História Os pervertidos - Capítulo 41


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Categorias Bleach, Death Note, Fairy Tail, Gintama, Kuroshitsuji, Mahou Shoujo Madoka Magica, Naruto, Tokyo Ghoul, Tonari no Kaibutsu-kun
Personagens Aizen Sousuke, Ayato Kirishima, Chouji Akimichi, Ciel Phantomhive, Deidara, Gintoki Sakata, Happy, Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Isao Kondo, Itachi Uchiha, Kabuto, Kakashi Hatake, Karin, Ken Kaneki, L Lawliet, Lucy Heartfilia, Madara Uchiha, Maito Gai, Mami Tomoe, Misa Amane, Naruto Uzumaki, Nate "Near" River, Natsu Dragneel, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Personagens Originais, Raito Yagami, Rock Lee, Ryuuku, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Sebastian Michaelis, Sougo Okita, Temari, Touka Kirishima, Toushirou Hijikata, Toushirou Hitsugaya, Ulquiorra Schiffer
Tags Bereu, Comedia, Echi, Hentai, Lemon, Yaoi
Visualizações 214
Palavras 4.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me desculpem pela enorme demora >< E desculpem se eu não lhe agradei com seus personagens. Bom, as sugestões dos nomes para o pai de Bereu não irei usar, pois a maioria são nomes não Japonês - eu deveria ter explicado isso. Sim, sou burra. kkkkkkkkkkkkkkk - ou combina mais com personagens bem jovens. Então aqui vai 4 nomes. Qual deles vocês escolhem: 1 – Takashi, 2 – Katsuo, 3 – Kazumi ou 4 – Kurama?

O que tiver mais volto, será o usado.

Sobre os capítulos, eu tenho 15 feitos - do 42 ao 56. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Eles sairão nas terças, quintas e sábados. Horário: às 8/9 da noite (por no mínimo cinco semanas). Comecei ontem a escrever o 57 kkkkkkkkkkkk Bom, boa leitura. <3

Capítulo 41 - Confusões atrás de confusões


 

Bem distante donde os alunos do internato estavam conversando com as cinco garotas que vieram recentemente, uma garota que estava mais para um rapaz ensopador de calcinhas, estava sentado à mesa com uma cara amarrada.

— Até quando você ficará com essa cara, Priscila? — o homem de voz um pouco intimidante e que usava uma máscara que parecia mais um crânio de bode com grandes chifres, olhava seriamente para a mais nova que engolia sua comida com a maior cara feia do mundo.

— Tudo bem o senhor mentir e dizer que não fui hoje, para poder ajudá-lo nessa coisa idiota, mas por que diabos logo para a barbearia? — indagou bastante aborrecida com ele. — Pra que diabos eu vou pra porra de uma barbearia, ficando rodeada de machos fedorentos, se eu posso ir pra um salão de beleza e ficar com várias mulheres cheirosas ao meu redor? — estava muito revoltada com a desculpa do mais velho. Ele soltou um suspiro e balançou a cabeça negativamente, vindo então se pronunciar novamente.

— Tudo bem... Da próxima vez eu digo que você está doente.

— Menos mal... Só não diga alguma doença vergonhosa como hemorroida ou alguma muito grave como câncer... — soltou seca por conhecer bem o maior e, em seguida, voltou a comer.


 
***

 

Após Miky ficar totalmente curado, todos que estavam sentados na cadeira se juntaram aos que estavam no chão, fazendo uma rodinha. Então a prosa começou entre os alunos. Tudo ia bastante calmo, até uma voz um pouco irritada quebrar o clima.

— Ei... — Ayume olhava com seu olhar bastante levantado para Sakura, que passava a mão maliciosamente em Miky, ficando então com uma cara bastante assustadora. O rapaz estava um pouco corado e estranhando esse súbito interesse da rosada. Ele estava tão empolgado com as carícias dela que só veio notar o olhar raivoso de Shirou para o lado dele e da Haruno, quando a outra começou a falar. — Vocês querem uma camisinha? Um lubrificante? Querem que nós demos espaço para vocês se deitem e possam transar confortavelmente? Digam logo de uma vez, para que saibamos.

