História Os Tons de Rosa e Laranja - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Sehun, Tao
Tags Baekhyun, Byun Baekhyun, Huang Zitao, Oh Sehun, Sebaek, Sehun, Tao, Taobaek, Zitao
Visualizações 11
Palavras 2.181
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Droubble, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


yeeeeeeeeeeey, novo capítulo novo~ agora com visão do baekhyun. Esses curtas não tem ordem cronólogica obrigatória, ou seja. esse capítulo não é seguido do anterior, ele é só um complemento da história apresentada. Aqui temos um que se passa antes de do Baek conhecer o Sehun.
cada personagem tem seu jeito de pensar e isso influenciou na época a minha escrita de cada capítulo como se desse um toque mais especial individualmente e mais personalidade a eles.


Espero que gostem, desculpe erros ortográficos ou qualquer coisa sem nexo.

Capítulo 2 - O alaranjado e rosado céu


Andava calmamente sentindo os raios do sol aquecerem sua pele alva. Estava indo para sua aula extracurricular de sexta-feira, sua tão amada aula de artes. Era apaixonado por desenhar, pintar, até mesmo esculpir, todo tipo de arte lhe encatava, até a boa e velha música, que conseguia melhorar seu dia e lhe agradar apenas ao tocar suavemente, passando aquelas melodias doces por suas orelhas carnudinhas. Ficava um pouco irritado com o fato de artes ser considerado uma aula extracurricular invés de uma aula como as outras. Era um tipo de aula muito importante, até porque na arte era onde se aprendia mais da cultura dos países, movimentos nacionalistas e até mesmo misturando aquelas aulas de filosofia com literatura do que as próprias aulas originais, incluíndo história, mostravam.
Era tarde, quatro horas e meia talvez, não tinha certeza, só sabia que sua aula começava as cinco horas em ponto e que não se atrasaria. Tinha ido na casa de um amigo querido seu para almoçar, ele morava bem perto de sua respectiva escola e era seu colega de classe, tanto de suas aulas cotidianas como também de sua matéria favorita. Aquele era chinês, estrangeiro como o menino, mas este era coreano, que no momento estava ocupado olhando dois passarinhos voando pelo céu juntos.

– Baekhyun~ o que acha que vamos aprender hoje na aula? Estou curioso e você sempre acerta! – Ouviu o garoto exclamar animado, lhe tirando de seus devaneios e sorriu para este.

– Eu não sei, Z~ talvez a gente aprenda algo sobre… poesia? Sim! entramos em literatura agora, é uma das artes mais bonitas e não foi mencionada ainda, provavelmente vai ser isso! E… não é verdade que eu sempre acerto! Lembra que eu disse que a gente ia talvez ter aulas práticas das danças tradicionais e na verdade o assunto foi teatro?! – Perguntou Baekhyun um tanto revoltado, batendo o pé, Zitao sempre dizia que baek acertava tudo, que era um gênio e que usava sua alta inteligência para prever o futuro. sinceramente, tinha um amigo com ideias estranhas, mas gostava muito dele.

– Pode ser poesia mesmo, acho a literatura japonesa realmente muito bonita, tudo soa muito belo e muitas coisas que ficam bonitas nesse idioma não ficariam muito boas fonéticamente em chinês ou coreano. E eu já disse pra não me chamar de Z! Me deixa sem graça. – Olhou para o mais alto e colocou os lábios para dentro de sua boca tentando se conter, mas não conseguiu e começou a rir. Tao estava com as bochechas vermelhas, sempre ficava assim quando Baekhyun lhe chamava desta forma; Huang sempre disse que apenas sua mãe lhe chamava assim, antes fazia isso de um jeito tão embaraçoso que agora sempre que ouvia este apelido corava ou olhava para baixo enquanto entrelaçava seus próprios dedos envergonhado, era fofo o jeito que o mais alto agia.

– Okay, Okay, não vou mais te chamar assim, Z. – Sorriu doce e um pouco travesso, levanto um tapa no ombro do mais alto que começou a reclamar e fazer birra que nem uma criança, coisa que causou novamente o riso de Byun.

–Ya~ quer saber, ta tudo bem mochi mochi*! – Tao disse e apertou as bochechas de BaekHyun, vendo este começar a fazer pirraça e bater o pé no chão repreendendo-o por chama-lo daquela forma, corado até as orelhas. Agora era Huang que ria enquanto levava tapas fracos no lado direito de seu braço, era engraçado como os dois conseguiam provocar um ao outro e continuavam sendo amigos.

– Kya~! Pare de rir de mim! – Baekhyun fez bico e cruzou os bracos enquanto andava ao lado de Tao, que bagunçou seus cabelos e sorriu para este parando de rir, recebendo um grunhido do mais baixo. Baek sempre fazia isso quando irritado, mesmo que pouco.

