1. Spirit Fanfics >
  2. Our 3 years together (Bonenzo) >
  3. Capítulo 7

História Our 3 years together (Bonenzo) - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Gente eu já disse que não sou boa escrevendo fics sobrenaturais, meu gênero é drama. Socorro...
Então as chances de vocês acharem ridículo o que escrevi nesse capítulo são grandes. De qualquer forma eu estarei rindo com vocês da minha falta de criatividade, quando se trata de tudo que foge a normalidade.
Estou um pouco envergonhada de mim mesma, porém mais do que a história em si, foca em bonenzo. Nos detalhes.

Vamos lá.

Capítulo 7 - Capítulo 7





Ela o lambeu do pé do abdômen até a ponta do queixo e olhos dele se fecharam em satisfação. Depois ela desceu até o lóbulo do pescoço dele e mordiscou, beijando o lugar logo depois. As mãos dele brincavam alisando suas costas até encontrarem o fecho do sutiã. Ele o tirou com violência e suas mãos apertaram os seios dela sem dó, nem piedade alguma. 

Ela por sua vez, mordia e lambia o pescoço do vampiro reprimindo os baixos gemidos que aqueles apertos que ele dava em sua bunda, a fazia dá. 

Ele desceu sua boca pelo pescoço dela até chegar no seu tórax, ele então circulou a auréola com a língua, molhando a superfície, sugando o bico enrijecido do peito direito dela, ele estava sedento.

Seus dentes afiados passou a brincar com os dois seios ao mesmo tempo, sem se importar com as mordidas que ela dava no seu ombro em protesto. O vampiro abocanhou o seio da bruxa sugando lentamente o bico enrijecido do seio esquerdo agora, ele a chupou, ele sugou selvagemente. 

Ela sentiu uma cachoeira jorrar entre suas pernas após aquela chupada. 

Ela então se levantou, é trocou suas posições,  ela sentou em seu colo nu, ele entrou dentro dela, de uma forma que nenhum outro homem já havia entrado, seus movimentos eram rápidos e circulares, estava deixando- a louca, ela gemeu baixo, quando sentiu o pau dele se aprofundar dentro de si era grosso e grande suficiente para gerar nela muito prazer . O vampiro então espalmou suas mãos nas coxa e bunda, dela apertando com força, e dando impulso para ela subir e descer em ritmo mais acelerado. Aquilo era alucinador. 

Ela revirou os olhos de prazer, quando um orgasmo lhe atingiu.

Depois ele subiu sua boca pelo seu maxilar, mordendo a orelha e finalmente beijando seus lábios. Seu beijo era quente e despertante. Era gostoso.

Ele suavemente sussurrou no ouvido dela, com aquela voz rouca, arrepiante, 'maldito vampiro deve ter aprendido a transar no inferno'. 

- Me deixe enlouquecê-la ainda mais, amor. – ele sussurrou.

Depois disso ele colocou suas pernas em seus ombros e beijou a parte interna das coxas firmes dela até chegar na virilha. Ali ele mordeu dos grandes aos pequenos lábios, lambendo a superfície molhada . Ele passou a língua pelo seu clitóris de forma que era impossível ficar em silêncio. Ela gemeu alto.

As mãos dela apertavam o lençol e, casualmente, o cabelo curto dele. Depois de mais algumas mordidas em seus pequenos lábios e mais beijos em toda extensão da perna, ele a puxou da cama e a beijou intensamente, não dando- a nem tempo de recuperar o fôlego perdido.

De repente, ele parou os beijos, e ela estranhou, parecia que estava pensativo. 

– Um momento amor – ele saiu da cama andando pelado. Ela ergueu as sobrancelhas em interrogação. –Eu tive uma ideia. – Ele disse quando desapareceu na velocidade vamp.

Ela estava intrigada então o aguardou voltar, e ele não demorou. 

