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História OUAT: A Descendant Story (LongFic) - Capítulo 21


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Notas do Autor


Imagem representativa porque sim.

Capítulo 21 - O1x21. Primavera


Fanfic / Fanfiction OUAT: A Descendant Story (LongFic) - Capítulo 21 - O1x21. Primavera

No mesmo instante que Regina pisou nas folhas secas do chão da Terra do Nunca, sentiu um ar quente e novamente aquela antiga sensação ruim; já esteve lá para tirar Henry das garras de Peter Pan e agora voltara, para recuperar sua filha, Evie.

— Não gosto desse lugar... — diz Emma se colocando ao lado de Mills.

— E eu muito menos!... Espero que a Evie esteje bem, onde quer que ela esteja... — Regina olhou para baixo cabisbaixa, seu peito doía em pensar na possibilidade de sua Evie poder estar sofrendo — Onde exatamente elas estão?

Jughead como — único — autor agora, tinha informações de acontecimentos simultâneos, por isso ele sabia que Ali sequestrou Mal, Evie, Uma e as outras e às levaram para a Terra do Nunca, contudo, as informações não são cem por cento precisas, ainda há dúvidas do lugar exato que elas estão já que a "ilha da imaginação" não é lá muito pequena. 

— Eu não sei Regina, nem conheço esse lugar direito, talvez o Rumplestiltskin saiba! — Emma olha para trás se fixionando no senhor das trevas que não notou que estava sendo observado — Até agora não entendi porque ele trouxe aquela mulher...

— Ele está tramando algo... Disso eu tenho certeza! — ele sempre estava tramando algo.

Killian abria um mapa enquanto David observava atentamente ao seu lado com a testa franzida, provavelmente não compreendia aquilo muito bem ao contrário do pirata.

— Então... — começou Nolan — Algum palpite do lugar exato que deveríamos ir?

— Eu não sei... Não tenho certeza, David... Nem sei direito quem é essa Alison.

— Eu sei onde elas estão! — exclama Malévola aparecendo atrás de David.

— Você sabe...? — pergunta David.

— Ou é só mais uma mentirinha sua? — adiciona Gancho.

— Sempre me subestimando... Eu tenho uma informante por essas regiões da Terra do Nunca, e ela me disse onde elas estão, onde Alison às levou... E já digo que não será nada agradável... — Gancho fecha o mapa rapidamente.

— Primeiro: por que você tem uma informante? E segundo... Onde elas estão?

— Elas estão no meu... Antigo "lar", o Refúgio das Fadas; parece que a Alison é uma fada que se infiltrou na Ilha dos Perdidos...

— Pra quê? — questiona David confuso.

— Disso eu não sei... Mas não importa!... Temos que ir o mais rápido possível, o refúgio fica do outro lado da ilha, vamos levar horas pra chegar lá e como a magia não funciona direito aqui... Nada de feitiço de teletransporte! — completou bufando.

— Tá, mas pra que você tem uma informante? — perguntou Killian, mas Malévola já estava longe — Você me ouviu?!

Refúgio das Fadas...

Toni estava tensa, sentia o coração palpitando mais forte que o normal, sabe se lá Zeus o que Cheryl falará para Alison. Ao contrário de Topaz, Blossom estava "plena" — o que não é uma novidade, ela rouba a cena por onde passa.

— Não quero brigar, Cherry. — a ruiva odiava o sorriso escroto de Alison estampado em sua patética face.

— Mas eu quero. — confrontou — É o seguinte: você tem que compreender que quando a Mal te empurrou naquele... Redemoinho ou sei lá o que era, enfim, ela fez aquilo porque... Porque... Você... Ela... Era uma adolescente rebelde confusa que achava — talvez ainda ache, cá entre nós — que pichar as paredes cinzas da Ilha e depois roubar um pirulito de uma criança era ser... Ruim! Só que... Não era o suficiente, sabe a Dragon Hall? Como qualquer escola ela tinha tema de casa e adivinha? A nossa roxinha tóxica teria que fazer algo realmente ruim!... Daí ela ferrou com a sua vida, manipulou um príncipe com um biscoito, depois um reino e decidiu ser boazinha, a mocinha, enquanto a Uma parecia ser a vilã sequestradora de reis! Entende? — ela falou tão rápido que até Ali ficou sem ar — O que concluímos? — Cheryl pega Toni pelo braço — Nós não temos nada haver com isso, nos deixe ir e depois... Sei lá... Mata a Mal, faça o que quiser! O que me diz? — Cheryl estava realmente pouco se importando com Mal ou com Evie, CJ e Uma. A prioridade era sua pele e a de Toni.

