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História Our dream ( one shot hot - Park Jimin - BTS) - Capítulo 2


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Notas do Autor


O spirit tá com alguns problemas e eu achava que era a minha conta, por isso não consegui colocar uma capa pro cap. e tinha apagado o bônus. Agora tô repostando. Não me julguem, pfv.😬😕

~~

Aleluia! Consegui adicionar a capa. 😆

Espero que gostem!

Boa leitura, anjinhos!🥰💜

Capítulo 2 - Bônus!


Fanfic / Fanfiction Our dream ( one shot hot - Park Jimin - BTS) - Capítulo 2 - Bônus!

A noite começara entrar, Jimin foi me buscar no hospital, meu local de trabalho. E após longos minutos dentro do carro, chegamos em nossa casa. Ele estacionou o carro na garagem e eu adentrei-me na nossa residência, fui direto para o quarto e comecei a me despir, a fim de tomar um banho. 

 

Eu estava apenas de roupa íntima, quando senti ser abraçada por trás. Jimin beijava calmamente meu pescoço exposto.

- Amor... eu estava no hospital, que é um lugar sujo e cheio de bactérias, não deveria estar me beijando, não estou limpa. - falei, mas continuei imóvel.

- É verdade. - parou de me beijar. - então vamos tomar banho juntos, huh? Estou tão necessitado e cheio de tesão. Sente isso? - me puxou pela cintura, fazendo com que minhas nádegas sentisse o seu pau, que já ganhava uma ereção. - passei o dia todinho pensando em nós dois transando, assim que chegássemos em casa. Nem trabalhei direito.

- Eu também não parava de pensar em você. Em nós. - me virei de frente para ele. Levei uma das minhas mãos para a sua nuca, o puxando para um beijo. Park colou mais nossos corpos, fazendo nosso íntimos se tocarem. Ele tava completamente duro e me deixava em pleno êxtase. Não aguentei. Desci a minha mão até o seu membro e o apalpei, fiz movimentos de sobe e desce nele, por cima do tecido da calça social.

Jimin arrancou seu blazer rapidamente. Desfez o nó da gravata e desabotoou os botões da camisa social, deixando seu dorso desnudo.

- Ai, amor. Eu tô tão sedento de tesão e você tocou nele... - mordeu seu lábio inferior. Me pegou no colo e eu envolvi minhas pernas em torno do seu quadril. Ele foi dando passos cegos pelo quarto até o banheiro, me beijando. Chegando na suíte, ele me prensou na parede. Desci para o chão. Jimin abriu o fecho do meu sutiã, o retirou e começou a chupar meus seios com voracidade, arrancando arrepios por todo meu corpo. Minha respiração começou a se descontrolar. A língua quente e aveludada do meu marido era tão gostosa de se sentir. Eu apenas puxava as suas madeixas lisas e macias.

Quando parou o que estava fazendo, Jimin abaixou sua calça e junto à ela, sua box. Fazendo seu membro saltar. Umedeci meus lábios com minha língua e ele me agarrou novamente, começando um beijo quente. Levantou minha perna direita, a envolvendo em seu quadril, e afastou minha calcinha de lado.

- Eu não vou pegar pesado com você, amor. - assenti e ele pegou seu pau, o direcionando na minha entrada. Me penetrou devagar, causando espasmos por todo o meu corpo.

- Ah! Por que tão gostoso e grande? - o encarei e ele sorriu fazendo seus olhos quase fecharem. Como pode ser tão fofinho num momento desses?

- Ah! Por que tão gostosa e apertada? - castigou seu lábio inferior e apoiou sua cabeça em meu ombro enquanto estocava e segurava firme com uma mão em minha coxa e a outra em minha cintura.

- Amor, acelera um pouco, vai! - pedi com a respiração ofegante e ele acelerou. 

Seu membro latejava tanto dentro de mim, que me fazia revirar os olhos e quase gritar de prazer. Seus gemidos roucos ecoando pelo banheiro era música para os meus ouvidos.

Meu corpo estremeceu e Jimin diminuiu a velocidade. Ele sabia que estocar devagar, forte e fundo me torturava quando eu estava quase chegando ao orgasmo. E era o que ele fazia para me deixar maluca.

- Achei seu pontinho! - sorriu satisfeito. - goza pra mim, meu amor! Goza no pau que você tanto ama, vai. - falou rouco e sexy enquanto tocava meu ponto G. Aquelas palavras sujas pronunciadas só fez com que eu ficasse mais sedenta e sensível à ele. Eu não aguentei e logo me desfiz, meu líquido desceu por nossas partes íntimas e pingando no chão. Jimin continuou estocando até seu orgasmo chegar. Assim que gozou, tirou seu pênis de dentro de mim.