– Que tal? – Ele disse com um olhar malicioso erguendo um pote de mel, ela nunca tinha feito aquilo antes, mas assentiu.

– Deite-se – Foi a única coisa que ele disse.

Ele colocou o mel por toda a perna esquerda dela, subindo pela barriga lisa até os mamilos. Era estranho a sensação de algo pegajoso na pele, mas os olhos dele inundados de luxúria espantou o incômodo dela.

*Aquilo ficou saborosamente pornográfico*.

Ele foi lambendo o mel calmamente, fazendo questão de deixar a bruxa sedenta por mais da língua dele em seu corpo.

#


Bonnie despertou suada da cama e muito ofegante, ela sentiu a pernas trêmulas e a calcinha molhada, nunca tinha tido um sonho daqueles antes, aliás raramente ela tinha sonhos eróticos e com Enzo então. 


–Meu Deus— ela escorregou a mão pela face suada, aquele sonho foi tão real, que ela procurou por ele pela casa para ter certeza que ele não havia entrado em sua mente novamente, ela parou se encostando na parede da sala se abanando, aquilo foi enloquecedor, alucinador... foi bom! 

Ela correu para o banheiro com urgência, uma boa ducha de água fria iria controlar seus calores. 









..........




Enzo chegou em casa com muita dificuldade, o percurso do local onde estava até a cabana foi longo, ele se esforçou como um louco para chegar. Suor, calafrios, e muita dor eram seus sintomas. Sintomas terrivelmentes dolorosos. Enzo nunca sentiu nada parecido, nem quando os Augustines lhe abriam como um cadáver em autópsias.

Ele bateu a porta do carro, descendo quase não enxergando onde pisava, ele apertou a mão no estômago. – Maldito Houri – Ele fez referência a mais uma aberração sobrenatural, que Alex queria colecionar.

Enzo amaldiçoou a prima.

Quando conseguiu abrir a porta ele caiu no chão frente à ela que ajeitava a mesa do jantar, (mais cedo ele mandou uma mensagem avisando que voltaria, ela estava aguardando o vampiro.) 


– Enzo o que há com você? – Bonnie deixou os pratos sobre a mesa, e correu até ele que desfalecia jogado no chão.

– Hey, o que há com você? – Ela ajoelhou diante dele. 

– Eu... estou bem amor... 

– Tá ótimo. – Ela debochou– Deixe de ser mentiroso, o que tá acontecendo? – Ela perguntou de cenho franzido. Vendo o suor escorrer pela face dele.

–Um Houri, mais uma aberração dessas que o arsenal gosta de colecionar, me arranhou no peito, eu não sei bem o que há na unha daquela praga, só sei que... – Enzo não completou a frase tossindo sangue, ele, praticamente vomitou sangue.

– Você... você... não está bem, eu vou ajudá- lo. – Ela parecia perturbada quanto como prosseguir para ajudá-lo sem magia.

– Não Bonnie, seja lá o que aquela coisa tenha feito, sinto que estou morrendo. Não há saída. Apenas prometa que vai se cuidar e continuar a se esconder.– Ele é  incrível, mesmo morrendo ele se preocupava com ela, aquilo era ridiculamente lindo.

– Não, não vai morrer, pare de falar. Apenas deixe- me te ajudar. – Ela tentou ergue-lo, mas não foi possível, ela não tinha força para levantar um vampiro de um metro e  oitenta centímetros de altura, praticamente desmaiado.

– Não Bonnie. – Ele apenas se sentou, ou melhor se encostou na parede meio sentado, meio deitado. Totalmente desfalecido.

– Eu vou ligar para Alex, você se machucou graças ela, ela deve consertar isso. – Bonnie pegou o celular dele do bolso da calça.

– Tá louca?– ele arregalou os olhos segurando sua mão. – Não vai ligar para ninguém, amor. Não te escondi por esse tempo para você se dá bandeja. – Ele falou com a voz falha.