— Nossa... — Sakura começou bufando. — Estressadinha.

— Estressadinha? — ela começou seca com a resposta da outra. — Você ainda não viu meu lado estressadinha. E reze para que não veja. — avisou. — E eu não sou estressadinha, só estou incomodada, pois não quero ver pornô ao vivo. Tudo bem ser puta, eu não estou reclamando disso. Aliás, a tabaca é tua e pode dar até o grelo arrastar no chão. Mas, por favor, não faças essas putarias na nossa frente, muito menos  na frente dela — apontou para Bereunice que, com o dedo sendo apontado para ela, já espremeu os olhos, deduzindo que vinha merda pela frente. — que nem deve saber o que é rola!

— Sempre alguém tem que me zoar por eu ser virgem... — ela resmungou, ouvindo as risadas, que já estavam altas pelo o que a outra disse, aumentarem.

— Não se preocupem pelo o que dizem, Go... Quero dizer... Bereunice. — Kin pegou em seu queixo e começou acariciar docemente. — Esse cheiro doce de pureza que você exala, é realmente fascinante e, combina perfeitamente com essa pelagem dourada. — segurou uma mecha de cabelo dela.

— Velho! Provavelmente essa doida deve ter um caso com o cão dela... — Miky cochichou para Sakura que olhou para a loira como se tivesse dizendo “será?”. — AAAH! Ai, Caralho! Para, sua vagabunda! — o moreno gritava de dor, tentando tirar desesperadamente o pé da Kin que estava esmagando seu pau. Com o que o rapaz disse, a loira imediatamente correu até ele, em uma velocidade muito rápida e, pisou em seu pau. Com a dor, ele contraiu o corpo para frente e, depois desabou para trás.

— Sua coisinha maldita e ordinária! Como ousa insinuar que eu tenho um caso com o meu filho? Eu vou cuidar agora para que você não procrie e faça o mundo ter que aturar mais pessoas como você. — a loira esfregava o pau dele como se tivesse apagando o cigarro que acabara de jogar no chão. Bereunice olhava para ela, totalmente chocada. Nem parece mais a garota doce e calma de pouco instante atrás. — Só por precação! — deu um pisão forte no pênis do coitado.

— Ai, ai, ai! — Miky rolava para um lado e para o outro, após a outra tirar o pé de cima dele e voltar para o seu lugar.

Sakura ficou tão chocada com o ato que nem sequer veio em sua mente poder curá-lo e fazer a dor sumir.

— Veja pelo lado bom... — Ayume iniciou após chegar perto dele e abaixar ao seu lado. O rapaz segurava seu membro com algumas gotas, querendo escorrer de seus olhos. Já Shirou, soltava mentalmente um “bem feito” por ele ter aceitado as gracinhas da rosada. — Existe uma coisa chamada adoção. — fez sinal de positivo para ele, com um sorriso meigo em seus lábios, o que o fez ficar puto da vida. O rapaz iria xingar a morena, mais parara ao ter sua atenção chamada pela rosada. Então difícil deixar pra lá e curar logo Miky Junior antes que ele ficasse inválido.
 
 


***

 

Essa semana foi completamente louca. Após encerramos aquela prosa que o diretor decidiu fazer entre a gente e as cinco alunas, veio acontecer um monte de coisa pela semana. Primeiro, eu descobri que o verdadeiro motivo da Tomoe não ter ido, foi porque estava menstruada. O Haru me avisou pelo WhatsApp. Eles até foram para o apartamento que dividem junto e só vão voltar lá para a sexta ou segunda.

Depois, começou com o pequeno bullying que a Mona sofreu e a “ressurreição” de uma certa pessoa...

— Aiiii, Monaaaa. — esse já foi o décimo primeiro rapaz que a chamou com aquela voz que os héteros fazem pra imitar os gays.

— Ai, Mona será o momento que eu estiver sambando de salto agulha em cima de suas rolas! — gritou nervosa para o rapaz que a zoou e ria junto com dois amigos que lhe acompanhava.

— Calma, Mona. Sem estresse. E eu até estou estranhando já que você é mais ponderada com quem mexe contigo. — Tatty mandou calma, mexendo em seu óculos.

