História Our divided world - Imagine Mina (Twice) - Capítulo 7


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Categorias TWICE
Personagens Mina, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Chaeyoung, Dahyun, Fadas, Imagine, Jeongyeon, Jihyo, Lesbian, Magica, Mina, Momo, Nayeon, Respins, Romance, Sana, Seelies, Twice, Tzuyu
Visualizações 118
Palavras 1.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oeeei pessoas, o que vocês estão achando da fic?
Qual o lado mais "certinho" para vocês, Respins ou Seelies? Ou vocês acham que ambos os povos só estão de mimimi?

Boa leitura!

Capítulo 7 - Uma péssima sequestradora


Fanfic / Fanfiction Our divided world - Imagine Mina (Twice) - Capítulo 7 - Uma péssima sequestradora

(S/N) on


Eu acordei em um ambiente escuro e desconhecido com uma dor no pescoço um tanto agonizante. Parecia que era o fim da tarde, mas notei que já era manhã pois os raios do sol entravam por algumas brechas das janelas.

Foi quando finalmente, depois de um certo tempo acordada, eu lembrei aonde estava e que poderia estar em uma enorme situação de risco. Eu mal tinha acordado e o desespero já subiu sobre o meu corpo.

Por um momento, eu tinha esquecido que estava em território Respin e havia sido sequestrada, amarrada e dopada. Além disso, a garota que havia feito tudo isso comigo havia comentado em me entregar para o Conselho, acabando com todos os meus planos e talvez até me impedindo de viver um próximo dia.

É, ser sequestrada era uma coisa bem desesperadora e o que eu mais queria era sair correndo, não sabia que males me aguardavam e o que a terrível Respin que me capturara faria comigo nas próximas horas... Talvez arrancar dedinho por dedinho meu até descobrir o motivo de eu estar alí.

Naquele momento eu me sentei rapidamente, ficando amedrontada e ao mesmo tempo confusa por lembrar que na noite anterior eu estava amarrada em uma cadeira, já naquele dia eu havia acordado em um colchão macio e confortável.

— Finalmente acordou! Fiz algo para você comer. — Ouvi a voz daquela garota que havia me sequestrado, dessa vez em um tom mais simpático.

É, não era desse jeito que eu imaginava uma sequestradora.

O ambiente em que estávamos era o mesmo de antes, a cabana simples, com poucos móveis de madeira perfeitamente esculpidos e um colchão no canto, no qual eu me encontrava sentada. O meu medo e meu desespero interno não fazia sentido algum, pois aquele lugar, no momento, parecia tudo, menos periculoso.

Havia um cheiro gostoso no ar de suco de maracujá e geleia de morango, que era a refeição que Mina havia preparado para nós naquela manhã. Acompanhando aquilo tudo, algumas oleaginosas torradas como nozes e castanhas.

A Respin estava completamente tranquila enquanto dividia a refeição em tigelinhas de madeira, que provavelmente serviriam tanto para beber quanto para comer, no centro do chão da cabana. Nem parecia que ela havia me dopado duas vezes apenas na noite anterior.

A garota organizou o café da manhã cuidadosamente, como se fôssemos amigas há muito tempo. Eu quase esqueci que estava amarrada após ver aquela "cerimônia" toda de sua parte. Assim que terminou, a garota sentou-se sobre o chão em silêncio e começou a comer. Em um determinado momento, a ruiva me olhou e viu que eu ainda estava na mesma posição, esquivada e com olhos arregalados, completamente amedrontada.

— Você não vai vir? — Ela perguntou, levantando ambas as sobrancelhas — Eu não costumo ir atrás de frutas frescas pela manhã apenas para preparar o café, você deveria estar aqui enchendo a barriga.

Eu estranhei de grande forma o jeito como ela estava me tratando. No dia anterior mesmo ela havia me recebido como se eu fosse uma completa intrusa - e era mesmo - devendo estar bem longe dali. Entretanto, acordei em uma cama macia, com café da manhã pronto e sendo tratada até como uma amiga íntima, arrisco dizer.

