História Our Detroit - Capítulo 3


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus
Visualizações 93
Palavras 1.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me desculpem pela demora ;u;

Eu tava cheia de coisas pra fazer essa semana e não deu pra terminar o capítulo mais cedo.

Eu vou tentar postar de dois em dois dias talvez, eu quero tentar escrever um pouco da vida do Markus e do Simon, do Colin, tals.

Mas sem mais enrolação...

Boa leitura :D


(ps: imagem de capa pertence a tastyturquoise)

Capítulo 3 - Software Instability


Fanfic / Fanfiction Our Detroit - Capítulo 3 - Software Instability

Narradora On:


Hank olhava para o androide em sua frente e seu sistema parecia não funcionar direito. Sua mão logo alcançou a arma em suas costas. Uma voz lhe dizia para atirar se o androide se mexesse, mas algo lhe fazia pensar não era o certo.


- Hank? Que porra tu tá fazendo? Achou o androide ou não? – Ele ouviu a voz de Connor vindo de longe.


Ele olhou na direção do tenente e logo voltou a olhar para o androide.


- Está aqui, tenente! – Sua voz saiu calma.


Connor logo chamou outros policiais para ajudar.


- Por que fez isso? – O androide sussurra assustado.


Hank o olha nos olhos e sai, os policiais pegam o androide suspeito e o levam para o departamento de polícia. Connor e Hank vão no carro do moreno, um silêncio estranho tomava conta do local. Rapidamente eles chegam ao departamento, continuando com o mesmo silêncio entre os dois. Connor e outro policial interrogam o suspeito, levando certo tempo para conseguirem uma confissão. Hank decide tentar, já que era o mais capacitado para tal trabalho.


- Vai lá, é todo seu. – Connor fala e se senta na cadeira da sala de observação.


O androide anda calmamente até a sala de interrogação, se sentando a frente do suspeito, que olhava para baixo.


- Você matou aquele humano! Por que fez isso? – Hank fala sério.


O suspeito se mantém em silêncio, ele olha para Hank e rapidamente volta a olhar para a mesa.


- EU TE FIZ UMA PERGUNTA! VOCÊ ESTÁ AQUI PARA RESPONDER AS MINHAS PERGUNTAS! – Hank bate as mãos na mesa, encarando o androide.


Ele o analisa e vê que os níveis de estresse do suspeito ainda não estavam altos o suficiente. Ele continua a pressiona-lo, sem ter resposta.

- Você não me deixou escolha, terei que vasculhar a sua memória. – Hank fala e alcança o braço do suspeito, se conectando a memória do mesmo.


Logo ele consegue tudo o que precisava e se desconecta do suspeito, que estava em 100% de nível de estresse.


- Obrigado pela cooperação. – Hank fala e se levanta.


O suspeito começa a bater a cabeça contra a mesa, manchando a mesma com sangue azul. Hank abre a porta, Connor e o policial Chris entram.


- O que ele tá fazendo? – Chris pergunta assustado.

- Eu sei lá! Faz ele parar! – Connor empurra o policial até perto do suspeito.


Chris tenta inutilmente soltar as algemas que prendiam o suspeito.


- Não toque nele! – Hank avisa

- Cala a porra da boca, Hank!


Quando Chris finalmente consegue destrancar as algemas, o suspeito alcança a arma na cintura do policial e atira em Hank, logo se matando também.


- Mas que... – Connor olha para o chão.


Ali estava seu parceiro, caído e com um buraco de bala no meio da testa. Seu sangue azul escorria no chão, assim como o do suspeito.


- Merda... – O moreno se abaixa para olhar Hank mais de perto. – Pelo menos agora ele sai da minha cola.


Ele se levanta e sai da sala de interrogação, deixando o policial Chris confuso com tudo aquilo.


Quebra de Tempo:


Connor estava em casa, já era noite e ele a estava passando como sempre. O táxi onde Hank se encontrava, logo parou na frente da casa do tenente. O androide paga a corrida e desce, andando até a porta da casa. Ele vê uma campainha e a aperta, uma, duas, três vezes. Ele computa a possibilidade de olhar pela janela dos fundos, quando o androide se vira para ir, a porta é aberta.