— Como vou ter calma se vários malditos estão zoando comigo desde manhã cedo?! — dizia raivosa. — O próximo que me chamar com a voz de viado, eu vou batê-lo tão forte que vou mandar pro quinto do inferno! — avisou puta da vida. Eu observava tudo de longe.

Eu estava esperando a fera se acalmar, pois eu tenho muita sorte pra atrair confusão. Por isso, preferi ficar encostada na parede, fingindo estar mexendo no iPhone, enquanto observava tudo disfarçadamente — tá. Não era só isso, já que eu poderia me teletransportar. É que estava só esperando a hora de vê-la explodir e o pau torar.

— Nossa! Que preconceito é esse? Ouvir voz de viado te irrita? — Nill foi se aproximando aborrecido.

— Quando eu sei que é um hétero zoando, sim... — assim que ele iria falar algo, uma criatura branca surgiu do nada.

— Aiii, Monaaaa. Se acal... — arregalei os olhos com o diretor bolando no chão, após ser atingindo pelo soco da outra que lhe cortou em fúria. Ele só veio parar ao se chocar com a parede que estava no final do corredor em que nós estávamos. Corremos até ele e, ao chegarmos perto, ele estava de bunda pra cima, parecendo estar sem vida, o que fez nos assustar.

— Você ficou louca, Mona?! — Tatty indagava afobada. — Você não disse que só se enfurecia com voz de gay, vinda de um hétero que está usando apenas pra zoá-la?! — exclamava vermelha e meio nervosa. O Nill e eu nos abraçamos, olhando entristecidos para o diretor. Já Mona, o fitava de olhos arregalados e boca aberta. — Onde esse maníaco sexual é hétero?! — berrou angustiada. Não pude deixar de olhá-la confusa pelas duas palavras desnecessárias.

— Foi sem querer! Eu só pensava que era mais um idiota! — levou as mãos até o seu rosto, se lamentando.

Todos nós estávamos nervosos pela morte do diretor, mas logo algo me chamou atenção...

— Hahaha! Que tolinhos... Como está sendo divertido vê-los sofrendo pela minha morte. Vou deixar meu coração sem bater pra que sofram mais. Vamos, seus fedelhos. Eu quero vê-los se esgoelando, enchendo esse corretor de lágrimas.

— Nenhum delas está ouvindo o que o diretor está pensando? — eu me perguntava em pensamento. — Ah, é mesmo! O Nill controla a gravidade e, pelo o que me lembre, o poder da Mona é Umbracinese e manipulação dos sonhos. Já da Tatty, é super força e controle mental. E por que eu estou conseguindo ler se não tentei? Deixa pra lá...  Talvez o medo de vê-lo morto me fez ler sem querer.

Sem pensar duas vezes, decidi avisar a Mona, mentalmente, o que estava acontecendo. Mandei-a disfarçar e, depois, cada um foi ouvindo a verdade e, enfim, a explicação de nossa vingança.

— Use aquilo pra ressuscitá-lo, Mona. — Tatty finge muito bem. A voz dela estava tão firme que parecia que estava falando algo sério.

— Você tem certeza que devo usar? — fingiu estar nervosa. Me segurei pra não rir.

— Com certeza.

— Venham, para nos juntamos em um círculo, envolta do diretor. Iremos fazer um ritual de ressurreição. — Mona avisou. Sem demora, ela puxou o diretor pelo pé, afastando mais da parede e fizermos um círculo, envolta dele. — Vamos começar. — falou e, todos nós respondemos com um sim. — Ressuscitales esses maníacolus sexualis! — nos repetíamos o que ela dizia, fazendo de tudo para não rirmos. — Ressuscitales esses escrotes pedófiles! — voltamos a repetir. Notamos que a testa dele estava se formando rugas. — Ressuscitales esses pedófiles escrotes que es mais feies que...!

— Já chega! — ele vociferou se levantando puto da vida. — Já notei que estão tirando uma comigo, seus imbecis! — olhou revoltoso para nós. — Vou assistir o Luba com o Orochi, que é o melhor que faço... — saiu raivoso. Com isso, rimos muitos, principalmente a Mona.

