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História Our history (Jikook ABO) - Capítulo 11


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Notas do Autor


Olha quem apareceu!!!!

Não tô animada mais fiz o capítulo com amor!! O que será do nosso casal agora?

NOS VEMOS NAS NOTAS FINAIS!!!

Capítulo 11 - Lembrando o passado


Fanfic / Fanfiction Our history (Jikook ABO) - Capítulo 11 - Lembrando o passado

Flashback


Gritos, muitos gritos, pupilas dilatadas, cheiro fortes no ar, médicos, cirurgiões, enfermeiras correndo de um lado para o outro. Uma criança estava nascendo, o único problema era que aquela criança não era uma qualquer


A mulher gritava e implorava ao médico para fazer um parto Cesário, mais a criança já estava perto, o cheiro doce já impregnava o local. Era um ômega e todos já sabiam e ansiavam para ve-lo


E assim foi feito, outra contração. 


Grito


A cabeça dele já tinha saído, os olhos fechado a respiração fraca e as orelhas se movendo lentamente


Mais uma contração 


Grito 


Como se fosse um quiabo, escorregou pelas mãos do médico 


Choro


E assim todos naquela sala puderam ver o único híbrido depois de três mil anos. Ele era lindo, seus cabelos escorridos estavam sujos assim como seu rosto, seu choro era forte assim como ele, sua calda enlaçou no braço do médico que sorriu ao ver aquilo


Era com certeza o nascimento mais fofo e lindo que já tinha apreciado


Depois de limpo foi colocado ao lado da mãe que o olhava com desprezo, como se não quisesse aquela - palavras suas - coisa, perto de si


O olhar era de puro ódio para a criança que mal tinha chegado ao mundo, a enfermeira saiu a deixando sozinha com a criança, suas mãos foram até aquele pescoço pequeno o pressionando enquanto o choro da criança já era audível do lado de fora


A porta foi aberta


‐ Filha, como está meu neto? – a senhora encarou a filha que tinha a criança nas mãos, séria e... nervosa?


- tire essa coisa de perto de mim! Nem humano isso é! – seu grito foi estrondante e fez com que a criança chorasse ainda mais. Soltou a criança como de fosse lixo nos braços de sua mãe e virou o rosto para o lado oposto


- Não chame ele assim. Você que quis fazê-lo, seja útil pelo ao menos uma vez e finja que ama ele ao menos – falou adora fazendo a Beta rir sarcasticamente 


- a única coisa que farei com isso é joga-lo em um orfanato qualquer! Tire-o daqui! Eu irei embora com o Jinwoon, essa coisa só irá nos atrasar! – berrou e sua mãe cerrou os punhos. Estava a ponto de enfiar algo na guela de sua filha e não seria o membro do Jinwoon – Minha única filha é a Jisoo, retire esse resto de esperma daqui


- Eu espero que se arrependa e que o Jinwoon mostre o tipo de monstro que ele é. O monstro que seu filho nunca será – ditou aquelas palavras friamente e se retirou com a criança 


Ela ficaria mais alguns dias no hospital com seu neto até a criança receber a tão aclamada alta


•| ⊱✿⊰ |•


Jimin estava crescendo a criança já completava seus quatro aninhos e parecia um anjo de tão lindo e fofo, tão inocente e amável. Todos o queriam por perto, todos menos Eun-bi


Aquele ser repugnante estava provando o que era ser descartavel, o que era ser desprezado, e o que era ser jogado no lixo como se fosse apenas mais um nada


Assim que adentrou a Fazenda de sua mãe o viu, a criança que tanto sentia nojo e raiva, ele se parecia tanto com aquele homem, o homem que amou e no fim a traiu. 


Não tinha ninguém por perto, Jimin brincava no Rio até ver alguém se aproximando, ela sorria de forma perturbadora e assustadora, assim que chegou perto o suficiente ele a reconheceu, via suas fotos no quarto da vovó, era sua mamãe, ela havia vindo ver o Jiminie! 


Estava tão animado que nem percebeu quando ela o empurrou, Jimin sentiu um baque forte em seu corpo


Um grito agudo saiu rasgando sua garganta e assim que seu corpo se chocou contra a água fria sua mente embaçou, sua visão virou apenas água e seus pulmões gritavam por socorro


Quando seus olhinhos já estavam se fechando alguém o puxou para cima, de longe escutou gritos e o choro de sua avó, seu corpo foi colocado no chão e ele olhou novamente a cara daquela mulher repugnante que um dia ele chamou de mãe


- Tinha sido apenas um erro, nãe é? A mamãe nunca machucaria o Jiminie, certo vovó? – tão inocente. Meu bem, ela foi capaz disso e de muitos mais


•| ⊱✿⊰ |•


A casa da vovó era tão animada, Jimin tinha apenas dez anos e já amava dançar nas festas da família, sempre que se reuniam Jimin dançava, cada dia uma dança diferente, estava tão feliz, era bom fazer algo que gostava


Mais aquela reunião foi diferente, sua mãe estava lá junto a sua irmã. Jimin queria ser bom, queria mostrar para sua mãe que também podia ficar com ela como sua Noona a Jisoo, então ele deu o seu melhor. Um mortal de costas e todos gritaram e o aplaudiram


Ele olhou para sua mãe que brincava com os cabelos longos da Jisoo, se aproximou com a pequena calda balançando atrás de si e sorriu de forma radiante, queria que ela o aprovasse, ela era sua mãe. Por que ele não estava com ela como a Jisoo estava?


