História Otrefoá! - Capítulo 1


Escrita por: e VmonthProject

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Barraca Do Beijo, Beijos, Body101, Comedia, Festa Junina, Políamor, Taegideas!vmonth, Taegimon, Trio, Yoontaejoon
Visualizações 34
Palavras 3.077
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Slash
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


e aí, galerinha?
eu sei, essa fanfic tá atrasada, primeiro que ai meu deus olha o tema, era pra sair em junho, mas as coisas se embananaram um pouco (inclusive eu me embananei também)
enfim, finalmente aqui, com um tema mensal maravilhoso do vmonth com o taegideas
aproveitem bastante e boa leitura!

Capítulo 1 - Sobre otrefoá e alavantú, mas sem anarriê; único


Fanfic / Fanfiction Otrefoá! - Capítulo 1 - Sobre otrefoá e alavantú, mas sem anarriê; único

— Cara, se você não pegar sapinho hoje, não vai pegar nunca. — Yoongi riu, abotoando sua camisa xadrez. O Kim estirou a língua e pegou seu chapéu de palha, o analisando antes de colocar na cabeça.

— Relaxa, mano. São só uns beijinhos.

— Você não é um cara só de beijinhos, Taehyung — o Min retrucou, lançando um olhar cúmplice para o outro. — Ou vai me dizer que, se pagarem a mais, você não dá um recheio pro beijo?

— Ah, aí já é outra história, caro Min. — Sorriu, se olhando no espelho. — E aí, como eu tô? Dá pra pagar por umas bitocas?

— Tá brincando? Olha só que caipira gostoso, Kim Taehyung, eu pagaria satisfeito — Yoongi brincou, fazendo Taehyung rir.

— E você tá’ um chuchuzinho — o Kim disse, ajeitando a gola da camisa do outro, que sorriu. — Ei, você não quer ser meu esquenta não?

— Quê?! Tipo, te beijar? Colar boca com boca e mandar ver?! — perguntou.

— É, ué. — Riu. Yoongi ergueu as sobrancelhas com ar de riso e tocou a ponta do nariz do amigo.

— Você quase me enganou, seu doidinho! — Deu uma risadinha, antes de colocar sua mochila nos ombros. — Vamos, você não pode se atrasar pra festa, tem que abrir a barraca do beijo.

Taehyung imitou o mais velho e pôs a mochila nas costas, descendo com o amigo para a garagem do condomínio. Quem dirigia era Yoongi, dividindo a atenção entre a estrada e a conversa que mantinha com o Kim sobre o quão “WTF” era a ideia da escola de fazer uma festa típica de outros países só porque estavam em época de copa do mundo. “Aquisição de conhecimentos sobre outras culturas”, diziam que era esse o objetivo. Tudo baboseira! Estava na cara que havia sido ideia do grêmio, que amava uma farra. Tanto, que escolheram o modelo típico brasileiro, e garantiram que seria um festão.

Conseguindo convencer a diretoria do colégio, foi organizada entre as turmas do ensino médio uma festa junina completa, com direito a comidas típicas feitas de milho, música, quadrilha, uma decoração coloridíssima e várias barraquinhas, tudo bem dividido e organizado. Min Yoongi havia dado sorte de ter ficado apenas com a divulgação, distribuindo pôsteres e folhetos por todo o prédio do ensino médio. Já Taehyung foi escolhido para ficar na barraca do beijo — que ninguém sabia como conseguiram convencer a diretora a liberar — no primeiro turno, junto a uma menina baixinha e peituda da sua sala.

Chegando na tal festa junina, Taehyung e Yoongi correram para cumprimentar os organizadores e se situarem naquele espaço enorme. Logo foram indicados ao local onde a barraca do beijo estava, já toda decorada.

Ficaram por lá, sentados, conversando potocas até a festa, de fato, começar. Já nos primeiros minutos, a menina que acompanhava Taehyung deu alguns beijos em uns carinhas, que às vezes deixavam até mais do que deviam a ela. Já o Kim não havia encostado a boca em nenhuma outra.

