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História Os Orgulhos Ômegas da Yunmeng Jiang - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Beijos

Olá, pessoas bonitas!

Muito obrigada pelos comentários, amei e ri muito com todos eles.

Capítulo 4 - Parte Final


Wei choramingou quando conseguiu engolir a porção de bolinho de mel que Jiang Cheng lhe deu, sentia o copo em chamas de pura excitação.

- Está machucando meu shixiong? - Jiang Cheng perguntou, preocupando com o som lamurioso que Wei tinha soltado.

- Não, ele não está. - Wei garantiu, rapidamente e ofegante.

- A-Cheng, eu não... - Lan Xichen claramente ficava mortificado que seu marido pensasse que ele pudesse machucar ômegas de propósito. - Eu nunca quis te machucar.

- Só tenha cuidado. - Jiang Cheng disse, pensando na força dos alfas da GusuLan. - É muito delicado na... ali.

Wei ronronou, era muito fofo como Jiang Cheng tinha vergonha de falar sobre essas coisas. Tentando manter o foco longe de seu sexo pulsante e dos dedos do cunhado dentro dele, estendeu a mão e pegou um pouco de chá para beber, sua avidez foi tanta, que derramou parte do chá em seu peito, sentindo o líquido quente escorrer por seu peito, chegando a seus mamilos sensíveis, o que fez com que choramingasse.

- Diabos, não consegue nem beber chá sem fazer um desastre? - Jiang Cheng rosnou, tirando a xícara das mãos de Wei, e afastando o que o robe de seu peito, para inspecionar se havia se queimado seriamente. - Tolo desastrado. - Ele bufou, após verificar que não tinha sido sério.

- A-Cheng não devia me desnudar assim na frente do seu marido. - Wei disse, provocativo. - E, meus mamilos estão doendo, devia fazer algo sobre isso.

- Desavergonhado. - Jiang Cheng respondeu, inclinando-se para lamber e chupar um dos mamilos avermelhados e quentes de Wei, que gemeu lastimosamente em resposta, a língua de Jiang Cheng provocando o local sensível e levemente queimado.

Os dois ômegas estavam tão concentrados em si mesmos, que não perceberam o suspiro entrecortado que Lan Xichen soltou, o cheiro do ninho de Jiang Cheng por si só seria suficiente para deixá-lo excitado, misturado com o aroma potente de Wei Wuxian no cio era como acender uma fogueira dentro dele. Ele lutou bravamente para não se mover mais do que os deixaria confortáveis, ainda se sentia um homem muito desajeitado por seu ômega ter medo que ele o machucasse a qualquer momento, e, a coisa só piorava, ele ansiava por colocar os dois no ninho de Jiang Cheng sem esses mantos incômodos para poder admirá-los lado a lado se entregando a carícias lascivas como estavam agora, ele se perguntou se os dois tinham passado o dia se entregando a deleites tão sensuais. Seus devaneios de excitação e autorrecriminação foram cortados por outro gemido manhoso de seu cunhado, que apertou seus dedos com um espasmo de prazer, ao ter Jiang Cheng trocando de mamilo, e mordiscando levemente o local sensibilizado.

- Tão malvado, shidi! - Wei reclamou, mas, claramente, estava gostando da atenção se Lan Xichen fosse julgar pela maneira com que seus dedos se molharam ainda mais. - Vou me vingar.

Jiang Cheng bufou, mas, sua língua lambeu o local abusado antes de começar a chupar de maneira rítmica. O alfa sentiu seu pênis se contorcer, ele ia precisar de muita meditação na fonte fria para superar a imagem de seu austero marido chupando os mamilos de seu cunhado com sofreguidão.

- A-Cheng, está me matando aqui. - Wei suspirou, contorcendo-se no colo de Xichen para ganhar mais fricção daqueles dedos dentro dele.

Jiang Cheng libertou o mamilo que estava em sua boca, endireitando-se no colo do marido para deixar seus dedos passearem pelo peito levemente inchado de Wei, admirando como os mamilos úmidos e eriçados se destacavam na pele branca do outro.