- Oi, omma – sorriu


- Oi, coisinha – Sua voz era tão seca e fria, o ômega engoliu o seco e abaixou a cabeça


- Omma, faz tempo que não nos vemos, você está tão bonita e- – sua fala foi cortada pela mulher que se levantou de maneira rápida e saiu em direção a mesa de bebidas


- Que pena, uma coisa como você nunca terá o amor da omma, não é, Jimin? – o sorriso da mais velha o fez fungar – ela me disse uma vez que híbridos são tão nojentos que nem são humanos, e que se você se aproximasse de mim, era para ser tratado como o lixo que é – ditou com um sorriso ladino e perverso nos lábios – espero que morra, coisa 


As lágrimas vieram com uma força incrível e ele saiu dali correndo, foi até a árvore que tinha no centro da Fazenda e se jogou ali, seu lobo gritava para deixá-lo sair e Jimin deixou. Permitiu que pela primeira vez o lobo acinzentado e com os olhos iguais aos de um belo gato, saísse 


Quando o ômega foi liberto ele correu, correu tanto que seu corpo exausto foi parar jogado no começo de uma estada. Quando Jimin voltou a si estava pelado e todo sujo, seu corpo pedia socorro e ele não sabia o que fazer, se transformou em gato e correu de volta para casa


Duas horas andando e pensando que sua irmã era uma mentirosa, sua mãe não o odiava e ele provaria isso


•| ⊱✿⊰ |•


Quatorze anos e Jimin estava concentrado em orgulhar sua mãe. A mulher viria os visitar e Jimin fez chocolate quente, estava tão quente que se jogasse na neve derreteria até a crosta terrestre


Ele se sentou no chão da sala fazendo mais um de seus desenhos bobos e sorrindo alegremente enquanto o chocolate quente esfriava 


Dor, foi a palavra que definiu o que Jimin sentiu quando sua calda foi achatada com forma e brutalidade, ele gritou e olhou para a dona dos pés e do sorriso mais endemoniado que conhecia: Park Jisoo


- Desculpa, maninho. Não vi o seu rabo – riu e foi até a cozinha


Lágrimas grossas como pedaços de gel e saíram de seus olhos, ele iria acabar com Jisoo, Jimin poderia fazer de tudo naquele momento mais a única coisa que fez foi subir para seu quarto e chorar horrores

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A noite logo veio e com ela uma briga que acordou Jimin no pulo, ele coçou seus olhos e foi até a sala


- o que quer que eu faça? Que crie o Jimin para sempre? Ele é seu filho pelo ao menos o trate como tal! – a voz da vovó Park foi ouvida em um grito 


- Eu queria que aquela aberração morresse você que quis deixá-lo viver, eu não quero contato com aquela coisa! – era a sua... mãe? – eu nunca quis, por mim ele já estaria queimando no fogo do inferno! 


Jimin tentou se virar mais seus pés viraram de maneira errada, Um estrondo alto e logo após a dor. Uma dor tão forte que parecia que a morte chamava por si


- Jimin! – sua vó gritou, tudo virou um preto e a última coisa que Jimin viu foi sua irmã no topo da escada rindo de si


•| ⊱✿⊰ |•


Ele acordou no hospital, perna engessada, uma dor infernal na cabeça e ele só queria saber o por que! O por que de Jisoo e de sua mãe o lidarem tanto! 


Ele jogou a cabeça para trás e sua vó entrou no quarto


- Eu juro – falou baixo apenas o suficiente para a mais velha escutar


- jura o que? – ela parecia confusa


‐ Eun-bi, eu nunca mais a tratarei como mãe, eu juro pelo meu lobo, por mim e por minhas gerações futuras. Eun-bi e Jisoo não serão a si parte de mim! Eun-bi terá tudo que sempre quis: não ter um filho


Essa palavras fizeram sua vó desabar em lágrimas, ela abraçou o menor e beijou o topo de sua cabeça 


•| ⊱✿⊰ |• Our history


- E você cumpriu a promessa? – Perguntei 


- Eu nunca quebro uma promessa, Jungkook – limpou as poucas lagrimas em seu belo rosto


- Então me prometa – Jimin arqueou as sobrancelhas – Me prometa que vai ficar comigo sem se importar com quem estiver nos olhando


- É complicado


- Nós descomplicamos – pego suas pequenas mãos – que se fodam o mundo! Vamos ficar juntos. Seja meu ômega, hyung – ele me abraçou e um soluço alto saiu de seus lábios – Isso é um sim?


- Sim, seu pabo. É um sim – ele riu e eu o acompanhei, nem todos temos uma vida tranquila. As vezes precisamos cair e nos afundar na tristeza para descobrirmos o que fazer com ela


Notas Finais


Desculpa a demora meus amores!.

Gostaram do Capítulo? Eu pensei muito sobre isso e demorei para chegar em uma boa conclusão. Eu espero que gostem e que a Eun-bi queime no fogo do inferno. Amém irmão? Amém!

A Jisoo é um amor, não? Puxou a mãe

Beijos!!

OBS: A Eun-bi não é a atriz, Park Eun-bi, não, ok? Eu amo demais aquela mulher para matar ela em uma fic


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