História Our Heart - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Sakurai Ryou, Takao Kazunari
Tags Abo, Akakuro, Aosaku, Midotaka, Mpreg
Visualizações 211
Palavras 2.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Kuroko Tetsuya: 18 anos
Akashi Seijuurou: 20 anos
Sakurai Ryou: 18 anos
Aomine Daike: 20 anos
Akashi Hikaru: 16 anos
Imayoshi Shoichi: 21 anos

Isso é mais um lembrete, afinal foram tantos capítulos que acabamos esquecendo (principalmente eu, a escritora).
E na próxima vez coloco o anima de cada um.

Capítulo 8 - Our Present


Fanfic / Fanfiction Our Heart - Capítulo 8 - Our Present

Era sua primeira semana de liberdade total e Kuroko havia descoberto mais coisas do que 18 anos vivendo com seus tios. Ao contrário do que ele ouvia por aí, seus tios não eram malvados, apenas queriam proteger ele, mas por que ninguém conseguia entender isso?

Na biblioteca do castelo o azulado descobriu o que aconteceu com alguns Maneki Nekos que conseguiram descobrir sobre a existência, mas ainda assim eram tão poucos. Assim como o Lion, ele poucas vezes vinha ao seu mundo e por isso não duvidava que os registros estavam tão incompletos, mas havia uma coisa que o intrigava e o motivo é que todos eles haviam desaparecidos completamente, tanto o Neko, quanto o Lion.

Kuroko desejava descobrir o motivo, mas em seu coração sentia que não era a hora. E seu novo amigo, Akashi-kun, também nunca disse nada sobre isso, então  quer dizer que eles deviam ignorar por enquanto, não é?

Enquanto o Tetsuya estava descobrindo sobre novas coisas, Sakurai estava trabalhando no castelo. O imperado disse que não era preciso e ele estaria lá como um amigo do Maneki Neko, mas o coelho sentiu-se entediado no primeiro dia, fazendo assim com que ele trabalhasse como um companheiro e servo pessoal do Kuroko e nas horas vagas ele levava comida e bebidas para os soldados que estavam treinando.

-Desculpa atrapalhar, mas eu trouxe um obento (marmita) para vocês. – disse o coelho ao entrar no campo de treinamento. Lá se encontrava o general, Aomine, seu braço direito, Imayoshi, e alguns soldados.

-Está tudo bem, está quase na hora de nossa pausa. – respondeu Imayoshi. Este era um anima de Lobo, por isso era considerado como um grande estrategista e um ótimo segundo-comandante.

-Ahh... Estou cansado. Vamos parar por hoje! – gritou a pantera após derrubar o seu adversário no chão. Como era considerado um gênio nas lutas, poucos o vencia e por conta disso ele achava seu treino um grande tédio. – Aqui, vou pegar a minha comida e... – falou chegando perto do coelho, mas antes de terminar fora interrompido.

-Nem pensar Daike! – gritou o seu amigo mais velho. – Até parece que vou deixar você parar de treinar. – respondeu puxando-o de volta para o campo. – Ryou, você pode ficar aqui e cuidar para que ninguém pegue as marmitas, por favor? – perguntou antes de sair ao ver a resposta positiva do seu novo amigo.

Durante a viagem que os dois fizeram juntos, eles viraram grandes amigos. Tinham muitas coisas para conversar e muito assunto que um podia ensinar ao outro. Sakurai tinha o conhecimento sobre as ervas medicinais e o Shoichi tinha o conhecimento sobre o mundo, um completava a curiosidade que o outro tinha, mesmo que este fingia conhecer bem pouco sobre plantas, ele ainda achava interessante conversar com o menor.

Enquanto os guerreiros treinavam, por uma janela do alto do castelo era possível a visão de um ruivo olhando as lutas entre as minúsculas figuras no chão. Akashi possuía um professor pessoal e por conta disso não treinava com seus fiéis amigos, mas às vezes tirava um tempo para eles.

No momento ele estava em uma reunião com os anciões de seu reino e seu pais sobre o que eles fariam com o Maneki Neko.

-Obviamente ele deve ser protegido aqui no castelo. – respondeu um velho que Akashi nem fazia questão de saber o nome. Este era o Conselheiro do Exército, o senhor Haizaki. – Muitos o querem, ele deve ser protegido pelos soldados.

-Concordo plenamente com ele e ainda por cima, devemos aumentar os impostos da região Seirin. Onde já se viu eles esconderem uma coisa tão importante da gente. – respondeu o Conselheiro da Economia, o senhor Momoi. – Isso é uma cultura antiga de nos trazer os animas que são especiais.