— Hyung, o que ela tem que eu não tenho? — Enquanto a menina atendia a freguesia masculina da barraca, Taehyung perguntou baixinho, olhando para trás onde o Min estava encostado.

— Quer mesmo que eu responda? — o menor perguntou, com cara de tédio. Ao receber o aceno positivo do outro, finalmente disse: — Peitos.

— Oh — exclamou, dando uma olhadinha para o lado, se deparando com os seios protuberantes da outra. Novamente se virou para trás. — Hyung, eu tô bonito, né?

— Você está inseguro? — questionou, cabreiro. O Kim ia responder, quando foi interrompido pela peituda em questão. “Preste atenção, Taehyung” foi o que ela disse. O mais novo entendeu quando olhou para a frente e viu uma menina tímida indo em sua direção.

Olhou rápido para Yoongi, que ergueu o polegar em apoio. Virou-se para a menininha e a cumprimentou sorrindo, pegando seu dinheiro e fazendo o seu trabalho, selando seus lábios com os dela de maneira pouco prolongada.

Depois dela, vieram outras. Em pouco tempo, meninas já iam para a barraca com mais frequência. Algumas até sussurravam um acordo para Taehyung: o dobro do preço por uma linguada bem gostosinha do moreno — e Yoongi, querendo ou não, ficava até um pouco sedento quando isso acontecia, pois, mesmo sendo rápido, o Kim caprichava no serviço. Outras, preferiam ir duas ou três vezes para a barraquinha só para aliviar o “quero mais” que o beijinho de Taehyung deixava —, parecia que ele tinha uma técnica mágica que viciava as menininhas.

Min Yoongi, cansado de ver o amigo beijar, foi se distrair comprando alguma comida. Encontrou na barraca de típicos um doce diferente e bonito, que chamavam de ‘maçã-do-amor’. Achou o nome simpático e por alguns trocados o comprou.

— Jesus, que coisa doce! — reclamou com as sobrancelhas franzidas, assim que pôs a maçã na boca. Entretanto, continuou a comer. Mesmo doce, ainda era gostosa, a maçã caramelizada.

Passeou mais um pouquinho, vendo as presepadas que estavam espalhadas aos montes pela festa: uma melhor que a outra.

“Por falar em presepada,” pensou, “qual será a da vez na barraca do beijo?”

O Min sorriu travesso, se virando para a tal barraquinha. Muito se surpreendeu ao ver Kim Namjoon, seu crush do outro terceirão, de conversinha com Taehyung. No ouvidinho!

— Ora, mas que ousadia! — resmungou, comendo mais um pouco da maçã. Esta que quase foi ao chão quando seu corpo fraquejou com a visão dos dois garotos se beijando. Não foi só um selinho, o mais velho dos Kim parecia sim estar tímido com a situação, mas Taehyung era aproveitador demais para apenas dar um beijinho sem graça no deus grego que Kim Namjoon era. E além disso, Taehyung sempre gostou de chamar atenção; e era aquilo que estava fazendo naquele exato momento, enquanto enfiava a língua com vontade na boca de Namjoon, que segurava com firmeza em suas cintura e nuca enquanto tentava acompanhar o ritmo alheio.

Yoongi estava chocado. Certo que nunca havia contado para Taehyung que tinha uma paixãozinha pelo Kim, mas “caralho, sempre foi tão óbvio! Seria impossível Taehyung nem sequer desconfiar.”

Após Namjoon sair da barraquinha um tanto desconcertado, Taehyung abobou-se um pouco olhando para o mesmo, que era recebido de volta pelos amigos com tapinhas nas costas e zoações.

— Ah, héteros que adoram ver dois caras se linguando, nada novo aqui — pensou, apoiando-se na mesinha da barraca. — Não, espera. Aquele ali tem a maior cara de poc que eu já vi. E o outro tá só de conversinha com ele, olha só — observou, com aquela sua mania de naja de ficar interpretando, do seu jeitinho, os trejeitos e ações dos outros.

Enquanto esperava mais alguma menina — ou menino, quem sabe — se aproximar, achou Yoongi pertinho da barraca, comendo algum doce e olhando entediado para algum canto. Chamou-o empolgado, mas este foi ao seu encontro de uma forma desanimada.