– Mas eu tenho que fazer algo por você, não vou deixá-lo morrer. – Ela estava prestes a se colocar de pé, quando ele a puxou de volta para si.

– Apenas fique Bonnie... preciso te dizer alg... – Ele acariciou a mão dela bem lentamente, roçando o polegar na pele chocolate da bruxa. Bonnie encarou a carícia dele depois focou em seu rosto, ela assustou - se, ele estava ficando pálido, estava dissecando.

– Enzo...me deixe. Eu posso ajudá- lo. – Ela implorou para ele largar sua mão.

– Preciso que sabia de algo... – Ela não estava suportando mais olhá-lo daquela forma, sem expressar o medo que tinha de perdê- lo, ela não suportaria essa ideia. Eles tinham alguns bons  meses juntos, tempo suficiente para ela já considerá- lo um companheiro. Não mais um vampiro indeliquente e sanguinário. Ela já tinha sentimentos por ele que nem ela mesma aceitava.

– Você me ajudou tanto Enzo, por favor, me solte, eu preciso fazer algo por você... Não quero que morra... Eu não posso deixá- lo morrer, eu tenho uma dívida de gratidão com você.

– Não precisa... me escute apenas me escute... – Ele tossiu novamente sangue. 

A lágrima que ela tanto segurou, correu sua face. O estado dele só se agragava.

– Seja o que for que você tenha para me dizer, terá muito tempo ainda agora eu vou salvá - lo. – Bonnie disse, se afastando dele. Enxugando o rosto em seguida.

A bruxa sentou- se nervosa sobre a mesinha do centro da sala  e começou a procurar, entre os seu grimórios um feitiço, um antídoto que ela já havia lido sobre arranhões de Houri. 

"Os Houris ou em árabe - ‫حور‬, ḥūr - são seres medievais que resistiram ao tempo devido o seu poder de camuflagem. Podendo  se figurar na imagem de qualquer ser vivo. O primeiro Houri da história foi fruto de uma relação "tríbida" entre uma bruxa, um lobo e um caçador, ou seja, fruto de uma legítima orgia sobrenatural. Segundo diz a  tradição o ser nascido de uma bruxa, tem nas unhas o poder armazenado de bloquear magia, (para sobrenaturais), para os humanos é como uma espécie de veneno como os das serpentes. No primeiro arranhão dado na vítima , as garras poderosas do Houri, começa agir no estômago da presa e se espalha por todo corpo, até atingir seu sistema cardiovascular, onde sua vítima passa ser drenanada pelo próprio organismo, que expulsa em grandes quantidades o próprio sangue, e nenhum tipo de reposição com sangue humano pode ser feito na vítima. Só há uma maneira de reverter à ação das garras do ser, o antídoto feito da mistura do sangue da espécie da mãe (bruxa) com o pai, o que não se sabe afinal, é qual dos sobrenaturais é o pai do Houri, se o lobo, ou a caçador."

A bruxa leu atenciosamente cada linha e Logo pensou:

"Então sangue de bruxa com caçadora/ caçador  também pode servir, pode reverter os danos que o arranhão causou, óbvio se o pai for o caçador ." Ela chegou a conclusão, após lembra- se da fala de Enzo em relação a composição da pílula, onde Enzo ouviu Alex dizer que havia sangue de Hunter. Bonnie raciocinou um  tanto quanto confusa, ela tinha que pensar rápido. Enzo estava dissecando não havia praticamente magia de vampiro nele, logo a mistura do seu sangue com as pílulas antimagia que tomava não agiria  como um veneno, inibidor de magia, muito pelo contrário a mistura seria como um antídoto direto contra o arranhão do maldito ser. Sua maior questão era se a aberração fosse filho de lobo, não do caçador. O que significava que ela o veria morrer em sua frente? Não, ela não queria pensar nisso era duro demais, doloroso demais.