-Eu sou contra isso. Ele é um ser humano antes de ser um anima. E antes de ser um Maneki Neko ele é um ser com sentimentos. – respondeu o Conselheiro da Religião, o senhor Takao.

-Obviamente, assim como meu filho possui liberdade para fazer o que quiser, eu acredito que o Kuroko-kun deve ter tal liberdade também. – Respondeu o atual imperador.

-Antes de qualquer coisa, quero falar algo. – pronunciou pela primeira vez o Sejuurou. – Senhor Haizaki, assim como você eu acredito que sim, o Tetsuya deve ser protegido e assim como qualquer um de meu povo deve ser também. – concluiu para então virar para o segundo conselheiro. – E você senhor Momoi, acredito que devemos manter algumas crenças antigas como as novas, e falando de uma cultura antiga, acredito que podemos colocar em prática uma bem conhecida por nosso ancestrais. Você deve saber de qual eu falo, a de matar qualquer um que possui o anima de raposa, afinal elas podem nos trair a qualquer momento, não é? Acredito que sua neta possui esse anima, ou eu estou errado? – comentou chegando perto do mais velho.

-Perdoe-me senhor. – respondeu com o coração congelado. Ele amava a sua neta mais do que qualquer um. Desde que sua filha havia falado que se casaria com um homem com sangue de raposas, ele começou a odiá-los, mas depois de conhecer a sua neta, começou a respeitar e ver como não eram diferentes do que ele. Infelizmente os dois partiram cedo em uma emboscada de ladrões, mas deixaram um presente insubstituível.

-E eu nem sei o porquê de estarmos tendo esta reunião. Ele está sob a minha responsabilidade, então a minha palavra é a final. – respondeu o ruivo mais novo antes de sair da sala de reuniões.

Enquanto caminhava para a biblioteca, Akashi se sentia um inútil. Como pode cumprir com sua palavra de protege-lo, se seu próprio castelo estava se tornando uma prisão? O significado era o mesmo, eram apenas locais diferentes. Inerte em seus pensamentos, nem havia percebido que tinha chego em frente ao local onde se encontrava aquele que estava em seus pensamentos.

Ao abrir a porta, pôde ver seu amigo dormindo em cima da mesa, usando os próprios braços como apoio.

-Perdoe-me, esta é a terceira reunião e ainda não consigo nem te levar a cidade. – comentou enquanto acariciava a cabeça de Kuroko. –“E aposto que eles nem vão te deixar participar direito na festa de aniversário de minha irmã.”

-Hum... – resmungou Kuroko despertando. – Akashi-kun, você está bem? – perguntou limpando os olhos como um gatinho. E após ver a cabeça balançando-a para cima e para baixo, continuou. – Como foi a reunião?

-Horrível... Os velhotes estão cada vez mais teimosos. Talvez tenha convencido um deles usando um método diferente do que a oratória, mas ainda não é certeza.

-Métodos diferentes? – repetiu virando a cabeça um pouco para o lado. – Como assim?

-Talvez um modo que sua mente não vá entender. – Respondeu corrindo.

-Vo-você não ameaçou eles, não é? – perguntou tremendo e olhando fixamente nos olhos de Akashi, ele sabia que o ruivo não mentiria pra ele e confiava fielmente nele.

-O quê? Não, claro que não ameacei eles. – respondeu bagunçando a cabeça do azulado. – “Não estou mentindo, não é? Afinal não foi uma ameaça, apenas uma observação cultural.”

-Ah, que bom. – sorriu mais uma vez. Seijuurou percebeu que a cada dia que se passava, Tetsuya sorria cada vez mais. Não sabia o quanto que ele sorria na sua antiga casa, mas o Sakurai falou que seu amigo estava muito mais feliz vivendo ali.

-Vamos indo? Eu ainda tenho que terminar de te ensinar a jogar basquete. – falou o ruivo puxando as mãos de seu amigo.

A primeira coisa que o Akashi ensinou ao Kuroko foi a jogar basquete. Este gostou tanto que todos os dias queria treinar um pouco, o que não era possível com o primeiro, mas sempre tinha alguém para jogar com ele, ou o Aomine ou a própria princesa, que também sabia jogar. E nesse grupo de treino também estava o Sakurai, que tinha um pouco mais de dificuldade, mas todos viam que ele tinha um grande talento.

Já o Kuroko, foi difícil perceber um talento nele, já que não era bom com cestas ou rápido para chegar ao outro lado da quadra. Mas o Akashi logo o ajudou a encontrar o seu lugar no “time”, ele era tipo um fantasma que ninguém percebia e era rápido para perceber o ponto fraco de cada um. Era realmente uma dupla incrível com o Akashi, já que um era um criador de estratégias e o outro era um observador, principalmente de falhas (uma característica que o ruivo admirava e às vezes pedia para o mesmo ajudar nos treinos dos soldados).

