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História Os Outros - Capítulo 9


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Notas do Autor


Este capitulo é dedicado a uma amiga que sinto que amo muito.
Feliz aniversario Ana Paula

Capítulo 9 - Ana's Birthday


Fanfic / Fanfiction Os Outros - Capítulo 9 - Ana's Birthday

1

(0:00-0:10 Hiago) Seguro a mão de Ana que estava sentada no chão ao lado dos outros.

(0:10-0:26 Ana Paula) Ela se afasta um pouco abrindo um pouco seus braços e por fim sorrindo.

(0:26-0:33 Hiago) Chego perto dela.

(0:26-0:41 Ana Paula e Hiago) Notamos o braço por cima do pescoço um do outro.

- Nossa vocês dois cantando juntos da até um enjoo. – Lucy irônica como sempre.

- Hiago vem aqui rapidinho, queria trocar uma ideia contigo.

- Sério Alanna, quem fala trocar ideia de hoje em dia? – Vou até ela para trás de uma árvore. – Eae morena bora gravar Lomotif.

- Tu ainda se lembra desse negócio de Girls in the House? Tá foda se, então... Amanhã é o aniversário da Ana e o que a gente vai fazer?

- Uma festa, mas não vai ser uma festa comum, vamos dar tudo de nós nela. – Ela assentia animada e correu se juntar aos outros. – Ela merece. – Me junto a eles novamente, todos cantavam e sorriam, tudo estava finalmente perfeito.

Já se passaram 2 meses dês do ocorrido no início do ano, já estamos muito bem adaptados aqui, sem problemas algum ou coisa parecida, eu ainda trabalho como escrivão, a Ana é escritora, a Alanna artista, a Camile arquiteta e o Carlos, bem, ele é o único que não parece ter se animado até hoje, nem sua arma ele ainda consegue materializar, é um pouco preocuparem, mas tenho certeza que tudo vai dar certo, só basta termos paciência.

A noite já estava chegando então fomos para nossas residências, depois de tudo aquilo, foi estabelecido um toque de recolher, pois a Giu e o Gabriel temem que haja outros como a Sombra por aí ainda procurando seus criadores. Ao chegar no dormitório nos dirigimos a nossos quartos.

- E aí o que vamos fazer para ela? É amanhã é tipo, alguém tem que enrolar ela. – Carlos se deitava do meu lado, na minha cama.

- Sai da minha cama, tu tem a tua. – Ele se levantava lentamente. – Olha, a Lucy já havia concordado em ajudar.

- Sério?

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-Lucy me ajuda?

-Não, sai fora.

-Deixo tu bater no Carlos

-To dentro.

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- Sim, foi bem fácil, agora, tipo, vocês podem fazer a festa na...- A porta se abre rapidamente, eram as meninas. – Sabia que dar o cu vicia?

- Por que vocês estão falando sobre dar os portões lá de trás? – Alanna sentava no chão carregando consigo um caderno de desenhos.

- É que o Hiago estava contando como foi com... O Peter.

- Quem é Peter? – Ana sentou do meu lado com um sorriso.

- Ninguém, agora o que querem aqui?

- Na verdade o jantar ta pronto, vamos. – A loira olhava para o andar de baixo vendo Gilbert. – Mal posso esperar.

- Por que cacetes Alanna tá no chão desenhando então? – Me levanto olhando para ela.

-Pra ver um burro perguntar.

- Ó sua abusada, tu já tem pouca fala nesse caralho, e quando tem ainda fala merda. – Atravesso por elas indo até o salão de jantar. – Eae seus figurantes.

- Oi viatinho.

- Valeu Gilbert...

Jantamos normalmente, pelo menos uma vez na vida, ninguém abriu um buraco negro ou quase matou a todos. Após o jantar todos ficaram de bobeira, mas eu fui para meu quarto dormir, tão achando que essa beleza toda eu consigo com quatro horas de sono?

