História Os olhos de um deus da guerra - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Noragami
Personagens Iki Hiyori, Yato
Visualizações 71
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Perdoem quaisquer erros de ortográfia.

Capítulo 2 - Fique comigo


Fanfic / Fanfiction Os olhos de um deus da guerra - Capítulo 2 - Fique comigo

- Mas... você não voltou ainda? Isso é normal? - Kofuku perguntou incrédula, me servindo em uma xícara de chá, um de camomila.

- Que eu saiba não.. - tomei um gole do mesmo. - Eu já tinha ficado um tempo fora do meu corpo, mas não tanto tempo.

- Quando ela acordou naquele dia, deu um berro capaz de afastar qualquer fantasma. - Yato sentou ao meu lado, logo pegando um pão e colocando-o inteiro na boca.

- Kazuma uma vez me disse que se eu passar tempo demais fora do corpo, eu morro. Estou começando a ficar preocupada, já tinha ficado bastante tempo fora dele, mas não três dias.

- Imagino, como estão teus pais com isso? - Daikoku se sentou ao lado de Kofuku, a mesma abraçou ele e pegou uma rosquinha.

- Eles estão desesperados, por enquanto meu corpo está no hospital, eles não sairam de lá desde que me encontraram no quarto a dois dias. - Falei terminando o meu chá.

- Yatinho, você já tentou conversar com Tenjin sobre alguma maneira de arrumar a situação?

- A unica coisa que aquele velho diria era para mim cort...- ele olhou para mim em um momento e fez uma expressão séria.- bem... acho que ele não teria nenhuma solução. - sorriu.

Deixei eles conversando e saí da sala, fui até a cozinha levando junto comigo a minha xícara e já lavei a mesma. Subi até o quarto de Yukine.

- Com licença..- entrei no quarto e me deparei com um Yukune concentrado nas suas tarefas que eu separei. Ele me olhou sem entender mas logo depois sorriu.

- Oi Hiyori! - o mesmo mexeu em alguns papéis e me estendeu. - terminei esses, pode dar uma olhada?

Ele voltou a escrever no caderninho, comcentrado. Comecei a folhear os papéis, a maioria dos cálculos estavam certos. De 34 questões ele errou 3. Surpreendida, olhei para ele.

- Você conseguiu fazer uma questão que eu nunca comsegui fazer sozinha! Parabéns. - me sentei próxima a ele e olhei o caderno. Quando olhei para o mesmo ele me olhava corado.

- AHHHHHHH YUKINEEEEEE! - um grito veio lá de baixo. era Yato. - PARE DE PENSAR COISAS ASSIM!

Eu ri. 

- Yukine, você está se saindo muito bem! Continue assim. - depositei um beijo em sua testa, e me alevantei. Olhei para ele e ele estava mais vermelho que a própria cor sentiria inveja dele. - Vim perguntar se você não quer nada para comer.

- B-bem, eu estou bem agora. Obrigado, Hiyori! - ele sorriu e um pouco do rubor sumiu.

- Não ah de quê! - me despedi e desci as escadas calmamente.

Parei de andar quando ouvi uma parte interessante da conversa de Yato. Ele falava sobre mim. Me abaixei escondida e ouvi um pouco da conversa.

- Eu não quero mais levar ela para nossas missões, ela pode se machucar, mais do que ela está agora.

- Mas Yatinho, ela não sente dor, não entendo.

- Kofuku, o que Yato quer dizer é, ele não quer qur Hiyori se machuque, ela já está sem o corpo e se sofrer alguma lesão grave ou ser possuída, bem... você sabe que não tem volta. - Daikoku pôs uma mão sobre o ombro de Kofuku que abaixou o olhar, quieta. 

Yato suspirou. - O velhote me disse, que a unica forma de parar com essas saídas de alma dela, no caso, seria cortando relações.

- O que você pretende fazer? - Kofuku levantou a cabeça. Yato pôs uma mão no queixo e começou a pensar.

- Sinceramente, eu não sei.- Ele abaixou o olhar, triste, mas logo levantou o dedo e inspirado, disse: - Poderiamos tranca-la num cofre!

