História Our Freedom - Capítulo 11


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Personagens Originais
Tags Detroit, Drama, Games, Originais
Visualizações 11
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, jogadores! Cá estamos novamente com mais um capítulo de Our Freedom!
Espero que gostem,
RA9

Capítulo 11 - Capítulo 11


Opção 2 - Androide

- A-androide. - disse Cara de forma completamente hesitante, enquanto matinha o olhar no cano da arma pressionado contra a cabeça da pequena.

- Mostre-me o seu identificador. Agora. - disse a pessoa encapuzada, enquanto gesticulava com a mão da qual segurava a arma, logo voltando-a para a cabeça de Louise.

A androide cuidadosamente colocou a mão na aba no capuz, logo levantando-a, mostrando o indicador em cor vermelha na lateral da cabeça da mesma. A pessoa encapuzada soltou a pequena Louise a qual correu para trás de Cara. A de capuz colocou a mão no mesmo, logo tirando-o revelando seu rosto.

- Qual o seu nome, androide? - perguntou a garota de cabelos castanhos e curtos.

- C-cara. - disse ela, enquanto mantinha a postura defensiva.

- Bem, Cara, desculpe-me por termos começado com o pé esquerdo. Eu sou Alexa, mas pode me chamar somente de Lexa, se preferir. - disse ela pegando a arma que estava nas costas, que pertencia a Cara, logo estendeu-a para a androide.

- Você é humana? - perguntou Cara ainda hesitante, enquanto pegava a arma de forma relutante.

- Pode-se dizer que sim... - ela disse, enquanto guardava a própria arma nas costas.

- O que quer dizer? - perguntou Cara estando ainda na defensiva com relação aquela pessoa.

- Eu sou parte máquina e parte humana. - ela disse, enquanto puxava a base da camiseta para cima, revelando o abdome aparentemente humano, porém havia algo diferente. Uma linha? Ela colocou a mão sobre o abdome e abriu uma espécie de portinhola a qual revelou órgãos internos feitos de ferro, além de várias engrenagens e algumas partes humanas. - Sou uma cyborg. - disse ela, logo "fechando-se" novamente e soltando a camiseta.

- Uma cyborg? - perguntou Cara estando em um leve estado de choque.

- Sim. Posso lhe explicar melhor caso queira entrar. - disse ela gesticulando com a cabeça para a porta ao lado. - Vocês provavelmente precisam de algum lugar. - disse ela, abrindo um leve sorriso, mostrando leve linhas de expressão marcadas junto ao sorriso e nas bochechas.

- Sim, precisamos. - disse Cara segurando a mão de Louise, a qual estava levemente trêmula.

- Ótimo. Entremos. - disse ela alargando o sorriso ainda mais, o que fez com que as linhas marcassem mais, deixando-a mais bela do que aparentava ser.

21 de abril de 2139

23h43min

O androide abriu os olhos. Ele se encontrava num lugar do qual este não fazia a mínima ideia de onde se encontrava. Sua audição estava prejudicada, um de seus olhos havia sido desconectado, suas pernas haviam sido arrancadas e sua bateria estava fora de seu corpo. Ele retinha apenas a energia suficiente para algumas horas antes de desligar por completo.

Jonathan começou a se arrastar por meio da lama naquele lugar chuvoso. Ele conseguiu localizar duas pernas compatíveis com as dele, logo colocando-as no lugar, sendo capaz de andar novamente. Sua mente tocou em Harley, o que o fez fechar os olhos por alguns instantes e suspirar, porém ele tinha que continuar, caso contrário ele poderia desistir de viver algum dia.

Ele começou a caminhar buscando as partes que faltavam, passando por vários androides destruídos, humilhados, rejeitados. Enquanto andava por aquele lugar o androide escutou uma voz a cantar e, por um segundo, pensou ser Harley, porém não se passava de uma androide completamente quebrada cantando uma última canção para si mesma. Ela desligou, como quando uma criança dorme após uma canção de ninar. Ela adormeceu para a eternidade.

Jonathan balaçou a cabeça e voltou seu foco em buscar os componentes que lhe faltavam. Andou e, em um androide já desligado, encontrou o olho compátivel, o qual era de coloração diferenciada do dele. Jonathan tinha os olhos azuis, porém o olho daquele androide, o qual ele colocava no local do qual faltava um dos olhos, era cinza claro levemente puxado para o verde.

Continuou a procurar entre os androide sentindo a própria vida ir se esvaindo lentamente a cada segundo que passava. Uma androide foi vista por ele numa das pilhas de androides. Ele andou com dificuldade até ela, logo vendo que a bateria dela era compatível com a dele, logo o fez suspirar em alívio e colocar tal peça no corpo dele, fazendo a energia do corpo antes frágil agora se revigorar.

Andou por aquele chuva sentindo sua pele artificial molhar, assim como as roupas dele. Seu corpo já estava revigorando os ferimentos presentes por todas as partes. Provavelmente aqueles policiais haviam achado que tinham destruído Jonathan por completo, porém ainda sobrava uma parte dele da qual ainda estava viva: a esperança. Essa ninguém poderia destruir daquele androide tão decidido. Ele estava vivo e ponto. Ele tinha esperança de que seria livre.

Finalmente ele encontrou. Em um androide caído no chão, jogado, esquecido, o aparelho auditivo compatível. Ele rapidamente retirou-o do androide, jogou o dele o mais longe que pode e colocou logo atrás da orelha, fazendo-o ser capaz de ouvir tudo novamente. No meio daquele caos e tristeza ele se permitiu dar um leve sorriso de satisfação. Algo de poucos instantes, mas aconteceu.

Ele tinha que sair daquele lugar. Fazer alguma coisa. Ele estava numa vala, logo teria que escalar a terra misturada com pedaços de androides ali esquecidos, largados. Ele suspirou e pediu uma sincera, e silenciosa, desculpa a todos que estavam naquele lugar e que ele não poderia ajudar. Então ele escalou o monte. Pisando em mãos, braços, cabeças do próprio povo, mas ele precisava sair daquele lugar, era necessário.

Enfim chegou ao topo. Soltou um longo e agradecido suspiro. Levantou-se com leve dificuldade e um sentimento de culpa, porém de satisfação. Ele havia saído daquele lugar. jurou para todos que ficaram naquele lugar de que a morte deles não seria em vão. Jonathan não deixaria, jamais.

Ele pegou uma roupa humana ali largada, logo vestiu-se. Jonathan nunca havia parecido tão humano e mundano como agora. Ajeitou a roupa em seu corpo e viu-se em um impasse emocional. Uma palavra na cabeça dele: Harley.

1 - Ir visitar Harley 

2- Seguir caminho


Notas Finais


Então, jogadores? Vão visitar Harley ou seguirão em frente? Escolham sabiamente!
Espero suas respostas,
RA9
Obs: sim, caso Cara tivesse dito ser humana a cyborg iria atirar em Louise e logo em seguida em Cara, logo a jornada da personagem acabaria naquele instante. Boa escolha...


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