História Our Destiny - Capítulo 12


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Categorias Katy Perry, Taylor Swift
Personagens Katy Perry, Personagens Originais, Taylor Swift
Tags Katy Perry, Romance Lésbico, Taylor Swift
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Palavras 2.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Could end in burning flames or paradise


Fanfic / Fanfiction Our Destiny - Capítulo 12 - Could end in burning flames or paradise

O barulho do despertador a despertou em sobressalto. A loira abriu os olhos e sentiu o perfume dos cabelos de Katy, ainda adormecida em seus braços. Quando tentou se soltar dela, acabou despertando-a. A morena se virou, ficando de frente para ela, olhando diretamente para seus olhos, ainda sonolenta.

— Bom dia. — Katy a tocou nos cabelos, afastando a franja lateral, desvendando melhor seu rosto, e sorriu.

— Bom dia. — Taylor sorriu fraco, e se levantou indo até as gavetas pegar outras peças para se trocar, deixando uma Katy decepcionada e frustrada pra trás. — Tenho um grupo de estudos daqui alguns minutos. — Explicou, vestindo uma calça Skinny azul marinho.

— Será que podemos conversar antes disso? — A morena perguntou indo até ela.

— Sobre o que quer conversar?

— Sobre ontem à noite. — Katy a viu revirar os olhos. — Eu sei que não fui uma companhia muito agradável, que aquele jogo te irritou e aquele Dylan também. Eu queria me desculpar por ter sido idiota, era claro que eu não tiraria a blusa.

— Não é só isso. Aquilo me fez pensar se você age assim sempre que bebe. — Confessou preocupada. Katy abriu a boca para falar algo, mas a loira continuou. — E eu realmente não gosto do Dylan, e não queria você perto dele.

— Eu não sou sempre assim "quando bebo". — Estava curiosa sobre a última parte que Taylor havia dito, sobre como teria sido esse passado de ambos. — Pode me contar melhor sobre o que houve entre você e o Dylan? Até agora só sei que tem algo com roubo de namorada. — Tentou fazer graça no final, mas não funcionou, a loira fechou a cara de vez.

Na realidade, não era só a forma como Katy havia falado. A simples menção do nome Dylan fazia Taylor ter vontade de socar alguma coisa pensando em seu rosto cheio de sardas.

— Tudo que precisa saber é que ele não é flor que se cheire.

— Tá. Pra te deixar com um humor assim, deve ser o próprio diabo. — Rendeu-se. — Eu não vejo porque ter contato com ele.

— Ótimo. — Arrancou a blusa, e observou Katy admirar seu corpo antes de colocar outra. — Não me olhe assim. Me deixou tão fula da vida ontem, que não está merecendo nem um beijinho.

A morena enfezou sua expressão, fazendo surgir rugas de insatisfação. Seu celular vibrou, e estava sobre a cômoda de Taylor, possibilitando à elas a nítida visão do nome "Dylan" piscando na tela. A loira sentiu seu corpo ferver instantaneamente, e fuzilou Katy com o olhar. Antes que ela atendesse o próprio telefone, Taylor o fez.

Katy estava confusa, não se lembrava de ter salvo o número do ruivo na festa. De qualquer forma, manteve-se calada e nada fizera em relação à atitude de Tay.

— O que você quer? — Cuspiu furiosa.

— Taylor? Pensei que esse número fosse da Katy. — Falou debochadamente.

— É dela. Que porra você quer? — A morena arregalou os olhos, nunca antes vira a loira tão irada a ponto de falar palavrão.

— Você é namorada ou secretaria? Por que atendeu no lugar dela?

— Diz logo o que você quer com ela, idiota.

— Que recepção calorosa. — Sua voz a enojava. — Eu só queria conversar um pouco. Ela parece ser uma pessoa tão interessante.

— Vai pro inferno, e não ligue mais! — Encerrou, ouvindo o imbecil rir do outro lado da linha pouco antes.

Katy tinha cara de culpada, inocente, naquele momento. Mas mesmo que fosse fofo, Taylor não pôde controlar a raiva que estava sentindo.

— Por que diabos você passou seu número pra ele? — Inquiriu, tão próxima ao rosto da outra, e tão brava que a intimidara.

— Eu não…não lembro.

— Não se lembra? — Duvidou. Inspirou e expirou, como se repetisse um mantra em sua cabeça. — Katy, eu não quero brigar por esse idiota. Quando disse que nao a queria perto dele, era não só fisicamente. Não quero ele no seu Facebook, Twitter, Instagram…Nada.

Katy assentiu. Sem se reconhecer por essa atitude. A morena não era assim. Nenhum namorado ou namorada jamais determinara algo como isso à ela, a respeito de sua privacidade. Aquilo era controle. E ela não fazia ideia do porquê permitira que a loira agisse assim. Por que estaria sendo passiva em relação a isso? A verdadeira Katy não daria a mínima, apenas diria "Você não estabelece isso" e sairia pela porta, sem o menor arrependimento. A nova Katy a assustava.

