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História Our dear babysitter - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Quarto dia de quarentena e eu estou atualizando uma fanfic minha. Yay, Como vcs estão?
~🥰

Capítulo 5 - Fuck Day


O primeiro dia de Gaara e ele não estava nem um pouco ansioso.

Quando acordou, na média das seis e meia ou sete horas, nos fundos empoeirados da floricultura a última coisa que ele desejava era passar o dia todo com duas crianças levadas ou pior, cuidar delas. Por consequência seu cérebro processava as coisas lentamente e mandava seus sinais atrasadamente para os membros móveis de Gaara, de modo que seu pensamento e locomoção eram feitos em total maresia e tédio.

Caçou roupas na sua mochila e encaminhou-se ao banheiro para necessidades básicas da manhã, e enquanto banhava-se ele tentava se preparar mentalmente para o longo dia que se seguiria. Quando calçava o tênis ele ouviu o som de sinos que a porta fazia quando era aberta. Ele olhou o relógio. Incrívelmente mesmo que fazendo as coisas vagarosamente o tempo resolvera ser seu amigo e o acompanhou.

Eram exatamente oito horas, horário em que a loja do irmão abria sempre. O que queria dizer que a primeira pessoa que ele veria naquele dia não era a sua preferida.

Ao chegar lá na frente, em relação a sua posição inicial, o primeiro cumprimento fora ouvido.

— Ohayooooo, Fósforo-san.

Yamanaka Ino ainda fora educada. Em outras épocas ela só o chamaria por um apelido ofensivo derivado de sua aparência mesmo, sem cumprimento nenhum.

— Tsc.

Ele resmungou estralando a língua no céu da boca enquanto procurava a bolsa de Ino. Já a garota estava ocupada abrindo as janelas e deixando o vento correr dentro do estabelecimento, espalhando os vários cheiros de flores diferentes dalí. Ela nem mesmo notou quando Gaara tirou algumas notas de mil yens de sua carteira rosa pastel e guardou no próprio bolso.

Gaara fez cara de coitadinho:

— Ino-sama, aonde você vai me levar hoje?

Ino, que estava muito concentrada em arrumar as prateleiras de sementes e em xingar mentalmente algum cliente não específico por misturar as sementes de tulipa e de Jasmin, virou-se para ele sem entender.

— Levar pra onde, criatura?

No mesmo momento como se fosse algum anime qualquer, a barriga de Gaara roncou alto. E o idiota não teve nem a decência de corar. Ele apontou para a própria barriga.

— Me alimentar, oras.

Quando a outra funcionária da floricultura chegara Gaara arrastou Ino para algum restaurante para a primeira refeição.

Para alguém que estava morto de fome, Gaara estava muito seletivo. Eles tinham passado por uns cinco restaurantes finos que sabe lá Deus o porquê de estarem abertos às 8 da manhã, e nenhum deles estava ao gosto do garoto.

Ino perdeu a paciência.

— Puta que pariu a minha mãe, se foda o seu gosto, Sabaku no Gaara, eu estou pagando e você vai aonde eu quiser.

Ela tinha gritado no meio da rua ao mesmo tempo que fincava os pés no chão de uma forma incrível que Gaara não teve força pra puxá-la.

— Então escolha um que tenha comida fresca. Meu estômago é sensível.

— O seu cu é sensível. E é melhor você parar de encher meu saco senão eu enfio um frango fresco na sua garganta. De preferência bem vivo pra furar você por dentro.

Em volta, as pessoas olhavam feio para os dois. Gaara já não era muito confiável pela aparência. Um garoto ruivo sardento e cheio de piercings com roupas rasgadas certamente não era um exemplo de boa pessoa comum no Japão. E apesar da boa aparência de Ino, a boca suja também afastava as pessoas. E os dois estavam gritando no meio da rua.

Gaara nem se importava com isso. Primeiro que se ele fosse pensar no que os outros pensavam ele não tinha aquele belo brinco de cruz fina que ele adorava usar, segundo que nem tinha namorado Ino também. Até porque, foi a espontaneidade de Ino que o atraiu.

