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História Os nossos diferentes momentos - Capítulo 1


Escrita por: Ssinful

Notas do Autor


Oioi.

Nem sei o que aconteceu aqui. Eu só acho MUITo interessante a ideia do Megumi namorar o Yuuji mas o Sukuna sempre estar se metendo. Não chega a ser um trisal, mas esse filha da puta também tira uma casquinha ou duas.

Capítulo 1 - Único - Lados opostos da mesma moeda



Namorar um cara de dupla personalidade era mais complicado do que Megumi pensou que seria. Quer dizer, Itadori não tinha mais de uma personalidade, mas conviver com ele em um minuto e no outro Sukuna era praticamente a mesma coisa.

Não que Fushiguro desgostasse. Na verdade, era bastante interessante quando parava para analisar a situação errônea na qual tinha se metido.

Itadori era o tipo de namorado que carregava sua bolsa, puxava a cadeira do restaurante e também abria a porta do carro. Sukuna, por outro lado, não era conhecido por ter essa gentileza. Ele era mais o tipo que te pressionava contra a cama e te fodia com uma voracidade quase desesperadora. 

Novamente, é claro, Megumi adorava os dois aspectos. Embora a ideia inicial fosse apenas de se relacionar só com Itadori e ignorar Sukuna — isso ainda acontecia às vezes — Fushiguro via como uma parte prazerosa de ambos os lados. 

O sexo com Yuuji era maravilhoso. O carinho que ele recebia antes e após eram as melhores partes. Tinha dias que ele só queria isso, um transa cheia de amor e um relacionamento gentil e calmo. Com Itadori certamente ele podia esperar tudo isso, porque aquele homem nunca conseguiria ser grosso. 

Contudo, quando citamos Sukuna, a situação muda. Assim como tinha seus dias de calmaria, Megumi também queria algo mais violento em outros. Nesses dias, quem assumia era Sukuna. Aquele demônio sabia muito bem o quê de todo o corpo de Megumi também. Sukuna o deixava de quatro, o fodia e puxava seu cabelo como o bom desgraçado que ele sabia ser. 

E era por isso que adorava ambos, mas por diferentes razões. Obviamente, Megumi amava Yuuji como nunca amou ninguém. Era exatamente com ele que queria arrumar uma casa e adotar um cachorrinho. Bater em algumas maldições também estava na lista. Juntos, eles queriam ganhar o mundo, e não havia nada de mais em às vezes ter uns desejos egoístas. Ora, feiticeiros Jujutsu também são seres humanos.

Sukuna só estava no meio porque seu namorado era o receptáculo dele. Com isso, vinha alguns benefícios — estes, que Yuuji nunca conseguiria cumprir justamente por ser pitico demais.

Megumi parou de pedir tapa na cara a partir da segunda vez em que tentou. Yuuji teve a pachorra de dizer:

— Que isso, vida? Não me pede pra te bater não. Eu te amo. — acariciou as bochechas rosadas de Fushiguro. — Como que eu sento o tapa nesse rosto bonito?

Então essa parte era, claramente, de Sukuna. 

— Amoooor — choramingou Itadori, indo até ele com um caderno em mãos. — Como que faz isso aqui? Parece grego para mim.

Megumi deu espaço a ele no sofá, pegando o caderno. Nele, havia algumas contas de Química mal resolvidas ou nem terminadas. Fushiguro sabia que Itadori era muito bom em moer qualquer um na porrada, mas era facilmente derrotado pela Química. 

— Você não ligou esses últimos dois carbonos junto com o resto. No final, você vai ter as ramificações de metil e etil. 

— Ah tá. Não entendi nada. — fez um bico, olhando de má vontade para o caderno. — De química eu só entendo a que existe entre nós dois.

Megumi riu, pouco disposto a dar uma bronca no namorado por fazer essas brincadeiras fora de hora, como normalmente fazia. 

Ele puxou Itadori para seus braços. Os dois tortos no sofá.

— Vem cá, idiota.

Mas estava tudo bem. Megumi podia exorcizar maldições por cinco horas ininterruptas ou lidar com o filho da puta do Sukuna algumas vezes, porque voltar para os braços gentis e calorosos de Yuuji no final do dia valiam por todo o resto.

Só que o silêncio e os beijos de som baixinho e molhados que eles estavam trocando tinha que ser sempre interrompido pelo inconveniente...

— É agora que vem a foda? — murmurou Sukuna, sorrindo no rosto de Itadori.

E essa hora, era a que eles reviravam os olhos e diziam no mesmo tom:

— Cala a boca, Sukuna!


Notas Finais


Qualquer coisa, gritem. Tô sempre por aqui.

Beijão~


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