História Our love - fillie - Capítulo 39


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Mike Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Cadie, Fillie, Noah Schnapp, Noha, Original, Romance, Stranger Things
Visualizações 67
Palavras 3.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie, eu sou a Ana e escrevo essa fanfic que você está lendo, espero muito que gostem do capítulo de hoje e aproveitem ao máximo, lembrando que eu posto todo sábado, mas as vezes gosto de fazer uma surpresinha. Boa leitura e desculpa qualquer erro.

Capítulo 39 - Heaven 2.0


Fanfic / Fanfiction Our love - fillie - Capítulo 39 - Heaven 2.0

Hannah 

Eu tinha ficado chateada pela minha nota e ainda não tinha superado isso, o pior de tudo isso é que Noah também achava isso e ficava todo na dele. Eu sabia que ele estava com um certo medo de falar comigo sobre isso, porque ele tirou uma nota mais alta do que a minha, e o que me deixou mais chateada é ele pensar que eu estava brava com ele. Tudo bem que no começo do ano brigávamos por isso, mas agora para mim? Isso não mais importava. Eu gostava dele por quem ele é e não se ele é “pior” do que eu. 

Eu estava pintando um quadro de rosas, eram três rosas, uma de cada cor. Uma rosa, outra roxa e uma preta que sangrava. Sei lá, isso só saiu da minha mente, mas não tinha significado nenhum. Pelo menos acho que não. Noah estava calado enquanto mexia em seu celular deitado na cama que tinha no meu ateliê, geralmente a gente conversava ou ele tentava me acompanhar na pintura, mas a culpa não é minha se ele acha que eu sou egoísta. 

- Noah – O chamei, eu queria acabar logo com isso. Esse silêncio está me matando. Ele chegou o celular um pouco para o lado e me olhou – A gente pode conversar? 

Ele se sentou e jogou seu celular para o lado, eu levantei deixando a minha paleta de cores em cima do banco que eu estava sentada. E me sentei em frente a ele. 

- Eu não estou chateada – Falei e ele continuou olhando para mim – Eu juro. 

- Tem certeza? Você não vai ganhar aquele troço lá - Ele disse e eu sorri, ele estranhou arqueando suas sobrancelhas. 

- Eu já ganhei algo muito melhor – Falei. 

Ele deu aquele sorriso pelo qual eu sou completamente apaixonada, aquele mesmo que dizia: “você é minha” e podia até não ser verdade para muitos, mas para mim era. A gente se beijou. 

- Olha, se você deslizar o dedo por entre as minhas veias vai saber que foi foda chegar até aqui, mas que eu continuo pulsando, que eu estou mais viva do que nunca. 

- O que aconteceu com você? - Ele perguntou realmente querendo saber, o dia que tanto Kevin me dizia que ia acontecer, chegou.  

- Eu já contei – Falei, tentando fugir do assunto.  

- Não, você me contou a parte de Jacob, mas tinha algo a mais não tinha. Quando foi isso? 

Eu exalei acho que todo ar da sala, eu respirei muito fundo para não me estressar com Noah, eu realmente não queria conversar sobre isso agora. Ele percebeu meu desconforto. Eu nunca quero conversar sobre isso, eu não via necessidade nisso, o que aconteceu no passado fica no passado, não deveria ser trazido para o presente. Se não, não chamaria passado, mas sim presente.

- Se você não quiser contar não tem problema, você sabe. Não sabe? 

Eu sorri, eu não queria me sentir obrigada a contar tudo. Desde o começo, algo que eu tento esquecer, eu queria só fingir que nada aconteceu e que tudo foi só um pesadelo em uma noite de verão. Aquelas noites que nos sentimos sozinhos, e que não temos para onde ir. Eu não saberia o que dizer.  

- Eu sei – Falei. 

Eu realmente sabia disso, era Noah de quem eu estava falando. 

- Mas eu sempre sinto que tem algo a ver com a sua família - Ele disse e eu assenti, confirmando que era também um dos motivos do meu passado desastroso – O que eu não entendo, já que a sua família é tão legal. 

Eu franzi o cenho de novo. 

- O que você gosta na minha família? - Perguntei porque realmente era uma coisa que eu estava em dúvida. 

- Como vocês se apoiam, em tudo.  

