História Our daughter - Capítulo 6


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Maria Hill, Morgan Stark, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang (Homem-Formiga), Steve Rogers, Valquíria, Visão
Tags Cadie, Natasha Romanoff, Romanogers, Sadie Sink, Steve Rogers
Visualizações 70
Palavras 1.998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello galeraaa

Obrigada pelos favoritos e comentário

Leiam as notas finais!!!

Espero que gostem

Boa leitura

Capítulo 6 - Welcome back, bitch


O jantar feito por Sam estava delicioso os adultos estavam sentando na mesa de jantar, enquanto Max estava desenhando com Morgan, já que a mais nova havia pedido. Estavam todos, Clint, Wanda, Rhody, Bucky, Sam, Pepper, Sharon, Bruce, até mesmo Thor, que estava de viagem na nova Asgard. Todos conversavam, riam e contavam histórias do que estavam vivendo depois da guerra final com Thanos.

Mas Steve, ele estava viajando em seus pensamentos encarando os seus amigos e imaginando, como seria esse jantar se Tony e Natasha estivessem aqui. Imaginou Tony, fazendo piadinhas sobre o relacionamento que teve com Romanoff e imaginou Nat, revirando os seus olhos para tentar se controlar antes que Stark para aquele lugar. Mas também, a imaginou encarando sua filha de longe e sorrindo ao vê-la brincar com Morgan.

- Hey Capitão, está na escuta?- Acordou de seus pensamentos ao ouvir a voz de Thor.

- Desculpa, do que vocês falavam?- Perguntou Steve.

-Estávamos falando de quando será a minha revanche para o trono de Asgard.- Diz o filho de Odin zombando de seu velho amigo.

-Thor, eu não quero te desapontar, mas você sabe que eu venceria de qualquer maneira.- Entrou Steve nessa brincadeira.

Enquanto discutiam sobre qual dos dois venceriam uma batalha para o “trono" de Asgard. A discussão se deu por encerrada quando a pequena Morgan se aproximou.

-Mamãe, estou com sono!- Disse a pequena coçando os seus olhinhos ao lado de sua mãe.

-Oh minha querida, nos já vamos embora.- Disse Pops se levantando.- Realmente, está bem tarde mesmo, ficamos por tempo demais.

- Mas foi bom tê-las aqui, Pepper.- Rhody lhe disse com um sorriso no rosto. Todos ali, se sentiam pelo menos um pouco, na obrigação de cuidar das duas. Afinal, elas também fazem parte dessa grande família.

-É sempre bom estar aqui também.- Diz a ruiva pegando sua filha no colo.

-Eu acompanho vocês até o carro.- Thor se levantou indo até as duas.

Pepper e Morgan se despediram de todos e sairiam ao lado de Thor, que as acompanhou até o carro. Enquanto dentro da enorme mansão, Wanda havia se levantando indo até Maxine, para iniciar uma conversa com a pré-adolescente, Sam e Bucky haviam se levantando, já que levariam todos os pratos para a pia enquanto Rhody se lamentava, pois era o seu dia de lavar a louça.

-E então, está feliz?- Sharon perguntou ao Steve que estava sentando ao seu lado.

-Tem como não estar?- O Capitão lhe retornou a sua pergunta. – Ela finalmente está aqui, comigo!

-É, eu imagino...- Disse Sharon sorrindo.- Ela estará muito mais segura com todos vocês aqui. Se sentirá em casa, terá uma família que a ama e pessoas que conhecerão a mulher maravilhosa que Natasha foi. – Steve lhe encarou sorrindo.- Eu estou feliz por você Steve, você não imagina o quanto!

- Obrigada, Sharon. – Steve pegou em sua mão por cima da mesa e sorriu.

-E então, quando me convidará para sair?- Sharon perguntou encarando sua mão por debaixo da mão de Rogers.

-Sharon...- O Capitão negou tirando sua mão rapidamente. – Você sabe que...

-Hey.- A loira lhe interrompeu. – Eu entendo, juro que eu entendo! Não quero estragar a nossa amizade mais uma vez.

-Você não estragou nada, apenas, não deu certo!- Disse Steve.

-É, eu achava que seu coração ainda pertencia a tia Peggy, mas, ele pertencia a uma certa ruiva que tinha raiva de mim...- A agente diz sorrindo de lado.

-Ela não te odiava, Natasha era apenas...- Suspirou.- um pouco difícil!

-Um pouco? Ela era...- Antes que pudesse terminar sua frase, seu celular tocou a despertando.- Com licença, eu preciso atender!

