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História Os Opostos se Atraem-Park Jimin - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Capitulo 22


Esquecer de tudo

Entrar num mundo

Quieto e mudo…

Sentir apenas um calor

Aquecer o corpo todo

E num amor profundo

Ser rodeado só de amor…

Era o que S/N estava tentando fazer, estava a quase quarenta minutos imersa em sua luxuosa banheira, com muitos sais, incensos e musicam calmas, tentando aquietar seu coração que não recuperava um ritmo estabilizado, desde a hora que ela ligou para seu amor, seu fazendeiro! E dito ‘sim’!

Após ver que nada iria adiantar a não ser ficar murcha por tanto tempo na água, ela saiu da banheira se enrolando num de seus roupões cor de rosa, e saiu do banheiro, segurando um porte de hidratante, ela sentou-se na beirada de sua cama e procurou pelo seu celular que estava na mesinha de cabeceira, ela iria enviar duas mensagens de texto.

A primeira a Jessye, precisava compartilhar sua decisão a alguém.

‘Estou indo para um fim de semana promissor na fazenda do cara mais gato de Jersey!’ J.S.

A segunda mensagem era claro para seu amado amante.

‘ Chego a no Maximo duas horas, irei desligar o celular agora, não se preocupe! Beijos. J.S.

Ela se arrumou chique, porem mantendo seu ar de mistério e ainda sendo sexy, mas sem muita produção, afinal a surpresa seria suas novas peças intimas, que ela fez questão de escolher na melhor loja da cidade.

O lingerie era toda vermelha em renda e transparências, era sua cor preferida, e praticamente sua marca registrada, e com meias 7/8 na cor preta, ela vestiu por cima um lindo e curto vestido de seda preto, larguinho, um Galtier, mesmo o estilista sendo um excêntrico em suas produções, este era um minimalista criado exclusivamente para Isabella, com perfeito caimento sobre as curvas de seu corpo.

E adornando o pescoço com um colar de ouro branco com inúmeros pontos de diamante Bulgari, ela sai de seu apartamento, levando apenas uma maleta de mão, com duas opções de Look do dia seguinte, uma camisola de renda branca, mais algumas peças de lingerie, e seus produtos de higiene pessoal.

S/N foi direto ao térreo onde ficava a estacionamento e pegou seu carro, saindo pela garagem sem ninguém na portaria vê-la, ela queria ser discreto o Maximo que podia.

Era por volta das sete horas da noite, e com um ótimo transito, e sua maquina potente. Dentro de uma hora ela estaria na fazenda, levando em conta também seu pé pesado sobre o acelerador.

[...]

Jimin andava de um lado ao outro da sala, estava com a casa pronta para recebê-la. Tinha dispensado a quase todos os seus empregados de dentro da casa, e ficado apenas com a copeira e sua cozinheira Zara.

Ele estava vestido com o seu habitual jeito simples, que deixava S/N encantada de qualquer forma. Calça jeans clara e justa ao corpo, botas de couro como sempre, e sua camisa social, dobrada nos punhos, era num tom de cinza escuro.

Depois de longos e intermináveis minutos ele foi avisado por um segurança que seu visitante estava entrando na propriedade, e ele correu para a varanda da mansão, e com um sorriso bobo de felicidade nos lábios ele se recostou numa pilastra de mármore e esperou o carro amarelo intenso de S/N aparecer por entre as arvores que levava até a casa.

Quando ela parou frente à casa ele pode ouvir que o som de seu carro estava ligado e bem alto, quando ela abriu a porta pegando no banco de trás sua maleta, ela desligou e ele lhe sorriu indo até ela.

Ela ouvia November Rain Guns N' Roses.

– Você tem mesmo um gosto musical bem eclético! – Ele disse se aproximando e pegando sua maleta e com a outra mão pegando sua mão e levando aos lábios, e S/N sorriu emocionada com o carinho.

E logo em seguida levou com carinho a mão da S/N seu ombro e a deixou ali, enquanto a sua ia para a cintura de S/N. Ele a puxou para um beijo, calmo e terno, fazendo S/n suspirar em seus lábios, e era exatamente assim que ele queria que ela sentisse. Acolhida por um sentimento verdadeiro, queria lhe mostrar que o que ele sentia por ela ia além do prazer.

–Oi – Ele sussurrou com a voz divertida no ouvido de S/N.

– Oi Fazendeiro! – Ela respondeu provocativa, e arrancou uma gargalhada breve e alta do Jimin.

Ele a segurou pela cintura e caminhou com ela até a entrada da casa, e parou a porta. E para surpresa de S/N, ele a pegou no colo. Ela sorriu feliz com a atitude dele.

– Seja bem vinda! – Ele disse assim que chegou bem ao centro da sala de estar, e a colocou no chão, fazendo seus corpos esfregarem um ao outro, e puxou ela para si, lhe roubando um beijo sôfrego, molhado e cheio de paixão.

O beijo foi interrompido assim que Jimin ouviu passos pelo cômodo, era a copeira que descia as escadas.

– Vamos beber um vinho antes do jantar? – Jimin perguntou com o mesmo sorriso bobo nos lábios.

– Sim! – Jimin respondeu sem muito a dizer, estava ainda não acreditando que estava ali, e que iria passar a noite com aquele ser perfeito.

– Eu estou tão feliz que tenha vindo! – Ele disse baixinho, bem próximo a sua boca, e ela abaixou a cabeça, pousando o rosto no peito másculo e cheiroso daquele fazendeiro.

– Eu nem acredito que esta aqui comigo, Minha S/N! – Ele disse beijando o topo da cabeça da S/N, aprofundando o nariz nos cabelos dela, sentindo todo o aroma fresco que exalava.

– Mas eu estou aqui.- S/N respondeu baixo, e logo levantou o rosto para encarar Jimin nos olhos e continuou a dizer. – Eu não pude mais fugir do que sinto. Quando penso em você eu me esqueço de tudo, esqueço das dores, esqueço da vida e tudo que seja! – Ela disse olhando nos olhos de Jimin com tanta intensidade que lhe deixou emocionado e com o coração querendo sair do peito, e ele sorria feita criança na noite de natal, frente ao presente esperado por toda a vida!

– Ouvir isso de você me faz tão bem, me faz confiante! – Ele beijou de leve a boca doce e carnuda de S/N. – Eu vou conquistar você por inteiro Minha S/N! E você não terá escapatória a não ser, de ser minha, só minha! – Ele disse possessivo, e apaixonado.

 Mas o que ele não sabia era que ela já estava assim, mesmo que não assumisse pra sim mesma, ela já amava aquele fazendeiro, aquele simples cara de Jersey.

 Jimin se afastou com um beijo na testa de S/N, e sorrindo ele foi até a adega e logo voltou já com o vinho aberto e as taças em mão, serviu o vinho para ambos e sentaram-se no espaçoso sofá todo branquinho, que fazia um ‘L’ por toda a parede com janelas de vitorianas de uma lado da enorme sala.

Até que Zara anunciou o jantar.



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