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História Os tiranos de sangue - Capítulo 1


Escrita por: TaliaEnd

Notas do Autor


É eu sei, ainda nem terminei a minha outra história e já estou postando mais uma. Eu sinto que estou sendo precipitada, mas estou anima para escrever algo com mais ação e uma temática bem diferente.
Alguém me acompanha?


Bom, eu estou postando apenas o prólogo e caso gostem, eu continuo com a história.
Como já devem ter notado, será uma história focada no shipe Nalu.
Um dos motivos de eu achar interessante, pois será Natsu com aparência do End, ou seja, um par de chifres é garantido.


Devo avisar que planejo colocar cenas de violência e um pouco de sangue, até por isso a história tá classificada como +18. Mas quem sabe no futuro deixo as coisas mais quentes e nesses momentos quentes, acaba sendo mais explícitos para ver os finalmente do casal.


Não vou enrolar muito e deixar vocês com o prólogo!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Os tiranos de sangue - Capítulo 1 - Prólogo

Olhares cruéis que te olham querendo sua morte o quanto antes e mais dolorosos possível, principalmente para aqueles ditos traidor do império. Gritos de ódio e raiva eram jogados contra mim, como se fosse uma faca tão cortante quanto uma espada mais afiada que esse mundo poderia ver.

Para eles eu era traidora que merecia a morte, que traiu o império por algum motivo que eles nem mesmo sabiam, mas acreditaram com grande fervor.

Idiotas, tolos e fáceis de manipular! Esse é o grande povo de Fiore, que acreditava em um tirano que apenas para consolidar o poder de todo império como dele, acabou declarando a mim e minha família como traidores e sentenciados à morte.

Jogo o meu olhar para aquela popular que estava sedenta por sangue e eufórica, mas não pude vê-los , já que sou empurrada a prosseguir o meu caminho.

Andar a cada passo era tão complicado como respirar. Meus pés estavam tão doloridos e cheios de sangue, que a cada passo sentia uma grande dor tão terrível, que não era tão pior como ardência em tentar respirar, que parecia que estava entrando fogo em meus pulmões.

O barulho do ranger das solas de madeira era ouvido apenas por mim, talvez fosse a única que estava dando importância para aquele som afinal.

Prefiro olhar para aquelas madeiras que pareciam podres e poderiam ceder completamente, do que olhar para o que estava na minha frente.

Talvez para aqueles que me olhavam agora, poderia pensar que estava com medo da guilhotina que estava logo à frente, mas não era isso. Como eu poderia me atrever a olhar, sabendo que veria o corpo da minha família morta com a cabeça decepada junto com alguns membros do seu corpo.

Ah, o cheiro de sangue e morte agora estava mais presente e mesmo que não quisesse demonstrar para essas pessoas, eu realmente estava com medo.

Cada passo era para a minha morte, não conseguiria evitar e com toda certeza não conseguiria fugir dessa minha realidade. De qualquer forma, eu não daria para aquele maldito o prazer de me ver para baixo e implorando misericórdia.

— Vejo que continua com o olhar arrogante de sempre.- diz a voz daquele que me sentenciou a morte.

Atrevo a olhar para a frente e fazer o meu melhor para não ver os corpos da minha família que estava jogado de qualquer próximo a arma que os matou.

Não muito longe dos corpos estava o imperador no seu palanque cercado de mulheres, que tentavam chamar sua atenção enquanto tentavam seduzi-lo. Que patéticas, como poderia fazer isso e não ter pudor nenhum.

— Sabe Lucy, se você ficar de quatro latindo como um cachorro e pedir o meu perdão, posso te poupar dessa morte dolorosa. Gostaria muito de ter uma loira com esse corpo em meu harém.- disse o maldito na língua antiga.

Ele era esperto devo admitir, falar na língua que apenas a realeza e poucos membros da nobreza compreendia era uma jogada de mestre. Aquele bastardo poderia continuar com o seu teatro em ser o imperador amável e bondoso, sendo que era ao contrário, onde aquela peste era um tirano e um manipulador.