Ela o arrastou até um restaurante fechado. Era grande. As paredes todas feitas de tijolinhos vermelhos e cimento tingido de azul escuro muito bem colocado já que não havia nenhuma imperfeição alí, Gaara fez questão de notar. Tinha duas janelas enormes de vidro escuro na frente que davam pra ver parcialmente o que tinha dentro. Ele estranhou a intimidade de Ino com o local, porém não disse nada. Ele ia comer de graça. Deu de ombros.

Quando entrou ele notou pôde observar melhor. Tinham várias mesas de madeira escura de lei dispersas sobre o local, e ao fundo àquelas mesinhas típicas de lanchonete Subway, de cadeiras acolchoadas duplas.

Ele foi diretamente a elas e se sentou no canto mais escuro enquanto observava a ex namorada gritar um "dispache" bem caipira. Um homem gordo ruivo apareceu e a abraçou, Gaara ergueu a sombrancelha e os viu se aproximarem.

— Choji-kun, esse é o Gaara. Um colega de trabalho. Gaara, esse é Akimichi Choji-kun, um grande e velho amigo meu.

Ela falou com uma animação absurda.

"Colega de trabalho?" Gaara inquiriu mentalmente.

— Prazer…

Isso foi o mais amistoso que Gaara pôde ser. O tal Choji não pareceu notar o tom quase jocoso de Gaara, e se notou não pareceu se importar já que manteve a mesma animação de Ino.

— O prazer é todo meu. Um amigo da Ino-san pode me considerar amigo também.

Ele pareceu não lembrar de que Ino chamada Gaara de colega.

— Choji-kun, você poderia servir algo pra gente? Não comemos nada ainda.

Ela perguntou e o homem questionado fez uma cara de indignação.

— Kamisama, o que raios vocês têm na cabeça. Vou prepara algo bem consistente pra vocês dois. Apesar de que quase não tenho ingredientes. Você sabe — ele apontou pra Ino com a palma aberta— os ingredientes frescos chegam daqui a uma semana ainda, a única coisa que devo ter são algumas frutas, massa e frango.

A cara de nojo de Gaara foi impagável para Ino.

— Seria uma ótima ideia Choji-kun. Seu frango frito é uma delícia. Pena que o Gaara-kun não gosta de frango.

E mais uma vez estava lá a cara de indignação de Choji, dessa vez misturada com um tipo de choque beirando o horror.

— Como assim?! Nunca conheci alguém que não gostasse de frango. Pelo menos não do meu, desculpem a franqueza.

Ino e Choji riram juntos.

— Sinto muito, eu realmente não gosto de frango. Acho muito nojento ver as partes separadas e acho que nem mesmo desfiado ou em pedaços consigo comer.

Gaara se desculpou sem graça.

— Bom, talvez não hoje, mas eu ainda irei fazê-lo mudar de idéia. Aves são uma iguaria pra mim.

Choji se retirou para a cozinha logo depois das promessas.

Ino se juntou a Gaara, sentando-se.

— Ele é uma graça não é?!

Ela disse despreocupadamente.

— Não faz seu tipo.

Gaara respondeu do mesmo jeito.

— E o que você sabe sobre meu tipo de cara?!

Ela disse com deboche.

— Sei que você gosta de caras boa-pinta, com veículos motorizados e grana pra gastar. Sem falar que acho que não gosta de tanta coisa pra apertar num cara.

Gaara respondeu de forma até séria em relação a suas palavras e se recostou na cadeira macia.

Ino ficou sem graça.

— Isso foi muito gordofóbico da sua parte.

Ela tentou atacar e Gaara nem deu chance.

— Primeiro, eu não disse que é um problema ele ser gordo. Segundo, eu não menti. E vocês não dariam um bom casal. Ele certamente gosta de relacionamentos duradouros e eu tenho certeza que é a última coisa que você quer.

Antes que Ino retrucasse Choji tinha voltado incrívelmente rápido pra quem não tinha nada na cozinha.

— Eu fiz uma salada de frutas cremosa e panquecas com cobertura de geleia de uva. Um quase típico café matinal ocidental Estadunidense. Espero que gostem. Ino-chan eu fiz suco de beterraba com cenoura, já, já eu trago. E Gaara-san, eu achei bacon. Espero que goste de tapioca recheada.

— Tapi- o quê?!

Ino riu e respondeu pelo amigo chef.

