História Os Mundos e a Joia Sagrada. - Interativa. - Capítulo 11


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Palavras 903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


• Oiiiiiiieeee!
• Desculpas pelos erros (vou revisar amanhã/mais tarde).
• Capa: (sem uma, por enquanto)
• Capítulo narrado em terceira pessoa. Eu o escrevi pelo celular, por isso não sei se ficou grande ou pequeno demais, mas espero que gostem, boa leitura.

Capítulo 11 - Se conhecem?


Em Charmland, a terra encantada da Branca de Neve, na floresta uma mulher com sobretudo marrom encarava ao corpo inconsciente da jovem sobre a grama vivida. Ela a deixaria ali para que alguém a encontrasse — e a encapuzada sentia que certamente alguém estava as observando —, já não tinha nenhuma obrigação em protegê-la, mas antes de sumir se agachou e deixara um objeto ao lado da inconsciente.

Aquele que observou a cena era um homem esbelto Moreno com olhos peculiares, suas vestes eram de cor bege — ou um branco sujo de barro —. Em passos cautelosos, se aproximou o corpo que fora deixado no meio do bosque, o sim som dos galhos se quebrando sob seus pés descalços deixava a situação mais medonha. O que tinha a temer? Era só uma menina. O rapaz se agachou ao lado da moça e tocou com a ponta do dedo o rosto desta, que sequer se movera. Ao lado do corpo inconsciente havia um colar com um pingente de prata, que ao ver do que tratava, o garoto o agarrou e guardara em um de seus bolsos em suas vestes.

— Está morta? 

Cutucou novamente, dessa vez mais forte. Aos poucos, a jovem abriu os olhos analisando o local onde estava e sentou-se. Enquanto que o jovem homem também a observava em silencio, de forma certa, eles eram semelhantes um ao outro: cabelos castanhos-avelã, olhos nublados e pele levemente bronzeada. E ambos possuíam olhares perdidos repletos de confusão.

— Quem é você? — a voz baixa da estranha tirou ao homem da hipnose. A voz é a mesma. Ele abriu um sorriso que logo se desfez ao perceber o que ela havia dito. — Você está bem, garoto? Está pálido...

Ele volta a sorrir e diz:

— Sim. Me chamo Louis, e você?  

— Eu... eu... — ela não sabia o porquê mas não sabia o próprio nome nem como havia chegado naquele lugar. “Chloe”, uma voz em sua cabeça disse, “Seu nome é Chloe”. — Chloe. 

— É um nome bonito — Louis parecia gentil, passava uma energia calorosa para a garota. —, então, Chloe, está com fome?

. . .

Ela não o conhecia, mas sentia que podia contar com o mesmo. Louis a levou a vila perto do castelo de Branca, porém Chloe recuou e voltou para a floresta.

— Não voltarei para lá! — dissera um tanto alto com as mãos sobre os ouvidos e com os olhos fechados assim que o moreno se acercara. — Não me obrigue... por favor.

Louis não entendia o porque da reação dela, o que tinha de ruim lá para deixa-la dessa forma?

. . .

Tinker, a fada superior, mandou a uma de suas fadas ir a Charmland para fazer uma patrulha matinal. Esta fada era Crystal Griffin. A jovem mulher achava entediante fazer tais patrulhas, eram totalmente sem graça e nunca havia nada fora do normal para reportar a fada Superior. Mas dessa vez foi diferente, ela ouvira alguém chorar, em silêncio fora se acercando do choro e, escondida atrás um arbusto, viu um garoto abraçando a uma cabeleira semelhante a dele. Era Louis e Chloe. 

— Crystal? — o garoto possuía sentidos aguçados e notara a presença da fada. Sem cerimônias, a mesma se revelou e sorriu ao amigo, que também sorriu.

Chloe já não chorava, ao ver a recém chegada congelou e as lagrimas cessaram. 

— Você... — as duas murmuraram juntas, deixando Louis confuso.

— Se conhecem?

Mas nenhuma respondeu. 

— Crystal, posso conversar contigo... a sós?

O casal de amigos se afastou, não antes que Louis depositasse um selar gentil na testa de Chloe Calor e pedisse iara ela esperar alguns minutos sem sair do lugar.

— De onde a conhece? — o tom passivo que o jovem usara a pouco já não estava presente. Agora, ele fitava seriamente a fada que ria amarelo.

— Foi ela que “levou” a Ellyne. Mas de onde você a conhece?

O silêncio reinou outra vez. Era raro que um clima do tipo surgisse entre os dois, mas quando surgia tinha ser algo sério para causar...

— Tudo bem, não quer falar, não vejo mal algum, mas quero saber onde Ellyne está e ela vai me dizer.

— Não ouse machuca-la, Crystal!

— Me dê um motivo, Louis, só um!

. . .

— Não acredito que estou fazendo isso... — Crystal observava atentamente aos morenos comendo sobre sua cama, sua bela cama. — Por quanto tempo?

Ela aceitara deixa a mais novo passar uns dias consigo, mas Chloe não sabia e nem podia saber que a cabana se encontra perto do castelo de Branca ou reagiria como minutos antes de Crystal aparecer. Como pedido de Louis, a fada se teletransportou com ambos para sua morada.

— Só por alguns dias — ele dissera com a boca repleta de massa. Chloe também comia, de forma desesperada. —, até eu arrumar meu chalé. 

— “Chalé”, claro. Eu vou dá uma volta. Tchau.

E saiu num bater de asas. Aquilo não afetou aos olhos do rapaz, mas fizeram aos de Chloe brilhar de emoção.

— Loe, peço que não saia da cabana até que eu volte, está bem? — como resposta, ela assentiu num gesto de cabeça frenético. — E tente não provocar a Crystal. 

Não muito longe, a mesma mulher de capuz que deixara a jovem humana no meio da floresta observava aos dois com um pequeno sorriso. Era um sorriso meigo e sincero. A cena parecia alegrar seu interior e somente ela sabia o porquê de tal ato.

Logo estaremos todos juntos... — e sumira num estalar de dedos. 


Notas Finais


• Então... Surpresa?


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