— Não serei seu cachorro. Eu sei que irei morrer com honra.- disse também na língua antiga.

Dito aquelas palavras, mesmo com a dor que sentia em todo o meu corpo, acabei me forçando a andar mais rápido e me colocar diante a imponente guilhotina que estava a poucos centímetro de mim

— E mais uma coisa, não me chame pelo o meu nome. Eu sou uma Heartfilia e por esse nome que deveria me chamar, sua majestade.

Olhei com descaso para o imperador ao usar uma palavra formal contra ele, que fechou a cara ao ouvir.

— Tola e arrogante como uma boa Heartfilia no final. Com toda certeza, foi a melhor coisa ter tirado vocês traidores do mapa.- disse o imperador rindo com um tom zombeteiro ao me olhar.

Não abaixo o olhar e continuou com o mesmo olhar firme. Eu não daria o que ele queria, não iria ir contra as minhas origens.

Queria continuar com as trocas de olhares enquanto desejava poder estrangular aquele idiota com minhas próprias mãos, mas infelizmente sou empurrada e forçada a colocar minha cabeça naquela máquina que séria meu carrasco.

— Hoje eu estou clemente, então deixarei que digas as últimas palavras, mas espero que seja melhor que sua mãe e não me peça para te salvar.- disse ele com um tom de deboche enquanto era acompanhado com algumas risadas.

Minha cabeça já estava sobre aquela madeira dura e que lembrava a um ralador de tão áspera que era. Não que eu pudesse dizer que esperava por algo confortável.

Eu direcionei o meu olhar para aquele projeto de imperador perfeito que aquele merda mostra a ter para o povo.

— Eu espero que a Deusa te dê a pior punição, ao ponto de querer clamar pela a sua misericórdia, para ela apenas te fazer sofrer em seu próprio jogo.

Não conseguir conter o sorriso ao terminar de falar e ver sua cara de fúria era um bom sentimento. Finalmente parece que no final conseguir tirar aquele sorriso irritante do seu rosto.

Eu o vi levantar de sua cadeira com fúria e seu olhos pretos me olharem com um grande desejo de poder me matar com suas próprias mãos.- não que ele fizesse isso, afinal ele era um covarde.

— Você clama pelo ódio dela para mim, mas aquela vagabunda te abandonou.- falava ele na língua antiga.- Cadê ela quando você mais precisou? Ainda clama por ela?

Eu abri um sorriso.

— Não ligo para o que pensa dela, não é como se ela pudesse mudar a vida de todos para melhor. Afinal, isso mudaria tudo.- eu disse com um sorriso sinceramente.- Eu espero que ela te afogue em suas próprias lágrimas de desespero e tormento, Zeref.

Eu o vejo fazer sinal para que deixasse a lâmina cair em direção a minha nuca e acabasse com aquilo tudo. Ouço o som da lâmina caindo e já esperava para o meu fim, mas ainda com a dúvida se eu iria sentir dor.

Com o passar dos segundos e nada acontecendo, eu abro os olhos e vejo que tudo à minha frente estava branco. Não conseguia ver nada, além de uma figura de uma mulher com cabelos azuis que falava algo, que parecia bem importante já que estava gritando, mas não conseguia entender.

Antes de eu realmente compreender o que havia acontecido, me vejo levantar da cama e abrir os meus olhos enquanto minha respiração estava ofegante. O barulho de relâmpago e chuva era bem forte, mostrando que estava tendo uma tempestades caindo naquele momento.

Eu não sabia se havia gritado ao acordar, mas sentia aliviada por não ver ninguém entrando no meu quarto para ver o que havia acontecido.

— Que foi essepesadelo?- sussurrei para mim mesmo, enquanto me encolhia com as cobertas. 



Notas Finais


Foi apenas um prólogo, não que mostre muito da história, mas gostaria de ver o que vocês acham.

Se não gostarem, eu irei fingir que isso nada existiu r foi um delírio coletivo de todos.

Fico aguardando vocês e quem sabe nos vemos em um próximo capítulo.
Bjs ♥️


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