— Eu... Pensei que defenderia a Mal!

— Credo! Odeio aquela garota! E a trégua dos Vk's do norte com os Serpentes que se dane... Só quero sair viva desse lugar, topa, loirota 2.0? — a 1.0 era CJ.

— Sinto muito... — Alison solta uma gargalhada — Sem a Toni, não terá diversão!

— Do que você está falando — pergunta Topaz — Por que precisa de mim?

— Não importa agora. Por outro lado, Cherry... Você é inútil para mim! — sua voz sombria fez as ambas as garotas estremecerem.

Toni tentou pensar em algum feitiço que seu pai lhe ensinará mas, antes que ela tivesse algum palpite... Alison à lançou contra a parede, prendendo Toni na mesma com energia mágica, Cheryl se virou, olhou para a morena e no mesmo instante que voltou seu olhar para Alison, ela enfiou sua mão no peito de Blossom, segurando seu coração. Cheryl estava sufocada e com muita raiva, mas, completamente impotente, Alison retirou o coração da mesma fora, Cheryl caiu, ajoelhada aos pés das loira, se ela não estivesse tão sem ar, suplicaria por misericórdia. Toni se debatia tentando se livrar daquela magia e correr até Blossom para socorre-la.

— Quais suas últimas palavras? — Cheryl não queria, e não podia acabar assim... Ela passou por tantas coisas, a morte não poderia vir, não agora! Estava completamente cedo demais. 

— Não... — cochichou — Por favor...

Alison fincou suas unhas no coração da mesma e o amaçou. As cinzas caíram sobre o chão, e, Cheryl deu seu último suspiro. DiLaurentis satisfeita, foi até a porta, a antes de sair, soltou Toni, que correu incrédula até sua amada morta no chão; ela estava gritando, tanto na forma literal quanto internamente. Cheryl Blossom estava morta e esse era apenas o fatídico começo...

[...]

Uma e Mal estavam no banheiro, quando Bertha notou que as fadas que estavam sempre vidradas nelas para que elas não fugissem, pareciam distraídas. Essa era a chance de ouro.

— Fugimos... — começou Uma — E depois? O que faremos, pra onde iremos?

— Eu... Não sei. E quanto às outras, quando sairmos daqui, pediremos ajuda... Nós vamos conseguir, todas nós sairemos salvas! — se Cheryl pensava apenas em si mesma e em Toni, Mal adotou a postura de uma líder, pensando nas seis igualmente. Uma concordou com a cabeça. 

Elas cogitaram sair pela janela, mas era muito pequena e nenhuma das duas passaria. Sua demora estava lhes preocupando, e o que elas mais temiram aconteceu. A mesma fada de vestes amarelas que carregava CJ, apareceu na porta; Mal pensou em pegar sua espada, mas ela não parecia querer fazer mal algum à elas.

— Não se preocupem. — ela tinha uma voz calma e doce — Sou a Primavera. Quer dizer, meu nome é Fada Amarela, mas todos me chamam de Primavera! — ela parecia meio atrapalhada e gentil. 

— Primavera? — questiona Mal — Tipo... Fauna e Flora? — a mesma confirma com a cabeça sorrindo posteriormente.

O que ninguém sabia era que a "informante" de Malévola era a própria Primavera.

— Eu vou lhes ajudar à saírem daqui...

— E por que faria isso? — questionou Uma desconfiada; Amarela se aproximou da mesma, como se estivesse prestes à contar um segredo.

— Primeiramente: Nem todas nós do Refúgio concordamos com a liderança de Alison e suas idéias malucas e, segundamente... — ela direcionou seu olhar para Mal e sorriu largamente — Eu sou amiga da sua mãe, sabia? — Mal curvou a testa meio confusa, mas "conseguiu" forçar um sorriso meio sincero — Pois bem, querem minha ajuda ou não?

— Sim! — responderam as duas juntas — Por favor — completou Uma.

— Então, vamos!

[...]

— Ela fez o quê? — berra Alison se levantando do seu trono exoticamente brega.

— Ajudou Uma e Mal à fugirem... — repetiu Escarlate de cabeça baixa. 

Escarlate era a antiga Fada Rosa — da mesma geração de Primavera, Sininho e Malévola — ela também não concordava com a dinastia de Alison e sabia de antemão que Primavera havia ajudado as vk's, elas eram aliadas, e, se preciso, também irá fazer seu máximo para tirar Ali do poder. Rosa é incrivelmente poderosa, e possui a raríssima magia do caos. 

