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História Os Últimos Cavaleiros (TAEKOOK ) - Capítulo 22


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Notas do Autor


Olá anjinhos.

Neste capítulo contém agressão física e psicológica.

Boa leitura...

Capítulo 22 - Capítulo vinte e dois.


Fanfic / Fanfiction Os Últimos Cavaleiros (TAEKOOK ) - Capítulo 22 - Capítulo vinte e dois.

Jungkook saiu do restaurante, seus sapatos fazendo barulho no pavimento. Reverendo Changkyun pediu para conversar; Tinha sido difícil sentar no restaurante, pois trazia de volta lembranças dos encontros que tinham compartilhado, pensando o que poderia ter acontecido se ele não tivesse sido tão atraído por V desde o primeiro momento que o viu. Finalmente, Jungkook percebeu que um relacionamento com Changkyun nunca teria funcionado. A química sexual que ele havia compartilhado com V estava ausente com Changkyun.

O encontro não durou muito tempo. O reverendo estava descontente com o jeito que Jungkook estava parecendo. Jungkook tinha que admitir; Ele perdeu um pouco de peso desde que V tinha terminado com ele. A palidez de seu rosto e cabelo sem brilho deu-lhe uma aparência doente. Jungkook tinha garantido que estava bem, mas ele podia ver a descrença em seus olhos.

- Obrigado por sua preocupação, mas estou bem. - Jungkook colocou a mão em cima da sua. -  Não é todo dia que um homem é sequestrado e leva coronhadas na cabeça. - Ele deu um auto-depreciativo sorriso - Talvez eu devesse ter aceitado aquela viagem a Jeju. - Jungkook havia devolvido o presente, não querendo ir sozinho. Ele não tinha ninguém que pudesse suportar passar um tempo agora, Jimin estava ocupado com a faculdade.

- Eu poderia programar para você.

- Não, obrigado. Não tenho ninguém para  cobrir meus clientes agora. Talvez no verão, quando Jimin estiver de férias. Eu tenho algumas entrevistas na próxima semana para contratar alguém para substituir Hwasa.

Changkyun viu o brilho de dor que Jungkook foi incapaz de esconder. Sem perceber, começaram a discutir negócios da igreja, oferecendo-se para organizar um bazar para um membro que sofreu um incêndio e teve  os seus pertences destruídos. Changkyun se inclinou para trás em sua cadeira olhando para ele escolher sua comida enquanto falava, percebendo a mensagem de que os membros dos Últimos Cavaleiros não estavam em discussão. 


                          **♡**


Jungkook deixou Changkyun com dois membros da igreja que haviam parado em sua mesa para oferecerem seus serviços. Com um sorriso, Jungkook escapou usando a desculpa de um dia de trabalho antes de sair das garras de Changkyun. Lá fora, estava ficando escuro quando ouviu os motores barulhentos da motos. Jungkook não hesitou em seus passos no estacionamento, nem virou a cabeça para ver os motoqueiros que passavam.

Ele não prestou atenção ao som crescente dos motores se aproximando e, foi só quando ele quase se bateu na moto de V que levantou a cabeça. Outra moto parou atrás dele prendendo-o entre as duas motos. Suga e Hwasa, cada um lhe deu um aceno de cabeça  quando os motores de V e Suga foram desligados. O súbito silêncio foi um alívio.

- Jungkook. 

-Taehyung.

- Como você tem estado?

- Bem. - Jungkook não iria perguntar como ele estava, ele não se importava. Pelo menos foi o que ele disse para si mesmo.

- Você não parece tão bem.

Jungkook deu de ombros. -  As aparência podem enganar. - V assentiu.

Jungkook olhou para o carro dele pelas costas de V para não olhar para ele. Olhou para seus óculos espelhados para evitar olhar para ele em sua moto. Seu cabelo estava um pouco maior desde a última vez que o viu. Vestindo calças de couro e uma camiseta preta com uma jaqueta por cima; Ele queria pular na garupa de sua moto e esquecer tudo o que tinha acontecido. Um sorriso irônico tocou seus lábios em imaginar a reação horrorizada de V se o fizesse.

