História Os Potter: A vida após o fim - Capítulo 2


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Palavras 740
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiii, esse será o segundo capítulo da nossa história.
Espero muito que vocês gostem, e boa leitura!

Capítulo 2 - O ataque da coruja


Fanfic / Fanfiction Os Potter: A vida após o fim - Capítulo 2 - O ataque da coruja

Ainda faltavam três semanas para retornar à Hogwarts, por isso, Harry achou melhor escrever uma carta para seus amigos, contando a ideia que teve. Sabia que seus tios não gostavam que ele mandasse carta, nem que recebesse, mas era necessário. Se tudo corresse bem, seus tios nem saberiam que ele havia mandado uma carta para seus amigos.

Então, durante a madrugada, quando teve certeza que seus tios estavam dormindo (pelos roncos que ouvia), começou a escrever a carta. Mas era tão difícil. Não sabia como iria contar para seus amigos. Não poderia demonstrar insegurança, muito menos que não tinha certeza de como faria isso. Até que, de repente, uma ideia surgiu em sua mente. Mais do que depressa, começou a escrever.

Depois de duas horas que havia começado, ela estava pronta! Conseguiu terminar de escrever: 

 

“ Caros Rony e Hermione,

 

Estou enviando essa carta para vocês para contar uma ideia incrível, e um pouco perigosa, que tive nos últimos dias. Bom, essa ideia envolve um objeto seu, Hermione, o vira-tempo. Eu já sei: coisas horríveis aconteceram com bruxos que mexeram no tempo, mas esse é o único jeito de eu ter meus pais de volta.

Com ele, eu posso voltar para o ano em que meus pais morreram e fazer com que o Rabicho não conte a Voldemort sobre o lugar onde estão os meus pais estavam e, assim ele não os matará!

Pronto! Eu terei uma família! “

 

Isso era o necessário para explicar a eles o seu plano.

Foi até a cômoda de seu quarto, onde estava a gaiola de Edwiges e deu a ela a carta, para entregar na Toca, a casa dos Weasleys.

Edwiges picou, levemente, seu dedo, para demonstrar que havia compreendido o recado.

Sabia que, quando eles recebessem a carta, iriam respondê-lo e, talvez com um pouco de dificuldade, iriam ajudá-lo 

Quando Edwiges acabou de sair de seu quarto, Harry ouviu um barulho muito alto no andar de baixo, logo depois um grito... era de tia Petúnia!

Desceu correndo e quando chegou na sala viu que a TV estava quebrada e os dois sofás muito rasgados.

O que está acontecendo aqui? - disse Harry - Que barulho foi esse? Ouvi lá do meu quarto!

Quem responde foi tia Petúnia, muito assustada, ainda:

Tem alguma coisa na lareira!

Do outro lado da sala, bem no canto, de um jeito que parecia estar se escondendo, estava Duda, seu primo, que mais parecia um porco, com uma expressão muito assustada, como se ele já imaginasse o que estaria por vir.

Harry, sem saber o que fazer, foi até a lareira para ver se conseguia entender o que estava acontecendo.

Quando estava se aproximando, um barulho, que se aproximava muito de um grito, foi aumentando. 

Quando Harry já estava a poucos centímetros da lareira uma coruja escorregou e, assim que chegou ao chão, pulou no colo de Harry e, os dois caíram no sofá. A coruja se levantou e foi, diretamente, até a tia Petúnia, que gritou ainda mais alto do que já estava. 

Harry correu até onde estava a coruja e a tia Petúnia, para tirar a carta da coruja.

Ela estava endereçada para sua tia.

Achou que tinha sido confusão. Só poderia ser um erro. Não tinha como uma CARTA, do mundo mágico, ser para ela, bem ela, uma troxa da pior espécie!

Enquanto ela lia, Harry a observava. Ela ia abrindo a boca como se estivesse assustada com o que lia. 

Quando tia Petúnia acabou de ler, dobrou o papel e ia subindo, até que Harry disse: 

E aí?
Nada de importante - disse tia   Petúnia, tentando disfarçar sua expressão de susto
Como NADA DE IMPORTANTE!?
Não tem nada de importante aqui para você!

Enquanto isso, Duda, que até o momento não havia dito, se levantou, empurrou Harry e disse, a sua mãe:

Me dê essa carta!
Não! - respondeu tia Petúnia, agora um pouco mais calma
Eu quero - gritou Duda com mais raiva - preciso saber o que está aí!
Eu também - Harry disse, para mostrar que também estava interessado no assunto da carta

A discussão continuou até que tia Petúnia resolveu tomar uma atitude: 

Harry saia da sala agora!
O quê? Mas por quê?
Porque sim! Vá, agora!

Harry achou melhor não teimar com sua tia, no momento. Mas precisava saber o que estava na carta. Se escondeu em um lugar de onde poderia ouvir a conversa e não seria visto.

 


Notas Finais


Espero muito que vocês tenham gostado desse capítulo! Não deixem de acompanhar os próximos. Por favor, comentem muuuito sobre o que acharam, se vocês tiverem ideia, suposições me digam!


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