— Preciso ir agora. Nos falamos mais tarde, ok?

— Tay.

— Sim?

A puxou para um beijo, cheio de saudade e desejo, como se seus lábios não se tocassem há séculos. Quando se separaram, Katy sorriu para a loira docemente, e apertou sua bunda, fazendo-a arregalar os olhos surpreendida.

— Dylan não tem essa bunda gostosa. — Sussurrou, sorrindo travessa enquanto os pelos da loira se eriçavam em resposta ao tom malicioso.

Katy estava para se afastar, quando Taylor a puxou de volta, colando seus corpos e sorrindo de jeito malandro. Um sentimento de possessividade dominara a loira subitamente, a fazendo segurar nos cabelos da morena com força enquanto a beijava de novo. Puxou as pernas de Katy para si, envolvendo-as em sua cintura, enquanto recuava com ela até a cama, lábios ainda conectados, e uma mão viajando por dentro da blusa.

Taylor se desfez de suas roupas, ficando apenas de langerie, desceu seus lábios até Katy, que segurou seu rosto. Uma das pernas da loira tocava a intimidade da morena, que gemia entre o beijo, e rebolava o quadril roçando-se nela. Seus olhares se conectaram, as unhas de Taylor deslizavam em uma subida pelo abdômen de Katy, e sua boca tinha um sorriso de lado, provocativo, desafiador. Ela puxou a única peça do corpo da outra, deixando completamente despida. Beijou-a, e seus lábios rastrearam cada parte dela, até parar em seu pescoço, onde dedicou certo tempo, se deliciando com os gemidos cada vez mais explícitos. Taylor segurou seu cabelo com força, fixando seus olhos com luxúria, mordeu-lhe o lábio inferior, e depois desceu até um dos seios, sentindo um mamilo enrijecer em sua boca, a perna ainda pressionando o centro úmido.

Em um segundo, parou o que estava fazendo, pedindo para que Katy ficasse de lado, e se posicionou atrás dela. Dois de seus dedos penetraram a entrada dela, conforme beijava seu ombro e sussurrava delírios ao pé do ouvido. Katy se movia no ritmo, cada vez mais intenso, e seus murmúrios de tesão e respiração curta e pesada deixavam Taylor em chamas. Ela se perguntou quanto tempo aguentaria até que ela mesma chegasse ao clímax de prazer. Katy virou o rosto, a beijando, como se quisesse demonstrar através daquele beijo tudo que estava sentindo. E finalmente chegou ao limite, com o corpo tremendo, os glúteos contraindo.

Ainda tentando tomar fôlego, as mãos da morena puxaram Taylor pra si, indo diretamente ao feche do sutiã e abrindo-o. Katy segurou as laterais da calcinha de seda da loira, rasgando sem hesitar, se desfazendo da peça em seguida. As intimidades se encontraram, e começaram a se movimentar. A morena fundiu suas unhas na carne da loira, sem piedade, encarando seus olhos profundamente azuis e a arrebatando em um longo beijo em seguida. Seus corpos suados trocando energia, e os gemidos agora eram quase em sincronia. Katy mais uma vez chegou ao ápice. Ela empurrou Taylor para a posição em que antes ela mesma estava, se pondo por cima e levando sua língua provocativa ao umbigo dela. E foi torturantemente descendo os lábios devagar até chegar onde desejava. Afastou suas pernas um pouco mais e a invadiu com a língua. A loira agarrou os lençóis com força, e na medida que os movimentos se intensificaram, levou a destra aos fios negros, segurando neles com desespero, clamando o nome "Katy" entre sua respiração irregular. Estava perto, com um gota de suor escorrendo da testa lustrosa. E houve a explosão prazerosa de suas terminações nervosas em eletricidade.

Seu primeiro instinto foi puxar Katy pra cima e beijá-la, provar seus lábios em um aviso de que havia acabado.

— Vai se atrasar pro seu grupo de estudos. — Pronunciou, ainda ofegando.

— Que se dane. — Mordeu o lábio, admirando o corpo nu e igualmente suado da morena, como se dissesse "valeu à pena" com aquele olhar.


                           ***


Amy tentava equilibrar duas bandejas. Caminhava tão vagarosamente que era quase em câmera lenta. Ela travou, parou no meio do caminho ao ver a figura loira parada na porta, e então, começou a fazer seu caminho de volta até o bar, antes que fosse notada. Mas talvez fosse tarde demais.

— Amy? — Gritara a voz, como se não tivesse certeza.