Bonnie leu atenta, tudo que o grimório dizia, havia uma chance... uma esperança. Ela olhou pra ele que estava colocando para fora sua última gota de sangue, o veneno estava dissecando ele por completo.

Ela então levantou e foi até pia e quebrou um copo de vidro, Enzo estava sonolento, quase desfalecido, mas ouviu o barulho.

– O que tá fazendo? – ele soletrou sem voz praticamente. 

–Eu disse que não o deixaria morrer. – Ela cortou superficialmente o pulso direito. – Enzo encarou ela com as pálpebras caídas, os olhos quase fechados.

– O que está fazendo amor ? – Ele declarou em um suspiro fraco.

– Beba Enzo – Ela disse ajoelhada diante dele. – Beba, eu acredito que o meu sangue com pode inibir os efeitos que esse veneno causa em você.

– O que? – ele perguntou 

– Anda Enzo, beba. – Ela levou o pulso até a boca dele que com dificuldade, chupou o pulso dela, ele sugou o sangue dela por breves segundos, e não reagia. 

Bonnie ficou nervosa, se o maldito fosse filho do lobo, Enzo iria morrer. 

– Droga, não. Beba mais Enzo, beba. Por favor você não pode me deixar... – Ela disse aflita. Mas nada adiantava ela bateu na face dele na tentativa de reanimá-lo – Hey, fale comigo, fique comigo — Ela pediu. 

Bonnie fechou os olhos demoradamente, com a mão segurando o rosto dele, tentando assimilar o fato dele está morto, não queria encarará- lo... morto. Ela piscou, então lágrimas quentes  correram sua face. Quando abriu os olhos, tentando novamente reanimá - lo, a pele acinzentada dele começou a desaparecer. Ele estava despertando, tava corando novamente, Bonnie sorriu com os olhos marcado por lágrimas.

– Deu certo, deu certo Enzo. – Ela disse emocionada. – Você está bem de novo. Bonnie abraçou ele abruptamente.

 Enzo retribuiu o aconchego, sentido o cheiro de frutas vermelhas do seu perfume. "Fascinante". Ele suspirou consigo.

– Sim, me sinto melhor. Obrigado, você me salvou, Bonnie Bennett.– Ele cochichou no ouvido dela ainda abraçados. Sentindo a voz sombria dele como uma espécie de despertador de libidos, Bonnie se afastou dando por último um olhar de ternura para ele.

– É isso que as heroínas fazem, elas salvam as pessoas. – Bonnie se colocou de pé, esticando o braço cortado para puxá-lo, ele pegou e também ficou de pé com à ajuda dela. 

Encarando a bruxa por completa, ele vislumbrou seu corpo, ela estava tão bonita hoje, sem aquele pijama. Usava um jeans claro, com uma blusa ombro a ombro, o cabelo preso em um coque bagunçado, deixando seus olhos, nariz e boca em evidência, ele observou cada detalhe em silêncio. Parecia extasiado.

– Enzo –Ela estralou os dedos chamando sua atenção. – Me solta – Ela encarou ele segurando sua mão ainda.

– Sim, quer dizer... não. – Ele disse vendo seu pulso cortado.

– Temos que fazer um curativo nisso.

– Chega de curativos, água corrente é o suficiente. – Bonnie deixou ele, indo direção ao banheiro.

– Você poderia ser menos teimosa né? – Ele perguntou em tom de advertência.

– Não – Ela gritou do outro cômodo.

– Termine de arrumar a mesa graças às suas saídas suicidas, nosso jantar esfriou. 

– Pode deixar, eu esquento. – O vampiro ligou o fogo sob as palenas. Ele nunca imaginou que um dia estaria jantando com Bonnie Bennett em sua casa. Enzo vagava. Hoje ele quase se declarou para ela, hoje ela o salvou, ela o salvou pela segunda vez? Ou terceira vez? Ela o salvou da destruição do outro lado, ela o salvou do feitiço do Houri, mas ela já havia o salvado da solidão também. 

