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História Os Segredos Obscuros de Sweet Amoris - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


OLÁ MEUS AMORES, finalmente uma atualização para vocês!
Como sempre, desculpem-me pela demora, e feliz ano novo né ahahjqkak
Enfim, fiquem com o capítulo, e não se esqueçam de comentar, me deixa feliz (((:
edit 1: Gente eu preciso mudar essa sinopse porque ela está simplesmente HORRENDA

Capítulo 5 - Brigas, Descobertas e Ajuda


Atravessava as ruas ensaboadas devido à garoa noturna, meus sapatos lançavam gotículas de água por todos os lugares, mas eu precisaria finalizar a primeira parte de minha missão.

Assim que abri o baú, repleto de informações inúteis de Debrah Gauthier Uckler, e apenas uma foto, que poderia utilizar para derrubar qualquer uma das outras pistas e outros mistérios que viessem a seguir. Eu teria minha ficha incrivelmente limpa e poderia utilizar para resolver outras coisas.

O apartamento de Castiel não era muito distante da escola, o que facilitaria minha missão dez vezes mais, porque o quanto mais rápido tivesse todas as informações, mais rápido conseguira utilizar outros recursos. Embora ele não fosse um garoto fácil. Mas eu estava ciente disto.

Bati forte na porta, a garoa havia se transformado em uma chuva forte e raivosa, o que me fez pingar da cabeça aos pés; mas eu não estava preocupada com uma pneumonia, ou uma gripe. Finalmente, a porta foi aberta. Castiel não tinha a melhor expressão, e ela com certeza piorou a me ver, molhada, e em um momento não muito oportuno, em sua casa.

— Mas que merda você faz aqui, Ashellyn? — arqueou suas sobrancelhas, em desaprovação e raiva, mas eu não liguei. Subi um degrau da pequena escada, ficando em sua altura.

— Eu não acredito que você seja uma pessoa tão deplorável, Collins. — apontei, em seu peitoral. — Você postou um artigo horrendo, excluindo todas as partes que eu escreveria sobre os antigos alunos porque sempre soube que Debrah estaria lá. Porque você estudou em Sweet Amoris quando ela ainda estava lá. Porque você gostava dela, e ainda gosta, porque escolheu protegê-la. — assenti minhas palavras balançando a cabeça — É claro, Castiel Collins, eu não esperava por menos.

— Mas o quê? Onde conseguiu isso? — perguntou incrédulo com todo o meu discurso de raiva. Puxou a foto de minha mão, observando-a. Permaneci calada. — Onde você arranjou isso, Ashe?— Limitou-se a gritar, por estar tarde, e puxou-me pelo braço para dentro de sua casa.

— Na escola, é claro. No santuário da protegida. — Ri com escárnio, meio rouca. — Vocês todos são loucos, todos obcecados por uma garota que fingiu sua vida inteira. Eu esperava mais de todos vocês. Íris, Kim, Melody... Todas foram amigas enganadas por Debrah, não é? — Castiel permaneceu calado. Claro que sim, ele estava protegendo seu amor platônico por todo este tempo. — Você ainda a ama, não é? Ainda espera que ela volte.

— Eu acho que você deveria calar a sua boca e me escutar, Ashellyn. — ameaçou, largando a foto em cima do sofá. — Quanto tempo acha que fui um idiota apaixonado por Debrah, hein? Eu fui enganado muitas vezes, mas ainda acreditava que ela iria voltar e me entregar um contrato. Eu imaginei todos os dias que esta foto poderia fazê-la voltar. Mas é claro que não, Ashellyn! — gritou.

Estávamos mais abalados do que esperava, eu estava assustada com toda a história, de por ter descoberto tudo sem a ajuda de Lysandre ou Rosalya, que o conheciam, era ainda mais angustiante. Desviei o olhar, observando um pouco de sua casa. Eu não sabia como me desculpar, e o efeito de sair correndo na chuva estava começando a aparecer. Por fim, levantei-me.

— Eu realmente peço desculpas, Castiel. Talvez tenha extrapolado os limites. Ah... Pode ficar com a foto. — disse, terminando a frase com espirros manhosos. Eu ainda precisaria voltar à escola e arrumar a diretoria antes do amanhecer. — Bem, é isto.

— Eu espero mesmo que não olhe mais na minha cara, Ashe.

*

Na manhã seguinte, resolvi não aparecer na escola. Sentia-me mal e idiota o suficiente para não dar as caras o restante da semana. Antes de amanhecer, eu e Armin arrumamos as coisas que ainda faltavam e disse a ele o que havia acontecido no apartamento de Castiel. Aos céus, ele continuara meu amigo e parceiro para quando precisasse, e iria me ajudar com o que precisasse.

