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História Os Orgulhos Ômegas da Yunmeng Jiang - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá, eu voltei, e claramente não sei mais dosar enredo, porque vai rolar terceira parte.
Enfim, aviso amigo: essa fic é ABO, e tratamos de homens que podem engravidar, então, adivinha o quê? Eles tem genitália dual, se não gosta, não leia e vamos ser felizes cada um no seu quadrado, sem neuras ok?

Capítulo 2 - Parte Dois


Jiang Cheng não respondeu tal proposta indecente, e Wei Ying deu uma risada pensando em como ele estava deliciosamente corado e envergonhado, sua risada virou um suspiro feliz quando o nariz de seu shidi foi até seu pescoço, farejando-o descaradamente.

- Gosta de como eu cheiro, A-Cheng? - Ele perguntou, provocativamente, sabendo muito bem que sua excitação pela oportunidade de compartilhar o ninho de Jiang Cheng combinada com sua gestação deviam estar formando um aroma bastante sedutor.

- Devia cheirar assim, mesmo com o bebê? - Jiang Cheng perguntou, sem mostrar o rosto.

- Oh sim, quando não estou doente estou muito excitado. - Wei Ying explicou. - É um mecanismo de fortalecimento, os hormônios me deixam excitado para poder seduzir meu alfa e pegar energia dele.

- Oh... e não machuca quando ele... você sabe.

- Lan Xichen te machuca, A-Cheng? - Wei perguntou, delicadamente, acariciando os cabelos macios e recém penteados de seu shidi.

- Dói quando ele entra. - Jiang Cheng confessou.

- E no seu cio?

Jiang Cheng ficou ainda mais vermelho, o rubor chegando ao pescoço.

- Nós não... depois das primeiras vezes ele só me abraça e não tenta entrar em mim, mesmo quando digo que vou aguentar e não me mover.

Wei Ying sentiu uma tristeza profunda ao mesmo tempo em que agradecia ao fato de seu cunhado ter sido bem educado e não aumentar o problema aceitando que o marido sentisse desconforto para saciar seus desejos. Ele deve ter tomado muitos banhos na fonte fria e merecia realmente o título de cultivador número um do mundo por tamanho controle.

- Claro que ele não faria isso, não deve sentir dor quando ele te penetra, bem, talvez um pouco no começo, mas, é por isso que nosso corpo fica molhado, é para facilitar que eles entrem. - Wei Ying explicou, deixando seus dedos vagarem pelos braços de Jiang Cheng, que voltou a enfiar o nariz em seu pescoço. - Quando ele te beija e te acaricia não te deixa molhado e quente lá embaixo?

Jiang Cheng praticamente rosnou.

- Eu não o deixo ficar me acariciando, não sou uma puta barata!

Wei Ying suspirou, é claro que se Jiang Cheng reagiria com agressividade e se ele rosnou ou olhou ofendido para Lan Xichen quando ele tentou relaxá-lo com jogos preliminares, não o surpreendia que o cunhado não o tocasse ou acariciasse com frequência. Wei se segurou para não fazer uma piada, questionando se Jiang Cheng já tinha invocado zidian para chicotear o marido por querer fazer coisas pervertidas.

- É muito certo e muito gostoso, sexo é para dar prazer e fortalecer o vínculo com seu alfa, Lan Xichen precisa te excitar para poder entrar, principalmente fora dos cios, se não estiver excitado, não vai se molhar e se ele entrar em você enquanto estiver tenso e seco vai te rasgar numa parte muito sensível. - Ele explicou, ao invés de provocar o outro e fazê-lo se fechar em sua concha agressiva e irritada, ele tinha era que aproveitar que Madame Yu o tinha deixado triste, desde crianças ele se abria mais para Wei Ying quando a mãe o diminuía.  

- Oh, é por isso que ele tentou óleo uma vez. - Jiang Cheng disse, lembrando-se de como ficou ainda mais nervosos ao ver como o marido untava seu membro com óleo perfumado, a visão só fez seu coração disparar e suas coxas se fecharem instintivamente, tentando proteger o local em que o alfa queria enfiar aquela coisa enorme.

- Sim, provavelmente. - Ah, ele queria que esses dois só tivessem conversado para evitar os maus entendidos. - Ele nunca quis te machucar.