Sharon se levantou, deixando apenas Steve sentando. O capitão nem percebeu que sua filha estava encarando a interação que tinha com a loira, e que, não estava gostando nem um pouco disso. Sua mãe havia falado sobre a “enfermaria” que morava ao lado de seu pai antigamente. A garota até tinha perdido o rumo da conversa com a feiticeira que percebeu o olhar da garota.

- Eles são apenas amigos.- Diz Wanda.

-Ele e a minha mãe também eram “apenas amigos”.-Diz a ruiva fazendo Wanda sorrir.

 - É, dessa vez você me pegou.- A Escarlate riu, mas baixo, apenas para que Max escutasse.

-Você já perdeu alguém, Wanda?

-Eu?- A ruivinha confirmou com a sua cabeça.- Eu perdi várias pessoas. Os meus pais, o meu irmão, o meu namorado e a única melhor amiga que já tive.- Diz para Max com um sorriso de lado.

-Então temos algumas coisas em comum...- Diz a pequena por fim com um sorriso em seu rosto.

Enquanto do outro lado da sala, Steve havia se levantando para ir em direção a Sharon que estava parada de frente para a janela. Com os braços cruzados, o capitão se aproximou assustando a loira.  

-Eu já estou indo...- Sharon diz encarando o capitão com um sorriso no rosto.- Tudo bem, obrigada. Até logo!

-Está tudo bem?- Perguntou o capitão.

-Está, claro. – Diz a loira.- Apenas o trabalho me chamando.

- A essa hora?- Estranhou o capitão.

-Sabe como é, não tem como prever.- Se afastou Sharon para pegar sua bolsa que estava em um sofá pequeno por ali. – Tchau Capitão.

A loira se aproximou, dando um beijo no rosto de Steve e passando rapidamente por ele sem ouvir a sua resposta. O capitão apenas seguiu o seu rumo até a direção de sua filha, que agora conversava com Sam, Bucky e Thor.

-Max?- Perguntou ao se aproximar.- Podemos subir? Está tarde.

-Ah Rogers, deixe pelo menos a garota terminar de contar sobre o seu medo com montanhas russas.- Diz Sam rindo acompanhado de seus amigos.

-Isso é inacreditável!- Disse Thor rindo alto. Bucky não dizia nada, apenas negava com a cabeça controlando sua risada.

Steve apenas encarou Max que riu.

-Desculpa, eu não consegui resistir!- Diz a ruivinha dando de ombros.

-Tudo bem, agora vamos!- Steve a chamou fazendo a garota bufar ao se levantar do sofá.

-Boa noite, Max!- Falou os três sentados no sofá.

-Boa noite, meninos!- Diz a pequena garota, acompanhado o seu pai ate o elevador. Assim que a porta se fechou, o encarou.- Ficou bravo?

-O que?- Encarou Max.- Claro que não. É só mais um motivo para eles me zoarem, não ligo.- Diz Steve.- Eu só acho que está tarde para você ficar acordada.

-Não estou com sono, Steve.- Diz a pequena encarando a porta que se abria.

-Tudo bem, então vou te mostrar uma coisa. Venha!- Pediu Steve assim que saiu do elevador sendo acompanhado por sua filha. Era um enorme corredor, parecia que nunca teria fim. Até que, então Rogers parou em uma das portas com sua filha ao lado.- O seu quarto é esse da frente. - Apontou para frente.–Esse é o meu.- Apontou para o seu lado direito.-E esse...- Virou-se para a esquerda parando na maçaneta da porta.- Era o da sua mãe.

Assim que abriu, Max entrou sem mais delongas enxergando a enorme bagunça de caixas que se fazia pelo quarto. Steve apenas estava parado na porta, observando a reação de sua filha.

- Isso tudo era dela?- Perguntou a ruiva.

- Sim, eram sim. Eu fui até o apartamento que a Nat ficou depois do blip e peguei todas as coisas dela, acho até que pode ter algumas coisas suas por aí.- Diz o Capitão. – Eu não sabia o que fazer com tudo isso, até saber sobre você. Tem roupas, joias, objetos, as cartas e o diário dela, pensei que você gostaria de ficar com tudo isso e...

- Sim, eu quero.- Respondeu Max atrapalhando Steve em seu “discurso”.- Será que eu posso ficar aqui por enquanto? Prometo que não vou demorar muito para ir dormir.

- Claro que pode.- Diz Steve sorrindo.- Qualquer coisa estarei lá embaixo. - Se virou para começar andar pelo corredor.

