica. — disse Daichi, enxotando o bando de curiosos e preocupados para fora. — se precisar de algo é só gritar, Yacchan.

A menina não respondeu; estava ocupada demais em tratar de uma possível concussão loboencefálica frontal e rezar para que o ruivo não ficasse com sequelas graves daquela pancada. Respirou fundo. Era médica, não uma garotinha habitante B qualquer. Havia prometido a Saeko que tomaria conta dos meninos, e era isso o que faria.

me passe o kit anestésico, Suga.









Ao entrar no quarto de Kei, Kuro surpreendeu-se com a quantidade de computadores e notebooks, além de uma infinidade de pilhas de papéis de aparência importante, alguns equipamentos em manutenção e armas espalhadas, algumas com aparência de serem feitas para manuseio a distância. Mal dava para ver o colchão largado entre algumas caixas de papelão cheias de fios e peças de computador. Havia apenas uma cadeira, onde o loiro acomodou-se. Kuro então sentou-se no chão mesmo, apoiando as costas num pedaço vazio da parede. Passou-se cerca de dez minutos até que um loiro irritado quebrasse o silêncio.

— qual era seu alvo? Tobio, Oikawa ou Iwaizumi?

— nenhum deles. Antes de hoje, sequer os conhecia. Fui contratado para dar cabo do chefe do Ninho, Washijou Tanji, por um russo membro de uma antiga máfia desmazelada chamada Lievez. Foi-me prometido cerca de oitenta mil e seiscentos dólares pela cabeça do velho. Mais que isso não posso dizer.

— entendo... E por que não ignorou Tobio e seguiu direito para onde estava Washijou? Teria poupado tempo e recebido muito dinheiro.

— não me importo com a grana; tenho o dobro disso guardado num banco de um paraíso fiscal europeu. Eu só não pude deixá-lo lá. Chame isso de altruísmo se quiser, não me importo. Apenas quis ajudar. Salvar ao invés de matar, sabe?

— sim... E por nossa causa, você não concluiu o pedido.

no problem. Na verdade, eu nem queria fazer isso, peguei apenas por nenhum dos outros caras ter aceitado se meter num ninho de vespas. E eu considero esse velho mais perigoso morto do que vivo pelo simples fato de que ele está lá.

— quem?

— a pessoa que matou minha família. Kozume Kenma está trabalhando no Ninho, e é certo de que coisa boa não vai sair dali.







___________









Tendou, acostumado a viver no caos constante de ser o braço direito de Ushijima, não se surpreendeu ao ver-se preso na Sala Vermelha, com o tal Kenma a frente da sessão de tortura. Por sorte, era um tanto masoquista, além de gostar bastante do que estava prestes a começar; ele e um certo alguém o faziam sempre que podiam, apesar de vez em quando ser substituído por uma buça aleatória da vizinhança.

— vai dizer o que eles queriam ou não? — indagou Kozume, pegando a vela acesa sobre a bancada de aço. Tendou lambeu os lábios em expectativa, para a suave surpresa do bicolor. — diga, e solto você.

— heh... Quer tanto assim saber? Dizer... Dizer o que você quer... eu até digo, mas vai ter que trabalhar para isso, Kozume-kun. E trabalhar bem.

— ah é? Tenho certeza de que você vai abrir o bico assim que eu começar. E mesmo que abra, duvido que irei parar tão cedo... Talvez nós dois fiquemos aqui por mais de uma noite, Tendou-san.

Tendou sorriu. Kenma inclinou a vela. Do lado de fora, apenas os tilindares das correntes e os gritos foram necessários para fazer qualquer curioso nas proximidades encolher-se em solidariedade ao ruivo. Se bem que, a muito, muito tempo, Tendou já havia deixado seu orgulho e sanidade de lado, então não seria surpresa para ninguém que estivesse ouvindo se aqueles berros fossem berros de prazer.

Vendo que a cera na sola do pé não havia soltado a língua do ruivo, Kenma pegou a palmatória de azevinho, aquela cuja superfície era revestida pelos espinhos da planta. Acariciou o joelho de Tendou antes de atingi-lo na coxa.

Mais gritos. Na porta, Lev fechou os olhos e desviou o rosto. Às vezes, pensava se não teria sido melhor permanecer na Rússia ao invés de estar alí, ajudando um louco a exercer o poder que apenas os loucos tinham. Jogou a palmatória ensanguentada na bancada enquanto Tendou recuperava o fôlego. Era certo que gritaria muito mais naquela noite, e que não seria de prazer como havia sido no começo; Kenma estava se irritando.

— Lev.

— sim, Kenma?

— sua faca. Agora.

Lev tocou o cabo da arma, pronto para entrega-la ao meio loiro, mas...

— não trouxe. Sinto muito, Kenma. Se quiser posso ir buscar.

— não precisa. Que pena, Tendou-san... Parece que o mundo ainda vai ser agraciado com a sua prole algum dia desses. Mas não há problema nisso. Há outras formas de te fazer cantar soprano sem precisar usar alguma lâmina. Bem... Acho que vou ter que usar isso. — com a maior cara de natureza morta do mundo, Kozume mostrou um alicate.

Tendou engoliu em seco. Era quase certo de que seu auxílio saúde fornecido pela organização não cobria uma castração física. O alicate se aproximou.