- Ou só não queria uma versão danificada e agressiva do ômega que sempre quis. - Jiang Cheng soltou, seu cheiro azedo de tristeza e pesar ao se lembrar de como Lan Xichen nunca concluía o ato, saindo dele e o abraçando em silêncio depois, certamente lamentando não ter o gracioso e sorridente irmão jurado em sua cama em vez do marido desajeitado que o tio arrumou.

Wei Ying estalou a língua.

- Jin Guangyao dificilmente desperta esse tipo de sentimento no seu marido hoje em dia, shidi, acredite em mim.

- Ele o amava! - Jiang Cheng insistiu.

Wei Ying sabia que não podia ganhar essa discussão, mesmo porque era verdade. Lan Xichen tinha estado muito apaixonado pelo belo e pequeno ômega, mas, nunca teve coragem de se declarar, mesmo porque com os traumas na época, teria sido impossível. Jin Guangyao já tinha confidenciado a Wei Ying quando estava de resguardo, amamentando o pequeno A-Song que a época em que escondeu Lan Xichen no bordel foi quando se deu conta que nem todos os alfas eram como os que machucaram sua mãe e a ele ao longo da vida, ele o admirava como quem admira um imortal, os dois poderiam ter sido algo, se Nie MingJue não tivesse toda a impetuosidade que faltava ao amigo e tivesse arrebato o pequeno ômega, aceitando o arranjo de que parte do tempo ele cuidaria da seita Lanling Jin, deixando-o sozinho em sua própria seita.

- Ele é casado com você e jamais pensaria em te desonrar ou machucar de qualquer forma. - Wei o lembrou em tom de repreensão. Lan Xichen nunca tinha sido nada mais que dedicado e bajulador com seu ômega e não merecia pensamentos de desconfiança.  – Não deve ter pensamentos tão feios a respeito dele, por acaso ele já fez algo para merecer tamanha falta de respeito?

Jiang Cheng negou, cedendo ao impulso de lamber suavemente a pele do pescoço de Wei, pedindo com o gesto para ser perdoado pelas palavras insensatas. O ômega mais velho soltou um ronronar profundo para confortar o outro, sua missão era relaxar um dos homens mais tensos e controlados que ele conheceu em sua vida.

- Você quer um bebê, A-Cheng? Ou é algo que acha que deve fazer por dever?

            Jiang Cheng desenterrou o rosto de seu pescoço, olhando-o intensamente.

- O quê? Acha que não posso ser um bom pai?

            Wei suspirou, cedendo ao impulso de dar um safanão no outro que só não revidou porque estava muito consciente de sua gravidez.

- Ei! Não me bata só porque não posso devolver! Por que te deixei entrar no meu ninho?

- Então não digas asneiras. – Wei sentenciou. – É claro que sei que vai ser um pai incrível, eu te deixei pajear meu bebê incontáveis vezes, eu morri de ciúme e me contentei em esperar do lado de fora porque ele é o único nessa seita que entrou aqui até agora, e, sei que a Shijie amaria que Jin Ling passasse mais tempo com você, porque é feroz e tão protetor deles... só me preocupo que ache que ter um filho é uma obrigação, não é. Lan Xichen pode esperar ou simplesmente não tê-los.

            Jiang Cheng agarrou a túnica de Wei com as duas mãos, puxando-o até ficarem cara a cara.

- E com que face eu voltaria para casa quando ele me devolver por ser um ômega imprestável?

- Eu o mataria antes. – Wei disse, simplesmente. – Mas, não seja tolo, ele te adora.

- Não parece, ele não me toca. – Jiang Cheng disse, fazendo beicinho.

- E você o toca? – Wei perguntou. – Quando foi a última vez que foi aos quartos do seu marido buscando conforto nos braços dele ou pedindo que te possuísse?

- Você faz isso com Hanguang-Jun? – Jiang Cheng desafiou de maneira petulante.

- Sempre que me sinto excitado. – Wei garantiu, sorrindo maliciosamente. – Cada vez que o vejo treinando sem camisa e todo suado... ou quando ele está todo sério e concentrado nas reuniões, gosto de fantasiar sobre como eu deveria estar sentado no pau dele enquanto ele trabalha, só para mostrar ao mundo como ele é bom me fodendo.

- Sem vergonha! – Jiang Cheng o acusou.