Falando nela, houve  uma discussão entre ela e Hidan, na quinta noite. Tudo começou por causa de um simples esbarrão...

— Tu não olha por onde andas não, caralho?! — ele indagou iroso após esbarrar nela. — Tem olhos pra que, filha da puta?! Apenas pra usar como decoração?

— Me desculpe, irmão... — ela soltou sorrindo, com os olhos sérios fixados nos olhos do outro que estava bastante furioso.

— Desde quando eu sou teu irmão, desgraçada?! — soltou todo iroso.

— Como não é meu irmão...? — ela sorriu meigo e, depois voltou a olhar sério para ele. — Pelo acaso se esqueceu de que me chamou de filha da puta? — riu no final, o que fez o albino ficar muito mais furioso do que já estava.

— Eu vou te matar, sua vadia! — avançou em cima dela. Fui ajudá-la, mas Ayume foi mais rápida e o agarrou por trás, evitando que ele fizesse qualquer coisa.

Ela não disse nada, apenas ficou o segurando forte, ignorando os xingamentos que ele dizia.

— Tá nervosa por que, bebê? — riu maliciosa. — Ficou com raiva por eu ter revelado o nosso segredo? — passou o dedo indicador de um jeito sensual nos lábios. — Me desculpe, mano. Eu não queria fazer isso. — Hidan apenas a fuzilava com o olhar. — Aliás... Depois lhe darei um dinheiro para ir à farmácia e comprar alguns pacotes de camisinhas para ela. Afinal, nossa mami precisa de muitas, já que ela é a funcionaria mais esforçada do lugar.

— Sua galinha, não me irrite que eu pego minha foice e a enfio toda no seu cu até você virar espetinho! — o albino soltou quase que cuspindo.

— Pra saber que ela entra todo em um cu, você já deve ter testado, né? — me segurei pra não rir da cara que ele fez.

— Me solta, caralho! Que vou despenar essa galinha agora! — se debatia muito. Agora vi que é verdade, que a Ayume é tão forte quanto a Tatty.

— Você nem deve saber onde fica o clitóris, quanto mais saber despenar uma galinha. Fica na tua, playboy. — deu um peteleco na testa dele e, foi saindo rebolando sensualmente enquanto ele se manifestava no braço da outra, tentando se soltar pra matá-la.

Só de lembrar da fúria dele, morro de rir. Agora falando em fúria, a vez de irritar uma pessoa, foi da Ayume. Isso ocorreu no mesmo dia que aconteceu a discussão de Hidan com Mona, sendo que duas horas após ter acabado as aulas...

— Titititi. — Ayume jogou milho assim que Sakura passou por ela. — Vem Pintadinha. Vem Pintadinha. Titititi... — voltou a jogar.

— Já chega! — finalmente a rosada explodiu. Desde terça de manhã que ela fica zoando-a com isso. — Se continuar jogando milho em mim enquanto faz sons que as velhas fazem para as galinhas, eu vou socar tua cara! — gritou enraivecida.

— Calma, querida. Você não precisa ficar com raiva de mim. Afinal, estou sendo uma ótima pessoa, lhe dando o que você mais gosta. — sorriu debochada, jogando nela mais alguns milhos.

— Sua...! — lhe desferiu um golpe, mas imediatamente desviou do ataque.

Cocolé! — disse após desviar de outro soco, mexendo um pano vermelho que tirou do meio dos seios.

— Se você continuar, eu...!

— Você vai o quê, cocoamore? — cortou a outra, que falava entre os dentes, com um sorriso debochado nos lábios. — Questão (a): botar um ovo e dizer: Tomar que o filho é teu? Questão (b): Cagar na minha cabeça e dizer: Isso é uma cocovingança? Ou questão (c): Tentar subir em um lugar muito alto sem se lembrar que galinha não voa?

— Eu vou quebrar sua cara! — deu um soco na outra, que parou seu golpe, segurando seu punho. Eu fiquei com os olhos arregalados por ela ter conseguido parar o golpe, mas logo vi seus olhos sem encherem d’água.

— Ai, ai, ai, ai! Você quebrou minha mão, sua cocogabunda desgraçada! — ela berrava, segurando a mão. Eu iria me aproximar das duas para que isso logo parasse, mas fui surpreendida com um estralo forte e um grito muito alto.

