História Our Little Secret - Capítulo 19


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Chaz Somers, Chris Beadles, Drama, Incesto, Jelena, Justin Bieber, Romance, Ryan Butler, Selena Gomez
Visualizações 181
Palavras 3.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - New start


Capitulo dezenove

New York, New York State, EUA, 10:02 a.m

Dizem que os bons morrem jovens

Isso não está certo

Pois estamos nos divertindo muito

Nos divertindo muito essa noite

A paixão pela vida, a paixão pela vida

A paixão pela vida, a paixão pela vida

Nos mantém vivos, nos mantém vivos

– Lust for life, Lana Del Rey ft. The Weekend.

Justin havia dado a ideia de darmos umas voltar por New York antes de voltarmos á nossa antiga vida em Springfield. A ideia dele era boa, mas não melhor do que a minha: andarmos por NY de bicicleta. Além que o fluxo de carros me estressava tanto quanto á ele.

É por isso que eu odeio cidades grandes.

– Tem certeza que essa é a ultima coisa que quer fazer enquanto estivermos em New York? – Justin perguntou enquanto colocava seu capacete e montava na bicicleta.

– Sim, por quê? Tem algo melhor do que isso? – Perguntei sorrindo e encarando as arvores do Central Park. – Queria fazer outra coisa?

– Não, isso está perfeito. Mas é que eu achei que quisesse, sei lá, ir a Broadway?

– Podemos passar por lá de bicicleta. – Sugeri. – É um ótimo meio de conhecer a cidade de bicicleta.

– Se você aguentar andar quarenta e sete quilômetros até a Broadway te dou um prêmio. – Riu.

– É isso tudo de distância? – Indaguei. – Vamos ficar andando por aqui mesmo!

O loiro riu e montou em sua bicicleta vermelha alugada.

– Vamos ou vai ficar para trás. – Ele gritou já alguns metros de distancia.

– Ei! Isso não é justo! Me espera, Justin! – Berrei de volta montando em minha bicicleta azul e tentando alcançá-lo.

Rodamos a região que estávamos quase por completo. Justin, a cada dez minutos, queria tirar uma foto comigo ou de mim. E isso me deixava, em algumas situações, emburrada. Pois era cansativo ficar parando toda hora. Mas ele estava tão para baixo por conta do que ocorreu hoje ao visitarmos a empresa de seus pais e eu adorava quando ele sorria ao dizer que a foto fora tirada.

– Não entendo o porquê dessas fotos. – Comentei me aproximando dele que sorria para a tela do telefone. – Tipo, eu entendo que estamos em New York, mas tem necessidade de tirarmos fotos á cada cinco segundos?

– Sim, tem necessidade! – Justin puxou-me pela a cintura, colando nossos corpos. – Eu vim aqui procurar meus pais. Mas acabei ganhando algo muito melhor.

– O que ganhaste, bom senhor? – Fiz uma voz hilária, fazendo-o soltar um riso nasal.

– Um primeiro encontro com uma linda moça. – Sua mão foi á minha bochecha, a acariciando levemente.

– Então esse é o nosso primeiro encontro? Sabe, minhas roupas não estão adequadas para um primeiro encontro. – Olhei preocupada para meus jeans surrados.

– Você está mais do que perfeita!

Ele juntou nossos lábios em um beijo calmo e doce enquanto suas mãos faziam pequenas caricias em minha cintura. Infelizmente fomos interrompidos por seu celular. Justin o pegou e, antes e ver quem era, o atendeu.

– Alô? – Disse e logo depois me olhou com uma cara de arrependido. – Não, você não pode fazer isso. – Ele passou a mão em seus cabelos, nervoso. – Ela já é emancipada, Lilian. E você sabe muito bem que ela quis vir por vontade própria. – Seu maxilar travou. – Vá á merda, Lilian.

Ele desligou o celular com certa brutalidade.

– O que houve? – Indaguei segurando suas mãos, tentando acalma-lo.

– Sua mãe, estava me acusando de sequestro. Dá pra acreditar? – Revirou os olhos.

– Como assim? Eu vim por conta própria!

– Ela falou que eu te manipulei. A mandei ir à merda.

