História Os prós e contras do Universo - Capítulo 3


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Palavras 2.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu ia postar sexta, deu b.o
Eu ia postar sábado, deu b.o
Eu fui postar hoje e, por um milagre, sem b.o, mas atrasei um pouco no horário :P
Enfim, boa leitura !

Capítulo 3 - O amor da sua vida


Fanfic / Fanfiction Os prós e contras do Universo - Capítulo 3 - O amor da sua vida

            A Academia das Artes fica próxima de nossa casa, esse foi um dos fatores pelos quais escolhi aquele apartamento: ele fica próximo de tudo. O prédio onde estudo é enorme, é como se fosse uma grande cidade e é dividido em departamentos. Taehyung, infelizmente, também está lá, no departamento de música, mais precisamente, o que significa que provavelmente ele deve saber tocar algum instrumento.

                    Eu realmente disse nossa casa?

            Taehyung estava realmente feliz por entrar na Academia junto comigo, não entendi por que, também não criei muita especulação, afinal, Taehyung tem um jeito estranho de lidar com as coisas. Ele quis conversar durante todo o caminho, e mesmo que eu acelerasse o passo, ele logo estava em meu encalço, como uma sombra.

            - Escute aqui – puxei ele pela gola da camisa e o arrastei para um canto em que ninguém pudesse nos ver (isso soou mais estranho do que eu gostaria). Ele me olhou assustado e corou. – Não é porque agora moramos juntos que vamos ficar juntos no colégio e muito menos sermos amiguinhos.

            - Ah, mas eu acho que essa seria uma boa oportunidade de...

            - Não. Pode voltar a me tratar como se não me conhecesse -, me afastei e lhe dei as costas, não sem antes dizer: - você já deve estar acostumado, faz isso desde sempre.

            Ele tentou argumentar, lembro de ter dito algo como: “mas eu nem sei do que você está falando”, típico dele. Sua indiferença sempre foi o que mais me incomodou. Segui em passos rápidos para o meu armário e praticamente despejei as coisas dentro dele; levei um susto quando fechei a porta e me deparei com os cabelos coloridos de Gwen.

            - Que cara é essa? Parece que viu um fantasma!

            - Ah, nem me fale em fantasmas... – por um momento lembrei de que havia achado que existiam espíritos em meu apartamento e respirei fundo. Eu preferia que fossem espíritos em vez de Kim Taehyung.

            - Hobi e eu estamos pensando em ir para a sua casa depois da aula. O que acha de começarmos hoje a montar nossa Academia particular naquele quarto vazio?

            Então, Gwen, acontece que aquele quarto não está mais vazio. Se lembra de Kim Taehyung? Pois é, ele está morando naquele mesmo quarto. Não por nossa vontade, claro, não pense besteira, por ironia do Universo mesmo, sabe como é.

            Ah, como eu queria me abrir com Gwen, de todas as pessoas do mundo, ela é uma das únicas pessoas que aceita meu jeito de ser e me entende melhor do que qualquer um; estava sendo insuportável esconder isso dela. Me pergunto até quando meu silêncio vai durar, Gwen sempre descobre tudo mais cedo ou mais tarde.

            - Não é uma boa ideia... 

            - Mas você precisa estrear o apartamento! Precisamos fazer uma comemoração!

            - Que tal num outro dia? Hoje não dá mesmo, desculpe, Gwen.

           - Tudo bem se o apartamento ainda estiver uma zona, nós entenderemos, você acabou de se mudar. Hobi e eu vamos ajudar em tudo e...

            - Hoje não, Guinevere! – Eu a interrompi e ela engoliu em seco, detestava quando não a chamávamos pelo apelido.

            Segui meu caminho rapidamente e a deixei com uma cara de interrogação. Encontrei meus amigos do teatro e o professor me repreendeu pelo atraso de dois minutos. O que o professor Ham tem de brilhante, tem de excêntrico e maluco, por isso não há melhor instrutor teatral do que ele, suas aulas são sempre diferentes e inesperadas.

            Finalizamos uma peça recentemente, os ingressos demoraram um pouco para esgotar, mas no final das contas todos foram vendidos. Desde que fez par comigo nas audições do exame prático da Academia, Yoongi e eu fazemos a maioria das atividades juntos. É engraçado ver o rumo que a situação levou, ele sequer sabia o que queria fazer na faculdade quando aceitou ser meu par, desde então se diverte muito interpretando e parece ter se encontrado no palco.

            Fizemos alguns exercícios de voz e de treino para aquecer, e surpreendentemente, os fundamentos teóricos não foram assim tão demorados, então logo fomos liberados para o intervalo. No refeitório, Soyia se juntou aos meus amigos e tentamos ter um lanche tranquilo, posso dizer que deu certo nos primeiros quinze minutos, depois disso, quase conseguia ver o embaraçar dos fios da realidade se contorcendo.