— O que aconteceu, compadre? Você estava mais animado.

— Ah, Taehyung… — começou, encarando o outro e bufando. — Meu crush tá’ fodido de lindo hoje.

— Min Yoongi tem crush, olha só! Que bom, né! Ocupar o coração com alguém, e tal... — murmurou a última frase, assentindo com a cabeça. Então parou pra moer a situação: — Ué, mas então por que está assim?

— Porque você acabou de beijar ele, seu dissimulado! — acusou, dando uma tapa no ombro do Kim.

— Ahn?! Namjoon é seu crush?! — indagou, surpreso. — Porra, eu não sabia! Se eu soubesse, não teria trocado saliva com ele!

— Não me lembra disso, Taehyung!

— Desculpa! Eu realmente não sabia!

— Claro que sabia! Era muito óbvio… — dramatizou.

— Não era, tá bom? — Taehyung discordou, com as mãos na cintura. — Ou então eu que sou meio tapado, mas olha aqui, deixa de drama, ok? Eu não sabia, Namjoon veio me pedir um beijinho, eu dei e não tive culpa. — explicou, sendo interrompido por sua companheira de barraca, dizendo que o turno deles havia acabado.

— Beijinho? — Yoongi resmungou,acompanhando Taehyung no caminhar. — Que eu saiba, beijinho não troca saliva.

— Você é impossível! — riu, impaciente. Yoongi riu de volta.

— Você também seria se fosse eu beijando Jimin — rebateu, tomando novamente sua pose séria. Taehyung parou de andar.

Yoongi tinha tocado num ponto delicado. E ele sabia daquilo.

Fazia pouco mais de três meses que Jimin e Taehyung romperam um relacionamento de dois anos. O motivo? Um interesse repentino de Jimin por Yoongi denunciara a falta de interesse na relação. Yoongi, ao perceber as investidas do baixinho já o cortou logo, em respeito ao melhor amigo, pois percebia que o Kim ainda se afeiçoava por Jimin.

Mas Kim Taehyung nunca iria descer do salto. Yoongi poderia ser uma cobra do pior tipo, mas Taehyung estava à sua altura sim, claro e com certeza:

— Jimin nem é mais nada meu... — desdenhou, cruzando os braços e voltando a caminhar. Então resolveu por seu toque final na frase: — Então se você gostasse de viver aos restos… Não seria problema meu, seria?

— Ah, é? — Yoongi murmurou, se pondo em ponta de pé e girando a cabeça, procurando com os olhos por algo que Taehyung não entendeu no começo. — Onde está ele?

— Deixa de idiotice, Yoongi! — o Kim disse entre os dentes cerrados.

— Calma, só vou me divertir um pouquinho com o seu resto. — O baixinho sorriu cínico. “Filho da puta!” Taehyung respirou fundo, não queria cair na de Yoongi. “Tudo bem, se ele acha justo um beijo no ex pra perdoar um beijo no crush” deu de ombros. “Além disso, eu que saio ganhando mesmo, já beijei Jimin em todos os lugares possíveis, de qualquer forma. Yoongi só vai ter uma provinha.” Soltou um risinho convencido, mas gelou quando percebeu que Yoongi encontrou o que tanto procurava.

Se surpreendeu diante a atitude direta do outro, que nem sequer se importou em puxar algum tipo de assunto com o Park — este que ria de alguma das presepadas da festa acompanhado por um amigo — e já foi logo pondo as mãozinhas atrevidas na nuca alheia, tascando-lhe um beijo de tirar o fôlego. O de fios negros hesitou em responder, o que desesperou Yoongi com a ideia de que poderia estar abusando do outro, mas quando este cedeu a passagem para a língua alheia se enroscar com a sua, o Min se empolgou todo, ousando em puxar com as pontas dos dedos alguns fios de cabelo da nuca do moreno.

