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História Os Orgulhos Ômegas da Yunmeng Jiang - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, eu estou viva, e demorei, mas voltei.
Era pra ser o último capítulo, mas, as coisas cresceram de tamanho, temos mais um depois.
Boa leitura.

Capítulo 3 - Parte Três


Quando voltou ao ninho de Jiang Cheng, Wei o encontrou se espreguiçando, já acordado de seu rápido cochilho.

- A-Cheng, você é sedutor demais para seu próprio bem. - Wei disse, sentindo uma onda de excitação ao notar como as longas pernas do outro ômega estavam nuas e livres do robe de seda, que também estava frouxamente atado na cintura do outro, deixando à vista que seus mamilos ainda estavam inchados e vermelhos das atividades recentes.

- Sem vergonha! Pare de me olhar assim! - Jiang Cheng esbravejou, jogando uma manta sobre as pernas, e fechando o robe no peito, o que só o fez soltar um som embaraçoso quando a seda roçou nos mamilos sensíveis.

- Esses sons bonitos também são sedutores demais para um pobre ômega no cio. - Wei disse, chegando perto do ninho.

Jiang Cheng farejou levemente seu Shixiong quando Wei se inclinou sobre ele para dar-lhe um beijo na testa.

- Não precisava ter passado por aqui, Lan Wangji deve estar te esperando. - Jiang Cheng repreendeu. - Não sou um virgem assustado que precisa ser vigiado ao acordar.

Wei se segurou para não dizer que o pior era que Jiang Cheng era praticamente isso, mas, sabia que provocá-lo teria efeitos contrários, ele não queria que ele se fechasse em sua concha de raiva e autorecriminação, então, só suspirou e se jogou ao lado dele no ninho.

- Lan Zhan não está aqui, ele partiu para uma caçada nortuna, tenho que lidar com isso por mim mesmo. - Wei disse, fazendo beicinho para adicionar ao drama.

Jiang Cheng o olhou em silêncio por alguns momentos, para logo depois dizer:

- É uma pena, ele era tão jovem e cheio de vida.

Wei o olhou, confuso.

- Ah? O quê? - Ele perguntou, imaginando se o outro ômega tinha bebido algo enquanto ele esteve fora.

Os olhos de Jiang Cheng brilharam com o roxo dos raios de Zidian, que crepitava em seu dedo, enquanto ele jogava a manta para o lado, levantando-se.

- Ele foi um marido meio decente, mas, podemos te arrumar outro depois de um tempo de luto. Onde é a caçada? Vou matá-lo por ousar te abandonar no seu estado, podemos chamar a Wen Qing, ela vai te ajudar e...

Wei não aguentou, começou a gargalhar enquanto agarrava o robe de Jiang Cheng e o puxava de volta ao ninho para seus braços, esfregando a bochecha contra a dele.

- A-Cheng! Não quero que mate meu marido! Mas, fico muito feliz que me aprecie o suficiente para cogitar isso.

- Ele merece morrer! Ele sabe que precisa de energia extra, e que estava para entrar num cio para facilitar a troca, esse maldito irresponsável. - Jiang Cheng esbravejou, lutando contra os braços de Wei. - Vou chicoteá-lo até a morte.

Wei soltou um som apreciativo, aproximando a boca do ouvido do outro ômega.

- Prometo que te deixo torturá-lo de um jeito muito mais interessante quando ele voltar. - Wei prometeu. - Poderá amarrá-lo com zidian enquanto toma toda vingança que quiser em meu nome, estarei deitado e assistindo como seu servo leal que sou.

Jiang Cheng sentiu o rosto ferver ao pensar na imagem do poderoso Lan Wangji amarrado com sua arma espiritual.

- Pare de dizer coisas assim, maldito pervertido.

