História Os Segredos de Um Bruxo - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Gregory Goyle, Harry Potter, Hermione Granger, Minerva Mcgonagall, Petunia Dursley, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Ronald Weasley, Severo Snape, Simas Finnigan, Valter Dursley, Vincent Crabbe
Visualizações 20
Palavras 1.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tive que cortar este capítulo, se não teriam mais de 3 mil palavras em um só rsrsrs então ele está um pouco menor que o primeiro já que tive que procurar uma melhor parte para terminar.
Quando passei do word pra cá a formatação ficou um lixo, me perdoem pelo erro, não consegui ajeitar. ;-;
Boa leitura! o/

Capítulo 2 - Capítulo 2: Convite Inesperado


Fanfic / Fanfiction Os Segredos de Um Bruxo - Capítulo 2 - Capítulo 2: Convite Inesperado

            Quando falaram que este ano seria mais puxado, não erraram. Na aula de Transfiguração, a professora McGonagall ensinou aos alunos o feitiço da Desaparição com um animal vivo, onde devem fazer uma coruja desaparecer e aparecer novamente. Rony teve certa dificuldade, já que desaparecer e fazer reaparecer um animal vivo é mais difícil do que com um objeto inanimado. Hermione conseguiu em sua primeira tentativa, o que deixou a professora orgulhosa e ainda dera mais 10 pontos para a Grifinória. Claro que Hermione já estudara esse feitiço nas férias e treinava secretamente em casa.

          Assim que a sineta soou, o intervalo fora anunciado. Hermione adiantou os meninos, Harry e Rony, que passaria uns minutos com a professora para perguntar algumas coisas, então os dois seguiram para o pátio sem ela.

           _Harry, você vai se inscrever na liga de quadribol?

           _Sim, quando começam as inscrições?

           _Não sei. Vamos até o quadro de avisos da quadra de voo ver se há alguma coisa.

         Eles desceram até os limites do castelo onde praticam as aulas de voo, bem no corredor antes de entrarem no vasto campo, há um quadro de avisos com um anúncio escrito ‘’inscrições para a liga de Quadribol até amanhã às 22hs’’. Porém não era só o anúncio que estava ali. Entre alguns alunos interessados em anotar seus nomes para participar da liga, estavam em pé Draco Malfoy e seus dois amigos gorduchos, Grab e Goyle.

            _Ah que bom. – disse Harry assim que pousou os olhos no loiro que empurrava o garoto da frente para escrever mais depressa.

            _A gente volta outra hora, você tem até amanhã para se inscrever. – Rony colocou as mãos nas costas de Harry insinuando que ele desse a volta e saísse depressa. Porém antes de darem a meia volta, ouvem aquela voz debochada de novo.

            _Vai se inscrever na liga, Potter?

            Harry estava pronto para sair dali, mas agora que fora notado não tinha mais escolha, teve que falar alguma coisa.

            _Sim, vou me inscrever.

          _Bem, boa sorte. – disse naquele conhecido tom de deboche. – Soube que a casa de vocês não ganha da nossa há um bom tempo.

            _Talvez porque não tivemos um jogador tão bom na liga até agora.

            _Se você se diz tão bom. – Draco disse enquanto pegava a pena e assinava seu nome. – Nos vemos na quadra então. – Ele e os amigos gorduchos saem, o loiro não parou de encarar Harry até sair de vez. Harry percebeu em um breve segundo que Malfoy encarou a cicatriz em formato de raio da sua testa e em seguida mirou bem em seus olhos, o fazendo sentir uma pontada. Ele colocou a mão na testa e soltou um leve ‘’ai’’.

            _Está sentindo alguma coisa, Harry?

            _Minha cicatriz começou a doer de repente, isso nunca aconteceu.

            _Vamos até a enfermaria.

            _Não é nada. – ele se dirigiu até o quadro de avisos, pegou a pena, escreveu seu nome e saiu. Rony achou estranho que Harry apenas saiu sem dirigir-lhe alguma palavra, então foi até o quadro de avisos e viu Harry Potter logo abaixo da fina e ligeira letra onde dizia Draco Malfoy.

