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História Ou é Norman Ou é Ray - Imagine Ray, Imagine Norman. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Leia sinopse.


👁👄👁💅🏼 Oi amigas..

Capítulo 1 - Day One - Parte Um


Fanfic / Fanfiction Ou é Norman Ou é Ray - Imagine Ray, Imagine Norman. - Capítulo 1 - Day One - Parte Um

⊱⋅ ────── Day One ───── ⋅⊰

– S/n narrando – 

Um dia normal preenchido com as pequenas coisas felizes da vida. Eu sou uma órfã, tenho irmãos que não temos  relação sanguínea e uma mama. Fim de um sonho, início de uma manhã..

Acordem pessoal! O café da manhã está na mesa. – Eu digo. Mal tinha acordado e estava alegre como um ranho de sol. Ajudo as crianças com seus sapatos e vamos direto na cozinha com todos. ─ Bom dia! Don! Conny, pequena Bernie. 

─ Bom dia S/n.– Diz Conny e Don. Os dois estavam no corredor indo junto comigo para cozinha. 

Vejo Ray e Norman colocando as comidas na mesa e ajudando na arrumação.

─ Bom dia!! Ray! Norman! – Eu digo contente e animada vendo meus melhores amigos. 

─ Bom dia S/n. Alguém está cheio de energia está manhã.. e nem tomou café.– Diz Norman. Ele me da um sorriso feliz, por outro lado..

─ Bom dia S/n. Você tem 5 anos? – Diz Ray. O humor dele tava sempre o mesmo, neutro.

─ Eu sou jovem no coração! – Digo corada. Mama rir de mim. ─ Mama..

─ Diga Bunny.– Diz mama. Ela me abraça e eu retribuo.

─ Eu vou fazer tudo novamente como um adulto. – Digo chorona. 

─ Por que você deveria? Eu amo este seu lado. Este seu lado atencioso, carinhoso com toda família. – Diz mama. Eu dou um sorriso de orelha a orelha. ─ Certo, Vamos comer.


Depois do café..

fazemos testes diários, teste de inteligência. Fazia a questão 60, eu finalmente acabei. Mama da as notas;

─ S/n. Ray. Norman. Cada um fez 300 pontos, trabalho magnífico, vocês três. – Diz mama. Ela estava alegre com as filhas em mãos do resultado. 

─ Yay! - Digo alegre com minha pontuação e o elogio da mama. 

E depois dos nosso testes, saímos dos nossos dispositivos e fomos brincar. Vejo Ray mais uma vez com seus livros de baixo de uma árvore. 

─ Ray! – Digo indo até o mesmo, ele nem sequer prestava atenção em mim. ─ Vou me sentar aqui. 

─..– Ele não responde, então creio que ele não tem uma objeção. Sento ao seu lado tentando ler o título do livro. ─ Esse livro não serve para cabeças de vento como você. 

─ Hãn!? - Digo indignada com a ofensa dele. Cruzo os braços em sinal que estava com raiva.

─ Só pessoas que tem um intelecto acima. – Diz Ray. Ele aponta para cabeça com um sorriso no rosto.  

─ Não seja malvado..– Diz Norman. Escuro a voz dele, ele se senta ao meu lado com um sorriso simples. ─ Você não vai brincar? 

─ Nan. Quero passar meu tempo com as duas pessoas que eu mais gosto! – Digo. Eles viram o rosto. ─ Aliás, eu li em um livro que era sobre amor. Beijos, Você dá beijos em pessoas que você gosta. 

─ Está vendo? Até mesmo uma criança entende--.  – Diz Ray, mas eu o corto. Eu coloco minhas duas mãos em seu rosto e o viro na direção do meu rosto, antes que ele pudesse reagir eu selo meus lábios nos deles. ─ I-idiota! 

─ Dessa vez Eu entendi tudo que o livro diz. Eu sabia que você não iria concordar por ser coisa de criança mais aha! Essa você não esperava.- Digo. Ele cobria a boca com o punho esperando que eu o beijasse de novo, pobre Ray. ─ Norman!

─ E-espere S/n.– Diz Norman. Ele tenta recua, mas dou um selinho em seus lábios, ele fecha os olhos com as sobrancelhas franzidas, uma bagunça vermelha fica em seu rosto. 

─ Olá pessoal.– Diz Don. Ele chega com a Conny segurando suas pequenas mãos. 

─ Don! – Digo. Antes que me aproximasse de Don,  Ray me impede com sua mão em meu ombro. ─ o que foi? Você quer outro?

─.. – ele bate o livro  em minha cabeça. ─ Beijos só são distribuídos a pessoas que você gosta, está certa, Mas..há tipos de beijos, na bochecha que são mais para amigos, etc.. e como beijos nos lábios que são para namorados ou casados. 

─ A... – Digo. Isso me deixou surpresa é contente também. ─ Então eu, você e Norman somos namorados! 

─ Por Deus, não é bem assim..  Norman? – Diz Ray. Norman estava no chão, aparentemente morto. 

...

Depois do almoço...

Depois de uma partida de pega-pega, eu, Ray e Norman estavam juntos de novo, lá de baixo da velha árvore. Eu convenci o Ray de não levar os livros hoje, ele não aceitou no início, mas foi mamão com açúca.

─ Ray. Norman. O que vocês querem fazer quando for para "fora".– Digo. 

─ Sobreviver no mundo lá fora.- Diz Ray. Bem depressivo. 

─ Conhecer lugares novos.– Diz Norman. Os dois olham para mim esperando o que eu iria dizer.

─ Eu quero me casar com vocês dois! - Digo. Ray da um tapa "fraco" em minha cabeça, os dois (Norman e Ray) estavam com uma bagunça vermelha no rosto. ─ Mais é verdade! 

─ E-etúpida! Você diz cada coisa sem cabimento! – Diz Ray. Norman começa rir de nós dois. ─ E-ei!

─ Não volto atrás com minha palavra! – Digo. Os dois me encara. 

─ Uma coisa você vai entender..– Diz Norman. ─ Ou é Norman..

─ Ou é Ray..- Diz Ray. Inclino minha cabeça com tamanha confusão. 

─ Expliquem isso agora! – Os dois começam a ri da minha cara. ─ Parem de rir. Chatos!


...




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