- Sim, elas podem e é por isso que eu quero falar com você. Podemos ir para algum lugar para conversar?  Eu gostaria de explicar algumas coisas para você.

- Nenhuma explicação é  necessária, você fez a sua mensagem com clareza a última vez que nos vimos. - Jungkook deu um passo tentando chegar ao seu carro.

- Kookie deixe-o explicar. Eu quero explicar o quanto estou triste pela forma como as coisas aconteceram. Se você quiser ouvir...

Jungkook parou e encontrou os olhos da ex amiga.  Hwasa se encolheu com a dor que Jungkook não tentou esconder.

- Eu não preciso de explicações, Hwasa. Eu te dei um emprego até que a fábrica fosse aberta. Não é sua culpa que eu interpretei mal e pensei que éramos amigos.

- Nós éramos amigos... Somos amigos. Jungkook me escute...

Com um sorriso triste, Jungkook sacudiu a cabeça.

- Não Hwasa, você não é minha amiga. Você me deixou naquele hospital para acordar assustado e sozinho, sem saber o que tinha acontecido. Eu ficava pensando que você iria me levar algumas revistas, um livro ou alguma coisa para passar o tempo. Você nunca o fez. Então, quando eu fui para o clube e fui humilhado na frente de todos, por um homem que eu me importava, o que a minha amiga fez por mim? Nada, ela me ignorou e me cortou no momento em que eu mais precisava dela. Será que a minha amiga passou por aqui e veio me ver para me deixar chorar em seu ombro? Não, você não faz. Uma amiga teria ficado lá por mim. Eu teria ficado lá por você.

Jungkook terminou com uma voz suave. Hwasa parecia chocada quando ele terminou. Mais uma vez Jungkook deu um passo, determinado desta vez a sair.

- Jungkook, eu posso explicar. - a mão de V pegou o braço dele, impedindo-o de sair. Respirando fundo, Jungkook deixou V ter sua peça também.

- Taehyung, as explicações não são necessárias pela simples razão que não vai fazer diferença em como me sinto sobre você. Você estava errado naquela noite em sua casa. Eu não estava começando a me ligar em você, eu já  tinha me apaixonado. Eu sabia que você não sentia o mesmo e eu deixei que isso acontecesse de qualquer maneira.  Eu tive algumas semanas ruins desde então, mas estou te esquecendo. Se as explicações que você quer me dar terminarão com você querendo ser meu amigo, isso não vai funcionar para mim. Seria muito doloroso vê-lo com outras pessoas e não tocá-lo.

Quando V iria falar, Jungkook  levantou a mão para detê-lo. - Deixe-me terminar. Por outro lado, se você está esperando que essas explicações nos junte novamente, isso não é uma opção. Você é  incapaz de me dar o relacionamento que eu preciso para ser feliz, que envolve confiança, fidelidade e amor. Porque mesmo que você jurasse fazer todos os três, eu nunca mais iria acreditar em você.

Desta vez, quando Jungkook deu um passo adiante, a mão de V saiu do braço dele. Ambas as motos ficaram imóveis quando Jungkook manobrou cuidadosamente seu carro ao redor delas, indo para a estrada sem olhar para trás.

- Estamos fodidos. - a cabeça de Hwasa caiu nas costas de Suga.

- Mais como caiu e queimou. -  disse Changkyun, saindo de trás de uma van estacionada. 

- Afaste-se Changkyun. Você não tem uma espionagem empresarial para cuidar?

- Eu tenho todo o direito, eu entreguei-lhe o homem em uma bandeja de prata e o que você fez?  Você ferrou-o, então agora não só eu não o tenho, mas você também não o tem, e está parecendo que você nunca terá. - Changkyun impiedosamente jogou as palavras de Jungkook de volta na cara de V.

- Ele vira por aí, ele vai me perdoar. Ele é incapaz de guardar rancor.

- Será que você fez mesmo uma tentativa de conhecê-lo? - perguntou  Changkyun em descrença.

- O que isso significa?