- Já te disse que o pior pervertido é ele. - Wei disse, era sempre divertido para ele que as pessoas em geral achassem que Lan Zhan era frio e contido na cama, quando na verdade um dos pontos em que tiveram que conversar para deixar claro era que o corpo de Wei tinha um limite para o entusiasmo e força superior do alfa. - Como ele está em débito conosco vai tirar a roupa e nos deixar fazer o que quiser com ele, eu se fosse você pediria sua reparação sentando-se graciosamente naquele rosto bonito. Oh, A-Cheng não imagina o quanto ele é bom com a boca.

- Desavergonhado. - Jiang Cheng disse, ofegante. - Pare de dizer coisas tão vergonhosas.

- Mas, por quê? - Wei Ying provocou, já seus dedos tinham passeado até o meio das pernas de Jiang Cheng enquanto descrevia o que deviam fazer com Lan Zhan. - Está tão molhado só de pensar nisso, eu gosto quando o amarro, gosto quando ele me obedece e posso ser malvado com aqueles brinquedos dele. Se ele me quer todos os dias, tem que me deixar ter aquela bunda bonita quando me apetece.

- O quê? Ele te deixa... não! - Jiang Cheng disse, entre escandalizado e excitado ao imaginar a cena.

Wei aproveitou o momento para girar na cama, posicionando Jiang Cheng de costas, o robe estava novamente desfeito, o que junto com o rosto afogueado e o cheiro de excitação no ninho fazia com que ele fosse a perfeita imagem da devassidão.

- Claro que ele faz, é seu dever como marido me deixar satisfeito, alfas também tem pontos muito sensíveis dentro deles, te ensinarei mais sobre isso. - Wei prometeu, desatando o cinto do robe para poder ter a visão do corpo delicioso de Jiang cheng novamente.

- Ele só fugiu no meio dos deveres maritais dele, aquele idiota. - Jiang Cheng resmungou.

- Hum, sim, mas, ele não queria nos interromper e me deixou uma solução perfeitamente boa para a cultivação dupla e ter energia Lan para o bebê. - Wei disse.

- Qual solução?

- Bem, seu marido é até mais forte que o meu. - Wei disse, corando levamente. - Isso é, se estiver tudo bem com você, e se não gostar da ideia do cunhado me transferindo energia assim, está tudo bem, posso pedir ao tio que pense em algum jeito e...

Jiang Cheng tinha um olhar estranho no rosto, fazendo Wei pensar que Jiang Cheng nunca tinha gostado de dividir, então, era natural que não quisesse o marido com outro ômega e...

- Pare de ter pensamentos idiotas. - Jiang Cheng pediu, beliscando-o na coxa. - Só... ele não é habilidoso como o seu Lan, e se ele te machucar?

Wei sorriu, inclinando-se para beijar seu adorado shidi, que correspondeu ao contato sem resistir.

- Prometo que nós dois vamos nos divertir com ele se eu me juntar a você não te incomodar, vou ajudar os dois a se conectarem melhor.

Jiang Cheng assentiu.

- Pedi aos cozinheiros que enviassem algo para nós, ele vai trazer as bandejas. - Wei disse, os dedos passeando pelo peito e barriga de Jiang Cheng preguiçosamente. - Diga-me, meu adorado shidi, que fantasia tem com o seu marido que devemos realizar hoje? Conte-me, A-Cheng, que coisas pensa que ele faz com você quando está quente e molhado nos seus cios?

- Não... não seja desavergonhado. - Jiang Cheng pediu, afogueado por se lembrar das fantasias com Lan Xichen em seus momentos solitários e excitados nesse mesmo ninho.

Wei riu.

- Acho que já determinamos que não tenho face ou vergonha sobrando em mim, A-Cheng. - Ele disse, inclinando-se para capturar o mamilo de Jiang Cheng na boca, chupando-o languidamente por um tempo antes de soltar com um som molhado. - Talvez imagine como ele acaricia e aperta seus mamilos? No meio de uma reunião importante, na frente de todos? Incapaz de se impedir de tocar o marido tão delicioso que tem?