            - Como é o apartamento, Alex? – Yoongi perguntou e eu abaixei a cabeça sutilmente, tentando me esconder; Gwen riu.

            - Vai ter sorte se ela lhe disser qualquer coisa. Esse apartamento da Alex é um completo mistério.

            - Quando vamos desvenda-lo? – Yoongi sorriu e Hobi devolveu. Suspirei.

            - Entre na filha.

            - Conte pelo menos como é o apartamento, Alex!

            - Você não tinha me dito que se mudaria!

            - Não saí contando por aí, a ideia era que poucas pessoas soubessem – lancei um olhar duro para o Min e ele sorriu devagar.

            - Podemos ir lá depois da aula! Estou ansiosa para fazer um tour.

        - De jeito nenhum – suspirei e gaguejei ao mesmo tempo, não podia dar tão na cara assim -, quer dizer, hoje eu tenho compromisso, então não dá.

            - E que tal amanhã?

            Soyia já estava me deixando cansada e Yoongi trocava olhares confusos com Hoseok; Gwen manteve o mesmo semblante desconfiado sobre mim. Minha grande ideia foi abrir minha lancheira e comer as frutas que separei, estava morrendo de fome; no entanto, só encontrei um pacote de jujubas e outro de salgadinhos de lula. Não deu nem uma semana que moramos juntos e ele já está bagunçando tudo, mas que droga, Taehyung!

         - Oi, gente – Taehyung apareceu em nossa mesa e sorriu simpático; todos se entreolharam sem entender o que estava acontecendo, Soyia foi a única que respondeu, igualmente animada. Como não sabia mais o que responder para as insistências dos meus amigos, quase agradeci quando ele apareceu, mesmo que não fosse do meu feitio. – Alex, podemos conversar?

            - Ela está...

            - Tudo bem, Min – Yoongi ficou contrariado e suspirou cansado -, volto logo.

            - Yoongi-hyung parece bravo, aconteceu alguma coisa? – Revirei os olhos e suspirei, não queria conversar mais do que o necessário.

            - Trocamos nossas lancheiras, Taehyung.

            - Eu sei, precisamos ir pega-la no meu armário.

            - Por que você simplesmente não a trouxe para mim?

            - Seria muito suspeito, não?

            Até que tinha um pouco de juízo naquela cabeça sem sentido do garoto, eu mesma não havia pensado nisso. Caminhamos separados pelos corredores da Academia, esperava que nenhum conhecido nos visse juntos, afinal, não faria o menor sentido considerando tudo o que ele me fez passar, mas cá estava eu, andando ao lado dele como se nada tivesse acontecido para todos poderem ver. Nunca me imaginei essa situação.

            Lembrar disso me fechou a garganta. Engoli em seco.

            - Tae! Essa é a garota de quem você falou? – Ouvi a voz de um garoto se aproximando e apressei Taehyung a encontrar a lancheira no buraco negro que era seu armário, onde o Kim escondeu o rosto vermelho como um morango, fazendo com que os dois garotos recém-chegados dessem risada. – Pelo jeito é ela mesmo!

            - Ela? Nem em um milhão de vidas!

            - Com licença – pigarreei e recebi atenção dos três.

            - Não está parecendo, Tae – o mais alto deles, o dos cabelos castanhos claros, deu um sorriso gentil e recebeu um olhar duro de Taehyung. – Não vai apresentar seus amigos para sua namorada?

            - Eu não sou namorada dele – respondi curta e grossa. O mais baixo sorriu ainda mais e estendeu a mão em minha direção.

            - Bem, nesse caso, eu sou Park Jimin, mas pode me chamar de oppa – revirei os olhos e saí andando sem olhar para trás com a lancheira que tive que desgrudar das mãos vermelhas e trêmulas de Kim Taehyung. – Adoro garotas difíceis.

            Eu já conhecia Park Jimin, dispensava apresentações. Todos na escola provavelmente o conhecem: o garoto do departamento de dança que provavelmente já ficou com 90% das garotas da Academia. O outro reconheci como sendo Kim Seokjin, um amigo de Gwen do departamento de canto, esse aí é outro que conseguiria qualquer garota num estalar de dedos e não o faz. Apenas por isso ele já tem o meu respeito. Fora isso, o garoto parece muito gentil e legal, diferente dos outros que costumavam estar no grupinho de Taehyung.

***

            Nunca agradeci por passar a maior parte do dia na Academia, na verdade, eu não gostava muito disso, queria um tempo para mim mesma também, sinto muita falta disso desde que comecei a estudar lá – é verdade quando dizem que a faculdade é mais puxada que o ensino médio e todo o resto, percebo isso na pele agora. Deixei de pensar assim desde que Taehyung começou a morar comigo. Em duas semanas de convivência, eu já perdi as contas de quantas vezes busquei “como matar alguém e esconder seu corpo sem levantar suspeitas” no Google, nem Annalise Keating estava me ajudando agora.