— Maldita... Traga as três que restaram! — Escarlate sussurrou um "sim", fez uma reverência e saiu pela porta no final do longo corredor, que tinha no fim o trono de DiLaurentis.

Poucos minutos depois, Evie, CJ e Toni — que ainda estava abalada pelo acontecimento homicida anterior — entraram arrastadas por algumas fadas. Todas foram colocadas lado à lado e ajoelhadas diante à patética Alison que começou sua fala:

— Deixem-me contar uma historinha, crianças... Para se tornarem fadas oficiais...

— Mas não queremos! — gritou Evie. 

— Calada! Deixe-me continuar... — Evie iria dizer mais, mas CJ à olhou e Mills entendeu que para o bem de todas era melhor manter a boca fechada — Eu criei, um... Como posso chamar? Um segundo universo! Na real, mais três universos. Sendo específica: cada um deles ocorre em tempos diferentes, como uma viagem no tempo para o passado porém, isso não modificaria o nosso presente, pois como eu bem disse são novas realidades — ela disse? —, Evie, minha querida Fada Azul! Você irá para a Floresta Encantada, um pouco antes da maldição da Rainha Má ser lançada!

— Calma — começou CJ —, o que vamos fazer nesse universo alternativo? Irá nos prender lá?

— Claro que não! Há anos atrás, a jóia azul das fadas estava com a Rainha Má, e, como toda fada azul, Evie terá que recuperá-la... E se não conseguir... Fará companhia para Cheryl. 

— Do que você... — começou Evie. Ela e nem Calista sabiam sobre o que havia acontecido — Cheryl está...

— Morta. — completou Toni. Evie começou à chorar e CJ estava boquiaberta, e pela primeira vez, com medo.

— Se não querem se juntar à Blossom, é melhor recuperarem essas jóias! Evie, enfrentará a Rainha Má — clichê —, Toni irá para Nova Orleans e trará a jóia rosa que está na loja do Dr. Facillier — clichê —, e CJ...

— Deixa eu adivinhar... — CJ revira os olhos e continua — Vou ter que enfrentar o Capitão Gancho?

— Exato! Tão esperta! — clichê.

Tá, elas só têm que enfrentar seus pais, será fácil, certo? Errado! É uma realidade em que elas ainda não nasceram, onde vilões ainda são ruins... Matar um adolescente qualquer e desconhecido pra eles era rotina. Elas estavam muito, muito ferradas.

E Escarlate teve certeza: tinha que avisar Primavera sobre aquilo, o mais rápido possível. 

[...]

Primavera levou Mal e Uma até os heróis, que ficaram minimamente aliviados. As duas relataram tudo o que aconteceu, todos se mantinham concentrados nelas, porém, ambas estavam tensas... Por que Rumple e Mirellah estavam ali? Era desconfortável, tanto, que elas nem se deram conta que Harry havia virado uma criança, na verdade, elas só notaram, quando um garotinho de seis anos espirrou, todos disseram "saúde"... Espera, quem era ele? Ninguém havia lhes avisado. 

Mal o olhou durante um tempão e quando a ficha caiu, saltou para trás, ela cutucou Uma e com a cabeça indicou até o pequeno. 

— Quem é ele? — perguntou a morena para Mal que arregalou os olhos. 

— Parece o... Harry? — o garotinho ouviu seu nome e rapidamente olhou pras duas, sorrindo docemente — O que aconteceu com você? Gente... Gente! — todos pararam suas conversas e olharam para a de cabelos roxos — Cadê o Harry de vinte e poucos anos?

— Regina lançou um feitiço — respondeu Killian rapidamente.

Mills apenas limpou a garganta e fingiu não ter ouvido a afirmação contra ela.

— Ah... — respondeu Mal — Caramba.

Todos ficaram conversando durante um tempo — já que só poderiam chegar no refúgio na manhã seguinte —, Primavera viu alguns movimentos no arbustos e se aproximou, seu braço foi puxado e ela reconheceu Escarlate.

— Me assustou! — disse rindo, porém, a outra parecia séria e preocupada. 

— Péssimas notícias! Alison irá enviar Evie, Toni e CJ para a missão da jóia, num universo alternativo que simula o passado, algo assim... Precisamos adiantar isso! Vocês tem que partir para o refúgio agora mesmo!


Notas Finais


Já passaram álcool em gel hoje??


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