O pulso acelerado de A-Cheng confirmou que a Wei que ele tinha uma tendência para fantasias com plateia, algo que combinava com sua insegurança no casamento com o cultivador mais desejado e mais forte do mundo.

- Ou, se imagina agradando Xichen-ge? Conte-me, A-Cheng, já colocou sua boca ao redor dele e chupou? - Wei perguntou, os dedos habilidosos já tinham chegado novamente entre as pernas de Jiang Cheng, acariciando preguiçosamente a área sensível e molhada.

- Isso é indecoroso, ele é tão... perfeito e composto. - Jiang Cheng ofegou, movendo os quadris para incitar os dedos a aumentarem a fricção.

- Ah, vamos testar como ele age, aposto que se pedirmos ele ficará parado e nos deixará brincar com o pau dele o quanto quisermos. - Wei conjecturou, negando-se a aumentar a pressão dos dedos. - Quer dividir o pau dele comigo A-Cheng? Vai me deixar te mostrar como montar seu marido confortavelmente?

- Sim, sim! - Jiang Cheng disse, sua mão indo agarrar a mão do ômega mais velho enquanto ele soltava um lamento, pressionando-o mais fortemente contra seu sexo.

- Tsc, tsc! Não seja guloso, A-Cheng, logo Xichen-ge chegará! - Wei castigou, afastando-se. - Seu cio está te deixando ansioso? Quer receber seu alfa dessa maneira? De pernas abertas e gemendo por mim enquanto brinco com seu buraquinho?

Jiang Cheng ficou envergonhado com a ideia, mas, Wei o conhecia bem demais e soltou um som de aprovação.

- Sim, ele vai adorar isso. - Wei disse.

- Não! Não podemos fazer algo assim. - Jiang Cheng disse, soando ansioso. – O que ele vai pensar?

- Que o ômega dele está carente e no cio, molhado e se preparando para ele com seu Shixiong. - Wei disse, calmamente. – Vai entrar no seu ninho e sentir nosso cheiro misturado, acha que ele gostaria de nos ver? Alguns alfas gostam de olhar.

            Jiang Cheng assentiu, aproveitando para puxar as vestes de Wei.

- Por que está todo vestido e eu praticamente nu?

Wei riu.

- Porque estou tentando ser contido. - Ele explicou. - Mas, estou tão molhado e vazio que dói, quer me emprestar seus dedos, A-Cheng?

Jiang Cheng não precisou de outro convite, ele nem se deu ao trabalho de afrouxar as roupas de Wei Ying, ele apenas enfiou a mão entre o tecido, e usou um pulso de energia certeiro de Zidian para cortar o cinto que prendia a calça e o tecido que o impedia de acessar seu objetivo.

- Isso foi sexy, mas, agora me deve algumas roupas novas. - Wei ofegou, sentindo a mão dominante de Jiang Cheg apalpando sua ereção com curiosidade e firmeza.

- Vai precisar de novas mesmo, está ficando maior a cada dia. - Jiang Cheng disse, dando um beijo delicado na barriga de Wei.

- Não me chame de gordo! - Wei choramingou, mas, seu drama habitual foi engolido por um gemido profundo quando os dedos de Jiang Cheng separaram as dobras inchadas de seu sexo, acariciando e sondando sua entrada com cuidado.

- Você sabe que está lindo. - Jiang Cheng disse, aproveitando a posição de Wei ajoelhado sobre ele para agarrar a bunda do outro com a mão livre. - Cresceu nos lugares exatos.

Wei sorriu de maneira provocativa ao ouvir isso.

- Então, quer dizer que fica me olhando e cobiçando minha bunda, Jiang Cheng? Que sem vergonha.

- Bem, suas roupas não escondem muito. - Jiang Cheng devolveu a provocação, ganhando um beijo e uma mordida no lábio inferior pelo atrevimento.

