História Our divided world - Imagine Mina (Twice) - Capítulo 6


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Categorias TWICE
Personagens Mina, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Chaeyoung, Dahyun, Fadas, Imagine, Jeongyeon, Jihyo, Lesbian, Magica, Mina, Momo, Nayeon, Respins, Romance, Sana, Seelies, Twice, Tzuyu
Visualizações 78
Palavras 3.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Condenada


Fanfic / Fanfiction Our divided world - Imagine Mina (Twice) - Capítulo 6 - Condenada

Mina on


Eu estava quase colocando o meu coração pra fora, vivendo um momento talvez nunca vivenciado antes por qualquer Respin, prestes a receber a maior imunidade de todos os tempos.

Não acreditava de forma alguma que havia uma Seelie em minha casa, muito menos que ela havia conseguido invadir o nosso território. Reconheci aquela ratinha de longe, eu conhecia muito bem a maioria dos rostos de quase todas as Respins, as quais vivi por mais de cinco décadas, era quase impossível que aquela Seelie não fosse reconhecida em nosso meio. Aquilo poderia ser um enorme perigo para nós, significava alguém importante - bem provável que fosse Nayeon - tinha mandado-a para nos espionar. Depois de quase 56 anos escondendo tantos segredos, protegendo nosso território, nos esforçando para criar uma sociedade, uma espiã era o que mais queríamos evitar.

Sei que querer esconder tudo sobre nós das Seelies parece um exagero, mas foi o que escolhemos para preservar o que somos e evitar que elas espalhem boatos sobre nós e nos julguem, tal como elas faziam com elas mesmas.

Lembro muito bem do que o reino Seelie se tornou depois que Nayeon assumiu o trono, eu tinha meus exatos 236 anos - hoje com 300 - quando tudo começou a mudar. Nayeon havia tido um relacionamento com uma humana e a sorte de Jeongyeon perdoá-la, sua vida foi uma reviravolta e tanto, mas desde que ela decidiu viver uma vida humana e adotar costumes humanos, deveria ter deixado o direito de voltar para o nosso mundo.

Quando ela voltou, com tantas ideias inovadoras e diferentes, muitas de nós bateram de frente e eu fui uma delas. Não concordava que nós, um povo tão pacífico e que viveu na terra mais tempo que os humanos, deveria adotar costumes que pertenciam a eles, seres tão impuros. Por sorte, nós tivemos um escape. O conselho, que era formado pelas três supremas - Yuna, Ryujin e Yeji - foi o nosso ponto de escape para as ideias malucas de uma fada tão insana como Nayeon.

Elas se revoltaram desde o início e foram a resistência, logo juntando um grande grupo de Seelies que também não concordavam com as ideias da nova rainha. Tivemos completa liberdade de ir para longe e criar nossa própria sociedade de Seelies "revoltadas", com uma nova nomenclatura para se referir a o que éramos e, é claro, com a condição de Nayeon que não podíamos pisar no território dela para não corromper as suas.

Sendo assim, elas também não podiam pisar no nosso.

Nossa ideologia era perfeita, nós tínhamos tudo sob controle, uma forma de gerar nossa própria comida e moradia para vivermos vidas perfeitas, sem a influência de uma fada que idolatrava humanos. Entretanto, como nem tudo pode ser perfeito, nós tínhamos um grande problema.

Não tínhamos a Árvore Mãe, apenas ela poderia dar vida às fadas com a ajuda da rainha Nayeon, então não podíamos criar vida, seríamos apenas nós até que a última morresse.

Também já tínhamos sido um povo muito poderoso no passado, podíamos levitar com frequência, trazer objetos até nós apenas com um estalar de dedos, amadurecer uma fruta em segundos. Entretanto, não sei bem o que aconteceu, mas desde que o nosso povo se separou, nossos poderes ficaram cada vez mais fracos e  nos deixando muito mal quando os usávamos, não podíamos nem mesmo em uma situação de extremo risco. Isso não nos atrapalhava nas tarefas diárias, apenas deixou uma leve saudade. Pelo menos pra mim.

Com o fato de não podermos criar vida e os nossos poderes já não serem nossa maior proteção contra o perigo, a regra principal que o Conselho havia passado para nós era: não matar. Éramos mais conhecidas pela nossa capacidade de sentir raiva quando nem um motivo tínhamos, não que as Seeli s não pudessem ter sentimentos negativos - tudo mudou desde que nós separamos - mas isso era muito mais propenso a nós. Era simplesmente não matarmos umas às outras, que dificuldade tinha nisso? Pois apesar de sermos muitas, dificilmente uma Seelie ou outra iria se rebelar contra Nayeon e se juntar a nós para aumentar nossa população, então preferíamos garantir nossa segurança do que arriscar.