            Eu já não aguentava mais, então tomei uma decisão impulsiva: liguei para Gwen.

            - Preciso de sua ajuda.

            Era sábado de manhã, foi preciso muita lábia para convencer a garota a se levantar plena 13 horas e sair pelas ruas de Seoul comigo. Marcamos de nos encontrarmos em uma cafeteria no centro, enrolei muito para sair, afinal, Gwen chegaria pelo menos meia hora atrasada.

            - Eu só vim pelo café de graça – a garçonete deixou nossos pedidos sobre a mesa e Gwen tomou um longo gole seguido de uma careta. – Entendi porque você disse que iria pagar, estranhei quando a louca por café não pediu nada a não ser um pouco de biscoitos.

            - Ah, qual é, eles nem são tão ruins assim – falei um pouco com a boca cheia e Guinevere entortou o nariz, quase engasguei rindo.

            - Você claramente me chamou porque precisa de algo. Desembucha.

            - Preciso arranjar um emprego.

            - Do nada isso?

            - É – dei de ombros -, preciso de dinheiro para comprar café melhores, não acha?

            - Definitivamente. Onde pensa em trabalhar?

            - Lojas de roupas parecem ter um trabalho fácil – Gwen engasgou e me olhou como se eu tivesse ofendido seu cachorro.

            - Ficou louca? Atendentes de loja têm um trabalho louvável; trabalhar com moda e tudo relacionado a ela é um senhor trabalho, não é para qualquer um. Além do mais, que loja de roupas ia querer te contratar com esse guarda roupa?

            - Ah, qual é, eu tenho meu próprio estilo – Gwen era descolada sem parecer deslocada nos ambientes em que estava, tinha a roupa perfeita para toda situação; para mim, All Star, jeans e alguma camiseta qualquer estava perfeito. Essa, em questão, peguei emprestado sem pedir de Namjoon, ele nem daria falta, tinha dez camisas dos Beatles desde que tinha seu próprio dinheiro para comprar roupas sem precisar usar as antigas do papai.

            - Fora de cogitação. Vamos atrás de lojas em que você não represente nenhum perigo para a sociedade.

            Minha única condição era arranjar um emprego no centro de nosso distrito, ou seja, perto da Academia e do meu prédio, e, por incrível que pareça, estava se mostrando uma tarefa muito difícil. Pelo menos o tempo estava agradável, o céu estava limpo e a sensação amena era deliciosa.

            Gwen e eu conversamos muito ao longo do caminho, ela me contou sobre os preparativos do coral deste mês, disse que faria um dueto junto com Jin e comentou um pouco sobre ele quando eu pareci querer saber mais. Contraditoriamente, Seokjin é realmente diferente dos outros garotos com que Taehyng sempre andou, e ao mesmo tempo, me sentia feliz por Gwen ter alguém legal assim em seu departamento.

            - Afinal de contas, por que quer tanto ficar fora de seu apartamento? Você acabou de se mudar! – Gwen já estava mais do que impaciente, o Sol estava quase se pondo e nada de um emprego. Estava ficando sem opções.

            - Se eu quiser manter aquele apartamento, preciso de dinheiro para o aluguel, né.

              Ou no caso, se eu quiser sair dele.

            Taehyung também estava se esforçando para agilizar o processo, não entendi por que, seus pais ricos poderiam resolver num estalar de dedos. Ainda assim, Kim está trabalhando.

            - Estou ficando com fome e sem opções! Por que você não aceitou o trabalho naquela cafeteria? O salário era bom.

            - Não fui com a cara da chefe – na verdade, cafeteria é um lugar um tanto óbvio para trabalhar, precisava ser mais original. – Enfim, estamos ficando sem tempo, alguma outra ideia?

            Ela tocou o queixo pensativa e fechou os olhos – sempre faz isso antes de ter uma ideia, seja ela incrivelmente fantástica ou terrivelmente louca. E, quando de súbito eles abriram, me puxou pelo braço com um sorriso um tanto quanto sádico e começamos a correr.

            - Como eu não pensei nisso antes? Estávamos do lado!

            Comecei a estranhar quando Gwen foi indo por vielas que eu desconhecia em uma parte mais afastada do centro popular. Só paramos de correr quando paramos na frente de uma loja retrô. Sua vitrine estava um pouco escura e a luminosidade do interior da loja era igualmente baixa, mas com um toque acolhedor.

            - Uma loja de discos?

            - É o local perfeito! Vem, você já vai entender porquê.