É, nisso ele estava certo. Uma das coisas que deve ser para todo filho eu imagino é contar para os pais que quer cursar algo no meio artístico, porque segundo eles mesmo é tudo sobre sorte para quem trabalha nesse meio. Mas quando Finn contou que queria fazer curso de música, tudo que meu pai fez foi dizer para ele: “mete a cara e se der errado, eu estou aqui”. E quando ele contou que queria ter dupla graduação foi aí que meu pai ficou mais orgulhoso ainda. E eu também. 

Quando eu falei que queria fazer medicina, eles estranharam primeiramente – o que é até hoje eu não entendo o porquê - mas depois me disseram que se era o que eu realmente queria, eu deveria encarar isso de frente, porque é uma das faculdade mais difíceis de entrar acho que em todo lugar desse mundo.

- Você tem razão - Eu disse. 

- E o que você gosta da minha família? - Ele perguntou, enquanto acariciava a minha mão que estava apoiada no colchão. 

- Vocês são judeus – Falei sorrindo e ele franziu o cenho – Chloe me contou uma vez sobre as tradições de vocês. Foi bem legal. Como é estar lá? 

- Eu não vou – Noah disse e eu não sabia bem o que responder, eu abaixei os olhares para as nossas mãos, esse era um assunto que eu e Noah nunca entramos na vida, e eu não sabia bem como começar a falar sobre isso. Ou se era algo delicado para ele, para mim era. Tanto que era um assunto que Finn nunca batia muito na tecla, porque ele sempre tinha aquilo: “não jogue sua vida no lixo”, mas eu já não tinha feito isso antes? - O que você sente sobre esse Deus que vocês tanto falam? 

- Sobre Deus? O maior amor que eu já conheci. 

- Por que? 

Mal sabia ele que era Deus que o tinha trazido para a minha vida, foi vê-lo um dia nos meus dias ruins que ele me fazia companhia que Deus sussurrou no meu ouvido: é ele. E quando eu realmente me dei conta eu reparei que incluía seu nome em todas as minhas orações. 

- Porque eu vi – Eu disse – Eu vi aquilo que eu achava que nunca ia se consertar na minha vida, se consertando. Porque eu o vi trazendo e tirando pessoas da minha vida para me amadurecer. 

Noah agora que não sabia bem o que responder, e eu o entendia. Não na verdade, não. Eu só respeitava que ele tinha isso dentro dele, uma mágoa. Eu tinha várias e olhe onde estou agora. 

- Como você consegue acreditar em algo que você nunca viu? - Ele perguntou. 

- Como você não consegue? - Perguntei. 

Ele ficou calado, mas resolvi que não ia forçar Noah a fazer as coisas. 

- Você não acha exagero que uma coisa que quer ver as pessoas bem, faça elas sofrerem tanto? Faça guerra? Que o amor acabe? 

- Não foi Deus que fez isso, foram as pessoas. 

- Mas ele não é tão poderoso assim? Por que ele não controla isso? 

- Ué, como uma coisa que não existe poderia controlar algo? - Perguntei e Noah abaixou os olhares para a nossa mão. Eu o tinha pegado. Não é que Noah não acredita, ele só está magoado demais para perceber isso. Para perceber que ele que não entende as coisas que Deus faz ou deixa de fazer. 

- Isso é muito importante para você, não é? - Ele perguntou. 

- Muito – Falei. 

Ele suspirou bem fundo. Pegou a minha mão entrelaçou a sua com a minha e colocou apoiada bem na área do coração, e os ritmos dele estavam devagar, lentos. Calmos. 

- Eu prometo de coração que eu nunca vou falar mal Dele ou duvidar do que você me disse. 

Eu assenti. 

- Noah Cameron Schnapp você oficialmente tem o meu coração - Eu disse e ele franziu o cenho, hoje é o dia de franzir o cenho. 

- Mas eu não acredito. 

- Não, mas você respeita tanto que está deixando seu orgulho de lado. 

- Eu não sou orgulhoso – Ele disse. 

- Eu que sou – Falei irônica. 

- Você não vai me beijar não? - Ele perguntou com um sorriso no rosto. 

- Não, assim você vencerá – Falei. 

- Gatinha, eu já venci, eu tenho você bem aqui – Ele disse, eu sorri e revirei meus olhos me aproximando dele e juntando nossos lábios. 

Noah se você soubesse o sentimento que está correndo dentro de mim nesse momento você correria, ou não. Mas eu quero correr disso que cresce dentro de mim cada dia que eu passo o meu tempo com você. 

- Você já pensou no que vamos fazer nas nossas férias? - Perguntei. 

- A equipe de Nova York está contando comigo – Noah disse. 