— Ai, sua maldita! — Sakura exclamou de dor. Ayume tinha se aproximado rapidamente dela e movido à mão dela para trás, que creio que a quebrou.

— Olho por olho, dente por dente e ASA por ASA! — gritou entre as lágrimas. Depois disso o pau começou a torar entre as duas; virei de costas e fui embora. Eu que não me meto nisso. Com essa força maldita que elas têm, se eu levar um soco delas vou me desmontar todinha.

Minutos depois, vi que elas foram parar na enfermaria.

Agora, falando em enfermaria, outras pessoinhas foram parar lá. E tudo começou com uma discussão com a Kin...

— Seu cachaceiro incubado. Pare de encher meu saco com sua desprezível presença ou matarei agora todos teus futuros filhos! — ela dizia irritada com Miky. Algo diferente do normal, já que geralmente ela parece calma.

— Quem é incubada é você, sua papa cachorro. Admite logo o caso com teu dog e seja feliz. E como tu vai matar meus futuros filhos sem nem nasceram, oh, demente? — ele retrucou tão irritado quanto ela.

— Para de ser burro, oh, cachaceiro idiota que precisa ficar afirmando o tempo todo ser macho por ter uma sexualidade fragilizada. Eu não estava falando em matá-los literamente e, sim, em te capar para que eles não nasçam. E não é só eu que deve assumir um caso pra se feliz, né? — olhou debochada pra ele e, depois para Shirou, que surgiu atrás do moreno.

— Você realmente quer apanhar, né, sua putinha?! — perguntou borbulhando de raiva, principalmente por causa da risadinha que Shirou deu.

— Eu não me lembro de ser sua mãe pra você me chamar de putinha. — o moreno fechou o punho com o que ela disse. — E quer bater mim? Pode bater, queridinho. Enquanto você me atinge com uma pedra, eu te atinjo com um tijolo!

Assim que Miky iria dizer algo, a atenção de todos foi voltada para Ayato que passava com Kaneki.

— Já estão brigando de novo? — ele questionou com tédio. — Vão logo para o quarto 69, foder de uma vez e, parem de encher o saco.

— Muito obrigada pelo o conselho, senhor colecionador de pirokas... — ela começou com um sorriso meigo, assim que Miky já ia iniciar furioso para o outro. Com o que ela disse, o moreno lhe olhou corado e os outros lhe fitaram confusos. — Pela direção donde vocês vieram, pelo visto, vocês já vêm de lá, né? Só espero que você, querido colecionador, tenha bebido todo leite que seu parceiro — fitou Kaneki, que lhe olhou puto da vida. — liberou, pois eu não gosto de transar em lugares sujos.

— Está insinuando que somos veados, desgraçada?! — Ayato a olhou enfurecido.

— Estou insinuando que vocês seja um casal homossexual, não um animal quadrúpede que vive saltitando pela floresta. Saiba diferenciar um do outro, querido acefálico. — Miky riu com o que ela disse, o que deixou os outros dois mais nervoso.

— Você já está me deixando furioso. — Ayato soltou seco.

— E eu com isso, amor? Vai querer que eu faça o quê? Lhe dê um Rivotril?

— Eu quero é mais que você vá se foder! — eita que ele está puto.

— De se foder você entende bem, né? Deve ser por isso aquela asquerosa coleção.

— Você está pedindo pra apanhar, sua papa dog! — rosnou e, Kaneki concordou com a cabeça.

— Então a mocinha ficou nervosa e quer bater em mim? — ela mexia o corpo de um jeito engraçado para os rapazes, em forma zoação. — Veja como eu estou tremendo. — começou a tremer todo o corpo, de propósito, o que me fez rir.

Depois disso, os dois foram avançar nela, mas parara com a sua ordem. Para o meu espanto, ela mandou os dois caírem no pau e eles começaram. Se reuniu um grupo de alunos e começaram apostar em quem venceria — até mesmo o professor Madara. No final, Miky ficou excitado com a briga e começou a brigar também, resultando em mais três pacientes para enfermaria.