            A garota dos cabelos coloridos indicou que eu entrasse e sumiu em questão de segundos. O lugar era bem maior por dentro do que por fora – gostei logo de início, discos de vinil, CDs e álbuns estavam dispostos por ordem anual em bancadas. Nas paredes, quadros de Art Pop, posters de bandas e placas em neon.

        Gwen surgiu junto com um senhor de óculos escuros redondos e roxos, o homem parecia uma fusão entre um hippie e um rockeiro, bem louco mesmo.

            - Essa aqui é a garota de quem eu lhe falei!

            - Olá – disse um pouco constrangida, o homem me olhou de cima a baixo e sibilou um sorriso -, sou Takamura Alexa.

         - Por que acha que deveria trabalhar aqui, senhorita Alex? – Olhei para Gwen de relance e ela mexia a cabeça em sinais positivos, indicando que eu continuasse.

            - Eu entendo muito de música, rock é meu gênero favorito, principalmente clássico.

            - Sabe vender?

            - Sou muito convincente.

            - Sabe lidar com pessoas? – Olhei para Gwen com os olhos levemente arregalados e engoli em seco, ela abafou o riso.

            - Se-sei.

           - Ah, então está contratada – o homem deu um grande sorriso e estendeu a mão, eu a apertei, ainda que um pouco confusa, nunca imaginei que fosse possível conseguir um emprego tão rápido. -, pode me chamar de Donnie. Você começa amanhã! Vou chamar nosso outro funcionário para lhe explicar como as coisas funcionam, por favor fique à vontade enquanto eu preparo a papelada.

            Donnie entrou em uma sala e Gwen veio me abraçar com um sorriso.

            - Viu? Não foi tão difícil! Parabéns, senhora carteira-de-trabalho-assinada!

            - Esse lugar é fantástico! Como o encontrou?

        - Hobi me trouxe aqui há algum tempo atrás, desde então só compramos discos aqui! – Dei a ela um olhar com segundas intenções e ela riu.

            - Entendo porque nunca me trouxeram aqui antes, esse é o lugar de vocês.

            - Cala essa boca, Alex – Gwen me empurrou de lado e eu ri.

            Gwen fez o papel de guia turística da loja enquanto o outro funcionário não vinha. Aos fundos, havia um bar estilo americano dos anos 90: poltronas e bancos vermelhos, chão quadriculado, mesas brancas cada uma com um porta-canudos; sem contar a mesa de sinuca, os dardos e um palco improvisado. O mais incrível de tudo era o jukebox, sem dúvida. Namjoon iria surtar.

              Resumindo: aquele era o melhor lugar do mundo, especialmente para trabalhar. Estava muito feliz mesmo por Guinevere ter me apresentado este paraíso, essa foi a melhor ideia que ela já teve.

            - Ei, Takamura – voltei da minha hipnose e fui para onde ela estava -, eu te trouxe para trabalhar aqui por motivos puramente egoístas. Hobi e eu somos clientes fiéis e Gracie é a única que nos dá algum desconto, mas ela quase nunca está por aqui.

            - Sabia que tinha algo por trás para você revelar o santuário onde Hobi e vocês saem juntos – pisquei os olhos várias vezes e ela revirou os seus outra vez, continuei rindo.

            - Na verdade, tem outro motivo, a melhor parte, inclusive. – Olhou ao redor e suspirou. – Só espere um pouco, ele está sempre atrasado. Onde se meteu por sinal?

            - Ele quem? – Até engasguei.

            - O amor da sua vida!

            Não sei dizer se eu corei ou se perdi toda a cor de meu corpo. Tampouco sou capaz de dizer se ela disse isso para valer ou ironicamente. Conheço Guinevere, e ao mesmo tempo que ela é muito sincera, também é muito sacana – estaria perdida se aquilo fosse para valer.

            Porque inevitavelmente, o primeiro nome que veio em minha mente foi o dele.

         Os cabelos bagunçados que eu sempre amei e os olhos tempestuosamente castanhos que intensificavam seu sorriso único. Querendo ou não, seu nome foi o primeiro que veio em minha mente.

            E cada vez que eu lembrava disso, queria bater minha cabeça na parede para esquecê-lo de vez.

            Por favor não seja ele, por favor não seja ele, por favor não seja ele...

         Repeti para mim mesma algumas dezenas de vezes, e cada vez mais, ao ver o sorriso louco de minha melhor amiga se alargando conforme o garoto alto se aproximava de nós. Senti meus batimentos em correntes alternas e correntes contínuas. E quando ele sorriu, meu coração definitivamente parou de bater.

            Ah, Guinevere, o que você fez...


Notas Finais


Deixo esse questionamento e é isso aí, até o próximo capítulo ^^

P.S: foto do Jin? Terei dado um spoiler?


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