- Isso significa que ele não vai  perdoá-lo. Você o machucou muito, ele não vai se colocar nessa posição vulnerável novamente, com qualquer um de vocês. - a simpatia na voz de Changkyun fez V sentir medo pela primeira vez. Ele pensou que Jungkook iria entender uma vez que ele explicasse. Nunca duvidou uma única vez que ele não fosse entender as coisas que aconteceram e que eles iriam retomar. Agora, pelo olhar de Changkyun, sentiu que havia superestimado a capacidade de Jungkook para perdoar,  se não esquecer.

- Venha comigo. - Changkyun saiu do estacionamento,  caminhando em direção à igreja do outro lado da rua.

- Vocês dois vão para o clube. - Suga assentiu com a cabeça e saiu com Hwasa às suas costas.


                           **♡**


V andava de moto em frente ao estacionamento do restaurante antes de ir para dentro da igreja encontrar Changkyun, que estava a sua espera em seu escritório. Havia um armário e ele estava pegando uma chave para destrancá-lo quando V entrou.

V viu quando ele pegou uma caixa de tamanho médio e lhe entregou. - Vá para casa e assista uns dois desses. Quando você terminar,  destrua. Eu perdi todo o conteúdo do meu estômago assistindo alguns deles, mas eu acho que você precisa ver contra o que você está lutando.

- Por que você está me ajudando? Você já pagou seu favor.

- Isso não é sobre você Taehyung. Isso é sobre um reverendo fazendo o que é melhor para um membro da sua congregação que ele colocou em perigo. - V recebeu as palavras como um soco no estômago. Changkyun sentiu como se tivesse machucado Jungkook, dando a V uma chance com ele.

V saiu sem uma palavra. Ele prendeu a caixa pesada na parte traseira de sua moto e foi para o clube.  Uma vez lá, com a caixa em suas mãos, ele procurou uma sala privada com televisão. 

Não encontrando nada, ele acabou na sala principal e a encontrando vazia, ligou a fita que Changkyun tinha lhe dado. Abrindo a caixa, V encontrou as fitas ordenadamente datadas e o título de sermão que o pai de Jungkook tinha gravado.

V começou pela data mais próxima. 

Colocando para rodar, V se sentou no sofá e assistia quando o filme distorcido veio à vista. Um homem alto com óculos de arame moldado dava um sermão atrás do púlpito. Foi uma coisa de encolher as bolas de um homem adulto. Com inferno e condenação como ameaças,  ele deu um sermão que teria colocado o temor de Deus em um homem adulto, muito menos o pequeno garotinho sentado no banco da frente junto de um homem rigidamente sentado, que assentia a cabeça em concordância com cada frase que saía da boca do pregador. V reconheceu Jungkook, imediatamente um sorriso tocou seus labios ao vê-lo sentado tão tranquilo e ouvindo todo o sermão. Não que V escutasse os sermões, ele rapidamente passava através de muitos e quando estava prestes a parar, um movimento do pai de Jungkook chamou sua atenção e ele pressionou o filme mais uma vez. O pai de Jungkook fez um gesto para ele ficar na frente da grande congregação. 

......

- Agora chegamos à  parte do serviço onde eu dou a todos uma chance de se arrepender de seus pecados e ter sua punição para que assim sejam perdoados por seus pecados. Meu filho vai começar. Jungkook? 

Jungkook olhou para frente enquanto estava em pé diante da congregação.

V apertou os olhos, era o mesmo olhar que tinha lhe dado mais cedo naquela noite.

- Eu estou pedindo perdão ao meu Senhor, para perdoar o meu atraso para o jantar duas vezes esta semana. Meu pai Seungmon trabalha duro para fazer  a refeição e meu pai Hyunsuk trabalha duro para fornecê-la. Eu deveria ser  mais sensível, mostrando o meu respeito estando na hora certa.

- Jungkook, você se arrepende de seus pecados?

- Sim, reverendo Jeon.

- Então se ajoelhe e receba sua punição.

Jungkook ficou de joelhos. Seu pai estava atrás dele carregando um cinto de couro.