- Sim, eu tenho a face mais grossa de todas as seitas, adorado shidi. – Wei concordou, balançando os ombros para se livrar da túnica interna que cobria seu corpo, a seda delicada escorregou por sua pele com facilidade, expondo seu torso nu para o outro.

            Jiang Cheng já tinha visto Wei Ying nu, é claro, mas, não desde que eles tinham se casado. O corpo juvenil tinha amadurecido muito bem, a pele do outro estava rosada e brilhante, os mamilos salientes e de um tom escuro que rivalizava com o vermelho de sua fita de cabelo, e, a suave curva em sua barriga era adorável.

- Eu me lembro como seus mamilos ficaram sensíveis quando entramos no cio pela primeira vez, acho que gozou só porque os chupei e me esfreguei um pouco em você. – Wei disse, seus dedos girando ao redor da aureolas escuras em seu peito enquanto ele falava. – Os meus ficam tão bonitos quando estou gestando, gosto de pedir que Lan Zhan os chupe, quando meu peito cresce gosto que ele os agarre e aperte, é tão bom.

- Não fale essas coisas! – Jiang Cheng não queria pensar no sério cunhado fazendo tais coisas.

            Wei sorriu.

- Tem razão, já falamos demais. Vamos fazer algumas coisas melhores... seja um shidi obediente e tire a roupa, Jiang Cheng.

- Pervertido! Nós somos casados com alfas, Hanguang-Jun vai me matar se sentir meu cheiro em você dessa maneira. – Jiang Cheng disse, nervosamente, o homem tinha ciúmes até do alfa mais inofensivo do mundo, o pobre Wen Ning.

            Wei deu um sorriso de lado dessa vez.

- Gosto como o mundo pensa que Hanguang-Jun é um alfa pudico e bem portado... precisa ver como gosta de me assistir com as pernas abertas, me fodendo com os brinquedos de jade que ele comprou para mim.

            Jiang Cheng o ouviu com fascínio, pensando em como o cunhado nunca deixava transparecer nada disso.

- Ele gosta de me amarrar quando estou entrando no cio. – Wei continuou contando, ajoelhando-se no ninho para se livrar totalmente da túnica, ficando gloriosamente nu na frente de Jiang Cheng. – Ele amarra minhas pernas bem abertas para poder me lamber e me foder com os dedos e os brinquedos que mandou fazer para mim até eu entrar completamente no cio e implorar para ser montado devidamente.

            Wei gostou de ver o brilho excitado nos olhos do outro, e gostou que ele não recuou ou inventou mais desculpas quando se livrou do manto dele, expondo o corpo bonito e pálido a seu olhar voraz. Certamente era de uma perversão sem tamanho que Wei amasse o jeito com que as mãos de Jiang Cheng voaram para proteger sua virilha de seus olhos.

- Alguém já te chupou, A-Cheng? Se for um bom menino e se deitar para me mostrar se está molhado ou não, vou te mostrar vários truques.

            Jiang Cheng franziu o cenho com desconfiança, mas se recostou nos travesseiros.

- Tire as mãos. – Wei basicamente ordenou, e Jiang Cheng estranhamente, obedeceu sem hesitar.  

            Jiang Cheng engoliu em seco quando Wei se inclinou sobre ele, os cabelos negros e volumosos formando uma cortina que escondeu como ele o beijou. Suas mãos foram aos ombros do ômega mais experiente, lembrando-se de como desde a primeira vez foi ele quem comandou tudo, ele gemeu quando a língua de Wei encontrou a sua, fazendo-o gemer de prazer. Há quanto tempo ninguém o tocava assim?

- Se continuar fazendo sons tão bonitos, vou perder a cabeça e te foder. – Wei disse, mordiscando seu lábio inferior.

- Isso é possível?

- Eu tenho um pau perfeitamente funcional. – Wei achou engraçado, apontando para sua ereção.

- O meu é menor. – Jiang Cheng reconheceu, olhando para o pau do outro ômega, que estava ereto, não era nem de longe como Lan Xichen, mas, era maior que o dele.