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-Ana vem logo! A Lucy vai comer a gente se nós atrasarmos. – Abro a porta de frente e lá vem ela toda animada correndo em minha direção.

- Vamos, vamos, é a primeira vez que vamos sair para explorar algo.

Andamos até o centro da cidade e lá estava ela, Lucy estava sentada na beira da fonte com um pirulito na boca, se cabelos amarrados, é a primeira vez que vejo ela assim.

- Finalmente, venham. – Ficamos de pé em cima do transportador. – Aqui Para Longe.

Tudo ao nosso redor começo a se desfazer e a se refazer, como se a realidade estivesse sendo alterada. Quando tudo já estava normal, o local onde estávamos, era uma floresta de árvores com folhas azuis e algumas verde marinho.

- Bem, aonde vamos? – Saio de cima do transportador e as outras duas logo atrás.

- Vamos pela trilha, vai levar algumas horas. – Depois que ela falou começamos a andar.

A floresta em si era extremamente calma, havia apenas o som dos pássaros e do vento, as folhas caiam lentamente ao chão, os raios de sol passavam através dos galhos, esse lugar parece de um conto de fadas, me admiro não ter pessoas por aqui. Passamos pelo menos duas horas andando na trilha, cada vez mais ela parecia mais sombria, mais vegetada, o caminho que seguíamos já estava até mesmo sumindo aos poucos.

- Cuidado para não se perderem porque se isso chegar a ocorrer, pode se dizer que coisas boas não é de costume a acontecerem aqui. – Lucy passou a andar um pouco mais devagar, pois agora teríamos que olhar onde pisaríamos, já que a vegetação tomou conta do caminho.

-Hiago, tu não acha estranho isso?

- Não

- Sério? Ela nos traz para o meio de uma floresta sinistra e tu não acha estranho?

- Não

- Não acha estranho o fato de tu só dizer não?

- Não.

A bicha é esperta, mas porra segue o cronograma desse dia, nem sei porque cacetes a Lucy escolheu aqui, poderíamos ter ido a cidade, sei lá.

O som de um grunhido nos paralisou, apenas ficamos parados como se estivéssemos esperando sei lá o que nos pegar, até que Ana espirra, caralho não espirrou a caminhada inteira e agora vem me fazer isso? Um enorme monstro branco com chifres no local dos olhos sai da escuridão da mata e nos ataca, Lucy ágil como sempre materializava sua lança segurando com seus dois braços usando toda sua força segurando o ataque que o braço daquilo nos causaria.

- Vão ficar aí papando mosca? Andem ajudem-me.

Ana já tinha seu cajado em mão e eu já trazendo meu escudo, não sabendo o que fazer apenas salto contra o monstro com meu escudo a minha frente, assim com o impacto o jogou para trás, meu escudo aumenta de tamanho e o mantenho a minha frente, assim poderia proteger a mim e a elas.

- Hiago sai daí tu sabes muito bem que ele pode dar a volta e te atacar. – Lucy salta por cima de mim e crava sua lança na criatura, mas ela se balançava ferozmente, no fim acabou jogando a garota contra uma arvore.

Um vulto passa velozmente ao meu lado, era Ana, com seu cajado ao tocar com ele no chão, várias raízes saiam do chão junto a uma mulher, era a Bosque. Durante esse tempo Ana aperfeiçoou suas magias, assim podendo não usar magia normal como bolo de fogo ou rachadas de água, mas ela havia se tornado algum tipo de invocadora. As raízes seguravam as patas daquilo, vou até Lucy que estava tentando se levantar e a ergo assim a fazendo se apoiar em mim para poder andar, depois de manter uma boa distância, Ana olha para mim e assenti com a cabeça, por que? As raízes soltam aquilo e logo em seguida tudo pareceu ficar lento, naquele momento eu senti meu coração bater mais forte, aquilo engole ela e ela deixou, por que? Por que?

- Vamos Hiago. – Lucy apenas não se apoiava mais em mim e segurava minha mão me puxando. – Anda Hiago! A gente não pode fazer nada.