— É uma comida Sul-americana. Acho que do Brasil. Ele vai gostar sim, Choji-kun. E obrigada pelo suco. Mesmo.

Ela respondeu entusiasmada.

Quando o Chef se distanciou Gaara voltou a perguntar.

— Tapi- o quê?!

— Tapioca, idiota. Pelo contexto é farinha de tapioca na chapa. Choji-kun passou alguns anos depois de se formar só viajando pelo mundo pra provar várias comidas diferentes pra finalmente abrir o próprio restaurante. Acho que foi na Tailândia que ele se apaixonou tanto por aves. Não estranhe os nomes diferentes.

— Abrir o restaurante? Esse aqui não é dele?

Gaara falou assim que enfiou uma colher cheia de morangos fatiados na boca.

— Imbecil, não fale de boca cheia. É dele sim o restaurante. Mas ainda não inaugurou oficialmente. Só abre semana que vem. Acho que somos até as primeiras pessoas a comerem aqui. Se sinta honrado.

Após isso, Choji os serviu novamente e os três comeram juntos.

— Droga, nove e quarenta. Eu tenho que estar na casa da Hyuuga-san dez horas em ponto.

Gasta resmungou olhando no relógio digital do restaurante.

Choji engasgou com a salada de fruta que ainda comida.

— Hinata-san?

— Sim! Gaara-kun vai fazer um teste hoje pra babysitter dos diabinhos.

Choji riu com vontade, com direto a mão na barriga e uma leve inclinação para traz.

— Boa sorte, Gaara-san. Aquelas crianças não são nada fáceis. Mas não são uns diabinhos também.

Ele direcionou a última parte para Ino, ainda em um tom divertido.

— Fácil você falar isso, Choji. Não foi a sua maquiagem que a miniatura falsificada da Hina estragou pintando a parede do quarto.

— Pode até ser. Mas lembre-se de que o Boruto quebrou o conjunto de pratos favoritos da minha okaasan. E eu que levei a culpa. Aquele garoto e sua carinha desavergonhada. Ele notou que eu não resisto a olhos pedintes.

— E você ainda defende.

Gasta observando os dois pensava se era uma boa ideia cuidar das crianças.

— Meu Kami, Ino! Estamos assustando Gaara-san.

— Melhor que se assuste mesmo. Se ele ficar alerta menos chance de ter os cabelos arrancados com cera quente.

Os dois riram. Gaara estava aterrorizado.

— Bom, eu tenho que ir antes que eu desista. Obrigado pela refeição Choji-san.

Gaara e Choji curvaram-se um ao outro. E Ino já estava na porta.

Ino e Choji se abraçaram como os velhos amigos que eram e então o Chef virou-se para Gaara.

— Gaara-san, eu tenho um blog de culinária. Ino te manda o link depois. Lá tem uma receita de um bolo de chocolate fantástico e muito fácil de se fazer. Aconselho muito a fazer para os garotos se eles estiverem muito agitados.

— Eu não acho que eu seja muito bom em fazer comida…

— E não acho que açúcar vá ajudar a acalmar eles, Choji-kun.

Ino interviu.

— Oh, não. Não o bolo. O bolo é porque é uma das receitas mais fáceis que se tem pra fazer e crianças adoram chocolate. O que acalma é esse remédio aqui. 10 gotas na receita e elas vão dormir por um dia inteiro e nem vão sentir o gosto.

Ele disse tirando um frasco pequeno do uniforme e dando na mão de Gaara, a fechando depois.

— Guarde minhas palavras, você vai precisar.

O olhar dele não havia sombra nenhuma de dúvida e Gaara apertou mais ainda o frasco e em seguida o guardou.

— Bom, hora de ir. Você sabe como os Hyuuga são com essa coisa de horário não é, Choji-kun?! Temos que pedir um taxi.

Ino falou arrastando Gaara restaurante a fora.

Quando já estavam se afastando Choji puxou Gaara o mais educadamente possível e cochichou no seu ouvido.

— Gaara-san, como você foi parar na casa da Hinata-san?

— A Ino que me recomendou.

Ele respondeu cochichando também.

Choji olhou horrorizado para Gaara.

— E que tipo de coisa horrível você fez pra ela?

— Eu não faço a mínima idéia.

Os dois observaram a mulher loira fazendo sinal alegremente para algum taxi parar.