            Wei se esforçou para não rir da cara indignada do outro com essa diferença, se ajoelhou e segurou os joelhos de seu shidi, separando suas coxas. Oh, sim, Jiang Cheng era o ideal da beleza ômega, desde a pele de porcelana marcada apenas pela cicatriz no peito, que parecia só destacar os mamilos salientes e inchados, até a barriga lisa e tonificada por anos de treinamento duro. Ele tinha poucos pelos no corpo, e seu pênis, já ereto era realmente adorável, caberia na mão de Wei ou em sua boca com precisão e conforto, um pênis e pequenos testículos, que combinava perfeitamente com a fenda rosada e brilhante logo abaixo dele.

- Não me admira que tenha doído da primeira vez que ele te montou, A-Cheng, olhe como você é lindo e delicado, precisava ter tido um monte de beijos e carinhos para abrir essa adorável flor aqui. – Wei elogiou, os nós dos dedos acariciando as dobras sensíveis que protegiam a entrada, vendo como o pênis de Jiang Cheng pulsava quando recebia estímulos ali.  – Bonito e delicado como um botão de lótus que precisa se abrir.

            Jiang Cheng mordeu o lábio inferior com nervosismo quando sentiu como Wei Ying usava os polegares para afastar os lábios que protegiam sua entrada, ele sentiu como eles se separaram e como uma onda de umidade escorreu de seu buraco.

- Você tem uma buceta absolutamente linda. – Wei disse, fazendo com que ele se mexesse com inquietação, uma onda de excitação em seu baixo ventre que ele sempre lutou para conter ameaçava se soltar se o outro ômega continuasse falando e agindo de maneira tão descarada.

- Não fique dizendo coisas assim, seu degenerado! – Jiang Cheng gritou.

- Não gosta que eu diga coisas assim? – Wei perguntou, sorrindo maliciosamente enquanto seus polegares acariciavam delicadamente o contorno do segundo sexo de seu shidi. – Mas, é tão bonito e apetitoso A-Cheng, que deveria se sentar num trono de pernas abertas, escolhendo qual servo teria a honra de te dar prazer com língua na frente de todos... poderia ser o prêmio para o melhor discípulo! Quem se sair melhor no dia poderá chupar a buceta suculenta e deliciosa do poderoso Sandu Shengshou, deixando-o molhado e satisfeito, pronto para o pau do seu alfa.

            Jiang Cheng engoliu o insulto e o grito que ia soltar para tal ideia insultante do irmão quando o mesmo se inclinou para lamber toda a extensão de sua fenda como um gato particularmente preguiçoso. A língua quente e habilidosa de Wei Ying enviou uma nova onda de excitação por seu corpo que transformou sua indignação em um choramingo patético, ele agarrou a cabeça entre suas pernas, sua intenção sendo retirar seu ômega primário de lá, mas, quando a Wei sugou um de seus lábios externos em sua boca com delicadeza, sugando a essência de Jiang Cheng dali, ele se pressionou contra a boca sensual do irmão, sentindo como uma capa de suor cobria seu corpo, agora agitado pelas ministrações do outro ômega.

- Tem um gosto tão bom quanto eu imaginava. – Wei disse, se erguendo para usar os dedos para espalhar a umidade que vazava da fenda de Jiang Cheng. – Sente isso, A-Cheng? É como tem que ser, tem que ficar assim quente e molhado, sente como sua buceta está pulsando? Seu corpo precisa ser estimulado para ser penetrado.

            Wei pontuou a lição deslizando o dedo médio para dentro do irmão, que o apertou instintivamente.

- Não, não... sem ficar tenso e duro aqui embaixo agora no começo, tente relaxar, viu como não dói se estiver molhado? – Wei perguntou, movendo o dedo para entrar e sair do canal de Jiang Cheng, que já tinha fechado os olhos, incapaz de continuar olhando para os olhos lascivos do irmão. – É tão apertadinho, A-Cheng, conseguiria qualquer coisa do seu alfa pedindo para ele enquanto ele te monta.

            Wei riu.

- Pensando bem, nem precisa estar assim de pernas abertas e sendo fodido, se pedir qualquer coisa, ele provavelmente fará.

- Calado!

- Oh não, preciso falar ou não vou aguentar e vou te acabar te fodendo.

- Não é o que já está fazendo? – Jiang Cheng pressiona, sentindo uma vertigem de prazer quando Wei Ying enfia mais um dedo dentro dele ao mesmo tempo em que lambe a ponta de seu pênis que não para de vazar.