– Enfim, eu também acho que tem coisas que ficam melhor em japonês, as vezes fico encantado pela beleza dessa língua. – Baek concordou com o que o outro dizia assim que ouviu, realmente achava o idioma muito bonito, principalmente de ser ausculado.
O caminho continuou assim, com brincadeiras, um implicando o outro e conversas aleatórias. Era impressionante como BaekHyun podia conversar o dia todo sobre qualquer coisa com Zitao, mesmo que boba, este de cabelo formado por fios castanhos pouco claros sempre lhe acompanhava. Ficava bobo sempre com sua presença e sabia que Huang lhe fazia mais bem que qualquer pessoa, e agradecia milhares e milhares de vezes mentalmente a seu irmão mais velho por tê-lo levado ao Japão junto consigo e cuidado de si.
Baekhyun viveu apenas seus primeiros cinco anos na Coréia; ele vivia com seus pais e era cuidado por estes como qualquer normal família. Na verdade, das poucas lembranças que tinha, sabia que sua família não era normal, e sim muito mais carinhosa e aberta a coisas diferentes do que as outras. Sim, era. BaekHyun perdeu sua família nesta mesma idade por um acidente de carro, ele estava também dentro do automóvel, mas foi o único que sobreviveu, por pouco, já que teve uma fratura exposta em seu braço direito; o maior problema não foi ter a fratura exposta, mas sim o tanto de sangue que o mais novo perdeu. Tinha uma cicatriz por causa de tal acontecimento ainda em sua pele, mas um pouco mais singela do que antes. Seu irmão mais velho – ou Baekhoo, chame-o como quiser – então o buscou para cuidar e passou a ter sua guarda oficial depois de tanta burocracia. Desde então BaekHyun mora no Japão. Seu irmão dizia que seria melhor ter um inicio diferente, num lugar que trariam novas lembranças, melhores, e que não fariam Baek lembrar da perda de seus pais constantemente. BaekHyun nunca concordou tanto com seu irmão, na época fazia muita birra na intenção de poder voltar para "casa", mas depois de um tempo se tocou que o Japão era seu novo lar e que nada poderia ter sido melhor do que se mudar para lá.
BaekHyun percebeu que seu caminho já tinha acabado e que tinha chegado ao seu destino quando Tao gritou que quem chegasse por último levaria o outro nas costas. Baek achou aquilo uma total maldade e um pouco de covardia da parte de seu amigo. Não podia correr, pelo menos não por muito. Tinha asma, sempre que corria lhe faltava muito ar e tinha que usar sua bombinha para aliviar a dor de seus pulmões. Apressou um pouco o passo, porém não correu, chegando na sala um pouco cansado e ainda sendo retribuído por um susto que Tao lhe deu por estar esperando-lhe ao lado da porta, se assustava fácil e não tinha visto seu amigo ali antes, anotava mentalmente que da próxima vez que encontrasse Huang lhe daria um susto tão grande que valeria pelas duas coisas do dia.
BaekHyun viu Tao rir de seu susto e brincar consigo, fazendo barulhos de fantasma em seu ouvido. Baek se arrepiou um pouco e riu fraco, dando um tapa no braço de Huang antes de revirar os olhos e continuar seu caminho para sua carteira. Parou quando viu um aluno chamar os outros e todos irem se aglomerando na pequena janelinha da porta da sala. Baek deixou sua bolsa em cima de sua carteira e olhou para seu amigo confuso com uma sobrancelha erguida, recebendo o mesmo olhar desentendido. Os dois chegaram a levantar para ir até a porta, mas ao verem os alunos saírem correndo para seus lugares se sentaram olhando um para o outro, ainda confusos. 
Viu o diretor entrar na sala, sendo recebido com muito respeito. Este foi pra frente de todos e deu uma notícia extremamente desagradável. Sua professora tinha passado mal e estava sendo levada imediatamente para o hospital. O furnúncio se devia a isso, os alunos viram a professora desmaiar e sem saber o que faziam ficaram observando pela janela. O diretor por fim disse que a aula tinha sido adiada e que todos estava liberados, depois se retirando da sala. Baek e Tao estavam chocados, a professora sempre pareceu ser saudável, mas pelos soprados que ouviu, sua professora sofria de problemas de estresse e anemia, além de ter pressão baixa. Vários alunos em múmurios se retiraram da sala, até mesmo seu amigo, mas BaekHyun resolveu ficar e ajudar com tudo o que podia. Arrumou a sala e pegou as coisas da professora, acompanhando aquela inconsciente para o Hospital. Ouviu várias vezes pessoas dizerem que não precisava, mas BaekHyun dizia estar tudo bem e que ajudaria ela. Recebia sorrisos e as pessoas lhe tratavam com bom humor, até oferecendo carona para o garoto, já que morava longe. Olhou o horário, ainda não precisava. Se despediu, disse que acompanharia sua tutora e esperou a ambulância que em pouco chegou, e levou ambos para o Hospital.
BaekHyun tinha se preocupado, preocupado até demais, esperado a mulher do lado de fora e quando soube que aquela estava acordada ficou com ela. Conversaram e conversaram, sua professora adimitiu realmente ter alguns problemas na vida, brincando com o menor dizendo "nada que um soro não possa melhorar", sorrindo e cutucando aquele de olhos rasgadinhos, que riu entrando na brincadeira.
Seis e quarenta e cinco da tarde. Baek gaguejou.