Kim Taehyung observou tudo fingindo calma, com uma cara de paisagem que só ele sabia fazer. Nem mesmo as encaradas de Yoongi durante o beijo conseguiam desestabilizá-lo — quer dizer, só um pouquinho, mas nunca admitiria. Conseguiria passar por aquilo numa boa se, no finzinho, depois de desunir os lábios, Yoongi não tivesse deixado um senhor aperto nas nádegas do Park. Com as duas mãos.

Oh-oh.

Aquilo foi o suficiente para que Taehyung, quase que como um raio, rodasse pelo pátio à procura de um certo alguém, deixando para trás um Yoongi confuso, já que com seu falso interesse para cima de Jimin, nem viu para onde Taehyung foi.

— Dahyun! Você por aqui? — Sorriu simpático e tirou o chapéu de palha, em reverência à dama. A menina riu e mexeu no cabelo trançado. — Poxa, você nem foi na barraca do beijo...

— Não estou tão desesperada assim, então por que eu iria?

— Pelo mesmo motivo que você deu um jeito de vir para a festa, mesmo não sendo do ensino médio, certo? — rebateu, inclinando o corpo para a frente, deixando seu rosto a centímetros de distância do da garota, que se sentiu intimidada. Voltou para sua postura normal e riu. — Eu sei o sucesso que eu faço com as menininhas mais novas. E eu entendo, é impossível não se derreter por um oppa desses. Enfim, você não acha muito óbvio vir aqui?

— Você não acha muito pretensioso achar que estou aqui por você? — Estalou a língua. — Aliás, você não está sendo contra a lei universal dos melhores amigos dando em cima de mim?

— A lei fala sobre as irmãs dos melhores amigos. Nunca ouvi falar nada sobre primas — retrucou, se aproximando. Dahyun sorriu e espalmou as mãos no peitoral do mais velho.

— Hum, interessante. Mas o seu turno na barraca do beijo já acabou, não? — perguntou, fazendo biquinho.

— Não vou frustrar sua noite, bebê. — Taehyung sorriu, a surpreendendo com um beijo. Diferente do beijo que Yoongi deu em Jimin, afoito, Taehyung optou por algo mais calmo e delicado. Queria matar Yoongi de raiva da forma mais nojentinha possível, já que aquilo era uma guerra, gostaria de vencer com seus requintes de acidez. E nada melhor do que contra-atacar beijando sua prima. Ok, aquilo foi errado? Todos nós sabemos que sim, inclusive o moreno. Mas, ah… Para ele a cara de Yoongi ao vê-lo se atracando com sua priminha foi sensacional.

— V-Você não acha que já foi longe demais? — Yoongi questionou alto, enquanto Taehyung andava despreocupado, deixando Dahyun para trás. — Taehyung, olha pra mim enquanto eu falo, caralho!

— Você está nervoso? — perguntou, rindo. — Justo você, que começou essa putaria?

— Você envolveu uma prima minha!

— Tá, mas você envolveu meu ex!

— Você beijou meu crush, caralho! — O Min aumentou o tom de voz. Justo no silêncio, quando Taehyung pensava em algo para retrucar, apareceu a única pessoa que ele não esperava que aparecesse ali:

— Hyung, eu trouxe refri de uva pra você! — Era Jeongguk, seu meio-irmão. E ao ver o jeito que Yoongi olhava para o mais novo ali (que, aliás, estava um fofo com aqueles trajes quadriculados), já previu o que aconteceria.

Sua hipótese foi confirmada quando, sem mais nem menos, o Min tomou os lábios de Jeongguk para si e o Kim não pode fazer nada a não ser rir. A situação era deplorável, a que ponto haviam chegado?

Depois de soltar o Jeon — que murmurou palavras confusas e desconexas, entregando o copo de seu irmão e indo embora dali antes que sobrasse para ele novamente —, Yoongi encarou confuso os olhos do mais alto, que tentava conter o riso.

— Não é pra rir! Eu quero que você fique bravo! — resmungou, cruzando os braços de forma adorável. Então o outro cessou sua risada e encarou o amigo, que percebeu que não era exatamente os seus olhos que Taehyung fitava. — Ei, por que está me olhando assim?

Taehyung nem se deu ao trabalho de responder, apenas se aproximou rapidamente, segurando com uma mão a cintura de Yoongi e, com a outra, seu maxilar.

