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História Otherworldly love - Capítulo 17


Escrita por: HICCSTRIDmeuamor e Tata_HH

Notas do Autor


Oiê gente, tudo bem?; espero que sim. 🤪

Mais um capítulo direitinho do forno para vocês.⚘

Espero que gostem.

Desculpe os erros Boa leitura.

*Capítulos novos a cada dez dias, às 18:30*

Capítulo 17 - Goodbye home


Capítulo- 17

 

Pov.Astrid

 

Fui até meu banheiro pegar todas as minhas coisas, se eu tivesse dinheiro sobrando eu até compraria coisas novas.

 

- Você tem certeza disso?

 

- E..Eu não vou conseguir ficar aqui sem ele. - peguei as roupas do Soluço no chão, elas já estavam até secas. As memórias do nosso banho voltaram com tudo em meus pensamentos; sinto tanto a sua falta.


 

- Mais você não precisa ir, é só você superar.

 

- Eu não estou indo só por ele, sabe que eu quero ver a vovó. - ela me chamou para visita-lá, não só visita-lá como passar um tempo com ela, não tenho muito contato com ela como tenho com meu avô por parte de pai, minha avó mora sozinha pois se separou do meu avô por parte de mãe, nunca troquei nenhuma palavra se quer com meu avô por parte mãe, ele simplesmente sumiu do mapa.

 

- Você vai ficar por quanto tempo?

 

- Um ano, ou menos. - ou mais.

 

- É muito tempo. - ela fez bico, cruzando os braços.

 

- Você ficou muito mais tempo que eu pretendo ficar, então fica na sua. - ela mostrou a língua, eu ri. - Vai palhaça me ajuda com isso.

 

- E se eu não quiser?

 

- Ai eu vou ficar mais alguns dias... Talvez mais alguns anos. - ela arregalou os olhos.

 

- Vai eu te ajudo. - ela pegou uma mala grande no meu guarda roupa, e a abriu. Antes mesmo do Soluço chegar eu já planeja ficar um pouco com minha avó, só teria que terminar minha faculdade, essa é a última semana de aula, mais como eu já fiz todas as provas eu não preciso mais ir, depois vai ter o baile de formatura, mais eu não to com cabeça pra isso. Por isso minha irmã foi lá ontem parar pega meu diploma.

 

- Quando você comprou sua passagem? - ela está me ajudando a dobrar algumas roupas.

 

- Em alguns meses. - que bom que eu fiz isso a passagem está mais cara que o normal.

 

- Que dia você vai me deixar em paz?

 

- Você tá doida pra se livrar de mim né?, amanhã, especificamente de madrugada, as cinco da manhã. - ela choramingou.

 

- Eu não acredito, você cresceu tão rápido. - ela me abraçou.

 

- Eu preferia ser uma criança, crianças não se apaixonando perdidamente por um cara de um filme, e muito menos passa uma noite com ele. - coloquei minhas roupas na minha mala.

 

- Triste. - rimos. Terminei de por toda minha roupa na mala e depois peguei uma menor para colocar meus sapatos.

 

- Finalmente acabamos. - ela suspirou.

 

- Arrumar mala é muito chato. - coloquei minhas malas no chão.

 

- Mais ainda falta você arrumar uma mochila, com alguma coisa para comer no avião.

 

- Eu sei. - deitei na cama e ela se deitou ao meu lado.

 

- Vou sentir tanto a sua falta.

 

- Também vou sentir sua falta. - ela se sentou na cama.

 

- Para com isso, vai me fazer chorar, sabe que eu odeio chorar.

 

- E não vamos mais sair aos domingos. - ela olhou para o lado fungando.

 

- Para. - me sentei na cama e a abraçei.

 

- Sabe que eu te amo né.

 

- Também te amo. - senti algo molhando meu ombro.

 

- Você tá chorando? - separei o abraço.

 

- Viu eu odeio chorar. - ela limpou as lágrimas e respirou fundo. - Quer sair hoje?, sei lá, a gente sai se diverte um pouco.

 

- Eu não queria sair, podíamos fazer alguma coisa aqui, sabe.