Acontece que a nossa futura faculdade. M.I.T tem acampamentos em cada estado dos Estados Unidos, quando Noah morava em Nova York ele era da equipe de lá. E eu sempre fui da equipe de Los Angeles que venceu o campeonato ano passado. É um acampamento que envolve desde diversão até estudo pesado. Aprendemos lá o que a escola não pode nos ensinar e o melhor de tudo isso é que talvez pela primeira vez eu não vá para o acampamento sozinha, talvez Noah e Chloe possam ir comigo e deixem a sua equipe nova iorquina de lado, eu torcia por isso. Eu queria ter meu namorado perto de mim nos três meses que eu passaria em um acampamento mais quente do que o inferno. Seria legal ter amigos da escola lá. 

Sadie já me contou que ia fazer a sua tão sonhada viagem para Paris, foi o presente dela de 16 anos. Jack iria provavelmente viajar com os seus pais um período desse tempo para algum outro continente longe daqui que eles ainda não tenham ido. Caleb vai para Chicago ficar com a sua família como todo ano. Sophia não queria, mas teria que ir para o Canadá para bom ver o seu pai. Estou me esquecendo de alguém? Sim. Millie e Finn, o que eles vão fazer? Nada, Finn não é muito fã do sol, admito que também não sou já que a minha cor chega próximo a de uma folha de papel A4. Quem sabe eles não se aproximam nesse tempo que todos estiverem fora?  

- Tudo bem, eu fico – Ele disse, e eu pulei em seu pescoço e ele acabou deitando na cama comigo deitada em cima dele e eu o enchi de beijos. Por todo canto, por todo lugar enquanto ele sorria e isso me fazia explodir passarinhos por todos os lugares. 

- Você é o melhor namorado do mundo – Eu disse. E me sentei em cima dele e ele se apoiou em seus cotovelos ficando quase que sentado na cama. 

- Tu ainda tinhas dúvida? - Ele perguntou e eu dei língua para ele – O que foi que você pintou? 

- Você quer ver? - Perguntei. Ele assentiu com a cabeça. Eu o peguei pela mão e trouxe até meu quadro. 

Fato sobre tudo que está acontecendo agora. Eu não mostrava meus quadros para ninguém. Ninguém mesmo, quem quisesse ver era só levantar que teria a vista que quisesse. Mas para Noah eu fazia questão de mostrar, não só porque ele beijava o topo da minha cabeça, mas também pelo fato de ser a melhor sensação do mundo mostrar para ele algo tão íntimo. E tão meu. 

Eu ganhei meu beijo no topo da cabeça, e como eu estava na frente dele. Ele colocou suas duas mãos na minha cintura, uma de cada lado. Eu me virei para trás onde encontrei seu rosto e o beijei. Mas logo voltei a minha atenção para meu quadro que eu ainda não tinha encontrado um significado para as rosas que ali estavam pintadas, talvez só não tenha. 

- É lindo – Ele disse. 

- Você diz isso toda vez – Eu reclamei fazendo um beicinho. 

- E eu tenho culpa? Se tudo que você faz é perfeito? - Ele perguntou e me virei para ele. Entrelaçando minhas mãos em seu pescoço. Ele me deu aquele olhar profundo onde eu conseguia enxergar o céu. Suas mãos de novo voltaram a minha cintura. Por mais que eu seja alta, Noah é mais. Me apoiei um pouco nas pontinhas de meus pés e o beijei. Ele devolveu como louco. 

Ótimo agora éramos adolescentes nos beijando como se precisássemos um do outro para sobreviver. Hannah calma, isso não é um livro clichê de romance. Nada vai acontecer. Nada mesmo, é Noah de quem estamos falando. Lembra? Melhor amigo da sua melhor amiga, irmão da sua outra melhor amiga e melhor amigo do seu irmão. E seu namorado. 

Noah começou a andar comigo, eu nem sabia para onde ele supostamente queria me levar. Eu deveria saber? Eu apenas o deixei me guiar. Até que ele me deitou na cama e conseguiu – o que foi inacreditável - me fazer deitar mais para cima enquanto me beijava. 

Era um beijo muito bom eu tinha que admitir. Não tinha falhas nele. Noah se desconectou da minha boca e beijou a minha mandíbula e foi descendo até a minha orelha o que me causou um arrepio interno, fica quietinha aí mocinha. Ele mordeu a minha orelha e foi até o meu pescoço, onde começou a morder e chupar. Droga, Droga não. 

- Noah? - O chamei. 

