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História Os Opostos se Atraem-Park Jimin - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Capitulo 10


O ronco do possante de S/N fez barulho ensurdecedor na partida, e Jimin como uma pantera dando o bote disparou em sua moto também potente.

A avenida tinha uma extensão de cinco quilômetros, cortados por três ruas transversais, a primeira que passaram tiveram a sorte do sinal esta aberto, e continuaram a acelerar.

Jessye tremia agarrada ao cinto de segurança, enquanto S/N gargalhava de forma estranha, deixando Jessye com medo!

Um ciclista que ia atravessar a rua conseguiu parar a tempo, por pouco S/N não o atropelou, mas não tiveram a mesma sorte no segundo cruzamento.

O sinal fechou a milésimos de segundos dos dois passarem, e S/N pisou fundo e conseguiu passar, já Jimin diminuiu para parar, mas não teve tempo de parar. Um carro o atingiu em cheio e ele foi lançado longe.

S/N freou o carro bruscamente e correu em direção a Jimin largando o carro com a porta aberto no meio da avenida.

Pessoas gritavam os chamando de loucos, e a multidão foi chegando, se aglomerando em volta.

Jimin estava caído próximo a calçada, de bruços.

S/N correu e se ajoelhou ao se lado.

– Hey! Acorda!Droga! – S/N resmungou e tirou o celular do bolso e chamou a ambulância. – Mas que merda!

S/N esbravejava ajoelhada ao lado de Jimin que continuava desacordado.

– Mas que merda nos fomos fazer! Merda, merda mil vezes merda!

– Calma Tanajura, logo a ambulância estará aqui. – Disse Jessye aparecendo ao seu lado,S/N olhou pra ela e riu por causa do apelido que ela insistia em chamar a S/N.

Alguns minutos depois os paramédicos chegaram, e o imobilizaram o colocando na ambulância, S/N disse a Jessye para pegar o seu carro que ela iria à ambulância.

– Você o conhece? – Perguntou um dos paramédicos.

– Não! É quer dizer sim, ele tem uma barraca na feira de fazendeiros. – S/N disse coçando a cabeça nervosa tentando lembrar o sobre nome. – É Jimin... É...Park Jimin! É isso!

– Ele esta apenas com a habilitação, sabe se ele tem algum plano, caso contrario o levaremos pro hospital publico.

– Não! Eu pago, podem seguir pro particular. – S/N garantiu.

[...]

Jessye chegou ao hospital no porshe de S/N se sentindo, e foi direto tratar de resolver toda a papelada do hospital,enquanto S/N seguia para sala de espera.

– Como ele esta? – Jessye perguntou entrando na sala de espera, onde S/N estava caminhando de lado ao outro.

– Eu não sei, já faz mais de meia hora que ele esta La dentro e ninguém diz nada. – S/N respondeu exasperada.

– Vou buscar um café. –Jessye disse saindo da sala.

[...]

Uma hora depois a sala foi aberta e o medico entrou com uma prancheta na mão.

– Ola!

– Ola doutor, como ele esta? – S/N levantou-se da cadeira aflita.

– Ele esta bem, esta estável, apenas algumas fraturas e pontos, esta medicado e ficara em observação por hoje.

– Oh graças a Deus! – S/N disse soltando a respiração. – Podemos vê-lo?

– É claro, me sigam.

S/N estava caminhando ao lado do medico e de Jessye indo em direção ao quarto onde estava Jimin, quando escutou os gritos.

– Nem pense em entrar neste quarto! – S/N olhou pra trás e viu Maria Júlia[Maju] gritando com a mão na cintura.

– Ah! Era só o que me faltava. – S/N bufou. – Escuta garota...

– Escuta aqui você! Você não tem o direito de estar aqui, eu ainda não sei o que você tem haver com isso, mas se esta aqui é porque tem culpa nisso, e eu irei descobrir! – Maju gritava com sua voz fina, irritando S/N.

– Façam silencio, é um hospital! – O medico alertou.

– Desculpe doutor, esta é irmã do paciente. – S/N disse apontando para a loira que mantinha as mãos na cintura, e Jessye estava boquiaberta assistindo a cena.

– Quer saber ?! Eu vou embora, já que esta aqui, cuide do seu irmão, a minha aparte eu já fiz! – S/N disse e ajeitou sua bolsa no ombro e saiu puxando Jessye pelo braço.

[...]

Uma semana depois.

– Flores para você eeeee! – Jessye entrou na sala de S/N cantarolando.

S/N levantou o rosto e ficou encarando Jessye parada do outro lado de sua mesa segurando um enorme buquê de flores do campo e em outra mão um envelope.

– Que palhaçada é essa ? – S/N perguntou sem paciência.

– Tem um cartão! – Jessye disse sacudindo o envelope.

S/N levantou-se de sua cadeira e de a volta em sua mesa arrancando o envelope das mãos de Jessye. E Jessye foi em direção a um vaso de flores artificiais numa mesinha de canto, trocando pelo buquê de flores frescas do campo.

'‘ Cumpro com a minha palavra, e como perdi a corrida, eu estou disposto a pagar minha aposta! E obrigada por cuidar de mim!’'

G.P.M

– Ele é realmente louco! – S/N disse consigo mesmo após ler o cartão.

– Quem é louco Tanajura? – Jessye se virou perguntando.

– G.P.M.! – S/N respondeu pensativa.- E eu já disse pra não chamar desse apelidinho ridículo que você inventou! S/N disse pegando sua bolsa – Estou saindo, volto em uma hora. – E saiu da sala.

– Quem é G.P.M. ? – Jessye perguntou pra si mesma. – Hey espera! Tanajura, não pode sumir temos coisas a resolver... – Jessye corria atrás de S/N.

– O que é Jessye?

– Amanhã é a festa do prefeito, esqueceu a premiação pros melhores fazendeiros, e provavelmente você não vira pro escritório, já que a festa é pela manhã.

S/N apertou o botão do elevador o travando e pensou.

– Droga! Você tem razão. – Bufando ela voltou à sala para terminar seu dia de trabalho.

A noite chegou e S/N ainda estava zonza sem saber como reagir a Jimin sem que parecesse fraca, ela estava pensando nele mais do que deveria, ou achava que era. Sabendo que não dormiria fácil aquela noite, S/N sabia que deveria recorrer aos remédios, não arriscaria passar a noite em claro e aparece numa festa tão publica cheia de olheiras.



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