 

- Como pedir uma pizza, chamar a sua amiga, tipo uma festa de despedida. Claro que vamos comemorar, finalmente vamos nos livrar de você.

 

- Há há há, só faltou a maquiagem de palhaça. - ela me mandou um sinal feio.

 

- Vou ligar pra ela. - ela pegou seu celular.

- Oi Mary, tudo bem com você? - ela parou para ouvir. - Eu tô ótima, a Astrid é que não está, está triste e borocochó. - mais uma vez ela parou para escutar. - É por causa de um garoto aí, ela transou com ele acredita?

 

- Cami!

 

- Fica quieta deixa eu ouvir. Vem pra cá Mary, meio que ela vai embora. - ouvi o grito que minha amiga deu pelo telefone, a Cami afastou o celular do ouvido. - O cacete, não grita pelo telefone, quer me deixar surda?

 

- Bem feito.

 

- Você vai vir?, ela precisa de ajuda. - ela sorriu. - Que bom, aproveita que você ja está vindo compra doces, duas pizzas, 'refri. - ela riu ouvindo minha amiga falar. - Para de ser pão dura, você vai estar gastando dinheiro por um bem maior.

 

- Fala pra ela que eu quero pudim.

 

- Ah Astrid quer pudim, é desejo de gravida. - ela começou a rir. - Vem logo, antes que o filho dela nasça com cara de pudim. - desligou o telefone.

 

- Sabe que eu não tô grávida e nem vou ficar. - cruzei os braços.

 

- Vai que o remédio não funciona?

 

- É claro que vai funcionar, vira essa boca pra lá.

 

- Nunca se sabe.

 

.

 

.

 

.

 

- A mais maravilhosa acaba de chegar. - narcisista.

 

- A mais maravilhosa já estava aqui. - minha irmã disse apontando para ela. Elas riram, Mary veio até mim e se sentou ao meu lado, me abraçou.

 

- E aí como é que você tá?

 

- Vivendo.

 

- Porque que esse desgraçado foi embora, ela só queria te levar pra cama, né?

 

- Eu disse a mesma coisa pra ela. - minha irmã se sentou ao lado dela.

 

- Não amiga, ele não queria só me levar pra cama, ele realmente me queria tanto quanto eu queria ele, mais ele teve que ir embora, porque se ele não fosse ele morreria.

 

- Foi aposta então, ele tem problemas com apostas.

 

- Não foi aposta, ele só teve que ir.

 

- Vocês dormiram? - olhei para o lado.

 

- Sim. - foi impressão minha, ou minhas bochechas realmente queimaram.

 

- Você gostou?

 

- Sim é... bem.. bom. - gaguejei.

 

- Ai amiga, não sei como você deve estar se sentindo.

 

- Estou me sentindo mal, como se eu tivesse corrido na corrida de São Silvestre, não dormido cinco dias e bebido todas as noites.

 

- Eu sei como é, me senti assim quando meu namorado terminou comigo. Que bom que essa pessoa maravilhosa está aqui pra te fazer esquecer o babaca que te abandonou.

 

- Astrid fala pra ela a mesma coisa que você falou ontem.

 

- Oque?

 

- Que você não quer esquecer seu noivo. - minha amiga olhou para mim com os olhos arregalados.

 

- Perai, me explica isso direito.

 

Expliquei para ela tudo oque estava acontecendo, que ele é um personagem de um filme, que eu me apaixonei por ele e porque eu me apaixonei por ele, expliquei como ele me pediu em casamento; ela queria detalhes e que eu contasse tudo pra ela. Ela também teve a audácia de perguntar como foi nossa noite de amor, obvio que eu não contei, esse momento era só meu e dele, ela também perguntou se eu tinha alguma foto dele, pelo visto ela também não se lembra dele.

 

- Caramba que delicinha Astrid.

 

- Muito gato né. - minha irmã disse babando na foto; eu peguei o celular da mão da Mary.

 

- Astrid eu não vi direito.

 

- Claro que viu.