Já não bastasse isso, até a mais séria delas também entrou em confusão...

— Você pelo acaso anda me stalkeando, sua quatro olhos maldita? Como você sabe que sou um sádico filho... Como você sabe coisas de mim? — Sougo indagou aborrecido para a Tatty.

 — Por favor, querido, se eu fosse stalkear alguém, eu iria perseguir uma pessoa melhor. Não sou lixeiro pra ficar atrás de lixo. Então baixa a bola aí, que você não é a última bolacha do pacote. — me segurei pra não rir. Eu olhava tudo de longe, escondida atrás de uma coluna para não ser vista.

— Se não é lixeiro para ir atrás de lixo, poderia me dizer por qual motivo persegue o meu irmão Hiji? — com a pergunta dele, ela ficou extremamente vermelha.

— O que tem e...? — pobre do Hiji. Nem terminou a pergunta, ao surgir atrás dela, e agora está ali, vários metros de distância dos dois, duro no chão. Ela precisa tratar imediatamente essa timidez com homem.

— Olha o que você fez, sua barata asquerosa! — gritou meio chorosa, olhando para ele. Ela olhava para trás, onde Hiji estava e, depois para ele, ficando nessa por várias vezes consecutivas.

— Que eu saiba, foi uma quatros olhos que atingiu meu irmão e, não eu. — soltou seco.

— Seu sádico escroto! Quando você morrer, eu juro que sambarei em cima do teu caixão e todos os dias vou te visitar apenas pra mijar em cima de tua cova! — apontava para ele; com o ato, Sougo levantou a sobrancelha.

— Vamos ver quem vai morrer primeiro, sua vagabunda quatros olhos desgraçada. Caso você morra antes e, espero que sim, vou dançar funk no seu caixão e cagar todo o dia sobre a sua cova.

Como ele conseguiu dizer algo pior que ela?

De repente, assim que Tatty iria dizer algo, surgiu a Kin.

— Bereunice, onde está você, minha filha?! — ela falou alto, olhando para os lados e, depois foi saindo da presença dos dois em minha procura. Logo em segunda, a outra voltou sua atenção novamente para o sádico.

 — Sinto muito lhe informar, seu carrapato asqueroso que será esmagado ou borrifado com inseticida, todos os integrantes do clã Yomori são enterrados em um cemitério especial, que é viajado por ótimos seguranças capacitados para tal. Felizmente, o único lugar que você poderá dançar funk e cagar, será na casa da puta lhe pariu. — oh, my god! Primeira vez, desde o dia que ela chegou, que a vejo descer do salto

— Como se alguns seguranças de merda conseguirá acabar com os planos do Mc Sougo. Preparasse para o cagão que vou dar na sua cova.

— Se por um milagre você conseguisse fazer isso, garanto que eu iria sair, nem que fosse do quintos dos infernos, para enfiar o dedo no seu cu cagão e rasgar.

Vi o Sougo se calar por um minuto. Fiquei chocada ao ver que ele iria perder a discussão, calado. Porém, era bom pra ser verdade.

— Enfiar o dedo no cu cheio de merda? — indagou sério, colocando em seguida a mão em seu ombro direito. — Como você é escrota, mulher... — em um piscar de olhos, vi um foguete de nome Sougo, voar em toda velocidade até o teto.

Bom, eu não disse nada. Passei por Tatty, que olhava pra ele, pendurado no teto, fingindo que nada havia acontecido...

Agora, pra finalizar as doidices delas, a última coisa que aconteceu, envolvendo as garotas, ocorreu hoje, sexta-feira, duas horas antes delas saírem lá pra fora, para esperar a dona Sawako que veio buscá-las...

— Olha por onde anda, dragão-de-komono! — Hidan berrou aborrecido para Yumi, após esbarrar nela. Acho que vi um filme meio parecido com esse. Já sei que vai dar merda. — E, sim... — começou, depois de puxá-la, evitando que ela dissesse qualquer coisa. — Eu sei onde fica o clitóris, sua filha da puta! — após isso, jogou Yumi, que estava muito confusa pela última coisa que ele disse, no chão e foi seguindo seu caminho. Porém...