- Pra quem disse que ia fazer apenas amor e não sexo enquanto tentamos engravidar, quebrou a palavra. - falei e ele riu.

- Ai, amor... me desculpe! Acho que foi coisa do momento. - me deu um selar. - Acumulei muito tesão. 

Tomamos banho e voltamos para o nosso quarto. Fiquei parada observando meu homem que estava tão sexy secando o cabelo molhado com o secador e com uma toalha enrolada no seu quadril. A mesma marcava seu pau e a sua bunda, e que bunda! Aquela visão do paraíso me fez ter pensamentos impuros e morder os lábios. Ele me encarou e veio até mim.

- Por que me encara tanto, amor? - me abraçou e selou nossos lábios em um beijo apaixonado.

- Você sabe que me deixa louca, fazendo absolutamente nada, Park Jimin. - falei enfiando minhas mãos dentro da toalha, levando até seu bumbum ao apertando.

- Sei que gosta muito da minha bunda, mas ela não te serve para nada! Ela não te dá prazer como o meu pau. - sussurrou a última frase no meu ouvido de forma sexy. Arranquei a toalha e o empurrei na cama, subindo em cima do mesmo.

- Ah é? Então faça esse pau delicioso me dar prazer, amor! - sorri e ele fez o mesmo.

- Vamos fazer amor, certo? - inverteu as posições e me deixou por baixo. Assenti e puxei meu marido para um beijo.

Tivemos mais uma rodada, mas foi uma troca de carícias, sorrisos e olhares.


 

(...)

 

 

Mais de um mês se passou e nada. Não senti sequer um sintoma de gravidez. Jimin tentava me deixar mais relaxada e conseguia. Mas sempre a tensão voltava.

- Ei, amor! - chamou minha atenção. - Não desanime, se você não conseguiu engravidar, não é o problema! - me puxou para seus braços, pousei minha cabeça sobre o seu peito e ele me deu um selar. - podemos tentar mais e mais vezes. 

- Eu sei disso, meu amor. Mas... será que um de nós dois tem algum problema? - sentei na cama e o encarei.

- Não sei. Mas talvez seja cedo demais para preocuparmos com isso. - Jimin sentou na cama e segurou minhas mãos. - Você é médica e deve saber bem mais que eu.

- Você tem razão, amor. Eu estou me preocupando demais com gravidez e acabo até esquecendo que sou médica.

- Vamos dormir. Amanhã temos que acordar cedo para trabalharmos. - assenti e sem delongas, adormecemos.

Acordamos bem cedo, fizemos nossa refeição da manhã e fomos trabalhar. Jimin me deixou no hospital e foi para a sua empresa. Quando tive um tempo livre, o intervalo para o almoço, aproveitei e fui à farmácia mais próxima fazer uma compra após almoçar e voltei para o meu local de trabalho.

 

 

(...)


 

Já passavam das 22:30 quando Jimin foi me buscar no hospital. Ao chegar em casa, fui direto para o banheiro tomar um banho. Saí do mesmo e meu marido estava deitado na cama lendo um livro.

- Amor! - chamei sua atenção. Eu estava tremendo e meus olhos cheios de lágrimas. 

- Vida? O que houve? Está bem? Por que chora?

Não respondi e apenas entreguei um pequeno "aparelho" ao meu marido, me sentando logo na cama.

- O que é isso? - se sentou ao meu lado. - Isso é... - sorriu.

- Sim, amor... é um teste de gravidez. 

- Você tá grávida? - assenti, ele me abraçou aos prantos. - eu sabia que conseguiríamos e que não precisava de preocupação por estar cedo. - selamos nossos lábios. 

- Eu me preocupei tanto que acabei esquecendo da minha menstruação que não desce há mais de um mês. - falei. - tem mulheres que sentem os sintomas desde o começo, mas eu não senti nada. 

- Depende muito do organismo de cada mulher. - disse e assenti. - Não deveria ter se preocupado tanto, minha vida! Agora nosso sonho se tornou realidade! - pousou a mão na minha barriga e deixou um selar naquele local. - O fruto do nosso amor já está aqui dentro. - sorriu, me beijou e vi seus olhos encherem de lágrimas, me causando também, emoção.

 


(...)


 

No quinto mês de gestação, fiz um exame de ultra-som e descobrimos que eu estava grávida de gêmeos. Um menino e uma menina.