- Arrependei-vos. - ele gritou e bateu nas costas do garotinho. Os membros da igreja gritaram de volta. - Arrependei-vos.

Mais três vezes o couro encontrou suas costas antes que o pai dele permitisse retornar ao seu assento.

V não tinha conhecimento que Suga e Hwasa entraram na sala e estavam em pé atrás do sofá assistindo. Desajeitado, V removeu a fita e começou a próxima. V observou as próximas seis fitas, cada uma com um Jungkook sendo castigado por pouco ou nenhum motivo. V notou que nenhum dos outros membros da congregação se ofereceram para se arrependerem de seus pecados, mas cada um sentou negligentemente enquanto Jungkook levou surra após surra.

A sala começou a encher quando membro após membro veio para o jantar e ele se tornou absorto nas fitas. Dawn ficou trêmulo atrás do sofá quando uma fita em particular começou. Ele se lembrava bem. Na verdade, ele ainda tinha pesadelos por causa disso. Ele havia ido em duas missões para a guerra e nenhuma visão que ele presenciou o tinha afetado tanto quanto a fita trazendo de volta à vida a sua memória.

....

Não era uma  reunião régia da igreja, em vez disso, parecia que eles estavam em uma igreja menor e os paroquianos estavam ao redor cantando.

V não sabia o que eles estavam fazendo ou dizendo.

Eles estavam dançando no lugar e cantando em uma língua que ele nunca tinha ouvido falar antes. Um grande homem barbudo foi atrás do púlpito e tirou uma cobra. Jungkook estava entrando lentamente atrás de seus pais que o empurraram para frente quando a serpente foi tirada para fora.

Jungkook não falou, mas continuou em movimento, estendendo os braços frágeis. A cobra deslizou até seu antebraço, pálido e assustado. Obviamente,  ele não poderia ter mais que nove anos. Um olhar de dor e um gemido escapou dele quando a cobra recuou e o golpeou no braço.

- Louve a Deus. - o homem arrancou os dentes da cobra do braço de Jungkook e ele caiu no chão chorando quando os paroquianos circularam em torno da criança choramingando. De repente, a fita terminou como se a máquina de gravação tivesse caído no chão. 

- Eu me lembro desde dia. Eu tentei chegar até ele e bati na câmera gravando. - Dawn falou.

- Que diabos foi isso? - disse Lisa em estado de choque.

- Cobra de manipulação. O bastardo do seu pai nos levava para as montanhas uma vez por ano para uma igreja irmã. Todos os anos eu assisti a mesma cena. Jungkook não te contou quando você viu as cicatrizes em seus braços?

- Não. -  a repugnância estava comendo V, porque ele não tinha tentado conhecê-lo. As palavras do reverendo Changkyun lhe acertando em cheio.

- Será que eles o levaram ao hospital? Por que ninguém chamava o serviço social? - Choa questionava.

- Não, eles nunca o levaram para o hospital. A prova de fé é quando ele não morre. Assim, não há nenhum tratamento médico. Ninguém denunciou ao serviço social, e o xerife na época era um membro da igreja. A congregação orou por ele a noite toda. Seu pequeno corpo sacudiu com dor até a manhã seguinte. Essa foi a última vez que eu orei.

- No ano seguinte, isso não aconteceu novamente, não  é?  - RM perguntou. 

- Até onde eu sei, pelo que minha avó me disse, sim. Por algumas vezes ele ficou por um triz, mas sobreviveu. Os membros tomavam isso como um sinal de sua fé, mas eu diria que era mais provável que ele construiu imunidade ao veneno. Eu não sei, deixei a cidade no dia seguinte e me alistei na marinha. Nunca mais voltei nessa igreja.

V foi para a caixa e pegou uma fita de dois anos mais tarde. Jungkook teria em torno de onde anos, ele pensou. Foi mais do mesmo, exceto que os castigos se tornaram piores. V notou um desvio, Jungkook implorou o perdão de Deus, nunca enfrentou o pai não importava quantas vezes o golpeasse com o couro  nas costas.