Daikoku deu um cascudo nele e Kofuku riu.

Saí de mansinho e fui para a cozinha, sem que me vejam. Peguei um pote de pickles e comecei a comer, sentada no chão, no meio da cozinha, uma lágrima desceu lembrando de um momento meu com Yato. Lembrei do dia em que pedi para Yato me "consertar". Ele disse que iria fazer o mesmo. Lembrei do outro dia em que pedi para Yato ficar comigo para sempre.

- Hiyori? - uma voz me tirou da sofrencia. - está chorando?

Era Daikoku.

- N-não é nada, eu só... sempre me emociono comendo pickles.- menti dando um sorriso forçado, mas verdadeiro o suficiente para convencer o homem, que deu a volta e foi ao banheiro.

- Ufa. - suspirei.

- Hiyori? 

Dei um gritinho. Me virei bruscamente para quem me chamou. Dessa vez era Yato. 

- A-ah, O-oi Yato.

Ele me olhou com uma cara estranha depois deu um sorriso divertido.

- Então, gosta de Pickles?

- Não, N-nunca, digo, gosto, um pouquinho... é eu gosto sim.- me atrapalhei.

Ele riu.

- Esta tarde, quer que eu te leve para casa?

- Bem... acho que não tem motivos para eu ir... e nem para ficar... eu não sei direito oque fazer, acho que... ah sei lá.

- Puff...- Ele revirou os olhos, sorrindo.- você quer ficar aqui?

- Y-yato, eu não sei bem...

- Deve estar perigoso lá fora, agora minha vontade de te levar foi embora. - ele pegou o pote de pickles da minha mão, abriu e o cheirou.- Odeio esse cheiro.

- Então porque o cheirou?

- Algumas coisas não tem sentido iki.

Fiquei confusa com aquilo, quando ouvi o pode se quebrando em pedaços em encontro ao chão. Yato não estava mais lá, estava apenas eu resbalando no liquido do Pickles e pisando em alguns cacos de vidro sem querer. Tive que limoar aquela bagunça.

- Yato? - Chamei várias vezes por seu nome, mas não achei em lugar algum. Tirei o ultimo caco de vidro do pé e coloquei um curativo. Porque espiritos também se cortam?

Yato.

Chamei diversas vezes seu nome e nada, até que achei ele, quando fui para fora. Ele estava sentado no telhado, olhando algumas estrelas.

Entrei e fui para cima, em busca de estar ao lado dele.

- Yato? - abri a Janela e olhei para uma psrte do telhado. Não tinha mais ninguém. Suspirei. Quando fui sair, duas mãos me puxaram para cima me fazendl dar um gritinho.

- Calma, sou eu.- ele riu.

- Seu besta! Porque fez isso? Digo, porque fez aquilo? O lance com o Pickles?

- Eu vi uns fantasmas pela janela e vim aqui para fora, mas eles ja tinham saído.

- Então você deixou cair o pote sem querer? - cruzei os braços.

- Não.- ele sorriu. - eu pus em cima do balcão, mas escorregou.

Rimos e nos deitamos lado a lado, observando as estrelas.

- Yato? - o chamei.

- Hiyori.

- Posso te perguntar uma coisa? - ele me olhou curioso e fez sim com a cabeça.

- Aquela vez que você prometeu que não iria se afastar de mim, estava falando sério?

Ficamos em silêncio um pouco, mas logo ele sorriu.

- O que você acha?

- Fala logo idiota.

- Eu não me afastaria de você.

Ficamos em silêncio novamente. Apenas sorrindo e olhando um para o outro.

- Yato?

- Hiyori.

- Posso fazer um desejo?

- Fale.

- Fica comigo, independente das circunstâncias e de tudo que der errado?

Ele sorriu.

- Já tinha meio que me pedido isso, não?

- Respondaa.

Por apenas cinco ienes seu desejo será ouvido em alto e bom som para ser resolvido!

Eu sorri junto a ele, e claro, entreguei o dinheiro.



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