Mas não era tão fácil quanto parecia.

Para deixar mais claro da minha experiência como Respin, preciso voltar um tanto no tempo, especificamente há cerca de 40 anos atrás, quando o nosso território ainda tomava forma.

Estávamos em uma situação um tanto crítica quando tudo começou, as Seelies já tinham tudo, armas, comidas, casas, trabalhos distribuídos... E nós, nada além de um terreno montanhoso rico em cristal, o que não era uma matéria prima tão boa assim para erguer nossa sociedade. Aquele momento foi bem difícil, tivemos que estabelecer nossos trabalhos de acordo com nossas habilidades já reconhecidas quando éramos Seelies e o pouco de recursos e alimentos que tínhamos.

Contudo, não desistimos.

Fizemos plantio, construímos nossas cabanas, erguemos uma enorme casa para o Conselho, criamos nossas próprias armas e armaduras de cristal e até mesmo comércios. Não era muito diferente do reino Seelie, o maior fator que diferenciava nossos territórios era o tamanho, os recursos e o fato do nosso estar apenas começando, enquanto o das Seelies já existia há séculos e era já muito evoluído.

Como cada Respin teve de cumprir seu dever de acordo com suas habilidades, eu assumi o trabalho de arquiteta. Eu que havia ajudado a construir a maioria das cabanas, comércios, o planejamento da casa do Conselho quando estava apenas no papel... Na verdade, quase tudo. Para planejar qualquer coisa alí era preciso de arquitetas e eu, modéstia parte, era uma das mais habilidosas por já ter uma certa idade.

Mas isso não fazia de mim tão importante.

Eu, como qualquer uma, ainda precisava seguir regras enquanto as três supremas ditavam, já que eu era alguém normal, nada de especial. No entanto, atualmente, meu povo me conhecia em especial por uma característica minha: meu descontrole.

Não que eu fosse uma descontrolada, longe disso... Só que o fato de eu ter saído na porrada com uma Respin uma vez por ela querer roubar minhas ideias em relação à arquitetura fez todas ao meu redor pensarem isso.

Foi bem no início, quando ainda estávamos planejando nosso território e construindo moradias. Todas nós estávamos com as cabeças quentes de tanto estresse por ter que começar uma cidade do zero e, é, nesse dia eu não pude me controlar. Com minhas próprias mãos, consegui derrubar a garota e deixar seu rosto irreconhecível apenas com golpes, por sorte, outras de nós nos viram a tempo e nos separaram antes que eu a deixasse em um estado fatal, ou então eu estaria presa.

Mesmo que eu não tenha sido presa, recebi um castigo enorme pelo Conselho, o qual me decepcionou e me envergonhou mais que tudo diante do meu povo. Eu não podia ficar sozinha com alguém em especial, ainda mais quando se tratava de um lugar afastado das outras Respins, assim eu poderia "perder o controle" e matar alguém acidentalmente. Além disso, não podia ficar a mais que um metro de distância do Conselho, trabalhar no cargo que eu tanto me identificava e nem sair da minha casa durante a noite.

Sim, era vergonhoso.

Isso fez muitas das minhas antigas "amigas" se distanciarem de mim por medo e vergonha de serem minhas amigas, com que eu recebesse um tratamento diferente e sempre ser vigiada pelas guardiãs.

Eu não era a única nessa situação, claro que não. Apesar de menor que a população de Seelies, a população de Respins era muito grande e haviam outras além de mim que tinham errado. Só não é delas que estamos falando agora.

Entretanto, um grande ato de nobreza poderia me livrar desse castigo, dependendo do tamanho desse ato, eu poderia até ter um cargo mais importante, talvez até mais próximo do conselho.

Isso era mais que um sonho pra mim, recuperar minha dignidade e abandonar o título de "descontrolada" para assumir o de "heroína". Por sorte, a oportunidade havia batido em minha porta, na verdade, tinha aparecido bem perto da minha casa enquanto eu assistia o festival da primavera de longe.

Aquela Seelie.

Há algumas horas atrás, eu estava sentada do lado de fora da minha casa, brincando de atirar gravetos para que uma raposa branca pegasse - ela era a única amiga que eu tinha, eu havia apelidado-a de Aliona - já que eu não podia ir para o festival por ser de noite. Em um momento que joguei o graveto para longe e Aliona se recusou buscar, eu mesma tive que ir, enquanto a raposa preguiçosa ficou me esperando perto de casa.

Para minha surpresa, quando voltei, ela não estava sozinha. Aquela Seelie havia sentado na porta da minha casa e começado a brincar com Aliona, como se já a conhecesse há muito tempo.

Vão por mim, ela não se aproximava de qualquer um.