Conforme tempo passava, minha barriga crescia e os bebês se mexiam, Jimin se apegava mais à nós. Deixamos nossos trabalhos por um período até a crianças crescerem. Meu marido não precisava fazer um sacrifício desses, mas já que comanda a empresa, ele insistiu que ficaria um tempo sem trabalhar para me ajudaria a cuidar dos bebês.



(...)


 

Dormíamos tranquilamente. Mas acordei com sede e me levantei para tomar água. Fui devagar até a cozinha e quando estava retornando ao meu quarto, senti uma dor entre minhas pernas. 

- JIMIN!!!! - gritei meu marido, apoiada na parede e segurando minha barriga.

- _____!!! - Ouvi seu grito assustado e passos pesados no quarto. Ele ligou a luz e correu até mim. - O que está fazendo aqui, amor?

- Eu apenas fui tomar água. Estava com sede. - respondi.

- Deveria ter me pedido, minha princesa. - passou um dos meus braços diante do seu pescoço e envolveu um de seus na minha cintura. 

- Amor, não é boa hora para falar se eu deveria ou não ter pedido que você buscasse um copo d'água pra mim. Eu não sabia que isso iria acontecer. - eu andava com dificuldade mesmo com a ajuda dele. - AI! - gritei.

- O que está sentindo? - me deixou na cama.

- DOR! EU TÔ PARINDO, JIMIN. ARRUMA AS ROUPAS DOS BEBES NAS BOLSAS E ME LEVA PRO HOSPITAL!

- Tá bom! Tá bom! - falou correndo de um lado para o outro, fazendo o que eu pedi. - só mantenha a calma, por favor, meu amor! Respira! - assenti.

Jimin terminou de arrumar as coisas. Fomos para o carro e depois ao hospital, ou melhor, para a clínica do nosso amigo, Seok-Jin. Chegando lá, ele nos atendeu rapidamente. E me internou. Jimin, como sempre, estava do meu lado e segurando a minha mão. Eu sabia muito bem que não seria parto normal por estar grávida de gêmeos e por ter pouco mais de sete meses de gestação. Só lembro de ser anestesiada e depois apagar.

Despertei e minha visão estava um pouco embaçada, mas consegui ver meu marido dormindo na poltrona que havia no quarto em que estávamos. Peguei na minha barriga e percebi que estava menor do que antes. Olhei para todos os lados e nada dos meus bebês.

- Amor? - chamei por Jimin, desesperada.

- Oi, meu amor! - Ele acordou e veio até mim sorrindo e selou nossos lábios. Eu cedi.

- Cadê os bebês? 

- Estão na incubadora.

- Ai meu deus! 

- Você sabe que eles terão que ficar aqui por mais de um mês, não é? - me encarou.

- Sim, eu sei. São bem novinhos. - abaixei o olhar.

- E você precisa de repouso! - falou acariciando meu cabelo. Assenti.

- Como eles são? - indaguei

- Ainda pergunta? - falou sorrindo. - Mamãe brasileira, papai coreano. A genética do papai é mais forte! 

- UGH! A mãe carrega os bebês por mais de sete meses na barriga para no final sair a cara do pai. - fiz bico e ele riu.

- Eles são lindos, amor! - falou.

- Eu imagino! Lindos como o papai! 

 


(...)



Alguns meses se passaram. Eu me recuperei do parto, meus filhos tiveram alta. Jimin se encantava com os bebês a cada dia que se passavam e comigo não era diferente. Nossos pequenos eram lindos. Um pouco chorosos e manhosos, mas o que uma mama não resolvia? Nossa atenção era totalmente voltada à eles e assim, sempre será. Nossos filhos, nossas prioridades. A cada dia o nosso amor só aumenta e isso se fortaleceu ainda mais depois que descobrimos que seríamos pais. 

- Amor, eu tava pensando aqui... - falou manhoso e com bico. - os bebês estão dormindo e... já faz um tempo que a gente não transa. Eu tô com saudade de quando a gente fazia sempre... - subiu em cima de mim. - me fala que quer, vai! - eu vi seu olhar, praticamente implorando e senti em minha pele, seu pau já excitado. Fiquei extasiada em ver meu marido assim. Senti minha calcinha se molhar. Realmente, já faz um bom tempo que não transamos, ou melhor, meses. Nunca tivemos relações após eu ter dado a luz aos bebês. - Você quer?

- Ainda pergunta, Park Jimin? - o puxei para um beijo.

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim.


Notas Finais


Mais um one shot para vocês. E não, eu não vou continuar, depois trarei mais one shots de outros membros do Bangtan, pra isso, preciso organizar minhas ideias melhor.

Espero que tenham gostado.

Beijos.❤


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