- Steve!- Parou em sua caminhada e encarou sua filha parada em sua frente. De uma ação surpresa, Max se aproximou e abraçou Steve. Em primeiro instante Steve não teve uma reação, mas logo envolveu sua filha em um abraço apertado e também, lhe dando um beijo no topo de sua cabeça. - Obrigada.

Diz por fim se afastando de seu pai e voltando para o quarto de Natasha.

- De nada, pequena.- Steve sorriu voltando o seu caminhar para o elevador.

Tudo estava bem, principalmente agora. Todos estavam felizes por que Steve finalmente havia conseguido o que ele mais queria, uma filha. Alguém que fosse sua e ninguém pudesse tirar esse direito, o seu pequeno presente que Natasha havia lhe dado. Todos estavam felizes.

Estavam tão felizes, ao ponto de se lembrar que o mundo ainda era cruel. Já que em outro lugar de Nova York, para ser mais exata no Brooklyn, em um prédio abandonado, havia pessoas dispostas a acabar com a alegria de todos os vingadores.

“Ela está viva"

Foi tudo o que conseguia se ouvir, uma voz distante, mas ao menos perto. Os seus olhos ainda não conseguiam se abrir por completo, nem sentia seu corpo direito, por estar se sentindo fraca. Fraca o bastante para saber aonde estava e como havia parado ali.

- Olha, quem voltou dos mortos!- Ao escutar essa voz tentou abrir seus olhos, mas não havia conseguido. Até que, de forma cruel alguém jogou água em seu rosto a “ajudando" abrir os seus lindos olhos. – Bem vinda de volta, Romanoff!

- Aonde estou?- Perguntou com uma voz fraca. Ao falar, sentiu uma dor imensa em sua cabeça, por isso tocou no lugar aonde doía. Havia uma grande ferida ali, Natasha poderia senti-la.- Como eu vim parar aqui?

- Ah, querida.- Ela não reconhecia a dona da voz e nem conseguia ver o seu rosto, por a pessoa estar no lugar escuro.- Você nos deu muito, muito trabalho! Depois que a Hydra, pelo menos o que restou dela, soube que as joias estavam destruídas, foi até o local da destruição e pegou o resto que haviam delas. Demorou basicamente um ano, um ano para reconstrui-las, mas finalmente conseguimos.- Natasha apenas prestava atenção, tentando reconhecer aquela voz.- Um dos nossos cientistas descobriu que havia um possibilidade de que; se alguém está preso na joia da alma, poderá estar vivo. Claro, essa pessoa não poderia sair de lá com um simples instalar de dedos, mas sim, com grandes partes da ciência. - A pessoa a sua frente saiu da escuridão se mostrando quem era.- E aqui está você, de volta à vida!

- Sharon!- Diz a ruiva com dificuldades. – O que faz aqui? Trabalha para a Hydra agora?

- Não é hora para interrogatórios, Romanoff.- Diz a loira se aproximando e subindo o cobertor da ruiva que estava deitada numa cama de hospital em um quarto improvisado.- Você tem que descansar.

- Vocês deveriam ter me deixado morta, porque na hora que eu melhorar, vou acabar com vocês!- Diz a ruiva segurando a mão de Sharon.

- Se eu fosse você, não faria isso. Até porque, eu sei sobre ela, sobre sua Maxine. – Na mesma hora Natasha congelou. – Steve também sabe, está com ela nesse momento. Ele está tão feliz, Nat!

- Você nem ouse em tocar na minha filha, sua maluca!- Natasha não tinha forças para se mostrar forte, mas estava tentando.- Nem nela e nem no Steve!

- Os dias de paz estão contados, Romanoff. – Diz Sharon se afastando, indo até a porta.- E a sua filha, será o nosso principal alvo.

Natasha tentou se soltar dali naquele momento, queria acabar com Sharon. Romanoff não poderia nem imaginar sua filha correndo perigo, se culparia por isso todos os dias de sua vida.

- Sua desgraçada, eu acabo com você!- Gritou Romanoff tentando ter o seu fôlego de volta.

- Bem vinda de volta, vadia


Notas Finais


Eu sei que no filme, é impossível alguém achar a joia ou tentar reconstrui-la, mas como aqui é uma história, temos que usar a nossa imaginação! Sei que também, é impossível trazer a Romanoff de volta, mas eu super queria isso. Então, usem apenas a imaginação, tá bom?

Não se esqueçam de deixar o seu comentário pois é muito importante para mim. Desculpe qualquer erro, pequeno ou grande

Até a próxima

Kisses

Bye bye


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