— V-Você vai m-me beijar? — gaguejou, colocando por instinto as mãos nos ombros alheios. Seu coração estava uma confusão só e nunca havia percebido, mas era familiar aquela sensação: sentia aquilo toda vez que Taehyung chegava perto demais.

— É a única boca que falta, não acha? — perguntou, e Yoongi riu antes de, finalmente, juntar seus lábios aos do outro.

O que foi sentido por Taehyung — não que Yoongi não tivesse sentido também — naquele momento não pode ser descrito com precisão: foram coisas demais, quase que como um choque. Mas um choque bom demais, gostoso demais. E quem via de fora, tinha plena certeza daquilo. Até o tal DJ da festa pareceu perceber: a música que tocava no momento era uma tal de “Olha que isso aqui tá muito bom, isso aqui tá bom demais”. Claro que estava!

— Que beijo gostoso, compadre! — Taehyung elogiou, depois que os dois pararam para retomar o fôlego.

— “Compadre”? Ai meu Deus, que brochante! — o Min reclamou e, mesmo sem querer, sua voz saiu num tom bobinho.

— Te chamei de compadre há um tempo e você nem reclamou. — Voltou as mãos de Yoongi para seus ombros, ficando mais próximo do baixinho ao pegar novamente em sua cintura.

— Claro que não, eu ainda ‘tava em bug por causa do beijo que deu em Namjoon — justificou. — Mas ah, se eu não estivesse…

— Você ainda está? — o Kim perguntou, dando um selinho carinhoso em Yoongi.

— Confuso, um pouco. Sei lá, eu acho que não foi raiva, foi tipo… Sei lá, mano. Acho que eu fiquei em choque demais pra processar o que aconteceu — desabafou. — Mas você ficou com raiva por eu ter beijado Jimin, não foi? Olha, eu sei que você ainda gosta dele, mas eu nem pensei nisso na hora, porque tipo…

— Peraí. Você acha que eu ainda gosto de Jimin? — perguntou, com ar de riso. Yoongi assentiu, sincero. — Gostar tipo, estar apaixonadinho?

— É, ué!

— Não, não! Você entendeu errado. Eu não estou apaixonadinho por ele. Eu só tenho um ciúme enorme daquela poupancinha que você apertou — explicou, sorrindo de lado. — Apaixonadinho eu fiquei hoje, depois que conversei com Namjoon e beijei aquela boquinha. E de novo agora, que eu beijei você, claro. — mimou o outro, dando um beijinho molhado em sua bochecha. — No fundo, eu sempre quis te beijar, sabia?

— Ah, nem lembra disso de querer beijar. Eu sempre tive vontade de beijar aquele filho da puta do Namjoon até secar, não acredito que você teve uma provinha dele antes de mim! — choramingou, com um bico nos lábios. Então estreitou os olhos para um aglomerado de gente em certo espaço do pátio. — O que é aquilo?

— Pergunto o mesmo. O que pode ser mais interessante do que dois gostosos se atracando aqui em plena festa junina? — Taehyung indagou, levando um tapa no peito pela indecência.

Acabaram por perguntar para a primeira pessoa que passou por eles sobre o que estava acontecendo ali e a mesma respondeu de forma simples e rápida, se apressando para conseguir seu lugarzinho na multidão:

— Kim Namjoon, o gostoso do terceirão, está na barraca do beijo!

Os rapazes se entreolharam, cúmplices.

— E aí, TaeTae?

— Oras, alavantú, compadre. — O Kim puxou o outro pela mão, roubando um selinho para dar sorte de ainda conseguirem um lugarzinho ali. — E sem essa de anarriê, que pra trás eu só vou se for em outro contexto.

 


Notas Finais


betagem feita pela lindissima @kookflawless e o design foi feito pela maravilhosa @Kimury
obrigada a essas duas por me aturarem
ah, e antes que eu me esqueça, obrigadissima a @FadedCrazy crush linda que me ajudou a desembananar as coisas aqui
dêem muito amor às envolvidas, elas merecem <3


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