– Quer saber? Não vamos nos estressar mais. Hoje cedo já foi um dia tanto perturbador. E, além disso, eu já estou ficando faminta! – Sorri o puxando para perto das bicicletas. – Aonde quer ir? Starbucks? Mc Donald’s? Subway?

– Vamos a um restaurante de verdade. – Riu. – Daqui a pouco a senhorita vai está gordinha.

– Não tem problema. Comida só traz felicidade. – Fiz uma careta á ele.

Levamos as bicicletas para onde as alugamos e fomos para o carro, na procura de um restaurante. Paramos em um local de vidro completamente arrumado.

– Justin, esse lugar não parece ser caro? – Perguntei saindo do automóvel no mesmo tempo que o loiro.

– Sim, mas nada melhor para fecharmos o nosso primeiro encontro com estilo! – Sorriu vindo até mim e pegando minha mão. – Aliais temos quase dois mil dólares sobrando.

– Eu já te disse que não estou adequada para um primeiro encontro. – Repeti novamente, apontando para minhas vestes.

– E eu já te disse que você está mais do que perfeita. – Rebateu.

touché.

Entramos no restaurante e logo as pessoas começaram a encarar-nos por conta de nossas roupas. O local era enorme. Tons de brancos e vários tipos de lustres se destacavam, sem contar com as lindíssimas plantas que dava ao ambiente um lugar mais sofisticado. A maître atendeu simpaticamente e nos mostrou duas mesas mais conchegadas no canto e iluminadas por velas. Escolhemos a que ficava perto da janela.

– Parece que ela acertou que era um primeiro encontro. –Disse ao chegarmos á mesa e Justin puxar a cadeira para eu me sentar. – Obrigada, bom senhor.

Justin analisou o cardápio do alguns minutos.

– Aqui tem ótimas opções. – Afirmou. – O que quer?

– Me surpreenda. – Dei de ombros e sorri.

Assim que Justin colocou o cardápio na mesa, o garçom surgiu do meio do nada, me assustando. O loiro fez o pedido e antes de trazer a bebida, pediram a identidade de Justin e logo liberaram a bebida.

– Você tem uma identidade falsa? – Perguntei tomando gole do vinho. – Que eu saiba apenas pessoas com vinte e um anos podem beber.

– Então, como a senhorita achava que eu comprava cervejas no mercado? – Piscou para mim. – Raro mesmo, foram não terem pedido a sua.

– Eu não tenho cara de dezesseis anos. – Joguei o cabelo para o lado, fazendo charme.

– Tem razão. Você tem cara de trinta.

– O que disse? – Arqueei uma sobrancelha.

– Eh, você está cheirando á tinta! – Riu bebericando o vinho.

Ficamos em silencio por um tempo, apenas nos encarando.

– Sabe algo estranho? – Perguntei.

– O quê?

– Aqui ninguém nos encara com desaprovação.

– Como assim?

– Mesmo não sendo irmãos, as pessoas daquela cidade, nos encara como se fossemos irmãos. E aqui não. Aqui ninguém nos conhece, chega ser estranho. – Sorri. – É bom isso. É muito bom na verdade. Eu não tenho sentimento de culpa mais.

Justin pegou em minha mão e sorriu.

– Também não sinto esse sentimento desde que descobri que nunca fomos irmãos.

Fiquei fitando aqueles olhos castanhos belos. Fora bom nós termos essa conversa. Entretanto minha atenção fora tirada de Justin quando um homem, muito arrumado por sinal, sentou-se ao nosso lado. Ele me parecia familiar. Balancei a cabeça, tentando focar em Justin de novo.

– Então, o que faremos quando voltarmos? – Perguntei, tirando minha mão de sua e a levando ao meu cabelo.

Tive um sobressalto ao homem, que estava ao nosso lado, começar a praticamente gritar no telefone.

– Com licença senhor, poderia falar mais baixo? – Justin pediu educadamente.

O homem afastou o telefone de sua orelha e ficou encarando o loiro á minha frente fixamente por alguns segundos antes de respondê-lo. Senti um arrepio correr por meu corpo.

– Perdão. – Ele pediu e voltou a falar no telefone.

Na mesma hora o garçom trouxe nossos pedidos. Comemos e às vezes Justin soltava uma piadinha. Mas eu estava mesmo intrigada com o fato daquele homem comendo ao nosso lado.