- Meu A-Cheng te deixou ansioso, A-Xian? - Lan Xichen perguntou. - Posso sentir como está pulsando por ele, bem aqui... devo te ajudar?

Wei choramingou ao ter os dedos dentro dele torcidos habilmente, antes do cunhado recuar levemente com a mão para voltar a investir com os três dedos dentro dele, fazendo-o afastar mais as pernas e jogar a cabeça para trás aproveitando o ritmo constante e forte com que os dedos o fodiam. Quando os dedos de Jiang Cheng agarraram sua ereção, ele gemeu audivelmente e não durou muito tempo com os dois o agradando dessa maneira, ele se deixou levar pelo prazer e gozou enquanto mordia o ombro de Lan Xichen, sentindo espasmos e ondas quentes de satisfação viajando por seu corpo.

Quando Wei abriu os olhos, com uma languidez sensual percorrendo seu corpo, viu como Jiang Cheng tinha usado um dos guardanapos para limpar sua mão, enquanto se movia de forma inquieta no colo do marido, com certeza ele estava molhado e excitado.

- Cunhado, meu pobre shidi também está entrando no cio? Devia checar seu marido.

- Posso, A-Cheng? - Lan Xichen perguntou junto ao ouvido do marido, fazendo-o estremecer e sentir uma onda de umidade sair dele. Maldito alfa e sua voz melodiosa.

- Pare com isso! Está me deixando... hum...

- Oh, eu sinto muito. - Lan Xichen disse, recuando. Por que ele não podia fazer algo direito com o próprio marido?

Wei suspirou ao ver a cena.

- A-Cheng... ele está te deixando o quê? Diga ao seu marido.

Jiang Cheng corou, e Lan Xichen ia dizer ao cunhado que não devia chateá-lo ainda mais, se não fosse pelo cheiro nítido de excitação que sentiu vindo do marido.

- Diga-lhe, A-Cheng o que a voz dele perto do seu ouvido fez.

- Cale a boca, desavergonhado! - Jiang Cheng disse, movendo-se de forma desconfortável.

Wei Wuxian soltou um som de desaprovação, finalmente tirando os dedos do cunhado de dentro dele com cuidado, soltando um gemidinho sensual ao sentir como estava sensibilizado e inchado pelas atenções de Lan Xichen.

- Acho que vou ter que te castigar, A-Cheng. Primeiro, fica me provocando e depois se recusa a ser um bom shidi e obedecer ao seu ômega primário. O que seu marido vai pensar? Que não sei te ensinar nada?

Lan Xichen quase cedeu ao impulso mundano de arregalar os olhos quando seu marido fez um beicinho e apertou seus robes roxos com os punhos.

- Pare de me ameaçar, devia estar me agradando também. - Jiang Cheng disse, cruzando os braços.

Wei Wuxian soltou um suspiro, pondo-se de pé para deixar o que restava de suas vestes soltas escorregarem para o chão, revelando todo o seu corpo nu. Lan Xichen engoliu em seco, sentindo sua ereção pulsar no confinamento de suas calças ao ser confrontado com a nudez do cunhado, que se espreguiçou languidamente antes de estender a mão para Jiang Cheng.

- O que precisa entender, querido cunhado, é que seu marido gosta de ser mimado e desvendado. - Wei explicou, pegando a mão do ômega mais jovem e o puxando em direção ao ninho.

Os dois ômegas pararam antes de mergulhar nos lençóis, Wei Wuxian capturou os lábios de Jiang Cheng num beijo apaixonado. Lan Xichen cedeu ao impulso de apertar sua ereção, já que sentia que poderia explodir pela visão bonita dos dois, mais ainda quando podia ver como o cunhado sugava sensualmente a língua de seu marido, coisa que ele mesmo não tinha coragem de fazer por medo de assustar o ômega pudico com seus avanços. Seria um problema de Jiang Cheng somente com ele? Ele preferia a companhia só de outros ômegas? O pensamento era angustiante.