            Antes de responder, Wei Ying engole com facilidade a ereção dele, chupando-o com habilidade, levando-o todo na boca ao ponto em que seu lábio inferior está praticamente beijando os testículos de Jiang Cheng cada vez que ele movimenta a cabeça para deixar Jiang Cheng foder sua boca. O ômega mais jovem solta um grunhido de prazer e se arqueia o corpo quando a miríade de sensações de que está sendo vítima explode num branco de prazer e ele tem a sensação deliciosa de que desmaiou por alguns segundos.

- Só para constar, é de bom tom avisar que vai gozar na boca de alguém. – Wei Wuxian disse, lambendo os lábios com um sorriso diabólico, ainda com dois dedos enterrados dentro de Jiang Cheng. – E, também não quero irritar Zewu-Jun se ele for muito ciumento e não gostar de sentir o cheiro do esperma de outra pessoa em você.

- A culpa é dele por não me fazer sentir assim. – Jiang Cheng reclamou, ainda sentindo ondas de prazer percorrendo seu corpo, Wei Ying ainda movia os dedos dentro dele, e ele podia sentir seu canal pulsando ao redor dos dedos do outro ômega.

            Sentindo-se um pouco devasso, ele segurou e beliscou seus próprios mamilos, sentindo como a resposta de seu corpo a esse estímulo foi empapar mais ainda os dedos de Wei dentro dele, que soltou um ronronar aprovador.

- Isso mesmo, puxe-os com cuidado, não vá se machucar. – Wei instruiu, continuando a foder seu shidi com os dedos, ouvindo o som obsceno e molhado que seus dedos faziam ao entrar e sair de Jiang Cheng, realmente relaxado pelo orgasmo que teve.

            Jiang Cheng obedeceu e voltou a gemer baixinho, sentindo o corpo todo pegar fogo, ainda mais quando Wei tirou os dedos de dentro dele e os chupou.

- Se eu fosse Zewu Jun iria passar o dia todo te chupando. – Ele afirmou antes de esticar o corpo para pegar um espelho próximo ao ninho. – Aqui, deixe-me te mostrar uma coisa...

            Wei Ying manobrou o outro ômega até que o tivesse entre suas pernas, com as costas encostadas em seu peito. Com seus pés enganchados nos do irmão, Wei abriu as pernas de Jiang Cheng o máximo que conseguiu e colocou o espelho apoiado numa almofada bem em frente a eles, refletindo o sexo molhado e inchado de Jiang Cheng de forma obscena.

- Vê o que eu disse? Como é lindo? Olhe para essa buceta molhada, ela ainda está palpitando e babando... e sabe por quê? Porque ela quer ser fodida, vamos lá, A-Cheng use seus dedos e aprenda como se dar prazer.

            Wei pensou que precisaria persuadi-lo mais, mas, assistiu fascinado e excitado como Jiang Cheng se mirava no espelho enquanto aprendia a tocar seu próprio sexo. Ele o viu acariciar os lábios inchados com timidez, aprendendo o tipo de toque que apreciava, e, como ele tinha desconfiado, Jiang Cheng não seria um ômega delicado, já que assim que não sentiu dor, ele usou as duas mãos para puxá-los e expor seu buraco ainda mais.

- Assim ele já poderia entrar? Ainda parece pequeno para ele. – Jiang Cheng ofegou, colocando dois dedos dentro de si mesmo ao mesmo tempo que imitava os movimentos de Wei pouco tempo antes.

- Então coloque mais um. – Wei instruiu e olhou fascinado como Jiang Cheng se masturbava, provavelmente pela primeira vez em anos. O mais jovem provavelmente nem percebeu quando começou a ronronar com necessidade, o cheiro dele era convidativo e instigante. Wei não foi capaz de resistir e o ajudou, segurando seu pulso para guiá-lo a se foder com mais intensidade, mostrando que o ato não tinha que doer, ainda que fosse com força. – Vê? Seu corpo sabe do que precisa, devia pedir para seu marido te foder assim, para te abrir com os dedos e fazer gozar assim, e só depois ele deve te sentar naquele pau enorme e gostoso com cuidado, acostumando sua bucetinha a ser usada.

            Jiang Cheng não aguentou a combinação do falatório de seu shixiong com a excitação de se masturbar e assistir tal ato, ele sentiu o corpo se libertar pela segunda vez e caiu exausto, deixando seu peso repousar no peito do irmão, que distribuiu beijos em seu pescoço.