- Não se esqueça, shidi, de quem é o sênior aqui, não me faça te amarrar e recepcionar seu marido com a visão da sua bunda vermelha das palmadas que te daria.

Jiang Cheng arregalou os olhos, fazendo Wei rir e deslizar a mão para junto da dele, guiando dois dedos calejados do manejo da espada para dentro dele, fazendo-o gemer lastimosamente.

- Você está tão quente e molhado. - Jiang Cheng comentou.

- Como você deve estar agora. - Wei devolveu, segurando o pulso do outro para que pudesse mover os quadris e se foder lentamente nos dedos do outro. - Sente isso? Como estou escorregadio e pulsando? Como aperto seus dedos como se quisesse te prender dentro de mim? É porque estou excitado e pronto para ser preenchido, dependendo do meu humor só quero um brinquedo me abrindo e enchendo, ou a língua do meu marido me dando um orgasmo delicioso, outras vezes quero que ele me curve sobre uma mesa e me foda tão duro que peço para ele ter misericórdia.

- Por que machuca? – Jiang Cheng pergunta, entre fascinado e amedrontado.

- Porque quanto mais você goza, mais sensível fica, e seu corpo precisa parar para descansar e aproveitar o prazer. – Wei explicou, ainda se movendo sinuosamente nos dedos de Jiang Cheng. – Mas, nada me deixa mais satisfeito que os orgasmos que tenho enquanto ele me masturba com o nó inchado dentro de mim.

Jiang Cheng estava tão preso na névoa de excitação que as palavras e movimentos de Wei Ying provocavam nele, que não entendeu o motivo de ele ter se afastado até que o ouviu perguntar de novo:

- Lan Xichen chegou com a comida, devo deixá-lo entrar ou continuamos só os dois? - Wei perguntou, acariciando seu cabelo.

Jiang Cheng suspirou, sentindo uma onda do mesmo nervosismo que sempre sentia quando era requisitado aos quartos do marido para fazer algo do tipo.

- Vá buscá-lo. - Ele disse. - Vai dizer-lhe para ir se não gostarmos do que ele fizer, certo?

- Claro. - Wei garantiu, mas, ele tinha planos sólidos de não deixar o cunhado fazer nada muito surpreendente, ele podia ser um bom alfa e seguir suas dicas. - Mas, te garanto que não vamos precisar de nada disso.

Ele estava sentindo seu interior pulsar, insatisfeito e molhado, por isso deixou a calça que Jiang Cheng tinha arruinado deslizar por suas pernas e se livrou do manto exterior, se dirigindo até a porta usando nada mais que o robe interior aberto, mostrando explicitamente sua barriguinha saliente, sua ereção vermelha e suas coxas manchadas de lubrificação.

- Sem vergonha. - Jiang Cheng disse, olhando-o de costas, provavelmente admirando sua bunda novamente.

- Isso não é novidade. - Wei devolveu, e quando abriu a porta, o vento frio da montanha além de fazê-lo estremecer arrepiou seus mamilos já sensíveis.

- A-Xian, não fique no vento. - Lan Xichen disse, placidamente, como se ver o cunhado em tal escassez de roupas fosse algo comum entre eles.

- Então, entre logo, e tire as botas e o manto exterior, e deixe aqui fora, não pode interferir tanto no cheiro do ninho. - Wei instruiu estendendo a mão para pegar a bandeja, fazendo que o líder da seita negasse.

- Está pesada, entre, eu já os alcançarei.

Wei fez um beicinho.

- A-Cheng, diga ao seu marido que estou gestando, não doente. - Ele pediu, voltando para a cama do outro ômega.

- Ele está certo, não deve pegar peso, não seja teimoso.  – Jiang Cheng disse, se levantando também, não queria que Lan Xichen chegasse perto assim do local ainda.

            Wei revirou os olhos, mas, agarrou as mãos de Jiang Cheng quando ele começou a ajeitar o robe para amarrá-lo mais fortemente e cobrir o peito.