 

- Cami você viu o ombro dele, o quanto ele deve ser forte, nossa que sorte Astrid.

 

- Ela viu muito mais que o ombro dele, como que é em Astrid? - taquei a almofada na cara da Cami.

 

- Gente eu sei que meu noivo é gostoso e tal, mais poxa, vão ficar falando assim dele na minha frente? - elas riram.

 

- Divide com a gente, Astrid. - Pelo jeito a Mary é a palhaça dois.

 

- Se acha que ele iria querer fazer um quádruplo? - eu ri.

 

- Se eu tiver chance de perguntar para ele eu pergunto, mais acho que a resposta vai ser não. Você trouxe meu pudim?

 

- Ah é, que história é essa de gravidez, é sério você tá gravida? - ela pegou o pudim na bolsa de compras e me deu com uma colher descartável.

 

- Não estou, e nem vou ficar. - comi uma colher de pudim, meu Deus que pudim maravilhoso!

 

- Eu só brinquei por causa da primeira vez dela. - riram. Por acaso eu sou uma piada?

 

- Astrid, Cami vamos nos maquiar?

 

- Ta maluca, porque?

 

- Pra passar o tempo, pra distrair, e pra tirar essas caras de morta. -  ela me levou até a pentiadeira e pegou algumas das minhas maquiagens.

 

- Básica tá? - ela ascentiu e começou a passar a base em minha bochecha, depois corretivo e assim por diante.

..

 

- Pronto olha como tá linda. - virou minha cadeira, me deixando olhar para o espelho; estava linda mesmo eu adorei.

 

- Nossa ficou perfeito, mais agora é a minha vez. - Cami disse me empurrando da cadeira.

 

- Básica também? - minha irmã ascentiu, falei no ouvido da Mary para deixar eu fazer, e ela deixou. - Fecha o olho.

 

Eu peguei tinta pra rosto passando a tinta branca em toda sua pele, finalmente ela vai entrar no seu personagem. Depois de terminar eu virei sua cadeira para ela olhar para o espelho.

 

- Sua vaca, porque fez isso idiota, tô parecendo o Patati e o Patata.

 

- Você é o Patati querida, pode ir lá gravar agora. - ela se levantou da cadeira bufando.

 

- Agora sou eu tá. - Mary se sentou na cadeira. Sabem o Patati precisa do Patata, peguei o pincel de maquiagem da mão da Cami, e peguei mais tinta branca passando no rosto dela.

..

 

- Poxa Astrid, eu fiz uma make linda pra você, e é assim que você retribui.

 

- É que o Patati precisa do Patata, entende, agora podem ir fazer suas tornes. - ela pegou um lenço e tirou a maquiagem do rosto, minha irmã fez o mesmo. Eu me sentei no sofá para colocar algum filme para assistir.

 

- Oque você vai assistir? - elas se sentaram do meu lado.

 

- Algum filme de uma menina que procura a mãe dela, irmã do Sherlock Holmes. - pegamos a pizza que ela trouxe e refrigerante. Coloquei no filme.

..

 

- Que filme legal, quero assistir denovo. - sempre que ela vê algum filme bom ela quer assistir denovo, mesmo que ela tenha acabado de assistir.

 

- Eu tenho que arrumar minha mochila, já tá tarde olha a hora. - são uma hora da manhã.

 

- Nossa, como é que eu vou embora?

 

- Passa a noite aqui eu te empresto alguma roupa.

 

- Vou avisar minha mãe. - como ela só avisa a mãe dela agora, deve estar morrendo de preocupação. Fui até meu guarda roupa e peguei uma mochila, peguei algumas roupas íntimas, absorvente, escova e pasta de dente, peguei alguns casacos, meias, shorts, já vi casos de pessoas perderem a bagagem, então se eu perder minhas coisas, vou ter pelo menos shorts e blusas.

 

- Quer ajuda? - minha irmã veio até mim.

 

- Só preciso que me fale se eu preciso de mais alguma coisa.

 

- Comida. - Mary disse e se sentou na cama.

 

- Protetor solar.

 

- Escova de cabelo. - elas revezavam as falas.