- Acho que eu não poderia me levantar se eu precisasse. – Jiang Cheng disse.

- Você não precisa, pode dormir se quiser. – Wei disse, massageando o couro cabeludo dele com carinho.

- Sei que é deseducado deixar o parceiro excitado e dormir. – O outro disse, com voz pastosa.

            Wei riu.

- Não se preocupe A-Cheng, vou me divertir muito montando meu marido para apagar meu fogo. – Wei garantiu. – Durma um pouco, vou providenciar um banho para quando acorde.

 

X~x~X

 

            Wei se vestiu e deixou o ninho de Jiang Cheng enquanto o menor caía no que ele sabia ser uma soneca muito gostosa de tirar após orgasmos satisfatórios. Ele marchou para as cozinhas e pediu alegremente que preparassem uma refeição para o jantar, sabendo muito bem que Jiang Cheng tinha pulado o almoço em prol de torturar os discípulos e depois ficar amuando em seu quarto, e mesmo que ele praticasse inédia, desconfiava que as brincadeiras da tarde e a proximidade com ele podiam ser gatilho para que o outro ômega entrasse num cio fora de época. Ele estava cantarolando quando chegou no salão de despacho, a procura do marido, mas, só encontrou seu cunhado.

- Zewu Jun, onde está Lan Zhan?

- A-Xian, meu irmão me incumbiu de apresentar suas mais sinceras desculpas, mas, ele teve que partir para lidar com acontecimentos muito estranhos na Montanha Dafan e não quis atrapalhar sua conversa com Wanyin.

            Wei Wuxian fez um som triste e resignado.

- Será que ele demorará muito? – Wei perguntou, ele mesmo não notando o quanto seu cheiro ainda estava necessitado, seu cunhado alfa no entanto, podia farejar perfeitamente que ele estava entrando num cio de gestação.

- Espero que não, sabe que ele tentará ser o mais rápido possível. Eu não o enviaria se não fosse algo preocupante. – Lan Xichen garantiu. – Eu tentei convencê-lo a me deixar ir, mas...

- Ele sempre está onde o caos está. – Wei disse, sorrindo. – Eu só temo o que pode acontecer se eu precisar de energia.

            Lan Xichen sentiu a ponta das orelhas vermelhas e estendeu a carta que o irmão tinha deixado para o cunhado, que leu com interesse.

Amado Wei Ying,

Precisei sair para uma caçada noturna, voltarei o mais breve possível, enquanto isso, imploro que deixe o irmão cuidar de suas necessidades, ele é mais forte que eu e tem energia mais que suficiente para te dar. Não quis atrapalhar seus momentos com seu shidi, sei que sente falta dele, e espero que ajude os dois a encontrarem um bom caminho.

Sempre seu.

            Wei olhou com avaliação para o cunhado.

- Está de acordo com isso?

            Lan Xichen assentiu.

- Somente se estiver tudo bem para A-Xian e A-Cheng. – Ele disse. – Pode ficar só com ele se quiser, mas, temo que o drene se pegar energia espiritual do meu marido, então, rogo que essa parte deixe para mim.

            Wei assentiu, mordendo o lábio inferior.

- Nossa tarde foi bem melhor do que eu esperava sabe? Acho que vão poder se reunir em breve... deixe-me falar com ele sobre o tema.

            Lan Xichen assentiu.

- A-Xian, está muito perto de um cio, por favor, não hesite em me chamar, sabe que não deve se descuidar nesses momentos, daremos ao seu corpo o que ele precisa.

- Oh, já pode sentir o cheiro? – Wei questionou. – A culpa é do seu marido que me excitou sem precedentes hoje... e, temo que acabe tendo que lidar com dois ômegas no cio. Sorte que sei que os alfas da Gusulan tem energia e vigor de sobra.

            Wei piscou para o cunhado e saiu do local assoviando uma melodia suave, talvez resolvesse o assunto dos dois antes mesmo do que esperava. E, ainda teria que castigar Lan Zhan por viajar e abandoná-lo gestando, esse alfa malvado ia ver só quem ia ser amarrado na próxima vez que se vissem.

 


Notas Finais


E, foi isso, o que acharam?
Nos lemos por ai.


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