*Bonnie Bennett é a sua salvação.*

– Enzo, eu pedi para esquentar a comida não para queimá-la. No que está pensando? – Bonnie repreendeu ele ao chegar na cozinha, desligando o fogo.

– Em você –ele disse abruptamente. 

– Em mim? – Ela mordiscou o lábio, abaixando a cabeça escondendo o sorriso  que queria escapar da sua boca diante da confissão dele.

– É, quer dizer em você fazendo comida, ora, ora. – Ele contornou. 

– Começou com as implicâncias né? Seu vampiro indeliquente. 

– Falou a bruxa sem coordenação motora, que ainda treme como um velhinho com mal de parkinson na hora de tocar, mesmo tendo o melhor professor do mundo.

– Você é muito pretensioso.

– Sou sincero. – Eles colocaram as panelas sobre a mesa.

– Tá com cara de bom esse strogonoff.– Enzo sentiu o cheiro pelo vapor que a panela exalou quando ele tirou a tampa.

– Está ótimo acredite. – Ela lhe deu os ombros.

– Veremos. – Ele puxou a cadeira dela e em seguida a sua. 

– Hum, cavalheiro.– Ela provocou.

– Sempre fui amor. Agora vamos ao que interessa – Ele se serviu do strogonoff dela com arroz. Bonnie também se serviu, mas esperou ele degustar primeiro. 

Enzo fez suspense e enfim garfou o alimento, ele saboreou na primeira mordida, mas cuspiu em seguida.

– O que foi? – Ela indagou.

– Você colocou quantos potes de sal nisso, Bonnie? – Enzo fez careta. 

Então foi a vez dela experimentar, e sua reação foi ainda pior. Ela quis vomitar.

– Que merda! Eu jurava que estava no ponto, eu sou uma imprestável é isso? Não tenho magia, acendo a lareira com muita dificuldade, ainda troco o "Dó" pelo "Ré", e não sei fazer um simples strogonoff. Vovó me diria: 

"Querida você é brilhante, só precisa praticar" mas eu sei que seria uma mentira, eu não sirvo para nada. – Ela afundou os cotovelos na mesa bufando.

– Eu vou cozinhar algo para você, não se preocupe, serve um caçarola? – ele declarou.

– Qualquer coisa é melhor que isso. – Ela fez careta para o prato. 

– Ótimo. Pode olhar se quiser eu não me importo, amo telespectadores – O vampiro foi para trás do balcão, retirou a jaqueta e entregou para ela, que colocou estendida na cadeira.

– Vamos lá. – O moreno aqueceu uma mão na outra, contraindo os malditos e ridiculamente lindos músculos novamente, ele subiu as mangas da camisa que vestia. Bonnie sentiu os calores de mais cedo crescerem dentro de si, enquanto observa ele. Não tinha como olhá-lo e não projetar as cenas do seu sonho pervertido, ela alisou os braços na tentativa de espantar os arrepios que sentia.

– Você fala de mim mas tá no mundo da lua também. – ele observou ela.

– Não estou no mundo da lua, estou em um mundo ainda mais perigoso. Chamado: "período fértil." disse para si. 

– Chamado? – ele indagou.

– Chamado "estou faminta". Isso vai demorar? – Ela indagou olhando ele virar os ovos temperados. 

– Tá pronto. – ele colocou no prato. 

– Delícia – Ela lambeu os lábios, Enzo  observou e desviou o olhar.

Para não pensar mais besteira que do vinha pensando ultimamente.




Notas Finais


É isso. Por hoje chega. Não gosto muito desse capítulo.
Talvez deveria explorar mais esse pós quase morte. Mas eu vou referenciar essa cena em outros momentos.
O próximo capítulo Laís, vulgo eu escreveu e disse: Isso tá bom! 💖

É o episódio de N ....

Ahhh não vou contar, quem viver vai ler.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...