           De volta ao castelo, Harry e Rony encontraram com Hermione na sala comunal. A empolgação logo sumira quando eles olharam o anuncio na parede que dizia ‘’Aula de poções às 13hs com os alunos da Sonserina’’. Os três se entreolharam e um já parecia entender o pensamento do outro. Harry começou a se perguntar se isso era algum tipo de brincadeira de mau gosto do destino, não entendia por que tinha que encontrar com Malfoy a cada canto que fosse. “ Um castelo tão grande como esse e ele não desgruda do meu pé ’’, pensou.

            O almoço foi servido no Salão Principal como de costume. Harry estava na mesa conversando com seus amigos quando Rony, que estava na frente dele com a visão de todas as mesas do salão, avisou para Harry que ele estava constantemente sendo observado. Harry nem precisou perguntar, já sabia quem poderia ser. Malfoy olhava de vez em quando para a mesa do outro lado do saguão. Ele o incomoda. Pior que teriam aula juntos dentro de uma hora.

             _Não encare de volta, Harry. Deixe ele pra lá. – Hermione nem se fez o esforço de virar a cabeça para contemplar do sonserino do outro lado do saguão.

          Não tardando para começar a aula, os alunos da Grifinória desceram as masmorras para a aula de Poções ministrada pelo professor Snape, onde dividiram com o alunos do primeiro ano da Sonserina. O professor Snape, não receptivo como sempre, estava na sala com os sonserinos já esperando com que os grifinórios chegassem. Depois de mencionar o quanto estavam atrasados e que se fossem encarregados por ele perderiam quinze pontos pelo atraso, ordenou que todos formassem duplas para a tarefa que iria passar.

            Harry prontamente se juntou a Rony, os outros alunos fizeram dupla entre si e Hermione acabou por sobrar. O professor Snape mandou uma sonserina de cabelos escuros que não parava de encarar Draco Malfoy formar dupla com ela. Pansy Parkinson tinha uma expressão bem chata, nunca parecia de bom humor, Hermione não gostava dela havia alguns tempos, mas teve de obedecer ao professor. Ela apenas olhou para os amigos Harry e Rony com um olhar de desgosto e procurou uma cadeira para se sentar junto à menina, que também não gostou da ideia de fazer dupla com ela.  

            _A poção polissuco faz com que você se transforme em outra pessoa por um tempo breve. É uma poção restritamente proibida aos alunos abaixo do primeiro ano do ensino médio por ser uma solução muito complexa e perigosa. Agora deixem de ser uns inúteis e comecem a procurar os materiais necessários.

            A aula foi um saco. Não só pelo fato de que a poção era complicada de se fazer, mas principalmente porque Snape apenas brigava com os grifinórios, raramente chamava a atenção da Sonserina. Neville quase perdera vinte pontos por ter tido a “proeza de matar uma sanguessuga antes de levá-la ao caldeirão”, segundo Snape, que não parava de elogiar os trabalhos de Draco, dizendo que ele deveria ser um exemplo a ser seguido, e constantemente indo à mesa de Harry e Rony apontar falhas no seu desempenho.

            Ao final, Harry saiu exausto da aula e das injustiças que Snape fazia com ele e sua casa. Pareceu que a aula de Poções não acabaria nunca. Hermione começou a falar da parceira, dizendo que ela não parava de reclamar e a menosprezar, além de que às vezes ela se distraia e começava a olhar para o lado oposto da sala. Harry mencionou que percebera a sonserina encarando Draco várias vezes, convencidos de que ela tivesse uma queda por ele, os três amigos apenas disseram um ‘’eca’’ em uníssono e começaram a rir.

            Antes que pudessem finalmente sair daquele frio das masmorras, o trio recebeu uma surpresa nada bem-vinda. Draco Malfoy se posou diante deles com um papel na mão. Harry tomou um susto, nem imaginava o loiro atrás deles ao saírem da aula. E pela primeira vez o via sozinho, sem os dois grandões que o cercam.

            _O que você quer, Malfoy? – Harry falou já sem paciência.

            _O que foi? Acha que só venho até vocês pra implicar? Quero chamar pra uma festa. – ele esticou sua mão que segurava uma pequena carta.

             Harry apenas limpou os ouvidos. Por um momento achou que estava com algum problema nos tímpanos, preferia ser isso, mas infelizmente seus ouvidos estavam bem e parecia mesmo que Draco Malfoy os convidara para uma festa.

             _Uma festa? – disse surpreso. Rony e Hermione mantinham a mesma expressão de espanto, mas não disseram uma palavra.

