História Os Segredos da Rua Baker - Capítulo 14


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Categorias Sherlock, Sherlock Holmes
Personagens Dr. John Watson, Irene Adler, Mycroft Holmes, Personagens Originais, Sherlock Holmes
Tags Detetive, Irene, John, Mycroft, Sherlock, Watson
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Palavras 845
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Excessos


Fanfic / Fanfiction Os Segredos da Rua Baker - Capítulo 14 - Excessos

O inspetor John Smith anda muito ocupado na Scotland Yard, há alguns dias prendeu ladrões de banco, depois o assassino de umas mulheres, um pedófilo, porém teve um crime que não conseguiu resolver: certo ex-pugilista encontrado morto em casa. Tentou entrar em contato com Irene Holmes para ajudá-lo, porém não a encontrava em canto nenhum. Ligou, mandou várias mensagens, até foi a 221B, mas não conseguiu qualquer resposta.

Um novo caso surgiu e a presença de Irene seria indispensável, voltou a Rua Baker e dessa vez encontrou a porta aberta. John foi entrando devagar, ao subir e chegar a sala ele viu uma cena triste: havia mais pó ali do que o normal, a poltrona da Diana estava virada, a mesa de centro quebrada, papéis rasgados por toda parte e Irene deitada de bruços no chão em cima do próprio vômito.

—Oh meu Deus! – Exclamou ele antes de correr até ela. – Irene... Irene!

—Hmm?!

Quando tentou virá-la encontrou uma seringa ainda com a agulha enfiada em seu braço.

—Oh não!

Ele a retirou, depois foi até o banheiro e encheu a banheira com água fria, a jogou ali depois de tirar as suas botas. Irene acordou no mesmo momento.

—Que porra...?! – Ela vê o inspetor. – O que diabos você está fazendo na minha casa?

—Temos um caso para solucionar, irei esperar na sala.

Já de banho tomado, cabelo ainda molhado e uma toalha na mão, Irene senta em sua poltrona.

—Então, inspetor, o que tem pra mim?

—Uma senhora encontrada morta no banheiro, sem sinais de arrombamento ou qualquer machucado.

Ela sorriu.

—O que estamos esperando?

Irene levantou, atirou a toalha na mesa, pegou a jaqueta, o cachecol e uma garrafinha com uísque.

—É sério isso?!

—Algum problema, inspetor?

—Não comigo!

Já na cena do crime Irene estava um tanto atrapalhada. Ao entrar no banheiro ela topou no tapete, acabou tentando se segurar em um dos peritos que cai por cima do corpo da senhora morta na banheira.

—Você está bem? - Perguntou o John.

—Apenas um pouco tonta.

—Claro, você... – Ele começa a sussurrar. – Você estava drogada, não comeu e já está bebendo uísque.

—Eu estou bem, inspetor. -Ela olha o corpo e ao redor, vai perto da janela a abre, em seguida fecha. – Esse banheiro é pequeno, várias velas, sem ventilação, o tapete solto acabou enrolando e tampando a abertura por baixo da porta. A mulher sufocou, foi apenas um acidente.

—Você tem certeza?

—Sim, inspetor, eu tenho certeza e, da próxima vez, não me faça sair de casa por um caso tão ridículo.

Irene recebe uma mensagem quando está voltando para a Rua Baker.

“Primeira etapa completa, mas ainda faltam duas. Traidores são chatos e precisam ser parados.”

Em seguida, chega uma foto de três homens em uma oficina. Acontece que eles faziam trabalhos para a Cúpula dos Nobres por ordem do Morse, porém venderam documentos da Ordem para a máfia italiana. Seria serviço da Irene recuperar os papeis e matar os três homens.

Ela levou dois meses para localizar e recuperar os documentos, foi um trabalho difícil com a necessidade de infiltração. Apenas depois de entrega-los a Cúpula que foi cumprir a outra parte da tarefa.

Irene os encontrou facilmente, porém eles nunca ficavam sozinhos. Mesmo com a arma e experiência com lutas, ela não conseguiu sair disso sem arranhões.

Morse estava complicando os trabalhos para Irene e ela sabia disso, porém nada podia fazer a esse respeito. Acontece que ele mesmo enviou seguranças para proteger os caras que mandou matar, então o confronto físico ficou inevitável.

Irene atirou em alguns e outros partiram pra cima. Ela conseguiu matar todos, mas ficou com costelas trincadas, cortes pelo rosto e corpo, além de vários hematomas.

Em casa, injetou mais do remédio que Diana iria descartar. Eles estavam acabando e Irene começava a pensar em como conseguir mais. Deitou no sofá e adormeceu.

Nesse tempo, o Inspetor Smith andava preocupado com ela, foi em sua casa algumas vezes, mas soube que andava viajando. Alguém comentou sobre tê-la visto, então voltou a 221B e encontrou a porta, novamente, aberta.

—O meu Deus! Irene?! – Falou enquanto a sentava.

—Hmm?

Ele pegou a caixinha de primeiros socorros no banheiro e tratou de cuidar dos ferimentos dela.

—Por que você faz isso? Tanto potencial...

—Cuide da sua vida, inspetor. – Ela falou em uma voz embolada.

—O que você quer? Morrer?!

—Eu não vou morrer por causa disso.

—Tenho minhas dúvidas. Onde está Diana?

—Na casa do soldado.

—Quando ela voltar...

—Ela não vai voltar.

—Eles estão morando juntos?

—Sim. É melhor dessa forma. Se já terminou, poderia cair fora da minha casa? Sua cara está me deixando enjoada.

—As drogas é que estão fazendo isso.

Ele a deita, pega um cobertor e a cobre; se dirige a poltrona que era da Diana.

—Você não vai embora?

—Não até que esteja bem.

Irene o olhou com uma expressão de dúvida, então se ajeitou no sofá.

—Obrigada, John. – Falou um pouco antes de pegar no sono.

O inspetor sorri e volta a ler um jornal que encontrou por ali.



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