 

- Maquiagem.

 

- Camisinha.

 

- Chega.. chega, perai camisinha?

 

- Obviu né Astrid.

 

- Falei que se eu fosse fazer denovo teria que ser com ele, Cami.

 

- Já viu a quantidade de menino bonito que tem lá nos Estados Unidos?, claro que tem uns que meu Deus não pego nem por cinco mil. - acabei rindo.

 

- Eu não vou precisar disso. - mesmo assim ela colocou na minha mochila, de onde saiu? - De onde isso saiu?

 

- Eu levo na minha carteira.

 

- Tenho que levar mais alguma coisa?

 

- Dólar?

 

- Não, não tenho dinheiro pra comprar dólar, a vovó vai ter que me dar. - depois que eu coloquei tudo na minha mochila, conferi se eu precisava de mais alguma coisa. E estava tudo certo.

 

- Vamos dormir, amanhã você vai acordar com muita olheira. - Mary disse terminando de por o pijama que eu emprestei pra ela. Ela se deitou ao meu lado na cama e minha irmã se deitou no colchão no chão.

 

- Boa noite gente.

 

- Boa noite. - eu disse me virando para o outro lado.

 

- Boa noite.

 

.

 

.

 

.

 

- Oque você quer comer?

 

- Não sei, talvez...

 

- Pode ser panqueca?

 

- Sim.

 

- Com mel?, creme de avelã?, manteiga ou queijo. - minha mãe disse nem deixando eu pensar direito. São exatamente três da manhã, eu nem consegui dormir, nunca viajei de avião, tomei banho e desci minhas malas, meu pai vai me levar daqui meia hora.

 

- Queijo. - foi a unica coisa que eu ouvi.

 

- Quer algum suco?

 

- Pode ser de melancia. - ela pegou a jara de suco e um copo, depois voltou a fazer a panqueca, eu coloquei meu suco no copo.

 

- Aqui está. - ela me deu o prato com a panqueca e se sentou em minha frente.

 

- Obrigado.

 

- Ah minha filha, me lembro bem quando comeu uma panqueca pela primeira vez, você gostou bastante e perguntou se podia comer mais uma. - acabei rindo.

..

 

- Vem cá pequena, você precisa comer.

 

- Mamãe não sabia que uma guerreira comia, guerreiras comem? - ela me pegou no colo e me colocou na cadeira.

 

- Sim querida, guerreiras comem, brincam.

 

- Sério?

 

- Sim meu bem, mais o mais importante de ser uma guerreira é lutar, ser forte, aprender que à coisas boas no mundo, e que à coisas ruim.

 

- Que coisas boas mamãe? - ela se sentou do meu lado e me pegou no colo, deixando um beijo na minha testa.

 

- A comida é uma das coisas boas. - ela riu. - Tô brincando, estou querendo dizer que uma das melhores coisas do mundo é se apaixonar.

 

- Como assim se apaixonar?

 

- Sintir amor por alguém.

 

- Então eu sou apaixonada por você mamãe.

 

- Não é esse tipo de amor, se apaixonar é maravilhoso, meu bem, amar e se sentir amado é uma das coisas mais maravilhosas do planeta terra, sentir que você é o mundo de alguém é muito bom filha.

 

- E oque se faz com a pessoa que somos apaixonadas mamãe?

 

- Ah minha querida, beijamos, muito, muito, muito, e mostra porque você ama tanto essa pessoa, até mesmo nos mínimos detalhes. - ela se levantou e me deixou na cadeira.

 

- Eca, que nojo, argh...

 

- Não é nojento meu amor. Tá é nojento sim, mais é assim mesmo, e você acaba gostando tanto de beijar que nem percebe que está transpasando milhares de bactérias.

 

- Eu nunca vou beijar. Ninguém! - ela me olhou sorrindo.

 

- Vamos ver se vai continuar pensando assim quando for mais velha. Aí meu Deus vai queimar. - correu para o fogão apagando o fogo. - Ufa, não queimou.

 

- Oque é isso. - ela colocou o prato na minha frente.