— Seja o que for, ela te odeia muito.

Choji falou com uma voz penosa vendo a amiga se virar para os dois e acenar indicando um taxi que acabara de estacionar.

— É, eu notei.

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Ele tinha acabado de chegar no prédio dos Hyuuga e assim que o elevador chegara ao andar certo ele deu de cara com a família reunida.

O garoto loiro estava com sua mochila nas costas e uma lancheira idêntica na mão e a garotinha estava sendo arrumada pela mãe apressadamente.

— Nada de comer besteira. Não durma tarde. Não deixe seu irmão destruir nada e não fure a cabeça dos seus primos.

Hyuuga Hinata falou para a garotinha.

— Foi só uma vez, okaasan. E eles estavam me chateando.

— Hima, querida. Eles mudarem o canal do desenho não é justifica pra você enfiar os lápis de cor nos rostos deles.

O irmão mais velho interviu.

— Foram garfos.

—Garfos?! Hima, não foi isso que você e seu pai me disseram.

A garotinha direcionou um olhar feio para o irmão enquanto a mãe a repreendia.

— O papai também queria ver DBZ e tinha ido na cozinha pegar pipoca. Ele fingiu que não viu a Hima batendo no Kohaki e no Katsumi.

— Boruto, você é um linguarudo.

A garotinha gritou e a mãe novamente repreendeu, dessa vez os dois.

— Himawari, desenho não é justificativa pra violência. A não ser que eles comecem. Aí você pode bater a vontade. Boruto, entregar sua irmã e seu pai é feio e desleal. E os dois, nada de seguirem as manias do pai de vocês. Vocês sabem que o Naruto-kun é imaturo.

— Hai, Okaasan.

Disseram em uníssono enquanto a mãe dava um beijo na testa dos dois.

— Agora vão.

E as duas crianças correram para o elevador ignorando totalmente a presença de Gaara e apertando o botão do térreo. Gaara mal teve tempo pra sair do cubículo metálico.

E foi aí que Hyuuga Hinata notou a presença dele.

— Kamisama, você estava aí esse tempo todo.

— Gaara. Kamisama está no céu. Ou inferno. Ou em nenhum lugar, depende da crença. Eu só sou eu.

Ele deu de ombros despreocupadamente.

— Entre por favor, hoje está uma correria e é de manhã ainda.

Ela está totalmente ofengante. Gaara então notou-a por completo.

O avental rosa estava sujo de alguma massa e o que parecia ser geleia, e tinha se espalhado também pelo vestido nude claro. O cabelo curto totalmente desgrenhado e ela estava totalmente confusa e desnorteada andando de um lado a outro falado palavras desconexas enquanto fazia sinais estranhos com os dedos e Gaara estava se desesperando por dentro.

Por fora ele tava só a plenitude de Buda.

— Eu acho melhor você beber um pouco de água, né não?

— Isso. Água. Água é bom. E banho. Okay.

Ela parou no meio da sala totalmente desorganizada.

— Okay, desculpa a bagunça e fique a vontade. Com licença, eu estou num estado totalmente caótico. Vou me trocar. Com licença.

E lá se foi a mulher em direção ao quarto deixando Gaara no meio do que parecia uma quarta guerra mundial no estilo ninja.

Puta merda, o ursinho marrom jogado de cabeça pra baixo no vaso de plantas estava incomodando demais.

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Hinata estava totalmente envergonhada. A casa estava um caos, ela estava um caos e o estranho na sala deveria estar pensando em que tipo de mãe ela era pra deixar os filhos virarem a casa de cabeça pra baixo daquele jeito

Okay que aquela genética maldita mente e energética fora herdada do ex marido, mas ela também era responsável pelos filhos e tinha sua parcela de culpa.

Apesar de que ela nunca ensinara a sua filha a usar talheres contra crianças e duvidava que seu ex marido também o tivesse feito. Naruto sempre fora um bobalhão pra brigas, porém era totalmente desastrado. O que Boruto herdara completamente do pai. O garoto não conseguia ficar parado mais de cinco minutos sentado sem quebrar alguma coisa ou aterrorizar algum anima indefeso.

Oh, merda. Akamaru. Hinata tinha esquecido completamente do cachorro do melhor amigo.