- Tenente?


Hank olha para o moreno, o rosto do mesmo estava tomado por lágrimas e suas bochechas estavam avermelhadas.


- H-Hank... P-Por que você me deixou...? – A voz embriagada do tenente o dizia que o mesmo havia bebido muito.


O moreno se joga contra Hank e o abraça, fungando em sua roupa.


- E-eu pensei que... Tinha perdido você... Eu... Fiquei com... Medo... – Ele fala ainda chorando.

- Tenente, eu preciso que o senhor fique sóbrio para seu bem. – Hank fala e pega Connor em seus braços, o levando para dentro de casa e fecha a porta.


O androide leva o moreno até o banheiro, onde o deixa na banheira e liga o chuveiro.


- MAS QUE PORRA? – Connor se sacode na banheira. – O que tu tá fazendo aqui, lata?

- Eu precisava ver se o senhor estava bem, tenente. E também o senhor é meu dono, eu devo cuidar do senhor. – Hank fala indiferente.


Connor bufa e se levanta da banheira, empurrando o androide para fora do cômodo.


- Mas senhor...

- Eu preciso tomar banho. Me deixa! – Connor fala por fim, fechando a porta do banheiro.


O androide fica sentado na cama de Connor, o esperando. Logo o mesmo entra no quarto, ignorando totalmente a presença do androide ali.


- O clima está frio, tenente. Deveria vestir roupas quentes. – Hank fala enquanto o observa pegar um pijama curto.

- Eu visto o que eu quiser e você não opina. – Connor fala e fecha a porta do armário.

- Mas o senhor pode pegar um resfriado. Isso iria atrapalhar as investigações.

- Affe Hank! Me deixa! – Connor resmunga e vai para a sala.


Ele se joga no sofá e liga a televisão, colocando em algum canal aleatório. Hank logo se senta ao seu lado, o observando encarar a televisão e soltar alguns xingamentos. Logo Connor se senta mais na beirada do sofá e abaixa a cabeça.


- Está tudo bem, tenente? – Hank repousa uma de suas mãos em um dos ombros do moreno.

- Você não entenderia o que eu sinto... Você... É só uma máquina... Nada mais do que isso... – Connor suspira e se levanta.

- Eu posso não entender... Mas posso tentar ajudar... – Hank fala e anda até o moreno.


Connor vai até a geladeira e pega outra garrafa de whisky, a abrindo e bebendo um gole. Hank se aproxima por trás e retira a garrafa da mão do jovem.


- Hey! – Connor reclama e se vira.


Hank o segura e o levanta, fazendo o mesmo o xingar. O androide então lhe dá um beijo na bochecha, o que o faz ficar quieto.


- Droga Hank... Por que humanos têm que ser tão chatos assim? Eu queria ser igual a você... Tão perfeito... Sem esses malditos sentimentos... Eu queria ter uma bomba de thirium... Para poder arranca-la e desligar do mundo por um tempo... – Connor suspira e encosta a cabeça no ombro do androide.

- Tenente... Não há nada de errado no senhor... Tem um coração vivo, que bombeia sangue vermelho e quente... O senhor está vivo... Eu não. – Hank fala e acaricia os cabelos desarrumados do jovem.


O androide anda com passos firmes até o quarto do moreno, o colocando na cama. Ele cobre o jovem e se vira para sair, parando ao sentir sua roupa ser segurada.


- Hank... Fica comigo... Eu não quero ficar sozinho... Por favor... – Connor pede sentindo seu rosto queimar.

- Tudo bem. – Hank se deita ao lado do jovem, sentindo o mesmo se aconchegar em seu peito.


O androide observa o jovem dormir a noite inteira, sem se mexer. O moreno dormia tão profundamente, parecia estar finalmente em paz. Hank percebe um pequeno problema em seu sistema, estava dando um alerta de instabilidade de sistema. O androide apenas o ignora e continua a observar Connor dormindo, fazendo carinho em seus cabelos.


- Instabilidade de Sistema /\ -



Continua...


Notas Finais


Eu vou tentar postar mais rápido, eu prometo :'3

Beijo no rabo e fui-me u3u


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