História Our Freedom - Capítulo 12


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Personagens Originais
Tags Detroit, Drama, Games, Originais
Visualizações 7
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, jogadores! Desculpem-me por ter desaparecido por alguns dias, mas eu acabei tendo um imprevisto familiar sério e tive que viajar, porém isso já é irrelevante. Fiquem com o mais novo capítulo de Our Freedom!

Capítulo 12 - Capítulo 12


Ir visitar Harley (escolhida)


Jonathan sabia no âmago de seu ser o que deveria fazer. Sua razão mandava-o seguir caminho, porém havia uma força mais forte: a do coração, da emoção, que  mandava ir visitar, nem que fosse pela última vez, a não-mais-tão-pequena Harley.

Os passos apressados das botas emborrachadas contra o asfalto molhado, juntamente da respiração descompassada do androide, faziam os únicos sons presentes no lugar. Jonathan não sabia como se sentia exatamente. Apreensivo, talvez... explodindo em felicidade, talvez... explodindo em culpa e remorso também era outra possibilidade. Um misto de sensações percorrendo pelo corpo dele.

Parou abruptamente. Estava em frente a casa da garota. Um calafrio subiu pela espinha dele o que o fez fechar os olhos por alguns instantes. Pensou em dar meia volta, mas lutou contra tal impulso e deu um passo a frente, logo depois outro e outro... Colocou a mão na maçaneta e, tomado pela coragem, abriu-a e entrou.

Olhou em volta, dando uma volta ao redor do próprio, e viu tudo exatamente no mesmo lugar. O silêncio perdurava na casa, algo que não era comum nos tempo em que ele vivia com Harley. Franziu o cenho por alguns instantes e começou a direcionar-se para o quarto da menina. Quando estava a poucos metros de alcançar o lugar, outro androide apareceu.

- Quem é você? O que faz aqui?

- Eu sou Jonathan... - ele hesitou por alguns instantes. - Sou... amigo da Harley.

- Amigo...? - disse o androide avaliando cada expressão facial do outro. - Ela está muito fraca para falar qualquer coisa com você.

- Você não entende, eu preciso falar com ela. - disse ele dando ênfase na palavra "preciso".

- Sinto muito, senhor. - disse ele, impassivo.

Jonathan soltou um suspiro pesado e avançou na direção do androide, segurou o colarinho do mesmo e o arremessou para o outro lado, dando tempo a si mesmo de entrar no quarto e trancar a porta por dentro. Ele ficou alguns segundos virado para a porta sentindo medo de virar, pois ele já sabia o que veria.

Soltou um suspiro. Soltou a maçaneta e virou-se. Harley estava deitada na cama dela com alguns aparelhos conectados ao corpo desta. Um medidor de frequência cardíaca era o unico som daquele lugar. Ele aproximou-se de forma hesitante e medrosa. Sentou-se na cadeira ao lado da garota. Jonathan colocou calmamente a mão dele sobre a de Harlay, a qual começou a abrir os olhos lentamente, direcionando o olhar para ele.

- Jonathan? - ela sorriu fraco por conta do estado corporal. - Eu sabia que você viria.

- Harley... eu senti a sua falta. - disse ele, enquanto dava um leve aperto na mão dela. - Você não sabe o quanto eu senti a sua falta.

- O que há de errado, Jon? - perguntou ela com a voz fraca e adoecida.

- Eu... não posso viver nesse mundo sozinho, Harley, não sem você. - disse ele com um olhar calmo, porém desesperado.

- Você é capaz de muito mais... - ela riu levemente. - Você consegue, eu sei disso.

- E-eu tenho medo de não conseguir... - disse ele honestamente.

- O mundo é guiado pelo medo, Jon... medo dos outros, medo do futuro... É assim como eu, doente. E isso que acontece com vocês deve acabar. - disse ela.

Jonathan se levantou e andou de um lado para o outro no quarto, enquanto passava as mãos nos cabelos.

- Eu não quero que derramem sangue, não importa qual seja a escolha. Eu tomei a decisão de vou libertar meu povo de qualquer forma, mas não anseio que seja atacando. Quero encontra aqueles que me deixem ser pacífico. E isso, Harley, vai a mudar a vida de milhões de pessoas. - ele andou novamente até Harley, porém dessa vez sentando na beira da cama. - E eu não sei o que fazer.

- Você é meu pai, Jon. Nosso sangue não é da mesma cor, mas eu sei que parte minha está em você e vice-versa. - disse ela com a voz fraca e os olhos vacilantes por alguns instantes. - Quando o mundo for engolido pelas trevas, algumas pessoas não serão. Você é uma dessas pessoas. Olhe para o abismo, mas não deixe que ele te consuma. - ela colocou a mão sobre a de Jonathan e deu leves tapinhas sobre esta.

Ela fechou os olhos e os músculos já não estavam mais tensos e medrosos, mas, sim, relaxados e descansando. Jonathan abaixou o olhar e, quando menos pode perceber, as lágrimas já escorriam dos olhos deste numa sinfonia melancólica e sofrida.

- Harley...- deixou-se implorar ao vazio.

21 de abril de 2139

23h47min


Ambos estavam parados e temerosos na frente da grande casa. Eles se entreolharam por alguns instantes, logo tomaram coragem e bateram na porta. Passaram-se alguns segundos e abriram a porta, um robusto loandroide. Ambos engoliram levemente em seco, logo viram um homem rechonchudo e baixo. Aquele seria Zlatko.

- O que querem? - perguntou o menor.

- Disseram que vocês poderiam nos ajudar. - disse Roger, enquanto levantava a mão e mostrava-se ser um androide.

- Ah, sim, claro! Por favor, entrem. - disse ele parecendo ser receptivo.

O androide saiu do caminho, assim como o homem, dando espaço para os dois entrarem. Eles, quando pisaram dentro da casa, deslumbraram-se com a visão. A casa era extremamente bem organizada e luxuosa. O homem os convidou para sentarem-se no sofá para que pudessem ter uma conversa.

- São divergentes? - ambos assentiram relutantemente, fazendo o homem levantar as sobrancelhas por alguns segundos, enquanto sorria de forma casta. - E quem minha ajuda?

- Disseram-nos que você poderia ajudar. - disse Roger mantendo a postura ereta, estando na defensiva.

- Sim, claro... Em todos os androides existe um dispositivo de rastreamento e, para que vocês possam atravessar a fronteira tranquilamente, devem removê-lo. Eu sei como retirá-lo. - disse ele, enquanto esfregava uma mão na outra, apesar de dentro da casa estar fazendo uma temperatura amena.

- E qual o preço disso? - perguntou Roger, levemente desconfiado.

- Nenhum. Eu estou aqui para ajudá-los, esqueceu? - ele sorriu de canto. - Vocês apenas estarão livres, não existe preço nenhum nisso... Quem irá primeiro?  


Opção 1 - Roger oferecer-se

Opção 2 - Simon oferecer-se



Notas Finais


Então, jogadores? Quem irá primeiro?...

Sim, Harley infelizmente faleceu, pessoal... O motivo será revelado pelo próprio Jon no próximo capítulo em que este aparecer...
Esperem por nossa Lori no próximo capítulo!
Espero suas escolhas,
RA9


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