- Fica tão lindo, não quer ficar à vontade? – Wei perguntou.

- Hum... eu... tudo bem, se te deixa feliz.

Wei desconfiava que ele estava com medo de ser comparado com outro ômega, no caso seu próprio shixiong, mas, tinha planos de mostrar como Lan Xichen era atraído por ele.

Quando o alfa entrou no quarto, vindo da antecâmara separada por paredes finas, ele trazia a bandeja carregada e claramente ficou hipnotizado pela visão do marido.

- Coloque a bandeja na mesa, Xichen-ge. - Wei disse. - Tem dois ômegas para alimentar.

O líder da seita obedeceu, as orelhas adoravelmente vermelhas por ter sido pego admirando o corpo do marido em vez de se preocupar com seu bem-estar.

- Peço desculpas, os cozinheiros fizeram o que pediu, A-Xian. - Ele garantiu, organizando os recipientes de cerâmica, junto com o bulê fumegando na mesa.

O alfa se afastou com uma mesura, pensando que seria dispensado, mas, Wei avançou até ele e o fez se sentar na cadeira que estava ali, e Jiang Cheng claramente usava para quando lia até tarde.

- Venha, A-Cheng, deve estar faminto. - Ele disse, sentando-se em uma das coxas de seu cunhado, sentindo pela primeira vez o aroma do alfa de maneira tão próxima e pungente, só isso fez suas coxas estremecerem.

Jiang Cheng arregalou os olhos, incapaz de se mover por alguns instantes, até que Wei ronronou de forma carente, estendedo-lhe a mão.

- A-Cheng, posso sair se quiser. - Lan Xichen disse, interpretando mal sua hesitação. - Posso cuidar do cunhado em outro local.

Jiang Cheng literalmente rosnou para ele.

- Se eu não te quisesse aqui, não teria entrado. - Ele sentenciou, sentando-se de maneira rígida na coxa do marido, que deslizou instintivamente a mão até seu quadril para firmá-lo.

- Obrigado pela permissão para estar no seu ninho, A-Cheng. - Xichen disse, com reverência, seu nariz passou rapidamente pela bochecha do marido, claramente ele sentia falta de perfumá-lo assim de perto.

- Eu gosto que o Lan Zhan me alimente quando estou no cio. - Wei disse, sabendo que isso envergonharia o marido, mas, era bem-feito por deixá-lo sem aviso. - Fico muito preguiçoso.

- Você sempre é preguiçoso. - Jiang Cheng provoca.

Wei sorri de lado, ajeitandose melhor até deitar a cabeça no obro do cunhado, que não reage a proximidade, sendo o bom menino Lan que é, o alfa só espera até ser dito o que se espera dele.

- E mimado também, não se esqueça. - Ele diz. - Vamos lá, me dê um pouco de manga.

Jiang Cheng revira os olhos, mas, alcança o pratinho com as fatias da fruta levemente verde cobertas com o pó vermelho e picante que Wei gostava. O outro ômega fez um beicinho ao ver como o tempero tão amado por ele era pouco.

- Não seja dramático, não deve comer pimentas demais na gestação. - Jiang Cheng disse, enfiando uma fatia da fruta temperada na boca do ômega com os palitinhos.

- E eu não ganho nada, A-Cheng?

Wei pensou que seu cunhado era uma criatura mais misteriosa e perigosa do que tinha imaginado, já que esse era seu próximo passo. Que outras surpresas Lan Xichen teria guardadas? Ele apreciaria tanto quanto Wei a maneira adorável com que Jiang  Cheng corava enquanto o via se inclinar para capturar a fruta oferecida e lambia os lábios de forma gulosa?

- Xichen-ge, não é um alfa de sorte com dois ômegas no colo? - Ele provocou. - Ainda mais com um tão bonito quanto meu shidi.

Lan Xichen assentiu.

- Sou muito abençoado com um marido tão excepcionalmente bonito. - O líder da seita concordou.