Eu o conhecia de algum lugar, mas não sabia qual.

Ao terminarmos de comer e pedirmos a conta, quase cai para trás. Sorte que tínhamos bastante dinheiro, já que a conta deu quase quatrocentos dólares. Ao saímos, senti um alivio me preencher, mas o rosto daquele homem não saia de minha mente.

– Emma?

– Sim?

– Amanhã nos decidiremos se voltamos á Spingfiled. Eu prometo. Daremos um jeito! Mas, nesse momento, só quero passear com você entre essas magníficas luzes de New York de mãos dadas – Ele entrelaçou nossos dedos. – Para que o mundo saiba que você é minha agora e sempre será.

Aproximei-me mais dele, apoiando minha cabeça em seu ombro.

– Sabe de uma coisa, Bieber? Eu acho que sempre fui sua. – Sorri encarando um ponto fixo. – Acho que o “universo” não teria feito o que fez por acaso.

Senti sua mão apertar a minha com mais força.

–Estou apertando sua mão com força, pra saber se isso mesmo é real. – O ouvi soltar uma risada nasal. – Se Chaz e Ryan ouvissem isso, me chamariam de gay.

– Ah não! – Me afastei dele me fingindo de brava. – Você estragou o clima romântico, Bieber!

Ele riu alto chamando a atenção de algumas pessoas em nossa volta.

– Desculpe. – Pediu-me.

Ele se aproximou de mim, puxou-me para si, colocou sua mão em meu rosto e, ainda rindo, me beijou como nunca beijara. Assim que completou o ato, passei meus braços em volta de seu pescoço, o abraçando com tanta força. Justin colocou seus braços ao redor da minha cintura e me girou no ar. E, quando ao me colocar no chão, foi minha vez de beijá-lo.

– Acho que está na hora de acharmos um hotel para dormimos. – Sugeriu, ainda com nossos rostos próximos. – A não ser se a senhorita quiser dormir no carro. – Selou nossos lábios rapidamente.

– Parece uma boa opção, pena que o estofado é duro!

– Não fale mal do meu outro bebê!

– Outro?

– É, o primeiro é você, Cry Baby.

– Idiota! – Ri.

De repende alguém segurou meu pulso com força e me puxou para longe de Justin.

– Ei! Me solta! – Gritei para o homem que parecia ser um poste.

– Solta ela, agora! – Ouvi a voz de Justin berrando.

– O segurem!

Outro homem surgiu do nada e tentou segurar o loiro pelo o braço, mas Justin se soltou e lhe deu um gancho de direito bem dado, porém mais deles surgiram e pegaram-no. Tentei gritar, mas uma mão surgiu contra minha boca. Meu coração parecia que ia sair pela a boca. Ao ver que os homens apagaram o meu Justin com uma coronhada, fiquei mais nervosa ainda e, involuntariamente, mordi a mão que do homem que estava contra minha boca, fazendo-o soltar-me enquanto pronunciava um xingamento.

– Justin! – Berrei indo em direção á ele que estava sendo colocado dentro de um carro. Seu corpo estava mole.

Senti lagrimas de desespero, não sabia o que fazer. Corri um pouco procurando pessoas por perto, mas parecia que todos foram abduzidos ou algo do tipo.

– Peguem-na, agora! – Olhei para trás vendo dois homens me seguindo.

– Soco...

Antes de pronunciar as palavras, senti uma pancada forte na cabeça e tudo ficou escuro.



Abri os olhos vagarosamente tentando me acostumar com a claridade. Meu corpo doía como se um elefante tivesse caído em cima de mim. Segundos depois tudo que havia acontecido veio à tona.

– Justin. – Pronunciei baixinho.

Olhei ao redor vendo uma lareira com o fago acesso e uma mesa de vidro belíssima. E pelo o que parecia, eu estava deitada em um sofá. Levantei-me, sem mais ou menos, e senti tudo ao meu redor girar e logo fui ao chão de novo.

– Emma! – Ouvir sua voz foi um alivio. Senti-o tirar meu corpo do chão e me por no sofá de novo.

O encarei e vi aquele pequeno corte em sua cabeça. Cheguei me assustar com isto. Passei meus dedos sobre o corte e o vi fazer uma careta.