- Hm? - Ele respondia em meio a mais um chupão depositado na minha pele, ótimo como é que eu explico para a minha mãe isso agora? Como é que eu explico isso para Glaucia? 

- O que você está fazendo? - Quando eu perguntei, ele parou. Ficou um pouco tempo na curvatura do meu pescoço até que olhou para mim. 

- Como assim o que eu estou fazendo? - Ele perguntou, mas não tinha irritação em sua voz e eu agradecia aos céus por isso. Não queria Noah estressado comigo. Não mesmo. 

- Você sabe, que eu sou virgem. Não sabe? - Perguntei. Ele parecia em choque, por que o fato de eu não ser virgem parece ser tão certo para as pessoas? E aquela coisa sobre não julgar uma pessoa pelo que ela aparenta ser. 

- Você pelo menos sabe o que acontece? - Ele perguntou com um sorriso, mas eu acabei de me irritar. Demorou hoje para Noah me irritar, mas ele continuou. É o esporte dele favorito, me irritar. É tanta adrenalina. 

- Você acha que eu sou o que? Maria? - Perguntei e ele soltou uma pequena gargalhada – Eu leio muito, sabia? 

- Eu poderia fazer você se sentir muito bem – Ele disse. 

Eu não queria responder, porque uma parte de mim acreditava. Mas e depois? Quando eu surtasse, ele iria continuar me fazendo bem ou ia desistir de mim? Ia fingir que nada nunca aconteceu? 

- Noah... 

- Eu não vou transar com você, mas você quer ver como eu posso fazer você se sentir? - Ele perguntou com um sorriso travesso e esse é um dos meus favoritos. 

Eu queria sim, é claro. Mas eu ainda sou muito racional para essas palavras mixurucas que tinha saído da sua boca. 

- E o que você iria fazer? - Noah franziu o cenho. Para com isso, senão eu te bato idiota. 

- Você nunca foi tocada? 

- Já, é só que... - Eu tentei falar mais, mas a única vez que eu já fui tocada desse jeito foi no carro de Jay enquanto voltávamos do parque de diversão. Noah voltou a beijar meu pescoço, arrepios passavam pela minha espinha e senti meu núcleo desejando qualquer coisa que ele tivesse para me oferecer. Ele continuou me beijando. Era a melhor sensação do mundo ter Noah beijando o meu pescoço. Eu sentia uma sensação muito boa entre as minhas pernas. 

- Deixa eu ir fazendo e você me diz para parar, tudo bem? - Ele perguntou, mas eu nem tinha entendido bem a pergunta dele. Eu só queria que ele continuasse sabe Deus o que era aquilo que ele estava fazendo. Os seus beijos foram descendo. 

Agora tinha chegado no arco da minha blusa regata preta.  

- Hannah? - Ele me chamou e olhei bem para ele. 

- Hm? 

- Relaxa – Ele disse, mas eu estava relaxada. Pirando, mas estava uma pirada relaxada – Eu preciso que você tire a sua blusa. 

Meu rosto corou eu tinha certeza. Nunca ninguém tinha visto meu corpo sem roupa a não ser meus pais e médicos. Ninguém mais, isso não me aterrorizava agora. Na verdade, estava me deixando mais calma. Noah tocou na barra da minha camisa e eu o ajudei a puxar para cima. Ele colocou suas mãos embaixo de mim, chegando nas minhas costas no meu sutiã e com a maior facilidade do mundo liberou o meu bojo de mim. Ele olhou para mim com um olhar de desejo e tirou meu sutiã de cima de mim. Eu senti vontade de cobrir meus peitos enquanto os olhos de Noah brilhavam ao olhar para os meus mamilos que estavam duros demais. Ele se abaixou e deu um beijo no meu mamilo esquerdo o que me arrepiou toda e beijou o direito.  

Mas dessa vez foi uma coisa mais profunda. Céus, ele estava com meu peito em sua boca, e ele fazia muito mais do que isso. Ele chupava e isso me dava arrepios. Mas eu não entendia meu corpo que pedia por mais. Ele foi agora para o esquerdo e fez a mesma coisa. E depois voltou ao direito e fez a uma coisa incrível. Beijou a minha cicatriz. A cicatriz do corte do meu transplante de fígado. Eu nunca tinha amado tanto um gesto em toda a minha vida. Ele beijou a linha de pele inteira. E desceu para o meu piercing onde ele lambeu as duas bolinhas o que mais uma vez provocou arrepios em mim. 