- Mas...

- Para de agir feito uma criança, ela se foi, ela provavelmente se tornou uma semente, anda! – Puxo meu braço para longe dela.

Podia sentir algo crescendo dentro de mim, um sentimento que me fazia se sentir mal, queria chorar, queria gritar.

- Ela morreu Hiago e o que fará? Se vingar? Extravasar? – A voz de Yue ressoava em meu ouvido. – Vamos Hiago, apenas deixe sua fúria.

O escudo começou a dar glitchs, a cor da sua esfera havia mudado, agora era um rosa forte, sua forma também havia mudado, ele ficou maior e uma armadura se formou no meu braço até meu ombro onde um espinho crescia.

- Não. – Isso é errado. – Não. – Mas é o certo a se fazer. – Aquilo vem minha direção e salto na direção daquilo, com o impacto ela é jogada para longe, bem mais do que a primeira vez, antes daquilo sequer puder levantar eu colidia com aquilo novamente. A minha arvore de habilidades parecia mostrando a junção de duas habilidades “Escudo Vegetal” e “Veneno da Serpente” formando “Raízes da Prisão”.

Ao usar do tamanho do tronco de carvalhos saiam do chão se envolvendo ao redor do monstro, após isso espinhos cresceram nas raízes perfurando a criatura.

Tudo que eu podia pensar agora foi a última música que cantamos juntos, ela era especial para mim, ela foi a única que quis entender quem sou eu, ela foi aquela que ficou ao meu lado, ela foi aquela que me fez realmente querer entender o que é o amor. Me ajoelhava no chão chorando, tudo que eu poderia sentir era ódio, até o momento em que raios de luz emanavam entre as raízes.

5

Sorrio para eles, até sentir o ar quente perto de mim e enfim sentir a escuridão me engolir, entretanto a escuridão não durou muito, dentro da barriga dele, era como se fosse outro mundo, era todo branco com ilhas flutuando.

-Você, como chegou aqui?

Me viro para trás e ali estava algo que eu não esperava, uma noiva ou pelo menos parecia ser uma, ela era linda.

- Eu fui engolida por aquele monstro.

- Branca Berrante, o nome dela é Branca Berrante. – Pera isso é uma monstra? – Você não queria estar aqui né?

- Não, além disso a quanto tempo está aqui?

- Eu me lembro de estar no meio da floresta, após o meu casamento e logo depois acordei aqui, bem. – Ela olha para uma ilha próxima. – Para sair daqui só basta chegar ali, mas uma promessa terá que ser feita, porem eu gostaria de pedir que se voltar, quero que diga ao meu marido que eu o amo, que meus sentimentos por ele não mudaram.

Coloco meu báculo entre minhas pernas, como uma bruxa quando está prestes a decolar, então quatro asas, duas em cada lado, assim pude voar até a outra ilha. Aquela mulher, ela tinha um olhar triste, mas vazio, sinto pena dela, será possível que foi separada de seu marido no dia do casamento? Chegando perto da ilha poderia ver um altar com um orbe branco brilhando. Ela disse que eu teria que fazer uma promessa, toco na orbe, pude sentir coisas, sentimentos confusos, magoas remoídas, gritos de medo e ódio.

- Eu prometo que vou lhe tirar daqui noiva de branco.

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Uma explosão radiante ocorre assim liberando Ana de dentro daquilo.

-Ana! – Corro para perto dela e a ajudo a se levantar. – Tudo bem? O que foi aquilo? Tu és a puta mais puta que eu conheço em.

- Claro que eu estou, além disso, onde ela está? A noiva. – Ela procurou por ela com o olhar, mas os pedaços da criatura começaram a se juntar, assim o reformando. – De novo. – Nos levantamos em posição de batalha, já prontos para lutar, entretanto ele sai correndo para o meio da floresta.

- Ué, bem... Ana como assim uma noiva?