Okay, lista mental:

1. Comprar um shampoo novo de crescimento rápido de pelo pra cachorro.

2. Esconder seus cremes depilatórios em algum lugar diferente dessa vez.

3. Comprar um cofre.

4. Não deixar Boruto cuidar de mais nenhum animal na vida.

5. Contar a Kiba que não foi o gerente que depilou o Akamaru só porque ele deu um fora no cara.

Talvez não essa última. Risca, Hinata, risca. Se a contasse que foi o Boruto, certeza que o Kiba iria jogar seu filho da janela e falar que foi um acidente. E isso iria desencadear uma série de problemas que se seguiria com Himawari irada com o irmão machucado provavelmente jogando novamente solvente de tinta na perna de Kiba e Hana a irmã dele surtada querendo matar uma criança.

Onde, cachorros silvestres da Transilvânia, Hinata estava com a cabeça quando não obrigou Naruto a usar camisinha.

Fruta que caiu do pé!

Tudo isso se passava na cabeça dela enquanto tomava banho. Sinceramente Hinata estava cansada demais. Há 12 anos Hinata não saía, não se divertia e nem tirava folga nenhuma. Trabalho e casa. Cuidar de dias crianças, fora o ex marido que vivia mudando de emprego porque segundo ele "não fazia meu estilo". Vagabundo desgraçado. Não durava nem um mês. Hinata estava tão entretida em seus pensamentos que só se deu conta que ainda estava no banho quando seus olhos começaram a arder com o shampoo e um barulho de algo caindo na cozinho chamou sua atenção.

Ela se vestiu rápido e mal se secou indo diretamente para a cozinha ver se o teto não tinha caído no homem que a aguardava.

Ela, sinceramente, não duvidava da capacidade destrutiva dos filhos.

Mas não tinha nada de errado. E nem sujo.

Incrívelmente estava tudo no lugar. Mais ou menos do jeito que ela arrumava.

Estava mais organizado, na verdade.

E foi ai que o homen ruivo que seria a babá dos seus filhos apareceu na sala vestido com o seu totalmente sujo avental e luvas amarelas de limpeza.

E ele parecia muito constrangido.

— Gomen. Eu achei que você não iria se importar. Eu limepi a sala da melhor forma que pude e pus os bichos lá na lavanderia. Eles estavam uma porcaria, sinceramente. Eu achei uns baldes e esfregões então eu varri e passei pano na casa. Gomennasai pela intromissão. Mas tá muito melhor agora do que antes né não?! Seus filhos são dois tornados.

Hinata não sabia o que dizer. Agradecer pela ajuda e falar que tudo bem a intromissão ou enfiar aquele cabo de esfregão na bunda dele pela ousadia de falar de seus filhos.

Okay, Himawari talvez tivesse puxado a ela. Mas Hinata só pensava essas coisas. Nunca que teria coragem de fazer.

— T-tudo be-bem.

Ela respondeu observando ele virar a cara pra ela.

O que era agora, mauricinho de uma figa? Tudo bem que a casa dela não era tão organizada quanto a mansão de onde ele viera (Ino contara algumas partes, menos a expulsão), mas agora nem olhar pra ela ele o fazia.

Entao ela notou que ele parecia envergonhado.

— Gaara-san, algo de errado?

A etiqueta do seu sangue falava alto demais.

— O seu— ele pigarreou — seu vestido.

Ela não entendeu.

— Está transparente.

Oh, merda, Hinata. Ela não tinha se enxugado direito do banho. Ela voltou corada pro quarto.

Já não bastava a zona dos filhos na casa e passar essa humilhação pra um estranho, a tinha mostrado seus seios duros de frio para o tal estranho, que seria babá dos seus filhos.

Dia de merda.

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Notas Finais


Eu tive um lindo trabalho pra reescrever pq o app q eu uso resolveu por o serviço de Nuvem paga e meu antigo celular quebrou.
Ou seja eu perdi todos os capítulos e histórias que eu tinha. Algumas que eu nem postei também. Em suma eu tinha começado a escrever já o capítulo mas eu tava sem criatividade, tanto que se vcs perceberem tem um ponto onde a escrita muda quase que totalmente o estilo, que foi a parte que eu terminei de escrever às 3:30 da manhã.
Desculpem. Espero que tenham gostado❤️


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