Utilizei a manhã para que pudesse organizar as coisas do jornal, já que faria a mesma coisa em minhas aulas vagas. Comecei a digitalizar a terceira edição, falando sobre o então esperado encontro entre os antigos e novos alunos, sobre as olimpíadas e jogos que aconteceriam naquela semana e as últimas atualizações que incentivaram a mudança de método de ensino na escola. Por fim, pedi a Armin que separasse dois papéis na urna, para a descrição do jornal e o depoimento. Feito isto, ele anunciaria nos altos falantes.

Salvei o documento em meu computador e comecei a preparar a entrevista que faria para determinado aluno, era fútil, mas me ajudaria a saber muito como nossa querida Sweet Amoris era no passado. Como estava mais envolvida do que gostaria no caso Debrah, resolvi mudar minhas perguntas para algo mais pessoas, mas como provavelmente ela não sabe muito de jornalismo investigativo, não duvidaria muito de minhas perguntas... Pessoais.

Quando minhas atividades relacionadas ao jornal deram-se por acabadas, deitei-me na cama e joguei Deborah Uckler no pesquisar, recebendo diversas manchetes que poderiam me ajudar naquele momento. Separei algumas para a impressão, para dividir com Armin ou Alexy, já que também não conheceram Debrah. Quando estava saindo de um site, meus olhos caíram exatamente onde eu precisava.

Deborah Uckler: Saiba tudo o que você deseja sobre essa cantora maravilhosa!

Na noite do dia 22 de agosto de 2017, a cantora Debrah Uckler foi entrevistada pela revista francesa Célèbre, e tirou todas as nossas dúvidas sobre sua vida pessoal, veja a seguir, todas as perguntas e respostas obtidas:

Debrah, os internautas querem saber, como foi estudar em Sweet Amoris, um colégio muito conhecido por sua excelência em ensino?

Bem, eu sempre fui uma pessoa que prezava pelo ensino, e buscava a perfeição no que fazia. Sweet Amoris foi uma escola que, com certeza, me ajudou muito na construção de minha vida pessoal e acadêmica.

Certo, certo, muito bem! Responda-nos agora: Você se relacionou com alguém durante a época da escola? E qual era sua relação com seus amigos e familiares neste tempo?

Não, eu não me relacionei com ninguém durante este período para... Preservar minha atenção apenas nos estudos compreende? Sobre minha relação com amigos, eu tinha uma atenção considerável entre os corredores atenciosos de Sweet Amoris, e bem, minha relação com meus pais eram agradáveis como sempre foram.

Perguntas e respostas vistadas por Albert Gauthier Uckler

Havia muitas outras perguntas que com toda certeza me ajudariam, mas estas duas simplesmente tiraram a maioria de minhas perguntas. Debrah realmente não era uma aluna muito boa, e muito mentirosa, já que o próprio Castiel deixou escapar que eles tiveram sim, uma relação amorosa entre os anos letivos que ambos encontraram-se, embora ela seja mais velha do que ele. O que me fez realmente rir foi o aviso final, literalmente dizendo que as perguntas e respostas foram revistadas por seu pai e empresário, Albert, o que me resta dizer que ela também é insegura com a carreira, e que pode, a qualquer momento, ser desmascarada.

E eu serei a primeira a fazer isto.

*

Havia se passado horas desde que imprimi as informações sobre a vida da próspera cantora que estudou em Sweet Amoris. Despistando-me um pouco do assunto, passei o restante da manhã com Dulce, meu cachorro, até decidir de que deveríamos fazer um passeio, passando pelo parque e indo ao mercado. De roupa trocada, arrumei todo o quarto, abrindo as cortinas e janelas e organizando minha cama e estante, para que ficasse tudo limpo e organizado. Prendi Dulce na coleira amarela e então saímos.

As ruas da cidade estavam vazias, já que neste horário todos estão no contra-turno de exercícios, sobrando apenas alguns alunos que faltaram, ou fulgiam das aulas até tarde. Atravessamos o portão do parque e pude retirar sua coleira, sentando-me em um banco qualquer enquanto observava Dulce correr adoidado pela grama rasteira.

Recostei-me no banco, em uma posição confortável, ouvindo o som dos passarinhos; até sentir um peso na outra ponta.

— Nós viemos ajudar você, Ashezinha.  


Notas Finais


Então galera, foi isso, espero que tenham gostado!
Obrigada por lerem, e é isto, vejo vocês nos comentários.
Beijos e abraços,
Mha.



@mhariah


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