- Pronto, meu adorado shidi mimado. Um beijo pelos seus pensamentos. - Wei disse, ganhando a atenção de Lan Xichen novamente. - Vai me contar no que estava pensando enquanto seu marido te falava coisas no seu ouvido?

Wei perguntou, enquanto suas mãos ágeis se desfaziam das roupas de Jiang Cheng para logo parar na bunda redonda e macia do outro, onde ele apertou a carne entre os dedos. Xichen podia ver as marcas que ficaram na pele pálida.

- Eu certamente devia te dar aquela surra que prometi, shidi insolente. - Wei disse, apertando novamente a bunda macia de Jiang Cheng, que gemeu e escondeu o rosto no pescoço do ômega mais alto. - Agora quer me agradar, não é?

Jiang Cheng disse algo que Xichen não ouviu, e que fez Wei sorrir.

- Então, se quer ser bom de novo, vá para o seu ninho e diga ao seu alfa o que quer.

Lan Xichen olhou fascinado para o marido, que se recostou completamente nu nas almofadas de seu ninho, as mãos pudorosamente protegendo sua virilha.

- Estou esperando, A-Cheng... não me faça te amarrar. - Wei ameaçou, e Xichen podia notar como ele faria exatamente o que tinha dito. - Lembre-se que se eu fizer isso, vou te colocar de pernas abertas para o nosso deleite, e não poderá nos tocar ou se tocar, só tomar o que dermos.

- Desavergonhado! Você não tem face, Wei Ying! - Jiang Cheng disse, o rubor espalhado por seu rosto e peito agora.

Wei riu, se ajoelhando ao lado do outro ômega.

- Oh, eu não tenho nenhuma face sobrando, e quando terminarmos, duvido que você tenha também. - Ele disse, tirando as mãos de Jiang Cheng de sua virilha e segurando-as acima da cabeça dele. - Conte-lhe o que ia dizer, seu pequeno tirano.

- Eu... eu... estava me deixando mais molhado. - Jiang Cheng disse, sem olhar para o marido, com medo de ver desaprovação em seu rosto.

- Oh. - Xichen disse, mordendo o lábio inferior e ganhando um olhar carregado de incentivo do cunhado. - Eu sinto muito, A-Cheng, como posso consertar isso?

Wei cantarolou com satisfação, vendo como Jiang Cheng esfregava as coxas uma na outra, com ansiedade.

- Oh, Xichen-ge, ele está molhado e inquieto... devia beijá-lo e aquietar esse fogo. - Wei sugeriu.

Lan Xichen não precisou de um segundo convite, ele se levantou e deu dois passos em direção ao ninho.

- Não, não! - Wei disse, com desaprovação. - Alfas não devem entrar em ninhos todos vestidos, dispa-se para nós, cunhado.

Lan Xichen suspirou aliviado, e, passou a se livrar de seus mantos. Ele hesitou ao ficar apenas com a calça interior, mas, o ômega mais velho assentiu, acenando para que ele se aproximasse.

- Assim está bem melhor, não é, A-Cheng? - Wei disse, beijando a bochecha do outro após ver o contorno do membro do cunhado através da calça fina e transparente, ele sorriu e disse junto ao ouvido do shidi: - Um pau grande e gordo... vou te ensinar como tomá-lo todinho e ainda pedir mais.

Lan Xichen entrou no ninho e sentiu um arrepio de antecipação quando o sorriso malicioso de Wei Wuxian se alargou.

- Mostre-lhe como te deixou molhado, ele deve te beijar e te deixar satisfeito.

Jiang Cheng estava claramente trêmulo ao abrir as pernas, expondo exatamente o quanto as atividades anteriores tinham afetado seu corpo. Lan Xichen respirou fundo e fez um grande esforço para não agir precipitadamente e estragar todo a preparação que seu cunhado tinha feito.