— Não é porque você sabe onde fica que sabe como manuseá-lo! — soltou ríspida pra ele. Hidan deu uma virada de cabeça tão assustadora que eu quase gelei.

— O que você disse, sua cabelo de fogo do carai?! — olhava bastante raivoso pra ela.

— Você pelo acaso está surdo, fofa? Ou será que você não tem capacidade o suficiente pra interpretar o que a pessoa diz? — questionava risonha. Hidan virou, ficando de frente pra ela, a fitando como se fosse um Pitbull brabo, só esperando a hora certa para o ataque. — Deixa-me traduzir pra você: — sorriu. — Você não consegue satisfazer uma mulher com essa coisa minúscula que tem entre as pernas.

O Albino não nada disse; ele foi se aproximando dela e, para o meu espanto, ela o encarava com olhar intimidador. Chegando um metro a frente dela, ele parou. Assim que ele iria dizer alguma coisa, surgiu uma pessoa completamente inesperada...

— Para, né, amor? Se o monstro que ele tem dentro das calças for minúsculo, então nem sei mais o que é grande... — Sakura soltou maliciosa.

— Eu não me lembro de ter pedido a sua opinião. — caralho. — Por favor, vire à direita, pois o lugar Vá Pra Puta Que Lhe Pariu fica para o outro lado.

Vi a Sakura espremer os olhos. Para minha surpresa, o Hidan ainda estava calado.

— Grosseira. — falava ríspida para a outra. — Se preocupe não que eu vou embora. Porém... — pegou no braço dele; ele a olhava desconfiado. — Quando é que você vai voltar a colocar esse monstro pra fora da jaula? — alisou o braço de Hidan, o encarando com desejo.

Por incrível que pareça, ele ficou um pouco corado e foi saindo com ela, mansinho, mansinho.

— Mas que puta. Da mesma qualidade que a Rize. — vi o Kaneki surgindo atrás da Yumi, assustando tanto ela quanto a mim.

— Quer me matar do coração, desgraçado?! — ela soltou com a mão no peito.

— O que foi? Tá devendo pra estar assustada assim? — ele a olhou seco.

— Eu não ando devendo nada... Quem deve estar devendo é você, de tanta lixa que deve ter comprado pra dar um jeito nos seus chifres.

— Quem te contou sobre meus chifres? — indagou revoltado, a puxando pela camisa preta que tem estampa de caveira. Ao me notar, lançou um olhar furioso pra mim. — Foi tu, virjona do carai?! — soltou a outra e foi vindo raivoso para o meu lado.

— Eu não disse nada! — falei indignada, me assustando com a Yumi que se teletransportou para minha frente, ficando de costas para mim.

— Não vou deixá-lo tocar no dog da Kin... — Oi? Dog o quê? De quem? — Toque em qualquer pelo amarelo dela — cabelo, caralho! — e você será um Tufão morto.

— Como se eu tivesse medo de uma mulherzinha... Vai pilotar um fogão, desgraçada!

— O que você disse?! — perguntou furiosa. Até eu mesma estou. — Repete se tu for homem, Tufão!

— Vai pilotar um fogão, desgraçada. E aí? Vai fazer o...? — ele nem terminou de falar e, ela já estava no alto, lhe atingindo em seguida com o calcanhar, o fazendo cair duro no chão.

— Me manda pilotar fogão de novo, que da próxima vez eu vou te arrastar por toda a cidade, amarrado pelos chifres. — após isso, mostrou o dedo do meio e saiu bufando.

Minutos depois, descobri que ela chorou por ter sido violenta. A Kin me contou que ela é meio bipolar.

Essas foram algumas das poucas coisas que elas fizeram — fora os que eu não fiquei sabendo. Depois disso, elas foram embora com a irmã do diretor que trouxe os outros cinco.

Só não entendi o motivo da dona Sawako acenar para Sougo, com uma expressão maliciosa. Ou, melhor dizendo: estou fazendo de tudo pra não entender... Eu realmente não quero entender...

 


Notas Finais


Sim. O homem que fala com a Priscila, eu me "inspirei" (foi a Changai que deu a ideia) de usar, inspirado no Elias Ainsworth. de Mahou Tsukai no Yome. XD


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