– É muito bom te ver. – Sorri. – Onde estamos?

– Também não sei.

– Justin, eu só quero ir embora. – Tentei me levantar de novo, mas ele me impediu.

– Calma, nós vamos sair daqui.

– Vejo que acordaram. – Uma voz preencheu o local.

Procurei o dono da fala e logo o vi.

O mesmo homem do restaurante.

– Desculpem-me pelo o modo que meus seguranças trouxeram vocês até mim. Porém, era a única maneira que conseguiria que vocês viessem sem serem seguidos, ou algo do tipo. – Disse se aproximando de nós com um copo em sua mão direita. – Querem whisky?

– Eu quero que você nos deixe ir! – Justin exclamou bravo, pondo-se em minha frente, como se estivesse me protegendo.

– Durão. – Riu o homem. – Parece comigo quando eu era mais novo.

– O que você quer? – Eu me pronunciei pela a primeira vez na conversa.

– Seu rosto é bem parecido com o da sua mãe, quando ela era mais nova. Mas seus olhos são iguais aos meus. – Deu de ombros tomando um gole.

– O quê? – A voz de Justin falhou. – Quem é você?

– Sou seu pai, Justin. – Vi o corpo de Justin ficar tenso.

Então estava explicado o porquê de eu tê-lo achado que o conhecia. Jeremy Bieber, pai de Justin.

– Jeremy? – Justin indagou.

– Você cresceu bastante. – Afirmou. – Nunca consegui te imaginar como estaria quando tivesse dezoito anos. Espero que Lilian tenha cuidado bem de você.

– Ela cuidou. – O loiro afirmou com um pouco de ironia. – Diferente de você, que me abandonou.

Jeremy sentou-se perto de nós, cruzou as pernas e sorriu incrédulo.

– Há quanto tempo você descobriu que eu sou seu pai biológico?

– Quase dois dias. – Bieber respondeu.

– Lilian e Petter não te explicaram nada?

– Acho que não ele não deu exatamente uma chance. – Resmunguei.

– E você é? – Jeremy indagou curioso

– Emma Hastings. Filha de Petter e Lillian, biológica eu espero. – Tentei quebrar a tensão, mas apenas Justin soltou um riso nasal.

– Emma... Sempre achei que Lillian escolheria seu nome algo como Vênus. Ela era bem fascinada por esse tipo de coisa. – Deu de ombros. – Espere! Vocês estão juntos?

– Sim. – Justin respondeu com uma firmeza incrível.

– Doentio, porém artistico. – Jeremy riu. – Você é como um Édipo Rei atual.

Levantei-me ficando ao lado de Justin e pegando sua mão.

– Mas tudo bem. – O mais velho admitiu. – Eu e sua mãe sempre quiséssemos que vocês ficassem juntos mesmo. Até fizemos uma promessa. “Se Lilian tivesse uma filha, ela seria prometida ao Justin”. Nunca vou me esquecer de sua mãe dizendo isso, Justin. E não é que no final aconteceu? – Gargalhou.

O silencio reinou por alguns minutos.

– Eu quero entender. – Justin respirou fundo. – O que houve para vocês me deixarem... Órfão?

– Quando eu fundei The Gold e a tornei uma multinacional, nunca pensei que pudesse causar algum mal á mim ou minha família ou amigos. Mas eu fui enganado. Muitas pessoas queriam comprar a The Gold. Só não imaginaria que tentariam assassinar minha família e eu. Quando você estava no útero de Pattie, cortaram os freios do meu carro. Quase perdemos você. Então percebemos o que realmente estava acontecendo. – Respirou. – Sinta-se especial, pois nunca digo isso, mas... – Jeremy fez uma pausa. – Me perdoe por ter lhe deixado. Mas era a única maneira de ter manter vivo, apesar de ter me matado por dentro fazer isso.

Justin tirou um papel em seu bolso e o mostrou á Jeremy.

– Ai está a carta que Pattie escreveu á mim.

Jeremy bateu os olhos no papel e olhou para Justin novamente.

– Pena que Pattie não está aqui. – Jeremy sussurrou. – Nunca imaginei que minha volta à surdina á New York, fizesse-me encontrar meu filho.

– Onde ela está? – Justin o perguntou.

Veneza.