- Ele é tão delicado, não é? - Wei perguntou, sua mão livre descendo pelo corpo do ômega mais jovem para separar ainda mais os lábios melados e sensíveis que ainda protegiam a entrada brilhante do corpo de seu shidi. - Tão apertadinho que sempre deve tê-lo bem molhado antes de entrar, gege... brincamos um pouco hoje e ele ainda está tão fechadinho.

Jiang Cheng gemeu quando Wei colocou dois dedos dentro dele e os moveu, como se testasse o espaço.

- Ele já gozou com os meus dedos e com a minha língua... já o chupou antes, gege? Sempre deve chupar seu ômega. - Sentenciou, tirando os dedos de dentro dele, deixando bem claro qual era a tarefa do cunhado agora.

- Vou me atentar a isso. -  Lan Xichen disse, postando-se entre as pernas do marido e inclinando-se para lamber o sexo molhado com lentidão, soltando pequenos beijos no local antes de sugar com delicadeza os lábios quentes e levemente inchados em sua boca.

- Está gostando da boca do seu alfa, A-Cheng? - Wei perguntou, acariciando os mamilos empinados do outro ômega. - Vai rebolar na língua dele como fez na minha?

- Calado! - Jiang Cheng pediu, choramingando, enquanto seus quadris se moviam sozinhos, buscando a língua que provocava sua entrada com habilidade antes de entrar dentro dele. - Marido! Não assim...

- Não realmente, A-Cheng? Ou só está envergonhado? - Wei perguntou, ao ver o alfa congelar. - Tem que ser claro ou ele vai parar o que está fazendo, parece que está te incomodando.

Jiang Cheng lutou para entender que teria que dizer exatamente o que queria, ou isso não daria certo. Ele moveu os quadris, fazendo seu sexo se esfregar nos lábios rosados de seu alfa.

- Não pare... só, continue lambendo e chupando, sem colocar a língua, estou muito sensível lá, se fizer muito disso, eu vou gozar.

Lan Xichen obedeceu, como o bom alfa que sempre foi, se deliciando com os sons satisfeitos e necessitados que saíam de Jiang Cheng, e quando ele se moveu para capturar o pequeno pênis endurecido do ômega em sua boca enquanto o penetrava com dois dedos, sentindo o canal estreito e molhado pulsando ao redor de seus dedos.

- Marido! Assim eu vou... ah! Mais forte! Só um pouco!

Quando aumentou a intensidade com que o chupava e o fodia com os dedos, não tardou para tê-lo explodindo em sua boca e estremecendo abaixo dele, gemendo de maneira obscena para os ouvidos do alfa e o deixando faminto por mais disso. Era a primeira vez que ele levava o marido ao orgasmo e seu sangue cantava em vitória e desejo de montá-lo, seu pau certamente não poderia ficar mais duro, nem se ele tentasse.

- Isso foi tão sexy de assistir. - Wei disse, beijando o ombro de Jiang Cheng preguiçosamente, enquanto o outro lutava para recuperar o fôlego.

- Obrigado por me guiar, Wei-xiong. - Ele disse, sorrindo de forma predatória. - Gostaria de me deixar agradecer propriamente? Meu irmãozinho me deixou encarregado de satisfazê-lo totalmente.

Wei sorriu maliciosamente.

- Por favor, alfa, me deixe brincar com seu pau como recompensa. Deve ficar quieto e bem portado enquanto ensino ao Jiang Cheng como chupar e montar em você.

Lan Xichen assentiu, deixando que o cunhado o manobrasse para ficar deitado de costas.

- Mãos quietas, gege! Sem tocar em nenhum de nós sem permissão.

Ele assentiu, e fascinado como Wei Wuxian o despia de sua calça e ajeitava tudo para que ele e Jiang Cheng estivessem ajoelhados um de cada lado de seu corpo.

- Ele é tão bonito, A-Cheng... meu Lan Zhan também é assim, forte e grande. - Wei contou, acariciando o membro ereto do cunhado, vendo como uma gota gorda e perolada de pré-sêmen surgia na ponta. - Também precisa descobrir se gosta de agradá-lo com a boca, A-Cheng, assim, se não quiser ser penetrado, pode aliviá-lo oralmente.