– F-foi ótimo ficar aqui com a senhora mas… eu preciso ir! – Exclamou enquanto pegava sua bolsa e passava por seus ombros junto a uma mochila, dando um tchauzinho breve antes de sair voado pelos corredores do hospital e ser repreendido várias vezes. Correu e correu, chegando na estação de trem passando mal. Respirava fundo e sacava sua bombinha várias vezes, fazendo movimentos com os braços para seus pulmões funcionarem direito mais rápido. BaekHyun – como dito antes – morava longe do colégio. Costumava a pegar trem de ida e de volta, menos as sextas, que passava até domingo na casa de seu Melhor amigo. Hoje por não ter tido aula deveria ter voltado já fazia tempo para casa, sendo a de Huang ou não. Por algum motivo, sentiu que deveria passar aquela sexta com Baekhoo, tinham brigado um com o outro no dia anterior e BaekHyun sentia que estava fugindo dos problemas que precisava resolver.
Viu uma silhueta, estava sentado encarando os trilhos. Parecia ser homem. Cabelos negros. Roupas de colégio, mas de um diferente do de BaekHyun. Olhos no relógio a todo tempo.

– Licença, posso me sentar aqui? – Baek perguntou educado, recebendo um sinal positivo com o leve balançar da cabeça alheia e suas coisas sendo retiradas do banco.

– Também perdeu seu trêm, hum? – Perguntou mais afirmando do que interrogando BaekHyun, que ficou confuso e perguntou como aquele sabia. Respondeu simples. Tinha visto o menino correndo e depois aspirando sua bombinha, ninguém com asma em sã consciência correria para uma estação de trêm se sabe que não o perdeu nem vai perder.

– Mora na zona leste? É onde eu moro, tem um trem que chega aqui as sete em ponto que leva pra lá. – Ouviu o outro perguntar e fez que sim, depois suspirando baixo e balançando a cabeça.

– Já deveria estar em casa, mas acho melhor ficar no meu amigo mesmo… tenho medo de andar de trem sozinho a noite… – Falava entre suspiros. Recebeu alguns tapinhas no ombro e o garoto dizendo com um sorriso no rosto.

– Hey, posso lhe acompanhar, afinal de contas, vamos para o mesmo lugar, certo? – Sorriu fraco e negou várias vezes, mas o garoto insistia tanto em acompanhar BaekHyun que este decidiu deixar de resistir.
O trem finalmente chegou e BaekHyun se levantou, acompanhando o garoto que parecia ser mais novo. Entraram no trem e seguiram para casa juntos. O outro dormiu em seu ombro, era fofo então deixou que aquele continuasse alí. Foi uma longa viajem, Baek parecia que planejava, quando começava a dormir o outro acordava e assim ficavam revezando inconscientes.
Finalmente chegaram no lado leste da cidade, conversando em voz baixa enquanto andavam sem jeito e encolhidos levemente. Digamos que não eram muito sociáveis, mas estavam se comunicando. descobriu nome alheio, era Oh Sehun, outro coreano. Agora conseguia ver melhor por causa dos postes de luz e… Deus, Baek tinha que admitir que o garoto era extremamente belo. Como tinha pensado antes, era mais novo, mas fazia muito mais coisas: Todo esporte e coisas relacionadas a dança tenha certeza que este já o fez. Acompanhou-lhe para casa. Sorriu para aquele. Teve o sorriso retribuído. Coração esquentou, palpitou, uma batida falhou. Se despediram, Baek seguindo para a porta de casa, Sehun continuando a andar pela rua até chegar devidamente em seu lar. Baek viu seu irmão dormindo no sofá e desligou a televisão junto com a luz da sala, pegando un cobertor e cobrindo o mais velho. Suspirou baixo e com um sorriso seguiu para seu quarto, se jogando na cama e pensando em Oh. Tinha sido gentil consigo, era engraçado, fofo… talvez, só talvez, BaekHyun quisesse se atrasar novamente, talvez ele quisesse conseguir encontrar o garoto na mesma hora que ia a estação e conversar mais com ele, se sentia bem com o homem. Talvez fosse por ter lhe ajudado, mas mesmo que baek fosse medroso, ele era curioso, queria saber do menino que encontrou pela tarde na estação de trem.


Notas Finais


gostaram? Aqui descobrimos onde a história se passa como Baek foi parar no japão e que seu status social se concentra em Zitaoksksksksk Ah! e como os pombinhos conheceram, claro!


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