- Deveria alimentá-lo, ele não comeu nada o dia todo. - Wei disse. - Ele gosta mais dos doces.

Jiang Cheng ficou quieto e fascinado quando seu alfa soltou sua cintura para pegar um dos doces e oferecer-lhe com os dedos nus. Ele abriu a boca obedientemente e recebeu o doce, mordendo-o para poder pegar uma porção que pudesse lidar. A geléia de dentro escorreu pelos dedos finos e elegantes do marido, fazendo-o ter pensamentos impuros.

- A-Cheng, não suje seu pobre marido. - Wei disse. - Seja um bom menino e limpe a bagunça.

Tanto Lan Xichen quanto Wei Ying sentiram pontadas de excitação ao verem como Jiang Cheng terminava de engolir a porção que tinha na boca só para abocanhar o restante nos dedos do marido, pondo-se a lamber a geleia que tinha ficado grudada no indicador e dedo médio do alfa com sofreguidão.

- A-Cheng, isso... – Lan Xichen começou, sentindo seu coração acelerar ao sentir a língua aveludada de seu marido lambendo e sugando o doce de seus dedos.

- Deixe-o te seduzir, alfa. - Wei murmurou em seu ouvido. - Desfrute o cio do seu ômega.

            Jiang Cheng terminou com seu doce e olhou para como Wei estava enroscado em Lan Xichen, a cabeça no ombro, uma mão passeando nas costas do alfa e deu um sorriso malicioso. Alarmes tocaram na cabeça de Wei Ying, ele conhecia esse sorriso, era o sorriso de quando ele ia aprontar alguma coisa.

- Marido, meu shixiong está gestando e no cio, deve dar atenção a ele. – Ele disse, imperiosamente. – Eu estava cuidando dele quando chegou, deve manter seus dedos em melhor uso que me alimentando, ele gosta de ser fodido devagar... eu cuido dos alimentos, não é, A-Xian?

            Wei soltou um ronronar excitado ao ouvir Jiang Cheng chamando-o assim, que nem resistiu quando ele guiou a mão do marido até suas dobras úmidas, ensinando-o o ritmo de arícias lentas que estavam fazendo até pouco tempo antes, entre ofegos de prazer, ele refletiu que se ele e Lan Xichen não tomassem cuidado, terminariam como marionetes desse ômega tão deliciosamente curioso e manipulador.

- Pode abrir mais as pernas, gege? Quero ver como meu alfa cuida de você.

            Ele e Lan Xichen estremeceram de prazer, se esse era o jogo que ele ia fazer, os dois teriam que mostrar que ele não devia provocar seus seniores.

- Pequeno atrevido. – Wei disse, ofegante, mas afastando as pernas para dar acesso ao cunhado e uma boa visão ao provocador shidi. – Vou te fazer implorar e me chamar de gege para pedir misericórdia.

- Vai deixá-lo me castigar, marido? – Jiang Cheng perguntou, claramente esperando uma defesa plácida do alfa,

- Desde que eu possa assistir, sim. – Foi a resposta chocante, enquanto ele beijava sua testa, os dedos entrando e saindo de Wei num ritmo lento. – Seja bom para o seu shixiong, A-Cheng.

- Sim, A-Cheng, seja bom e me alimente enquanto seu marido me fode com os dedos... coloque mais um, cunhado?

- Todos os que quiser. – Lan Xichen respondeu colocando o terceiro dedo dentro dele, deixando os dois ômegas fascinados e ainda mais molhados pelo som úmido e rítmico que seus dedos faziam ao entrar e sair de Wei. – Dê-lhe um doce também, A-Cheng... pode continuar olhando enquanto ele come.

            Jiang Cheng obedeceu e Wei Ying pensou que não ia ter tanto trabalho assim unindo-os na cama, eles só precisavam alinhar alguns pontos.


Notas Finais


E por hoje é só.
Nos lemos por ai.


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