Jiang Cheng assentiu, mas, claramente estava desconfiado.

- Posso ver que seu marido medita em vez de buscar outros meios de escape. - Wei disse, passando a acariciar e segurar os testículos pesados e ingurgitados do alfa. - Vê como ele está pesado?

Jiang Cheng assentiu, e assistiu fascinado como Wei Wuxian se inclinava para engolir boa parte do membro excitado de Lan Xichen, que gemeu em resposta. Seu shixiong parecia gostar de ouvir o alfa se engasgando em busca de ar, porque fez alguma coisa com a língua que o fez choramingar como um filhote pequeno.

- O que fez? - Jiang Cheng perguntou, curioso.

Wei soltou a ereção do alfa com um som molhado obsceno aos ouvidos de Jiang Cheng e a acariciou preguiçosamente com a mão.

- Se lembra de quando te chupei e acariciei a veia que fica bem aqui? - Wei perguntou, mostrando a veia grossa e pulsante que corria na parte de baixo da ereção de Xichen. - Eu estava alternando entre lambê-la e usar a ponta da língua para brincar com essa entradinha aqui. - Ele completou, apontando para a ponta brilhante do pênis do alfa.

- Oh, gosta disso, marido? - Ele perguntou, vendo como Xichen tinha o rosto afogueado e uma capa fina de suor no corpo todo.

- Sim, é muito agradável. - Ele disse, entre ofegos.

Wei riu.

- Tão apropriado até na cama, cunhado? - Wei brincou. - Venha aqui, shidi, me dê um beijo.

Lan Xichen se perguntou como Lan Zhan sobrevivia com tal ômega descarado quando se viu obrigado a apertar os lençóis para evitar agarrar os dois ômegas que se beijavam com a cabeça de seu pau entre as bocas e fazê-los chupá-lo propriamente. Um dia, ele prometeu a si mesmo, ia castigar seu cunhado por obrigá-lo a recitar as regras da seita para evitar o embaraço de gozar enquanto ele dizia a Jiang Cheng para colocá-lo na boca e o ensinava a mover a cabeça. Quando ele empurrou o ômega mais jovem até seu limite, fazendo-o engasgar-se em seu pau, ele teve que usar todo seu controle para não explodir na boca delicada do marido, que estava impossivelmente aberta a seu redor, chupando-o com uma inexperiência cativante.

- Viu como o deixou? Poderia pedir-lhe o mundo agora e conseguiria. - Wei elogiou, a voz dele também estava carregada de desejo, o cheiro de seu cio cada vez mais forte.

Lan Xichen se lembrou do motivo primário para ter tido a permissão do irmão para interagir com seu adorado ômega. Ele colocou a mão na coxa macia e torneada de Wei, buscando permissão, e a ganhou, já que o ômega levou sua mão até seu sexo, que pingava novamente de desejo, aceitando facilmente três dedos.

- Seu alfa é tão atencioso, A-Cheng, olhe como me agrada tão habilmente com os dedos. - Wei elogiou, movendo-se para encontrar as estocadas certeiras de Lan Xichen.

Se a maneira como o ômega mais jovem passou a acariciá-lo com mais entusiasmo era um indicativo, claramente ele estava gostando da visão de seus dedos fodiam o ômega mais velho.

- Quer me ver colocando meu pau dentro dele também, A-Cheng? É por isso que consigo sentir o cheiro de como está excitado? - Lan Xichen perguntou, levando a mão livre ao cabelo do marido com cuidado, dando-lhe a chance de recuar ou impedi-lo. - Quer me ver fodendo seu shixiong e ele leva meu nó?

- Sim, por favor. - Jiang Cheng disse, depois de tirar seu pau da boca e dar beijinhos delicados na ponta. - Quero ver como ele fica bonito sendo fodido até se esquecer de como falar.