 

---\(^.^)/---\(^.^)/---\(^.^)/---

Estava Kuroko em um campo de flores brancas, caminhando sem um destino final. E assim como eram as flores, suas vestes também estavam com a cor branca. Era um símbolo de pureza e inocência, era a cor da paz final. Ele já esteve uma vez lá, apenas não se lembra quando.

Qual era o motivo de ter ido naquele lugar? Ele sabia que era um sonho, mas não um qualquer. Era por um sonho especial. Talvez ele tinha que encontrar alguém ali? Mas quem?

Ele caminhava entre as flores e nunca chegava a lugar nenhum, até avistar uma grande árvore de cerejeira, estava cheia de flores e o chão, que antes era branco, agora se encontrava cheio de flores rosas e por cima dele estava uma mesa com um conjunto de porcelanas de Cerimônia de Chá. E antes que pudesse chegar perto, ouve uma voz angelical.

-Boa noite Maneki Neko. – falou uma mulher de belíssimos cabelos brancos e olhos cor de rosa. Suas roupas eram das cores mais claras possíveis, mostrando o quão pura era o seu coração.

-Quem é a senhora? – perguntou chegando mais perto. Ele sentia que ela não era perigosa, na verdade, sentia que ela desejava protege-lo, mas não somente a ele e sim várias pessoas, mas quem eram essas “várias pessoas”?

-Neste plano não possuo mais um nome e por isso não posso me lembrar mais dele, mas ainda tenho um desejo que não pode ser realizado por ninguém a não ser você e por isso tu vieste até mim. Este desejo não me permite seguir em frente e por isso estou aqui, fui deixada por um amigo que recentemente partiu e desde então sinto que também o devo fazer, mas não o posso. – disse enquanto acariciava uma rosa que estava em sua mão. – Estou aqui a tanto tempo que nem lembro de meu desejo, parece que a cada dia some um pouco de minhas memórias. Apenas sei que devo entregar a você isso daqui. – disse estendendo a flor.

-Para quem devo entregar? – perguntou ao segura-la. Mas quando terminou de olhar para a flor, viu a mulher desaparecendo, transformando-se nas pétalas de cerejeira. – Espere.

-Obrigada e proteja-o, por todos nós. – disse antes de transformar-se totalmente em flores, fazendo com que todas as pétalas voassem envolta de Kuroko e consequentemente forçando-o a fechar os olhos.

Ao abri-las novamente, percebeu que estava em seu quarto e em suas mãos estava a flor que recebeu daquela mulher. E ao olhar ao seu redor, viu que as pétalas estavam em seu quarto, mesmo que sua janela estivesse fechada.

-Kuroko-sama, está na hora de levantar. – disse Ryou fazendo com que Kuroko despertasse totalmente. O coelho nunca entrava em seu quarto sem sua permissão e por isso sempre perguntava antes, quando não obtendo a resposta saia e voltava uma hora depois.

-Pode entrar. – respondeu um pouco surpreso com o que havia sonhado.

-Desculpa a intromissão e... KUROKO-SAMA. – gritou surpreso com o estado do quarto, surpreendendo todos da casa. – Tudo bem com você? O que houve aqui?

-Tudo bem com ele? – perguntou Akashi, que havia acabado de chegar correndo ao ouvir o grito do coelho. E com ele vinha a princesa Hikaru e seu pai.

-Tudo, eu apenas levei um susto quando vi o quarto cheio de flores. – respondeu o coelho surpreso com a rapidez de todos.

-Hikaru-chan. – Kuroko chamou a garota levantando-se de seu futon. – Eu preciso te entregar uma coisa. – continuou até chegar nela e estender a flor.

-Obrigada, mas de onde é essa flor? – perguntou curiosa, até ouvir um sussurro indecifrável de seu pai. – Você a conhece? – perguntou ao homem ao seu lado.

-É uma flor muito especial, acredito que é o seu presente de aniversário. – disse ajoelhando em frente a sua filha.

Aquela rosa era uma flor criada pela própria esposa, mistura de algumas flores e modificada para que ela não possuísse espinhos para não machucar os seus filhos. Mas após a morte dela, seu coração desejou fechar-se um pouco e assim provocou uma de seus maiores arrependimentos, sendo o primeiro deles culpar o próprio filho e o segundo mandar queimar todas aquelas flores.

-Ela é linda. Aonde podemos encontrá-la? Desejo ter várias dessas em nosso jardim. – disse sorrindo para o pai, sem saber o verdadeiro significado daquela flor: Amor Materno.

