História Our Heart - Capítulo 8


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Sakurai Ryou, Takao Kazunari
Tags Abo, Akakuro, Aosaku, Midotaka, Mpreg
Visualizações 126
Palavras 1.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora. Sei que muitos não vão ler isso, mas ainda assim irei explicar o motivo. E ele se resume a uma única palavra: FACULDADE.
Cheio de provas e trabalhos, além dos projetos que estou. Então, sinto muito.
Este é o capítulo FINAL do primeiro arco, agora irei desenvolver o Kuroko e sua personalidade, quem sabe desenvolver um romance entre ele e o Akashi, né?
Quem quer um romance? EU!!! \o/

Capítulo 8 - Our Arrival - Fim do Arc I


Fanfic / Fanfiction Our Heart - Capítulo 8 - Our Arrival - Fim do Arc I

No capítulo anterior:

“Dentro da carruagem estava o cachorro, que decidiram adotar, pois ele era manso e tinha um pano fino amarrado no pescoço, ou seja, já teve um dono. Sem contar que no momento que o Kuroko apareceu com o cachorro, que decidiram nomear de Nigou (uma resposta unânime), todos quiseram que ele fosse adotado. Pois “Era o destino” era o que todos diziam.

-Estamos chegando. – falou o Aomine, que apareceu na janela.

...”

-Quanto tempo para chegarmos? – perguntou o príncipe.

-É só descermos a montanha. Talvez uma hora, mais ou menos. – respondeu o general.

-Entendido. Temos algum tempo para treinar a apresentação. – respondeu o ruivo depois que o outro saiu da janela, então ele virou-se para o azulado, que estava treinando a própria apresentação, de um jeito formal e educado.

-“Muita boa tarde, eu sou Kuroko Tetsuya. Filho de Kuroko Hiroaki e Kuroko Midori, descendente do clã Kuroko e do antigo governador da província de Seirin, da região Norte.” – lia o azulado. Ele estava treinando a um bom tempo esta apresentação, já que seu tio não permitia sua apresentação formal. – Como está Akashi-kun? – perguntou para ver se havia melhorado um pouco desde que começou.

-Está bom, mas ainda parece um pouco forçado. Talvez devemos mudar um pouco em alguns pontos. – respondeu pensando em um método diferente.

-Eu devo mesmo me apresentar assim? – perguntou curioso, ao dar um olhar do mesmo jeito olhando diretamente para o Akashi. Talvez tenha sido a primeira vez que viu o Kuroko fazer essa expressão? Desde que saíram da casa dos Kuroko, o pequeno havia demonstrado mais e mais expressões. Talvez seja uns 3 tipos de expressões que ele conseguiu ver? Não sabia, mas com certeza dava para contar nos dedos de uma mão.

-Vamos deixar pra lá. Se estiver somente meu pai e irmã pode ser informal. O problema será se estiver os “conselheiros”. – falou já pensando em um plano.

-Eles são muito rígidos? – perguntou ao parar de ler a sua apresentação e olhar para o seu salvador novamente.

-Não são paranoicos, mas são bem chatos. Mas não se preocupe, irei te proteger de qualquer um que quiser se aproveitar do seu poder. – prometeu com sinceridade. – Se depender, eu até matarei qualquer verme que rastejar para o seu lado. – jurou a si mesmo em seu coração como uma promessa eterna.

-Não precisa ficar tão sério assim. Se esse é o meu destino, eu o seguirei. – falou baixo, mas sem expressão, olhando para baixo.

Akashi sabia que ele não expressava seus verdadeiros sentimentos, talvez esse era o seu primeiro objetivo: fazer com que Kuroko conseguisse expressar-se mais. O resto ele pensava depois. E para isso, era necessário apresentar-lhe a coisas novas e nunca vistas.

-Depois quero te mostrar um jogo. Ele é diferente de qualquer coisa que você já viu, não é um tabuleiro ou um jogo de cartas. Com ele você verá que é possível mudar o seu futuro no último segundo, não importa as circunstâncias. – lembrou de um jogo que um estrangeiro havia mostrado.

