História Our Destiny - Capítulo 25


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Dean Winchester, John Winchester, Personagens Originais, Ruby, Sam Winchester
Tags Ariel, Dean, Sam, Supernatural
Visualizações 110
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Será que o Dean vai voltar logo? Hahahah

Capítulo 25 - Some Time Without Hunt


Fanfic / Fanfiction Our Destiny - Capítulo 25 - Some Time Without Hunt

Nós enterramos o Dean, o clima estava igual ao dia em que John e Julie se foram, eu achava que iria demorar um bom tempo para ficarmos nesse clima tão pra baixo.

Eu e Sam conversávamos pouco, e quando o fazíamos, acabavamos pior. Não estava sendo nada fácil lidar com isso, nós não estávamos mais caçando, passamos alguns dias no Bobby, e voltamos para a estrada logo em seguida, porém não caçamos nada desde a morte do Dean.

Algumas semanas após o ocorrido, Ruby apareceu novamente, eu não aguentava olhar para ela, fazia eu me lembrar de onde o Dean estava, mas ela não foi embora dessa vez, na verdade, ela e Sam começaram a se aproximar cada vez mais, e não era difícil saber como isso iria terminar, eu tentei falar com o Sam várias vezes sobre isso, mas ele sempre falava que Ruby era diferente, e que ela estava ajudando ele a ficar melhor.

Ariel: Bom, ela não está ME ajudando a melhorar, eu só estou piorando com a presença dela e...

Sam: Então eu acho que você deveria pegar o seu mustang e fazer seu próprio caminho- eu fiquei estática, não estava acreditando que ele estava me falando aquilo, não o Sam que eu conhecia.

Ariel: Você está dizendo que prefere a companhia dela?- perguntei surpresa

Sam: Ari, você sabe que não é isso, mas é que...

Ariel: Eu já entendi Sam, quer saber, esquece, eu vou pegar meu mustang sozinha, não preciso de carona.

Sam: Ari espera, eu só...

Ariel: CALA ESSA BOCA, VOCÊ É PRATICAMENTE MEU IRMÃO, EU ESTIVE ESSE TEMPO TODO DO SEU LADO, COMPARTILHANDO DA SUA DOR, E AGORA VOCÊ SIMPLESMENTE PREFERE UM DEMÔNIO SÓ PORQUE VOCÊS ESTÃO TRANSANDO... QUANTA CONSIDERAÇÃO- eu estava com raiva e magoada, não estava acreditando que o Sammy estava me mandando embora por causa da Ruby. Eu peguei minha bolsa e comecei a andar pela rodovia, eu andei por cerca de 3 horas até conseguir uma carona, era um homem nojento que ficou me passando cantadas o caminho inteiro, mas era minha única opção, Quando estávamos chegando perto eu pedi para ele parar o carro, eu agradeci e tentei descer do carro, mas estava trancada.

Ariel: Você pode abrir isso, agora- eu ordenei enquanto respirava fundo

Jerry: Mas você ainda não me pagou.

Ariel: Você não disse que eu teria que pagar. Tanto faz, quanto você quer?- perguntei pegando minha bolsa.

Jerry: Eu não quero dinheiro gatinha- ele colocou a mão na minha coxa e apertou com força.

Ariel: Se me tocar novamente...- ele não esperou eu terminar de falar, sua mão começou a subir pela minha perna, antes que ele chegasse onde queria, eu dei uma cotovelada no nariz dele, empurrei sua mão pra longe e bati seu rosto com força no volante.

Jerry: Sua vadia...- seu nariz estava sangrando, e tinha um corte na sobrancelha, eu dei um soco nele, segurei sua cabeça para trás, me debrucei por cima dele e destranquei a porta.

Ariel: Você não esperou eu terminar de falar, eu teria te avisado que ia quebrar sua cara.- eu sorri para ele, acenei e saí do carro com minha bolsa na costas, eu fui caminhando até a casa do Bobby, eu queria gritar, e socar alguma coisa, eu estava realmente muito brava com o Sam, minha vontade, era dar um soco nele antes de ir embora, mas não me permiti chegar nesse nível.

Eu bati na porta e esperei alguns minutos até ouvir a porta sendo destrancada.

Bobby: Ari, o que está fazendo aqui?- ele deu espaço para eu entrar e fechou a porta assim que entrei.

Ariel: Sam... Preferiu a Ruby.

Bobby: Como assim preferiu a Ruby?

Ariel: Eu disse que não conseguia me acostumar com a presença dela, então ele disse para eu pegar meu mustang e fazer meu próprio caminho.

Bobby: Não é possível, o Sam não faria isso.

Ariel: Acredita que eu pensei o mesmo? Estava enganada- eu joguei minha mochila no chão e me joguei no sofá.

Bobby: Eu vou ligar pra ele , isso está errado e...

Ariel: Não, eu não quero que ligue, deixa ele em paz com a namorada demônio.

Bobby: Ari, Sam te ama, você é como uma irmã pra ele, tenho certeza que você apenas falou com ele em um momento não muito bom.

Ariel: Olha Bobby, me desculoe, mas nem no meu pior momento eu iria escolher um demônio ao invés do Sam.

Bobby: Tudo bem Ari, pode ficar o tempo que precisar, sabe que pode.

Ariel: Eu sei Bobby, mas na verdade eu só vim buscar meu mustang, deixar algumas roupas lavando e pegar outras.

Bobby: Não quer ao menos almoçar comigo?

Ariel: Acho que não, eu vou indo, faz umas 2 semanas que não caço, desde que Dean... Enfim, vou procurar algo.

Bobby: Tudo bem Ari- ele me abraçou e deu um beijo na minha testa antes de ir para a cozinha.

Eu coloquei algumas roupas para lavar e coloquei mais na mochila, eu usei o notbook para pesquisar algum acontecimento estranho que poderia ser algo para caçar. Encontrei um no Texas, uma longa viagem, era tudo o que eu preciso agora.

Eu me despedi do Bobby e peguei meu mustang, estava com saudades dele, era bom poder dirigir ele de novo.

Durante toda a viagem, tudo que eu conseguia fazer, era me lembrar do Dean, dos momentos que tivemos juntos, até mesmo do Sam, quando percebi tinham lágrimas escorrendo pelo meu rosto, eu tentei me controlar, mas era difícil, então me permiti chorar um pouco, eu estava sozinha afinal.

Eu parei em um motel, apenas pra dormir um pouco, depois de algumas horas descansando eu voltei para a estrada. Durante a viagem meu celular tocou algumas vezes, era Sam me ligando, mas eu não atendi, não queria ouvir a voz dele, não queria ouvir as desculpas esfarrapadas, na verdade tudo o que eu queria naquele momento era distância dele e daquela vadia dos olhos pretos.

4 meses depois...

Eu estava indo para a casa do Bobby quando meu celular começou a tocar, era o Sam, de novo, durante esses 4 meses tudo o que eu fiz foi ignorar as chamadas dele, e evitar ao máximo encontrar com ele, até hoje estava dando certo.

Meu celular continuou tocando, repetidas vezes, todas as chamadas eram do Sam, até que uma em especial me chamou atenção, a única chamada perdida que ao invés de estar escrito "Sam" estava o nome dele... Uma chamada perdido do Dean.



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