-Infelizmente não iremos mais encontrar dessa for. – respondeu o pai.

-Mas aonde que você a encontrou Tetsuya-kun? – perguntou para o azulado que havia acabado de colocar uma segunda camada de roupa. Ele já estava com um pijama por baixo, mas ainda assim decidiu colocar uma outra coisa por cima.

-Eu acordei e ela estava aqui. Eu não sei quem a colocou. – respondeu sem falar de seu sonho, talvez eles o achem mais estranho se falar que sonhou com uma mulher. Mas pensando no sonho, quem era a pessoa que ela pediu para ele proteger?

-Entendo. É melhor não ficarmos pensando muito nisso. Se um dia a resposta tiver que aparecer, ela aparecerá. – aconselhou o imperador. Obviamente ele sabia o que havia acontecido, mas não imaginava que os poderes do Maneki Neko (MN) fossem tão poderosos, ou era somente o poder do amor materno que era tão incrível assim?

 

Algumas horas haviam se passado e chegava a hora do aniversário de Hikaru. Era uma festa simples, tendo chamado apenas os amigos da garota e alguns nobres. O imperador queria que fosse uma coisa mais familiar, mas infelizmente ele era o imperador e não tinha tal permissão, talvez no dia seguinte poderiam aproveitar o melhor o aniversário da filha somente aqueles mais próximos.

Uma coisa que não gostou nadinha era de como os outros olhavam com fascínio o Kuroko. O que os outros não imaginava é que ele era um ser vivo e não um objeto de poder, no início era assim com seu filho também, vários nobres queriam mais poder e por isso ofereciam suas próprias filhas como “troca”.

Outro que estava sendo devorado pelos olhos dos ricos era o pequeno coelho, alguns reclamavam de que um coelho não poderia estar ali com eles, principalmente tão próximos do MN e do futuro imperador. Já alguns o via como um objeto para aliviar a tensão, muitos já haviam pedido para que o imperador permitisse que eles o contratassem, mas qual foi a surpresa ao descobrir que ele estava lá como um amigo do azulado.

A festa não foi muito longa, ocorreu a apresentação do Kuroko Tetsuya, nunca falando que ele era o MN (mas era uma coisa óbvia) e depois foi a hora dos parabéns da Hikaru. Quase perto da meia-noite todo mundo já estava partindo, sobrando assim somente os moradores do castelo.

No quarto de Hikaru, estava a dona e sua dama de companhia, Momoi Satsuki. Esta estava penteando os belos cabelos soltos de sua amiga.

-O que você achou da festa, Hikaru-sama.- perguntou a de cabelos róseos.

-Achei incrível, mas gostaria de ter passado com meu pai e irmão. Ah e com você e os nossos novos amigos. – respondeu sorrindo. Como princesa, ela nunca poderia ter uma vida normal e sem ninguém para ficar opinando ou cobrando. Mas esse era um grande sonho seu.

-Eu fico agradecida se um dia puder participar. – respondeu. Até olhar para um vaso e ver uma flor nela. – Senhorita, quem deu-lhe aquela flor? – perguntou olhando para ela.

-Foi o Kuroko, mas ele não sabe quem a colocou no quarto dele. Apenas sabia que era para mim. Ela é linda não é? – disse caminhando até ela.

-Sim é linda. Deseja que eu a leve para tentarem transforma-la em muda? – perguntou vendo que ela iria morrer logo.

-Meu pai disse que é impossível, mas se você acha que eles podem conseguir. – confirmou, ela realmente havia amado aquela rosa.

E assim saiu Satsuki, voltando logo em seguida sem a flor em suas mãos.

-Tão rápida. Encontrou alguém que poderia cuidar dela? – perguntou a princesa.

-Sim, o amigo de Kuroko-sama estava nos corredores e ele disse que se dá bem com plantas e vai ver se consegue replantar ela. – disse a raposa.

------------END--------------

E vocês entenderam o duplo sentido de "Present", sim é no significado de presente (objeto) e presente (tempo). Um significado era para a Hikaru e o outro era para o Imperador, então aquela flor é para os dois. Isso eu tive que colocar aqui, pois não é uma coisa que pode ser ignorada.


Notas Finais


Agradeço a todos que leram e peço desculpas por todos os erros do capítulo. Praticamente eu escrevi ela em uma semana (sem aula por causa da greve e por causa do feriado).
Praticamente estou voltando para a faculdade hoje e por isso não tive tempo de revisar tudo certinho, então irei colocar ela sem revisão e ao longo dessa semana irei revisa-la e então corrigir os erros. Mas se vocês entrarem, podem de avisar, se quiserem.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...