-Um jogo que pode provar que posso mudar o futuro? – perguntou curioso. O que era esse jogo? Ele nunca havia ouvido sobre ele.

-Ele se chama Basquete. É um jogo em que você tem que acertar a bola em uma cesta. – explicou com calma. Era realmente um jogo que ele amava, aprendeu rápido e começou a jogar para se divertir e esquecer dos problemas que a vida imperial proporcionava.

Enquanto os dois conversavam, não viam o que acontecia do lado de fora. O Sakurai estava com os outros soldados, já que não gostaria de atrapalhar o aprendizado do amigo. Ele estava montado em um cavalo, junto do general. O coelho estava envergonhado, afinal nunca esteve tão perto de um alfa como estava agora, para piorar sentado de uma forma muito imprópria.

-Daike, para de envergonhar o nosso cozinheiro principal. – brincou um dos soldados. – Por você estar tão perto dele, ele está quase explodindo de vergonha.

-Hã? Do que você está falando? – respondeu bravo. Ele sabia que o menor havia ficado envergonhado, afinal este quase desmaiou quando o Akashi havia falado para ele ir junto consigo, mas estava até agora envergonhado? Qual era o problema dele?

-Se fossemos selvagens, o Ryou-kun já teria sido devorado, não é? – riu um outro soldado, referindo-se a época de quando eles seguiam mais o instinto do que a racionalidade.

-De-devorado??? – perguntou envergonhado, ele não sabia qual sentido levar essa frase, era uma piada pervertida? Ou ele falava de alimentar? Depois que seu pai explicou o significado da mordida no pescoço, ele, agora, levava algumas coisas na malícia, mesmo não querendo.

-Oh, sim... Cuidado para não ser devorado pelo nosso líder. – falou o primeiro soldado. Ele achava muito fofo como o coelho agia, lembrava muito sua esposa. Talvez, muitos soldados estavam brincando com ele pois é divertido, assim como era com pessoas inocentes. E principalmente porque o seu general era muito idiota.

-Parem de zoar com ele. – falou o Aomine. – Se vocês têm tempo para zoar, porque não trabalham direito?

-Calma chefe, estamos quase chegando à capital, até parece que alguém vai nos atacar aqui. Ainda mais quando estamos com você na frente. – falou o soldado. O Aomine era um general conhecido, havia lutado várias vezes contra bandidos e no meio da cidade também. Ele não havia um estilo único por isso sempre imprevisível, menos para o príncipe e para o Kuroko.

-Ei, Imayoshi. Quando iremos chegar? Quero matar esses idiotas logo. – gritou para o colega que estava do outro lado da carruagem. Ele respeitava muito o outro, que era mais velho que si. Até o considerava mais superior que si, afinal o outro era um gênio-demônio. Talvez até mesmo melhor que o seu futuro imperador.

-Acabei de falar quando iremos chegar, você mesmo falou para o príncipe. – respondeu Imayoshi. Ele entendia que o outro era o general e respeitava-o muito pelas habilidades de combate mas às vezes dava vontade de bater no idiota. Principalmente agora que acreditava que a idiotice dele era incurável e sentia pena do coelho.

-Ah... Que saco. Você não quer levar o Ryou? Está muito quente com ele aqui. Sem contar que não posso aproveitar nada da viagem. – resmungou. No momento ele só pensava em abraçar a mulher que havia visto alguns dias atrás, o corpo cheio de curvas, a pele clara, tudo nela era perfeito, talvez fosse até mais bela que a Mai-chan.

-Se for para você parar de resmungar. – respondeu após ouvir do menor um “Sinto muito”. Como que a baixa estima dele poderia ser tão baixa assim? Assim, os dois pararam por um momento e o coelho pôde ir até o outro lado para que assim todos pudessem continuar com a viagem.