            _O pessoal quer fazer uma festa para os calouros do primeiro ano, algo como boas vindas. É só ler caso saiba. Espero vocês lá. – ele faz um gesto de despedida com as mãos, dá meia volta e anda a caminho das masmorras a fundo. Harry apenas o observava sumindo entre a escuridão, mantendo seu braço esticado da mesma forma que pegara o papel.

            _O que foi isso? – perguntou Hermione quando finalmente recuperou a voz.

            _Vamos ler na sala comunal.

          Os três pegaram um atalho por entre os quadros que o levavam até o topo do castelo, na torre alta onde a Sala Comunal da Grifinória reside. O final do corredor exibe um enorme retrato de uma mulher gorda vestida de rosa, eles se aproximaram e ela prontamente pediu uma senha de acesso.

            _Qual a senha, queridos?

            _Chifre de Unicórnio.

            O quadro se abre para o lado revelando um buraco por onde os amigos passaram e adentraram para a sala da Grifinória, por sorte não havia quase ninguém, apenas uns três alunos em uma mesa estudando juntos. Harry se sentou no sofá próximo a lareira, Hermione e Rony sentaram-se do seu lado, curiosos para que ele abrisse a cartinha.

            _Abre logo estou curiosa.

            Harry abriu a carta onde dizia:

 

Você foi convidado para:

Festa de boas vindas aos calouros do primeiro ano.

Quando? Hoje a partir das 22 horas e 30 minutos.

Vá em direção à enorme pedra na entrada da floresta proibida, dê três toques nela e diga a senha ‘’sonserinos são os melhores’’.

Esta festa é confidencial, sendo assim a carta irá virar cinzas logo que for aberta e lida.

Ah, e não seja pego.

Contamos com sua presença!

Alunos da Sonserina

 

            Assim que terminou de ler, Harry sentiu a carta ficar quente e bem diante dos seus olhos começou a criar chamas virando cinzas logo em seguida. Os três se entreolharam curiosos e Harry limpou as cinzas que caíra nas suas vestes.

          _Isso é só mais um pretexto para fazer festas. A Sonserina sempre faz festas aleatórias escondidos dos professores durante todo o ano. – Rony foi o primeiro a quebrar o gelo daquele clima tenso.

             _Mas por que ele estaria nos convidando? Nunca fizeram isso antes. – disse Harry tirando a fuligem de seus óculos.

            _Vai ver querem pregar uma peça, nos fazer de idiotas na frente de todo mundo.

            _Deveríamos falar com Snape, Dumbledore. Nenhum professor nunca soube das festas que eles fazem. – Hermione se conteve para não falar alto e chamar atenção dos alunos estudando.

            _Nunca achei que fosse da nossa conta fazer isso, mas agora nos convidaram... – Harry parou por uns segundos. – Acho que deveríamos ir.

             _O que?

             _Você quer ir à festa? Harry, já te contaram as coisas que fazem lá?

              _Sim. Sonserina nunca foi de esconder.

              _Eles são perigosos, Harry.

              _Mas deveríamos saber ao menos por que nos chamaram, vai ver tem um motivo.

            _Claro que tem, nos fazer de palhaços na frente de todos! – argumentou Rony seguido de um “xiu” de Hermione para fazê-lo falar mais baixo.

          _Se vocês quiserem ir, o problema é de vocês, eu não piso lá nem se me pagarem mil galeões! Vocês que se deem mal sozinhos, mas falta de aviso não foi! Agora se me dão licença, vou estudar antes da próxima aula.

              Hermione se levantou e foi em direção aos dormitórios das meninas. Harry então olhou para Rony que logo identificou o que o amigo queria dizer. O ruivo apenas parou por algum momento, virou a cabeça para trás e suspirou fundo.

            _Tá bem. – disse ele. – Mas só porque confesso que sempre tive curiosidade em ir nessas festas. Não tem nada de mal em ser um adolescente curioso, certo?

           Harry riu com o que ele disse, apenas deu de ombros e encarou as labaredas da lareira acesa a sua frente. Não sabia se era o certo a se fazer, mas admitiu que também estivesse curioso para saber o que tem de mais nessas tais festas que a Sonserina tem tanto orgulho de se gabar. Porém, ao mesmo tempo não conseguia deixar de pensar se Malfoy o meteria em alguma confusão...


Notas Finais


Perdoem se tiver algum erro e não desistam de mim. : >


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