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Aquele garoto, aquilo que ele fez, o que ele é? O que foi aquilo, em tão pouco tempo, ele não teria tanto poder assim, aquele escudo, os sentimentos dele, ele não é normal. Existe algo a mais nisso. Observava os dois se aproximando rapidamente de mim.

- Que porra é essa? – Os dois me puxavam pelos meus braços.

- Lucy tu sabes sobre algum casamento? Algum em que a noiva desapareceu? – Como ela poderia saber sobre a Charlotte? Ela não estava aqui no dia.

Depois de ter dito que sim eu os levei até a casa do homem que seria o marido de Charlotte naquele dia, era uma casa fora da cidade, ao redor dela havia varias tulipas brancas e ipês rosa, ele cuidou bem da casa, na minha opinião eu achava que estaria tudo em pedaços.

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Batemos na porta e ninguém atendeu, batemos novamente e a porta de abriu, um homem usando um roupão com um cigarro na boca surgia.

- Quem são vocês? Membros do culto de Guiles? Eu não quero.

- Espere... O senhor, o senhor é quem iria se casar com uma mulher chamada Charlotte né? – Seguro a porta antes dele a fechar, ele estava paralisado, parecia até mesmo ter perdido as forças.

- Como você sabe disso garota? Lucy, você contou algo?

- Não, ela que me veio perguntar sobre uma noiva, ela havia acabado de sair da barriga de uma fera albina.

Ele abre a porta para entrarmos e indica onde é a sala, então nos sentamos, menos Lucy que ficou do lado de fora. A casa era bem retro, até fotos dos dois em quadros de madeira tinha ali, algumas com um rosto pintado de preto.

- Tudo aconteceu a dezessete anos atrás, éramos jovens, não que eu ainda não seja, não se envelhece aqui, apenas quem nasce aqui. – Ele se senta na poltrona e abre a boca para falar novamente.

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- Preparada para o casamento? – A olhava pela janela, ela estava radiante como sempre, só que agora seu brilho era ainda maior.

- Você sabe que dá azar ver a noiva antes do casamento.

- Talvez no mundo real, mas aqui, aqui não é o mundo real. – Ela sorria para mim enquanto botava uma tulipa branca em seus cabelos.

- Se é assim, podemos ir juntos não é mesmo? – Ela sairia pela porta da frente e todos a olharam, inclusive eu, quando o Sol a tocou, ela parecia uma estrela, mas não qualquer estrela, era mais bela que a lua, mais radiante que as estrelas, ela estava sendo ela.

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- Ok está tudo normal até agora.

- Cala boca e me deixa continuar moleque.

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- Você aceita se casar com ela? – O padre dizia.

- Sim, eu aceito.

- E você Charlotte, aceita se casar com ele?

Foi naquele momento em que gritos poderiam ser ouvidos, foi naquele momento em que uma onda estava vindo em nossa direção, era uma onda feita com magia, uma aura laranja, eu consegui me proteger no calor do momento enquanto via ela correr para a floresta, logo após a onda passar eu corri para a floresta em busca dela, mas não a encontrei e então sons estrondosos ecoavam, era som de luta, era o som da guerra.

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Naquele momento o clima ficou sério, Ana olhava para ele fixamente e eu? Bem eu só não sabia o que fazer mesmo.

- Até hoje eu tenho a certeza que ela fugiu naquele dia, ela fugiu do casamento, claro que sim, por que ela ficaria comigo?

- O senhor está errado! O motivo pela qual me trouxe aqui! – Ela ficou parada por um tempo. – É que tenho certeza que ela o amava, eu sinto isso, ela te ama! E ela deve estar aguardando o momento em que vocês se reencontrem novamente.

- Como pode afirmar isso? Você não estava lá.

- Porque isso é o amor, quando perdemos algo que amamos nos sentimos na dúvida, mas esquecemos dos momentos reais que tivemos com que amamos, quando amamos alguém de verdade, esse sentimento, nunca perece.

Os dois se encaravam, então me levantei e peguei ela pelo braço, ela nem se quer resistiu, mas quando olhei para trás para fechar a porta ele se aproximava.