- Então, seja um bom shidi e pegue um óleo para me ajudar a entrar mais facilmente. - Lan Xichen pediu, vendo como o ômega se apressava para pegar um pote ao lado do ninho e voltava para derramar um fio longo sobre seu pau pulsante, passando a acariciá-lo para espalhar o líquido por toda a extensão.

- Segure-o para eu me sentar, A-Cheng. - Wei pediu, posicionando-se por cima do alfa e deixando a cargo de Jiang Cheng encaixar o membro grande em sua entrada. - Por cima você sempre pode controlar melhor o quanto ele entra.

Wei instruiu, deixando seu peso cair devagar, soltando gemidos sensuais enquanto sentia aquele pau abrindo-o e se aconchegando dentro dele, como seu marido faria. Ele soltou um gemido surpreso e excitado quando as mãos do alfa foram para seu peito, acariciando e apertando os mamilos sensíveis ao mesmo tempo que sentia como Xichen se movia sob ele, começando a fodê-lo lentamente.

- Ele está me enchendo inteiro, A-Cheng. - Ele disse, entre ofegos, incapaz de de fazer mais que choraingar, tinha controlado seu cio o mais que pôde, mas, seu corpo estava ansiando por uma boa dose de prazer para trocar energia espiritual, e podia sentir em seu baixo ventre como a necessidade crua de cavalgar o alfa combinava com a fome de seu núcleo. - Está tão fundo, gege. 

Jiang Cheng viu fascinado como seu marido, tão estoico e calmo soltava um rosnado baixo e agarrava Wei Wuxian pela bunda, apertando a pele macia dali para ter alavancagem para levantar o ômega até quase tirá-lo de seu pau e sentá-lo de novo nele facilmente, arrancando um gritinho extasiado do outro, assustando Jiang Cheng.

- Cuidado!

- Ele está gostando, juro que ele está bem! - Xichen disse, ofegante.

- Sim, tudo bem, estou bem, shidi. - Wei garantiu, inclinando-se para apoiar as mãos no peito largo do cunhado para deixá-lo manobrá-lo. - Olhe mais de perto, ele não está me machucando, estou tão molhado e aberto.

Jiang Cheng sempre foi um aluno aplicado, então, se moveu até poder olhar de perto como o membro duro de seu marido entrava facilmente em seu shixiong, abrindo-o sem rasgá-lo ou causar dor, a julgar pelos gemidos de Wei.

- Cunhado, por favor, tenha piedade desse ômega gestando! - Wei pediu, depois de um impulso particularmente forte, em que Lan Xihen se enterrou nele até que sentiu sua bunda aconchegada nas bolas pesada do homem.

Lan Xichen deu um sorriso tão maquiavélico que Wei sentiu um arrepio de prazer culpado subir por sua espinha quando o homem os girou na cama, colocando-o abaixo dele, e afastando suas coxas com firmeza.

- Não me esqueci por um momento desse bebê, A-Xian. - Ele disse, se inclinando para beijar a barriguinha saliente de Wei. - Ou, eu teria colocado os dois de quatro, e os faria se responsabilizar depois de terem me provocado tanto chupando meu pau.

Wei soltou um gemido lastimoso quando ele saiu de dentro dele.

- Oh, gege, que malvado! Eu só queria ajudar. - Ele disse, mentindo descaradamente, já que estava era testando o controle do alfa ao ter o espetáculo de dois ômegas se beijando enquanto lambiam e chupavam a cabeça de seu pau, ou o trocavam entre si como um doce de caramelo especialmente bom.

- Mentir é contra as regras, Wei-xiong. - Xichen disse, dando um tapinha de leve em seu sexo aberto e exposto, fazendo-o choramingar e se contorcer de prazer.

- Lan Huan! - Jiang Cheng gritou, escandalizado.

Lan Xichen riu.

- A-Cheng, eu prometo que ele gostou. - O alfa garantiu. - Veja como ele está soltando mais umidade aqui? Eu sei como meu irmãozinho o agrada.