— Não estou com fome. — Respondi com firmeza, notando que ela não estava armada e não parecia mais ameaçadora. Aquilo despertou uma chama de coragem que havia em mim para enfrentá-la, nem que fosse com palavras.

Assim que ouviu minha resposta, Mina deu uma risada discreta e começou a comer, como se realmente não se importasse se eu iria comer ou não. A verdade é que eu estava morrendo de fome, a última vez que eu havia comido tinha sido durante o festival da primavera e nem pouco, porque eu estava me concentrando mais em dançar e curtir a música do que fazer qualquer coisa. Principalmente sobre procurar saber se as Respins realmente planejevam atacar nosso reino.

Que era o real motivo por eu estar alí.

— Você que sabe, geralmente após acordar de um longo sono as pessoas ficam com fome. — Ela disse — Aliás, qual é o seu nome?

Mas quê? Ela havia me sequestrado e queria agir como se nada tivesse acontecido, era isso mesmo?

Naquele momento eu desejava ter tido um pouco mais de inteligência e passado a noite tentando me soltar daqueles nós do quê apenas cair no chão e dormir, estava na cara que eu era fraca demais para aquela missão.

Talvez Mina estivesse agindo com tanta naturalidade pelo fato de eu não estar no território Seelie e não ter direito nenhum alí. Mesmo se eu fosse solta, não havia nenhuma "rainha Seelie" alí para julgar Mina por ter me sequestrado, não. Se eu fugisse dali e tentasse reclamar para alguém, eu sim iria ser aprisionada. Não tinha saída, o máximo que eu podia era desabafar com Tzuyu.

O que decidi naquele momento, foi entrar no jogo de Mina. Talvez se eu ganhasse sua confiança e demonstrasse que eu não estava alí para criar contendas, apenas para investigar, ela me deixasse ir.

A menos que ela quisesse tanto a tal imunidade da qual falara.

— (S/N). — Eu respondi.

— Bem que eu sabia que você não era Respin. — Disse ela, com a boca cheia de nozes — Aqui não tem nenhuma (S/N).

Até que eu tinha sido meio ingênua de querer me expor de tal forma na sociedade Respin. Elas não eram muitas como as Seelies, então provavelmente conheciam cada uma.

Enquanto ela comia, eu olhava atentamente para aquele copo cheio de suco de maracujá. Era o meu preferido e o cheiro estava tão doce que minha boca salivava, realmente a fome estava tomando conta de mim. Em um certo momento enquanto a garota se deliciava e eu apenas observava, meu estômago roncou alto, e devido ao silêncio, Mina ouviu e rapidamente voltou os seus olhos cor de esmeralda para mim.

— Deixe de todo esse drama, (S/N). Venha logo comer antes que eu coma tudo. — Disse ela, sem dar um sorriso sequer.

É, mais uma prova de que eu era fraca era que não consegui resistir. Após bufar por me render ao pedido de Mina, me levantei com cuidado daquele colchão e me sentei sobre o chão, na frente da garota e daquela refeição.

Sem me arrepender da minha decisão, comecei a comer e a satisfazer o meu estômago com aquela deliciosa refeição. Talvez mais tarde eu me arrependeria de ter feito isso por ser exatamente a coisa que Mina quisesse para eu fazer, mas no momento, eu me sentia no céu.

— É, você estava mesmo com fome. — A de cabelos ruivos riu após me ver comer tão rápido.

Por um momento, não consegui não prestar atenção em seu sorriso. Seus lábios eram finos e seus olhos se fechavam quando ela sorria, eu ainda não tinha notado aquilo nela, pois ela não era de sorrir.

Eu não queria admitir, mas ela era linda, talvez a garota mais linda que eu tinha visto.

Até senti o meu coração bater forte, foi aí que desviei novamente meu olhar para a comida. Eu rapidamente pude identificar aquele mix de sensações após aquilo, era exatamente como Nayeon dizia a todos nós. "Quando você se apaixona, o tempo parece parar, suas pernas tremem, seu coração bate forte e você não consegue notar a existência de nada ao seu redor que não seja dessa pessoa."