A próxima fita teve a primeira aparição de Jimin. A pequena criança abaixo do peso foi mostrada por eles, explicando a caridade que tinham feito ao dar a uma criança em desespero, o lar que ela precisava. Nenhuma menção foi feita de onde ele veio. Várias fitas foram passando antes de o reverendo ordenar Jimin a ir para frente, para receber a punição. Quando ele estava indo, Jungkook se adiantou, puxou-o de volta, explicando que era culpa dele que Jimin tinha cometido o que eles consideravam pecado. O reverendo frustrado em seu desejo por novas vítimas ficou com a expressão em branco enfrentando Jungkook.  Isso continuou até uma fita de quando o reverendo exigiu que Jimin disse para a frente e, quando Jungkook foi de adiantar foi negado.

......

- Você vai sentar-se Jungkook. Jimin vai receber o castigo por deixar você influenciá-lo e depois vou puni-lo por sua parte. É tempo de Jimin aprender  a não deixar você forçá-lo a sair do caminho da justiça.

A parte estranha era que Jimin não parecia assustado. Um olhar de paz veio e ele, juntou as mãos em frente ao seu corpo. Seu cabelo preto de seda caindo sobre os olhos quando ele se arrependia com uma voz forte. Quando o couro o atingiu, ele não vacilou ou se moveu, a sua voz calma da mesma forma de antes.

- Eu vou vomitar. - Minki admitiu. 

Suga andou em direção a televisão e puxou a fita do vídeo cassete, jogando-a na televisão, estourando-a com faíscas voando e nenhum membro o deteve.

 - Será que essa merda continuou até que o bastardo foi morto? - perguntou V para Dawn. 

- Não, até quando o novo xerife chegou a cidade, foi o que minha avó me escreveu. Ele tinha ouvido falar o que estava acontecendo, mas ninguém pode confirmar. Jungkook e Jimin foram educados em casa, então ele não poderia obter os garotos sozinhos para falar com eles. No dia seguinte, Jungkook desapareceu durante uma tarde. Os pais o procuraram por ele e o encontraram no restaurante com o xerife, sentados comendo um sundae. A minha avó esvreveu, que ele ficou com medo que Jungkook fosse castigado no domingo seguinte, mas o novo xerife apareceu antes do sermão e teve uma conversa com o reverendo Hyunsuk. Depois o xerife estava na igreja a cada reunião, faça chuva ou faça sol. Os garotos entraram na escola no ano letivo seguinte, também.

- O xerife provavelmente os ameaçou com o serviço social. - Choa adivinhou.

Dawn deu um sorriso maligno. - Aposto que ele ameaçou matá-lo se ele os tocasse mais uma vez.

- Ele não vai me perdoar, não depois do que eu fiz. Eu o humilhei na frente de todos, assim como o pai fazia. Ele estava machucado e eu o ignorei, assim como aquelas pessoas estavam ao redor e não fizeram absolutamente nada. - suas mãos se apertaram em punhos - Ele me pediu para falar com ele em particular... - V não pôde continuar. Soluços sufocados podiam ser ouvidos no silêncio da sala.

Os Últimos Cavaleiros se moveram para ficar com seu irmão, que ficou olhando cegamente para uma televisão quebrada, sem nenhuma esperança em seu coração de que fosse ficar com o homem que havia aprendido a amar, e fizeram o que sempre faziam. Apoiaram seu irmão a elaborar um plano de ação.

Porque esta missão seria um resgate longo e cansativo.


                          **♡**


Notas Finais


Esse é meu capítulo favorito, pois nele podemos ver como o Jungkook mostra todo seu valor e brilho, sendo forte, gentil, generoso e tudo de bom que ele é.

Podemos ver um pouco da história dos meninos e quão cruel foi a infância de Jungkook.

Quero dizer, que não quero de forma alguma ofensas a religião, mas sabemos que existem sim, fanáticos doentios que usam a fé para cometer crimes horrendos; Não é a igreja ou qual seja a religião, é a pessoa de má índole e caráter doentio que deve ser culpada.

E nosso motoqueiro enfim percebeu que pode perder seu amado. Agora, ele que lute kkkk

Até o próximo.

Beijinhos ♡♡♡


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