Jiang Cheng notou entre excitado e escandalizado como a entrada inchada e aberta de Wei escorria com mais umidade, visivelmente pulsando. Ele engoliu em seco sentindo seu próprio canal pingar e se apertar em torno de nada.

- Vá até minhas vestes e pegue algo dentro da bolsinha lá. - Xichen instruiu, enquanto esfregava seu pênis ao longo do sexo do cunhado, sem voltar a penetrá-lo, apenas se esfregando e fazendo o outro gemer e se contorcer no ninho.

Jiang Cheng obedeceu, indo até as vestes do marido, ele achou a bolsinha enfeitiçada que todos os cultivadores tinham e quando tirou o objeto de lá, ficou sem palavras.

- Volte para a cama, A-cheng, por favor. - Xichen o chamou.

Jiang Cheng não sabia como voltou com as pernas tremendo, mas, conseguiu chegar até lá sem derreter de vergonha.

- Oh, um brinquedo para ele? - Wei perguntou, entre ofegos, ele estava corado e era uma visão tentadora para qualquer um.

- Ele está entrando no cio e se estivermos atados, ficaria difícil ajudá-lo. - Xichen explicou, vendo como seu marido olhava timidamente para o falo de jade em suas mãos. - Por que não nos deixa ver como o coloca? Tenho mais alguns para te ajudar a... hum...

- Abrir essa bucetinha bonita para um nó alfa. - Wei completou, totalmente sem vergonha, ganhando outro tapinha disciplinador em seu próprio sexo e choramingando por isso.

- Não o envergonhe. - Xichen admoestou carinhosamente, voltando a acariciar o sexo molhado do cunhado com seu pau.

- A-Cheng, seu marido está abusando de mim. - Wei disse, com um beicinho, e ganhou um beijo do outro ômega.

- Quer que eu o faça parar? - Jiang Cheng perguntou, zidian estalando em sua mão.

- Sim, faça-o me montar adequadamente enquanto vemos como enfia esse brinquedinho em você. - Wei pediu, ronronando.

- Marido, pare de brincar e o monte, não vê que o pobrezinho está no cio e necessitado? - Jiang Cheng ordenou ao marido, vendo como Lan Xichen capitulava e voltava a penetrar Wei com uma estocada só, fazendo-o gemer.

- Obrigada, A-Cheng. - Wei ofegou, sem tirar os olhos dele. - Agora, esfregue esse jade para cima e para baixo, deixe-o bem lambuzado com a sua lubrificação. Use essas ranhuras para se acariciar, é tão bom!

Jiang Cheng obedeceu facilmente, já que a cada vez que o marido investia para foder seu irmão marcial, ele sentia uma onda de umidade escapando dele, que só aumentava quando ele usava o falo gelado para acariciar os lábios e a entrada pulsante de seu sexo. Não demorou muito para suas tentativas desajeitadas terminarem em uma penetração completa que lhe arrancou o fôlego e o fez combinar o ritmo de seus movimentos com os de seu marido.

- Xichen-ge, mais, por favor... eu preciso de mais. - Wei implorou, vendo como Jiang Cheng se fodia com o brinquedo e sentindo seu corpo pulsar por liberação.

- Claro, A-Xian, o que precisar. - O alfa disse, aumentando a intensidade com que o fodia ao mesmo tempo em que capturava um de seus mamilos e garantia que estava acariciando o pau do cunhado a cada vez que se movia sobre ele.

Wei gritou quando gozou, arranhando as costas do cunhado como teria feito com seu marido, sentindo-o pulsar dentro dele quando seu canal o apertou num espasmo de prazer. A onda de orgasmo o impedia de notar como estava choramingando ao ter um nó crescendo dentro de seu canal já sensível e abusado, mas, a onda de energia que o atingiu quando Xichen começou a gozar o fez cair em outra onda inesgotável de prazer que literalmente o fez ver tudo branco e perder a consciência por alguns momentos.

Quando voltou a si, estremecendo de prazer e sentindo seu sexo pulsar ao redor do nó inchado do cunhado, o rosto muito preocupado de Jiang Cheng estava justo ao alcance de seus lábios e ele o beijou ternamente.