 

- Panqueca com queijo, vê se você gosta, bebê. - cruzei meus braços fazendo bico.

 

- Eu não sou bebê, sou adulta!

 

- Ah claro, me desculpe senhora adulta. - ela riu e pegou um pedaço da panqueca e entregou na minha mão.

 

- Hmm... isso é bom mamãe! - em poucos minutos eu terminei de comer. - Posso comer mais uma mamãe?

 

- Pode meu bem.

..

 

- O amor é muito bom mesmo.

 

- Vou sentir saudade da minha guerreira.

 

- Também vou sentir sua falta mamãe. - ela me abraçou.

 

- Eu te amo filha.

 

- Também te amo mãe. - ela separou o abraço e deixou um beijo em minha testa.

 

- Falta cinco minutos pra você ir. - ela estava lagrimejando.

 

- Ah mãe, mais eu vou voltar, um ano passa rápido. - ela ascentiu, logo meu pai, minha irmã e minha melhor amiga apareceram na cozinha e me abraçavam.

 

- Ai amiga vou sentir tanto a sua falta.

 

- Vocês não vão no aeroporto comigo?

 

- Verdade, vamos.

 

.

 

.

 

.

 

- Última chamada para o vôo 326, com destino aos Estados Unidos. Last...

 

- Agora é pra valer. - minha amiga me abraçou.

 

- Você foi tão perfeita comigo Astrid, me ajudou em mementos ruins, e a superar coisas ruins que aconteceram ao longo da minha vida, te agradeço muito por me entender e aguentar as vezes que eu fui grossa com você, eu te amo, obrigado por tudo.

 

- Não precisa agradecer, você é a minha melhor amiga, eu faria tudo por você, e sei que é recíproco, eu também te amo. - nos abraçamos. Separei o abraço e olhei para minha irmã.

 

- Ai Astrid, você tá me fazendo chorar, eu te amo tanto, te ver na barriga da mamãe foi maravilhoso, eu sempre te dava beijinhos e conversava com você, e você chutava para mim, como resposta, te ver crescer foi tão bom, saber que eu era sua irmã mas velha e que eu tinha a obrigação de cuidar de você, eu te amo tanto maninha, vem cá. - ela me abraçou forte.

 

- Também te amo, sem você eu não sei oque seria de mim.

 

- Últimos minutos para o embarque do vôo 326, com destino aos Estados Unidos. Last... - desfiz o abraço e fui até meu pai.

 

- Minha princesinha, quando descubri que sua mãe estava gravida da Cami e que ela era uma menina, pensei que iria ter que tirar porte de arma, e logo em seguida você chegou então eu pensei que eu realmente precisava tirar porte de arma, minha filha já fiz tantas coisas pra você, e eu me orgulho tanto de quem você se tornou, te ver crescendo e aprendendo as coisas da vida é o melhor presente que eu poderia pedir, eu te amo minha princesinha. Deus te abençoe meu amor. - ele me abraço e deixou um beijo em minha testa fazendo o sinal da cruz logo em seguida.

 

- Meu super herói, eu também te amo tanto papai, quero que sempre saiba disso. - o abraçei mais uma vez e logo me virei para minha mãe.

 

- Ah minha bebê cresceu tanto e tão depressa, já é uma adulta independente, tenho tanto orgulho de você filha, e você não sabe o quanto eu te amo, querida eu sempre vou estar aqui pra você, aconteça o que acontecer, eu sempre vou te amar. - me abraçou forte, eu separei o abraço e beijei sua bochecha.

 

- Também amo você mãe, eu também vou te amar pra sempre nunca se esqueça disso.

 

- Deus te abençoe querida. - ela beijou minha testa e fez o sinal da cruz logo depois.

 

- Agora eu preciso ir, amo vocês. - fui em direção a porta que dava acesso ao avião.

 

- Astrid! - me virei para trás.

 

.

 

.

 

.


 

Tô be continued.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Comentem se der, me deixa muito feliz, e me ajuda a saber se estão gostando.
Obrigado por ler.

Até a próxima.🤪⚘♡☆


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