- Talvez garota, você tenha mesmo razão, obrigado. - Naquele momento eu pude ver o olhar dele e o de Lucy se encontrarem, então rapidamente eles olharam para outra coisa. – Obrigado. – Então seguimos caminho para cidade.

- Por que ele não disse o nome dele? – Ficava entre as duas.

- O nome dele é Gray. – Lucy nos ultrapassa e vai na nossa frente, com certeza existe algo sobre estes dois.

Depois de tudo finalmente chegamos na cidade, onde não havia ninguém pelas ruas.

- Ué cadê todo mundo? – Ana olha para mim e claro que eu tive uma atitude super madura.

Corria o mais rápido que podia até o centro da cidade onde não havia ninguém.

- Ué cadê todo mundo. – Quando Ana se aproximou uma cortina que pareciam os esconder, como a barreira da vila dos Smurfs que a tornava invisível do lado de fora, todos gritaram parabéns a ela.

Quando olhei para trás, ela está a sorrir, olhando para todos nós. Levou algum tempo pra ela parar de ficar com aquela cara de quem ganhou dois reais quando criança então alguns de nós nos reunimos com ela perto da fonte.

- Então Hiago, como foi passar um dia sem mim? – Gabriel me abraçava por trás.

- Bem melhor do que imagina. – Piso no pé dele, podia ver ele meio puto naquele momento, mas escondeu bem. – Mas até que senti tua falta, um pouco. – Segurei a mão dele e o puxei para perto da Ana e os outros.

- Vai Ana canta, a gente nunca te viu cantar sozinha, pois sempre cantava com mais alguém. – Ao chegar já pude ouvir Alanna dizer isso.

- Tá eu vou, mas se citarem isso alguma vez vocês podem ter certeza que meu báculo vai entrar onde não devia.

Ela voou com seu báculo até o alto da fonte e por um momento, acho que a vi sorrir por finalmente cantar algo próprio ou simples nervosismo.

(0:00-0:19 Ana Paula) Ela, usando seu báculo, trazia fadas feitas luz ao local, elas voavam entre nós dançando pelo ar enquanto soltavam pequenas faíscas de brilho.

(0:20-0:57 Ana Paula) Ela deu um passo fora da estrutura da fonte, logo muitos já por um impulso já foram tentar a ajudar, mas um ladrilho roxo de formo onde ela iria pisar, e mais se formaram em seguida subindo como se fosse uma escada.

(0:58-1:11 Ana Paula) Ela montava em seu báculo e voava com ele deixando por onde passava, fadas e algumas borboletas e libélulas de diferentes cores, então ela vai para cima o mais alto que puder.

(1:12-1:35 Ana Paula) As asas do que haviam atrás do báculo se desfizeram e se passaram para as costas dela, abrindo enormes asas reluzentes, parecia até mesmo a fênix, acho que até mesmo ela ficou espantada, pois ela olhou para as duas asas tentando entender.

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Após eu ter cantado voltei para baixo, levou um tempo para as asas se desfazerem. Todos se reuniram comigo ao redor de uma mesa onde havia um enorme bolo escrito Ana Paulada, pode apostar que foi ideia daqueles quatro, o fogo que havia na posta das velas um e cinco queimavam lentamente.

- Vai Ana assopra e faz um pedido, algo que você queira para o seu futuro. – Giuliana gritava ao lado do Gabriel que dava um tapa na cabeça da mesma pelo susto que levou.

- O que eu quero... – Olho para a vela e sorria, então a assoprei.

Eu não sei ao certo se estes desejos de aniversario funcionam, mas eu quero, quero muito, amar alguém um dia, que me ame do mesmo jeito para o resto da minha vida.


Notas Finais


Link das musicas:

1°- https://www.youtube.com/watch?v=mHCGM-ffqGQ
2°- https://www.youtube.com/watch?v=KvQznPQ4xBA

Prox capitulo dia 27/03

"Friends until the end"


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