Veneza, Italia?

– Sim. É um dos únicos lugares que não foram atrás de nos ainda. Alguns compradores tem a teoria de que forjarmos nossas mortes, o que é verdade. Entretanto, conseguimos despistar isso muito bem. Ainda não entendo como não me acham em New York até agora.

– Posso perguntar algo? – Me intrometi. Jeremy assentiu. – Onde conseguiu um lugar desses, mesmo estando legalmente morto?

– Simples, todo o dinheiro da empresa está numa conta bancaria secreta que eu criei. As pessoas que trabalham para mim acham que estão trabalhado para outra pessoa, que na verdade sou eu também. Comando a empresa como um investidor fantasma. – Jeremy se levantou e colocou o copo em cima de uma prateleira que havia ao lado da lareira. – Espero que um dia você á assuma, Justin. Seria uma pena se meu único herdeiro, não seguisse meu legado.

Conversamos por mais algumas horas. Jeremy nos explicou cada detalhe e como Lilian mandava fotos e fatos sobre Justin por cartas até a Rússia, um dos outros lugares onde não procuraram os pais de Justin. Ele também explicou como funcionava a empresa e também nos pediu desculpas mais uma vez pelo o modo de como os seguranças foram agressivos conosco. Segundo ele, seus seguranças treinavam para protegê-lo em qualquer ocasião. E por fim, conversamos sobre a nossa infância. Eu podia ver a tristeza mascara nos olhos de Jeremy. Ele queria ter feito parte da infância de Justin. Eu podia ver sua dor e como ele a disfarçava com risos e gargalhadas.

– Bom, acho que está na hora de irem. Meu voo ira sair daqui á algumas horas. Contarei á Pattie sobre isso! – Jeremy sorriu se levantando da cadeira que estava sentado. – Como vocês pretendem voltar para casa?

Encarei Justin com um misto de confusão e curiosidade.

– Daremos um jeito. Temos que voltar. – A voz de Justin soou um pouco desanimada. Eu também estava desanimada em explicar á todo mundo sobre nosso caso.

Jeremy sorriu e balançou a cabeça negativamente.

– Justin, meu filho, você quer voltar a Springfield?

Ele olhou para mim e depois para Jeremy.

– Eu quero estar, onde ela quer estar.

– Tudo bem então. Eu tenho uma solução. – O mais velho passou a mão em seus cabelos. – Como uma divida por não ter estado em sua vida e provavelmente continuarei não estando, eu depositarei uma quantia boa de dinheiro mensalmente em suas contas bancarias. Não posso voltar o tempo perdido, mas posso ao menos tentar dá á você, meu filho, um lugar para recomeçar com ela. E compreendo isto. Fiz o mesmo com sua mãe quando tinha sua idade.

Um sorriso abriu em meus lábios assim como nos de Justin.

Jeremy nos levou até a saída.

– Bom, adeus Jeremy. – Justin estendeu a mão direita para se despedir com um aperto.

Jeremy novamente balançou e abraçou-o com tanta força que eu podia ver o quanto o mais velho necessitava daquilo.

– Eu te amo. Prometo que irei tentar te ver. – Jeremy estava com os olhos lacrimejados. Ele se dirigiu á fala á mim. – Cuide bem dele.

Prometo que cuidarei, senhor Bieber. – Sorri encarando Justin.

Ao saímos da mansão, logo avistei o carro estacionado no outro lado da rua. O sol já estava nascendo; havíamos ficado um bom tempo dentro desse lugar. Entramos no automóvel e Justin logo já achou uma direção. Os raios solares batendo em nossos olhos deixava tudo como uma cena de filme. Sua mão encontrou a minha que estava por cima de minha coxa e a apertou com força.

– Pronta para recomeçar? – Sorriu se tirar os olhos da estrada. Com a claridade, seus olhos pareciam mais claros do que nunca, assim como mais belos também.

– Com você? Eu estou pronta para tudo desde que seja com você.


Notas Finais


ei gente
estou realmente com medo de esta tudo uma bagunça pq eu to postando pelo o celular kkkkkk
espepr que tenham gostado e não esqueçam de comentar ou favoritar pq isso me deixa mais com vontade de continuar a fic
a propósito, este é o penúltimo capítulo! uahsua


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