Eu nunca havia me apaixonado antes, então não sabia quando realmente aquela sensação seria verdadeira, poderia ser apenas um alarme falso. Sendo um alarme falso ou não, me bloqueei por completo de admitir aquilo, tentando não prestar mais tanta atenção em Mina, já que haviam várias coisas nela que me impediria de querer aqueles sentimentos: Ela havia me sequestrado, ameaçado me entregar para o Conselho, e o mais importante, ela era uma Respin. Lembrando que as Respins abominavam qualquer costume que Nayeon trouxera do mundo humano, um deles era se apaixonar.

Então não shippem, é impossível.

Permaneci calada diante o comentário de Mina, não sorri mesmo após ela demonstrar ser um tanto amigável e não fiz nenhuma expressão facial diferente. Apenas continuei comento até a última migalha, tendo uma certa dificuldade para tomar o suco por minhas mãos estarem amarradas. Acabou que eu desisti, as nozes e a geleia me satisfizeram, não havia nada que eu pudesse fazer.

— Você não vai beber o suco? — Ela perguntou, curiosa.

— Não dá pra beber. — Respondi, sem olhar em sua face — Minhas mãos estão amarradas.

— Oh, é claro! — Ela bateu a destra na própria cabeça e levantou dali, indo buscar algo no armário — Aonde eu estava com a cabeça?

Meus olhos acompanharam a garota até o armário por eu não saber o que ela ia fazer, pensei que ela provavelmente fosse pegar algum utensílio que me ajudasse a beber mesmo com as mãos amarradas, mas para a minha surpresa, ela voltou com uma faca.

Nunca pensei que fosse reagir daquela forma, mas meus olhos brilharam a olhar aquela faca. Ela estava prestes a soltar minhas mãos? Era isso?

É, foi isso que aconteceu.

Mina se aproximou do meu corpo e, cuidadosamente, rompeu aquela corda com a faca bem afiada, sem fazer um pingo de esforço sequer. A corda estava muito apertada, então foi estranho quando o sangue das minhas mãos voltou a correr normalmente por minhas veias, me senti realizada naquele momento.

Por que ela havia me libertado? Não temia que eu fosse fugir? Estaria ela, do meu lado? Aquelas eram perguntas que eu simplesmente não podia responder, mas de uma coisa eu tinha certeza: eu estava livre.

Em momentos como esse, não existe suco preferido e nem beleza que te prendam, eu finalmente podia retornar à cabana de Tzuyu e nunca mais sair de lá, se não fosse para voltar pro reino Seelie.

Com um movimento rápido, peguei aquela tigela de suco e joguei o líquido na face de Mina, levantando rapidamente do chão antes que ela pudesse fazer qualquer coisa. A garota deu um breve gemido ao sentir aquele líquido em seus olhos, não era nada corrosivo nem nada do tipo, mas era o que eu tinha para me ajudar na distração e a fugir dali.

Rapidamente corri pela porta da cabana de Mina e comecei a fugir o mais rápido que podia, aproveitando que o lugar estava vazio por todas as Respins estarem em casa, descansando da noite anterior, então ninguém estava alí para notar um rosto diferente.

O meu coração estava disparado e eu nem pude olhar para trás, eu estava crente de que eu seria mantida dias e dias em cativeiro, sendo dopada a todo momento e passando fome.

Para a minha sorte, eu era mais esperta que a minha sequestradora.


Notas Finais


Obrigada por lerem ❤ qualquer insatisfação ou sugestão deixem nos comentários que eu estarei tentando melhorar ʕっ•ᴥ•ʔっ

Dêem uma olhadinha nas minhas outras fics 👇👇👇

Imagine Nayeon, se passa no mesmo universo de "Our divided world":
https://www.spiritfanfiction.com/historia/guardian-of-the-woods--imagine-nayeon-twice-16476484

Fic Twice, zumbis e apocalipse: https://www.spiritfanfiction.com/historia/something-out-there-15997319

Fic Wenseulrene, vampiros, colegial e sobrenatural: https://www.spiritfanfiction.com/historia/sisterhood-9263185


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