- Está tudo bem, A-Cheng, eu prometo. Foi tão bom que eu me deixei levar um pouco. - Ele disse, com voz rouca.

Jiang Cheng tinha os olhos lacrimejando.

- Você ficou todo mole e desmaiou, pensei que estava machucado ou algo assim. - Ele disse, claramente tendo perdido todo o tesão ao ver a intensidade com que Wei reagiu ao nó.

- Venha aqui, shidi. - Wei o chamou mais para perto, e com a ajuda da força de Xichen, que os reposicionou sem puxar seu pênis de dentro dele, ficou no meio do casal que tanto amava.

- Sinto muito se te assustamos, A-Cheng. - Lan Xichen disse, também ofegante e voltando de um enorme pico de prazer, ele não gozava há meses.

Jiang Cheng aceitou ser abraçado por Wei e não rejeitou o braço do marido, que cobria a ambos.

- É normal se perder um pouco quando o alfa nos dá um nó e começa a gozar, é mais intenso que um orgasmo normal. - Wei disse. - E, com Xichen-ge me dando energia é ainda mais gostoso.

Xichen assentiu.

- Quando meu nó cresce dentro dele, a energia que o colocou no cio age para deixá-lo mais relaxado e excitado para ficar conectado a mim por mais alguns minutos.

- Aqui, me dê sua mão. - Wei pediu, guiando a mão do outro ômega até o ponto onde estava unido ao cunhado, deixando-o sentir com os dedos a junção e gemendo levemente quando seu shidi curioso começou a acariciar alternadamente os testículos do marido e os lábios inchados de seu sexo cheio. - Shidi, assim vai me fazer gozar de novo.

- Desculpe. - Jiang Cheng disse, aquietando-se e voltando para o abraço do outro ômega, que girou a cabeça para olhar seu marido sorridente.

- Não ganho nenhum beijo, gege? - Ele perguntou, fazendo beicinho.

Xichen sorriu e capturou seus lábios, beijando-o com sofreguidão e sentindo como soltava uma nova carga ao ter a língua sugada tão sensualmente pelo cunhado.

- Você é uma ameaça séria, A-Xian. - Ele disse, sem fôlego, ao terminarem o beijo. - Não sei como A-Zhan consegue lidar com você sozinho.

Jiang Cheng deu um risinho com a cara indignada que Wei fez.

- Oh, marido... acha mesmo que Wen Ning visita tão frequentemente à toa?

Wei Wuxian riu, quem diria que seu shidi teria percebido isso tão facilmente? Ele o beijou pela esperteza.

- Está com ciúme, A-Cheng?

O ômega negou.

- Não, porque se eu pedisse, deixaria todos por mim.

Wei riu fortemente ao mesmo tempo em que seu cunhado também.

- Ninguém, Lan Xichen, ninguém acreditaria no quanto esse pirralho é mimado e insolente. - Wei disse, dando-lhe uma palmada.

- Teremos muito trabalho para satisfazê-lo, não é, A-Xian? - Lan Xichen perguntou.

- Sim, muito. - Wei disse, deslizando a mão até o meio das pernas de Jiang Cheng, onde o falo de jade estava aninhado em seu canal. - Vamos ao que interessa, A-Cheng, deixe-me terminar de te foder adequadamente para seu alfa continuar assim que nos separarmos.

Jiang Cheng soltou um gemido, sua excitação voltando após o susto. Ele se deixou guiar por Wei, ouvindo as promessas libidinosas dos dois. Enquanto buscava seu prazer nas mãos de seu shixiong, ele pensou que logo poderia ter a família que queria... e teria que juntar Wen Ning com outro ômega, porque, de jeito nenhum ia dividir seu shixiong com mais ninguém além de seus maridos.


Notas Finais


E, terminamos por aqui, espero encontrá-los em outras fics!

Beijos

Obs.: A fic está terminada, sem bônus ou mais capítulos previstos.


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