Eu não a reconheci de primeira, logo achei estranho que uma Respin estivesse afastada de todo o festejo quando não estava sob um castigo como eu. Foi aí que me lembrei, aquele rosto não me era estranho, eu já tinha visto aquela bela garota em algum lugar. Não precisou de muito esforço para que eu me lembrasse que ela era uma Seelie, uma das que adoravam a rainha Nayeon mais que tudo e escolheram permanecer sob seu reino do que se juntar a nós. Ou seja, ela não deveria estar alí.

Como um estalo, tive a mais ágil reação de pegar um dos meus dardos, os quais eu produzia para caso eu corresse algum perigo e não estivesse armada, em seguida o atirei na Seelie com o meu lança dardos, que era mais como um arco improvisado. A garota não demorou a cair no chão como uma jaca podre, aquela jaca podre seria o meu passe livre para minha vida normal de volta e quem sabe, um pouco de imunidade.

Isso que me motivou a sair de casa no meio da noite, mesmo após o castigo, para procurar o Conselho. Eu precisava informá-las o mais rápido possível que alguém do território inimigo estava entre nós, só que sem chamar muita atenção.

Para me misturar entre as outras garotas, que dançavam, comiam e cantavam sem sinal de cansaço, coloquei o meu capuz sobre minha cabeça para procurar as três supremas, que certamente estavam misturadas com a multidão, mas sem dúvidas, juntas em um único lugar.

O festival estava muito animado, mais do que festivais diurnos, já fazia um bom tempo que eu não via as Respins se divertirem assim. Senti até mesmo uma faísca de tristeza em meu coração por todo o tempo que passei sendo taxada de descontrolada e acabando por ser excluída pelo meu próprio povo. Agora sim eu podia finalmente dar um fim em tudo isso, entregando a garota Seelie para as três supremas.

E falando nelas, eu as vi de longe naquele momento, o que fez aquela faísca de tristeza ir embora em um segundo e se transformar em chamas de alegria.

— Agora sim... — Eu disse baixinho para mim mesma, dando sorriso largo e começando a caminhar em direção das três.

A multidão era grande, eu quase perdi de vista até mesmo os grandes cabelos vermelhos de Yuna, a beleza fenomenal de Ryujin e os dois coquinhos na cabeça de Yeji, que era o seu penteado favorito.

Eu não sei bem o que houve, mas chegou um momento em que elas se afastaram da multidão, talvez para conversar um pouco já que estava quase no final da noite e, consequentemente, do festival também.

Naquele momento eu bati o pé no chão de raiva, eu já não podia ter saído de casa naquele momento, imagina ir para tão longe apenas para segui-las. Já era estranho pra mim sair de casa naquele horário depois de tanto tempo em castigo apenas para dar uma notícia para o Conselho, imagina só me distanciar do centro de tudo. Foi quando lembrei que aquilo me traria um bem maior, não só pra mim mas para nossa sociedade também, que decidi continuar.

As três irmãs caminharam na direção de um lugar mais calmo para poderem conversar, eu fui caminhando atrás delas, mas parecia que a cada passo meu elas davam cinco a mais.

— Estão gostando do festival, irmãs? — Pude ouvir Yeji perguntando para as outras duas, ela precisou elevar a voz para falar com ambas devido à toda aquela música ainda estar tocando.

Eu continuava seguindo as duas e, pelo frio da noite, tive que diminuir os meus passos e me embrulhar com minha vestimenta como uma forma de me aquecer. Não estava com pressa, as três irmãs estavam alí e não iriam sumir, eu só não iria sair dali no meio da noite sem falar com elas. Claro que eu estava um tanto nervosa, querendo ou não, elas eram as pessoas mais poderosas dali e não era qualquer pessoa comum como eu que teria a chance de ter uma conversa com elas, ainda mais por ser uma condenada.

— Mais que tudo! — Yuna respondeu com ânimo em sua voz, ela estava no meio das duas — Só fiquei meio triste por nem todo mundo estar aqui.

Era nítido que Yuna estava falando das Respins que receberam o mesmo castigo que eu por algum erro que tenham cometido, não podendo assim sair de noite.

— Quer dizer, as condenadas? — Ryujin perguntou — Por favor, existem outros eventos que elas podem ir, não vão deixar de viver só por não presenciarem o da primavera.

— Eu sei, mas este é um dos mais importantes... Elas deveriam estar conosco. — Disse Yuna.

— Espero que vocês não comecem a discutir de novo! — Yeji comentou com um tom de voz neutro — Nós não temos culpa nenhuma de elas não estarem aqui conosco, foi resultado dos erros delas.