Ele gostaria de mudar essa personalidade do mais novo, nunca havia visto alguém assim. Talvez fosse porque os coelhos eram submissos instintivamente? Ele sabia que eles já foram muito maltratados, mas não sabia que muitos ainda viviam sendo. Quando o general havia contado o que tinha visto, todos, inclusive ele, ficaram chocados e com raiva do chefe daquela família.

Depois de algum tempo, a caravana já estava chegando ao castelo, que ficava no centro da capital, mas em cima de uma montanha, para melhor protegerem a família imperial.  O local era estratégico, eles conseguiriam ver a vila e ainda planejar uma defesa rapidamente em caso de ataque.

-Akashi, estamos chegando no palácio imperial. – alertou o Aomine, ao abrir a cortina da carruagem.

-Entendi. – respondeu já cansado pela viagem.

Depois de alguns minutos a carruagem chega ao castelo, sendo recepcionado por alguns soldados. E logo após, chega o imperador e sua filha, ambos vestidos formalmente, mesmo vendo de longe na cara da caçula que ela odiava aquele tipo de vestimentas. Hikaru, agora com 14 anos e seu pai beirando os 40 anos.

-Pai. – disse o ruivo menor.

-Meu filho. Como foi de viagem? – abraçou-o com saudades, desde que perdeu sua esposa, o bem-estar de seus filhos sempre ficava em primeiro lugar. Para ele todos os problemas do reino ficavam para falar no escritório ou algum outro lugar.

O imperador proibia que qualquer um falasse de política ou economia na hora da refeição, a não ser se fosse algum jantar com os outros nobres. E sempre sentavam todos juntos, mesmo se a mesa fosse grande e espaçosa, tendo o rei na ponta e seus filhos ao seu lado.

-Muito bem pai. – respondendo retribuindo. Logo após, descendo da carruagem, estava o Kuroko. Morrendo de medo do que iria acontecer dali para frente.

-Ele é o... – começou a perguntar, mas foi interrompido pelo filho que apenas confirmou.

-Vossa majestade. É um prazer conhece-lo. Meu no... – mas foi cortado por um abraço do rei. O que surpreendeu ambos os jovens.

-Não acredito que você está vivo! Você se parece muito com sua mãe. – disse o rei com as duas mãos no rosto do azulado, uma mão em cada lado.

-Desculpa, mas o senhor conheceu os meus pais? – perguntou surpreso, não que não os conhecesse, mas do jeito que ele agiu, pareceu que eles eram amigos.

-Seu pai conheci porque ele era governador da província Seirin e sua mãe porque era da família Saito. – respondeu completamente.

E não era apenas isso, eles eram grandes amigos, desde crianças eles sempre se entendiam, mas após cada um ocupar sua posição no reino, eles se viam poucas vezes, e em uma dessas poucas vezes o casal apresentou o filho de seis meses. As duas mães se tornaram grandes amigas, principalmente quando se tratava de criticar os maridos.

-Eu gostaria de saber mais deles. Meus tios nunca falaram deles para mim. – falou baixo.

-Eu irei responder o que você quiser. – respondeu e então lembrou de apresentar a filha após sentir a sua roupa sendo puxada por ela. –Oh! Essa é a minha filha, ela se chama Hikaru. – apresentou a garota de cabelos brancos com algumas mechas vermelhas, como uma mistura de cores da mãe e do pai, e olhos vermelhos, como deste.  

-Prazer em conhece-la. Meu nome é Kuroko Tetsuya. – cumprimentou-a.

-Vamos indo que os sábios estão vindo. – comentou Seijuurou, indo para dentro do castelo.

E assim todos entraram no castelo, tendo os empregados levando as malas. E já dentro de casa, o Kuroko apresentou o seu amigo Sakurai para o imperador, sempre alegando que eles eram amigos e não que o coelho fosse empregado.


Notas Finais


Bom, peço desculpas pela demora da postagens.
E acredito que o próximo capítulo será de OMN, já que estamos chegando na reta final de lá também. E como decisão final, vou continuar postando as fic's aqui. Mas me seguem pra caso minha fic seja excluida novamente novamente e eu possa avisar...


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