Tendou nunca acreditou que fosse sortudo ou que existisse algo como casualidade; o que aconteceu simplesmente tinha que acontecer. Mas graças a Deus pela existência de Tsutomu Goshiki, que escolheu aquele exato momento para bater na porta.

— pode abrir, Lev. — disse Kenma, frustrado. Largou o alicate limpo ao lado das costelas de Tendou e afastou-se da mesa onde o ruivo repousava, o peito subindo e descendo apressado por conta do susto. Haiba abriu a porta, revelando o moreno de franjas afiadas e olhar um tanto desafiador, apesar de assustado. — o que você quer, Tsutomu?

— Washijou-sama quer te ver, Kozume-san. Agora.

— certo. — Kenma retirou as luvas de látex vermelhas de sangue e o avental cirúrgico antes de sair, deixando um Tendou trêmulo para trás. — logo estarei de volta, Tendou-san. Não fuja.

Tsutomu esperou o elevador no final do corredor fechar as portas para entrar na sala, afobado e ignorando Lev totalmente. Se bem que o russo não faria nada; se Goshiki quisesse tirar Tendou dali, provavelmente ajudaria.

— graças a Deus, Tsutomu-kun... — murmurou o ruivo, o coração ainda tentando quebrar as costelas. — você realmente tem um timing perfeito.

— eu nem acredito que menti para o Kozume-san! — exclamou ele, enquanto abria as algemas de couro que continham os tornozelos e pulsos de Satori com as mãos trêmulas. — Jesus... E eu achando que o Ushijima-senpai era assustador... Consegue levantar?

— sim, sim. Minha perna só está cortada. — após tranquilizar o rapaz e vestir uma calça hospitalar que havia num dos armários, Tendou olhou para Haiba. — não vai nos impedir?

— não. Kenma logo vai voltar, e eu tenho certeza de que ele vai te matar, Tendou-san, você falando o que ele quer ou não.

— e o que vai dizer a ele quando voltar?

— que Ushijima-san veio atrás de você. — disse o gigante grisalho, dando espaço para a dupla passar. Goshiki auxiliava Tendou na caminhada até o corredor. — mas ele vai te pegar de novo se você não sumir do hotel, Tendou-san.

— não se preocupe com isso. É certo de que, se o Tsutomu-kun aqui conseguir me levar até o estacionamento sem tropeçar, eu irei sumir bem antes de ele se dar conta do que aconteceu comigo.

— e para onde você vai?

Tendou sorriu, aquele sorriso clássico que somente ele sabia abrir, e que provocava puramente a raiva tanto de seus amigos quanto inimigos.

— para o ninho dos Corvos, caro Lev. Para o ninho das únicas aves que podem devorar qualquer um que se aproximar de mim até os ossos.






____________










— como ele está?

— vai sobreviver. — disse a menina, secando o suor da testa com a manga do casaco. Havia livrado-se das luvas sujas de sangue, e por enquanto ficaria apenas de olho no ruivo inconsciente e seminu. Daichi esticou o pescoço, espiando o rapaz de fios alaranjados maculados por uma bandagem um tanto avermelhada na fronte. — mas temos que levá-lo para um hospital. Tenho medo de que ele vire uma cenoura por conta da lesão.

Yachi podia até ter usado o trocadilho mais velho de todos com o cabelo de Shouyou, mas seu tom de voz era bem sério. Daichi suspirou.

— vou falar com os outros e apressa-los. Se dermos sorte, estaremos voando ainda essa noite. — Yachi balançou a cabeça, concordando. Olhou por sobre o ombro, para o futon onde Hinata dormia desde quando havia chegado. Próximo a ele, estava Kageyama, sentado sobre um bloco de tatâme com as costas escoradas na parede. A perna ferida sobre uma pilha de travesseiros. — está preocupada com ele?

— sim. Tobio-kun é... — mordeu os lábios, procurando as palavras certas. — Shoucchan é importante para o Tobio-kun, mais do que qualquer um de nós, mais até que a Shimizu-chan. Tenho medo do que ele possa fazer caso... Caso o Shoucchan...

— ei, ei calma. Calma, Yacchan. — disse Sawamura, puxando Hitoka contra seu peito num abraço. Rapidamente sentiu a camiseta molhar-se com as lágrimas da menina. — Shouyou é forte. E Kageyama também é. Se tem uma coisa que é certa, é essa dupla de idiotas se recuperarem num piscar de olhos. Você vai ver.

Yachi apertou o tecido nas costas de Sawamura enquanto fechava os olhos com força. Ver, naquele momento, era o que ela mais queria.

— espero que sim, Daichi-san. Eu realmente espero que sim.


Notas Finais


Bwahahahahahahahaha! Vocês não tem ideia da minha carinha aquela nesse momento! 😁 Ah, bem... Tirando minha alegria pessoal em distribuir aflição e aperto no coração, queria avisar que eu comecei outra fic. Leitores: OUTRA FIC?! CE TEM PROBLEMA?! sim, tenho problemas, principalmente por ser uma ABO de.... *Tambores*.... Haikyuu! Mano, será que ninguém nunca percebeu que Haikyuu da um material do kralho pra ABO? 😐 Bem, tirando isso, procurem pela Smell no meu perfil ou então na barrinha de pesquisa do Spirit. Ela inclusive já tem selinho de qualidade! 😁


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