Era nítido que Yuna era a que mais se colocava no lugar das Respins que haviam recebido castigos. Nenhuma de nós queria receber um tratamento diferente e nem ser olhadas com olhos amedrontados, era difícil. Acabei por me perder na conversa das três, diminuindo cada vez mais os meus passos para ouvir cada vez mais daquilo. Querendo ou não, o assunto era sobre algo que me envolvia, as Respins castigadas.

Aquele era um assunto que me tocava. Querendo ou não, foi um erro meu que havia me metido em toda essa emboscada, eu não podia culpar ninguém.

Para a minha sorte, aquilo logo iria acabar. O meu ato nobre de entregar uma Seelie invasora me levaria a sair desse grupo denominado "condenadas".

— Elas são como nós. Nada de diferente. — Yuna abaixou a cabeça — Eu me sinto... Muito mal.

— Não se sinta, irmã. — Ryujin pousou o braço sobre o ombro de Yuna — Um dia isso vai acabar para cada uma delas.

Aquela parte da conversa me fez dar um sorriso bobo. Nem acreditava que minha hora estava chegando e eu finalmente voltaria a ser livre. Não tinha nada melhor que isso.

— Até que é verdade. — Yeji comentou — A morte acaba com muitos sofrimentos.

A morte?

Ouvir aquela palavra me paralisou por completo. Como assim, "a morte acaba com muitos sofrimentos"? Quer dizer que a nossa única saída daquele castigo seria a morte?

Eu demorei um tempo para processar aquela ideia, acabando por me virar de costas para as três irmãs e começar a respirar de forma pesada. Não tinha certeza se elas iriam nos matar, aquilo não era possível! O assassinato era algo completamente proibido para nós, éramos todas uma sociedade e nem tínhamos uma forma de nos reproduzir, sobre que merda elas estavam falando?

— Isso é completamente injusto, eu me sinto muito culpada por isso. — Disse Yuna, indignada — Nós falamos que um ato nobre as libertaria do castigo!

— Nós? Quando? — Ryujin perguntou na mesma hora, como se elas nunca tivessem comentado em público sobre isso — Que eu saiba, elas carregarão o castigo pelo resto da vida e apenas a morte irá dar um fim nisso. Pare com essa bobagem! Grande parte das condenadas está quase atingindo a idade máxima.

— É, Yuna... Pare de se sentir culpada. — Disse Yeji — Elas estão pagando pelos seus erros e estamos fazendo as outras Respins se sentirem seguras com essa punição. Você não tem culpa em nada por isso.

Naquele momento, Yuna se calou e apenas ficou refletindo enquanto olhava para o horizonte e suas irmãs conversavam sobre assuntos aleatórios, sem notar a minha presença.

Eu, por outro lado, estava paralisada e não conseguia parar de olhar para o chão.

Tá, eu estava um pouco aliviada por saber que elas não iriam matar as condenadas, mas completamente destruída por saber que nada tiraria o nosso castigo. Ele não era tão ruim assim, mas o pior de tudo era ser taxada daquela forma pelas outras Respins, ser temida, nunca ter a confiança de ninguém caso eu me metesse em uma confusão que eu não fosse culpada, não ter amigos.

Logo naquele momento que eu estava prestes a realizar meu maior objetivo, tudo foi pelo ralo.

Naquela noite fria, eu apenas voltei pra casa enrolada na minha vestimenta azul com exatamente 0% de felicidade. Quase esquecendo que a Seelie que havia invadido nosso território e que eu pensava que seria o meu passe para a liberdade estava lá no meio da minha cabana, ainda amarrada na cadeira que se encontrava caída pelo chão - talvez após ela tanto lutar para escapar - e seus olhos fechados, ela estava dormindo.

"Como alguém consegue dormir em uma situação como essas?" Eu me perguntei, olhando a Seelie caída no chão em uma posição completamente desconfortável.

Ela estava tanto na merda quanto eu.

Por um segundo, eu fui capaz de me colocar em seu lugar. Ela estava completamente desconfortável naquela posição e eu não podia deixá-la alí, lembrando que um dia havíamos sido do mesmo reino.

Como eu não ia conseguir dormir naquela noite, mais chateada que qualquer coisa após descobrir que eu seria uma condenada para sempre, eu desamarrei a Seelie dorminhoca. Eu não era burra nem nada, então deixei seus pulsos ainda amarrados e a coloquei sobre o meu colchão, assim ela poderia dormir tranquilamente.

Não fazia ideia do que eu ia fazer com ela, se eu iria entregá-la ou deixá-la partir, eu não havia me preparado para essa parte da história.

Minha cabeça estava tão cheia que não fui capaz de decidir o que fazer com ela naquele mesmo dia, apenas passei grande parte da noite fazendo alguns dardos e observando a garota dormir pra ver se estava tudo certo com ela e eu não tinha matado-a de preocupação.

Até que ela era bonitinha.



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