— O que está fazendo? — Inquiriu o bartender ao vê-la voltar ao balcão com as bandejas ainda preenchidas pelas bebidas. Ele trocava olhares com os clientes, que tal qual também tinham expressões interrogativas. Amy ouviu som de saltos contra o piso, cada vez mais próximos, e torcia para não ser ela. — Amy, vai servir as mesas, porra! — Ordenou.

Um arrepio percorreu todo seu corpo ao sentir a presença atrás de si, tendo os saltos parado de ecoar.

— O que você está fazendo?

Ela finalmente se virou.

— Eu não…Taylor, guarde segredo, por favor. Se chegar aos ouvidos da minha mãe que estou trabalhando aqui, eu nem sei o que pode acontecer.

— Se você está trabalhando aqui, significa que ela já tirou de você tudo que podia. — A loira bufou, elevando a franja que cobria a testa.

— Não, ainda tenho minha filha. — Suas mãos acariciaram a barriga. Taylor sorriu para ela.

— Não precisa trabalhar aqui, eu posso…

— Tudo que quero de você é que esteja ao meu lado, você e Katy. De resto estou me virando bem.

— Tem certeza? — A preocupação transbordava em sua voz.

— Sim, Tay.

Amy parou por um momento, olhou ao redor e se perguntou o que raios Taylor estaria fazendo em um lugar como aquele. Três motoqueiros jogavam sinuca em um canto, alguns clientes esperavam suas bebidas nas mesas espalhadas pelo local, e no pequeno palco havia uma mulher semi-nua dançando.

Àquela altura, David, o bartender, havia desisto de Amy e estava ele mesmo saindo detrás do balcão e indo servir as pessoas.

— O que veio fazer aqui?

— Katy me disse pra encontrá-la aqui.

Amy franziu as sobrancelhas.

— Tem certeza de que não errou o endereço? Tem um Starbucks aqui do outro lado da rua. — Antes que Taylor pudesse responder, Katy surgia, em jeans rasgados e uma jaqueta preta de couro, com botas prestas que lhe permitiam ficar da mesma altura da loira.

Os olhos esverdeados logo estalaram em surpresa ao reconhecer Amy ali, quando se aproximou.

A amiga tratou de logo se explicar, assim como obrigatoriamente havia feito com Taylor. Katy levou mais "na esportiva" do que ela. Mas claro, nenhuma delas sabia sobre anteriormente ter sido stripper no mesmo lugar.

— Katy, o que diabos você veio fazer aqui com a Tay?

— Na verdade, não sei o que deu errado. Pensei ter passado o endereço do Starbucks. — Coçou a cabeça, olhando envergonhada para a loira. — Achei que você estava demorando, aí resolvi perguntar pra um atendente, e ele me disse que viu alguém com suas características entrar aqui. Vim te salvar desse antro de testosterona.

Taylor passou seus braços pela cintura dela, e disse:

— Nos vemos mais tarde, Amy. — Jogou um beijinho no ar.

O sol sumira há pouco tempo, dando lugar à um céu escuro sem estrelas, elas observavam do vidro do estabelecimento. Quando o capuccino de Katy veio com o número de telefone do atendente, em vez de seu nome, Taylor foi pessoalmente devolver o copo, usando as palavras "Defeito" e "equívoco".

Katy não podia acreditar no que via; Taylor em uma cena de ciúmes pelo segundo dia seguido. Quando a loira voltou à mesa, não entendeu porquê a morena ria.

— O que é tão engraçado?

— Você ir tirar satisfações com um adolescente bobão por ciúmes. — Katy deu um gole no capuccino de Taylor, olhando "distraidamente" para o horizonte, como se não houvesse dito nada de mais.

— Eu precisei. Pelo seu histórico, 18 anos te atraem. — Katy acabou rindo.

— Eu prefiro exclusivamente uma loira de 25.

Era incrível como em poucas horas o habitual clima descontraído havia sido restabelecido entre ambas. Talvez o frio da noite às unisse. O clima as atraía positivamente uma à outra, exterminando o espaço de intrigas, ao menos quando estivessem sujeitas à ventos frios, submetidas a trajes de inverno.

Taylor olhou em volta, todos os casais e não casais, e por último seu olhar parou sobre os lábios bonitos, saborosos e bem desenhandos, que atualmente mais gostava de beijar e sentir.

— Katy?

— Sim? — Guardou o celular no bolso da jaqueta, levantando os olhos para a loira e dedicando toda sua atenção do momento à ela.

— Me beije.

A morena se inclinou sobre ela, e seus lábios entreabertos se tocaram por alguns segundos. Ao se separarem, olharam ao redor, como se buscassem vestígios de olhares acusatórios e reprovadores, porém não encontraram nada. Era como se aquelas pessoas não dessem a mínima.

— Não nos notaram, ou está frio demais pra gente chata sair de casa. — Katy comentou, fazendo-a rir.



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