Ele desceu até a barra da minha calça e olhou para mim pedindo autorização e eu assenti. É claro, ele tirou a minha calça fora e minha calcinha da calvin klein se fez presente. Ele começou a beijar minhas coxas, cada vez mais perto da minha intimidade. O que me torturava eu deveria dizer. Mas logo ele foi até a barra superior da minha calcinha e foi tirando a devagar, dando beijos em minha pele nua exposta. Quando ele finalmente tirou a minha calcinha, eu queria cruzar as pernas, porque tê-lo encarando a quão molhada eu estava era vergonhoso demais, eu ia cruzar as pernas, mas ele se abaixou até a região e deu vários beijos na superfície. 

Meu Deus, isso não pode ser real. Ele agora beijou meus lábios genitais e eu simplesmente peguei o travesseiro que estava um pouco a cima de mim e coloquei na minha cara mordendo o mesmo, enquanto a língua dele me invadia por completo. Isso estava indo longe demais, eu não podia acreditar no que estava acontecendo aqui. Não mesmo.  

Ele chupou meu clitóris com muita intensidade e usou dedos para auxiliar sabe lá Deus o que ele fazia ali embaixo. Eu só me concentrava em morder o travesseiro e apertar minhas mãos nele e as vezes me arquear na cama. Porque a sensação era uma puta sensação. Daquelas que você precisa na sua vida. 

Ele continuou lá, me beijando, acariciando, chupando e passando sua língua. Como deve ser essa sensação quando o cara tem um piercing na boca? Boa para caralho, no que é que eu estou me transformando?  

Meu orgasmo chegou em segundos e eu senti o maior alívio da minha vida. Tudo que eu senti foi Noah tirando o travesseiro da minha cara e me beijando, sua boca tinha um gosto diferente? Espera, espera. Esse era o meu gosto? 

Ele voltou para a minha orelha e sussurrou: 

- Garota você vai ser a minha morte, ter você molhada por mim foi a melhor coisa que você poderia ter feito, eu já não vejo a hora de irmos mais longe – Ele sussurrou e em cada palavra eu me arrepiava mais, sentia a mesma sensação de antes voltando. Não é possível. Noah beijou meu ouvido e se voltou para a minha boca. Finalmente olhar para mim – Como é que foi? 

- Mágico - Droga, eu respondi rápido demais. Ele riu – Você pode me dar minhas roupas? 

Eu realmente estava constrangida de verdade, estar embaixo dele sem nenhuma roupa. 

Ele me analisou, sem nenhuma palavra dita ele catou minha calça, meu sutiã e minha blusa junto com a minha calcinha. Eu revirei os olhos. 

- Você não precisava tocar nisso – Eu disse me referindo a minha calcinha. Ele riu. 

- Você é tão fofa envergonhada – Ele disse. Eu sorri. E fiz questão de me vestir de costas para ele. Eu sei, ele acabou de me tocar ou melhor. Ele colocou a língua dele em mim, é claro que eu não tinha o que ter de vergonha. 

Mas eu tinha, e muita. Mesmo sabendo que ele estava me analisando de costas e mesmo quando ele suspirou quando me agachei para pegar minha calcinha – Hannah burra, a sua bunda estava toda amostra para ele agora – eu fingi que nada acontecia. 

- Sabe, na minha opinião, você fica muito melhor sem roupa – Ele disse e eu o empurrei.  

Finalmente nos olhamos muito profundamente. E eu via no olhar dele milhões de coisas, e uma delas era preocupação. 

- Você gostou? - Ele perguntou e dessa vez eu decidir dar menos informações constantes e pensar nele em si. Pensar direito no que falar. 

- Eu amei – Acho que é uma das coisas mais sinceras que eu já disse para Noah. 

- Sério? - Ele perguntou. 

Cheguei mais pertinho dele, bem pertinho fui até o ouvido dele e tentei ser a pessoa mais sensual do mundo, mesmo tendo uma vergonha alheia crescendo dentro de mim. 

- Já não vejo a hora da próxima vez – Sussurrei em seu ouvido e quando o olhei o vi mordendo o lábio e eu pisquei para ele. Mas ele colocou as mãos em minha cintura e me beijou profundamente. Se ele tinha gostado eu tinha amado. 

E eu não me arrependi de nada do que tinha acontecido aqui. Acho que isso já é um começo. 


Notas Finais


Poxa, acabou foi? Não se preocupa ainda tem mais. Espero que vocês tenham gostado do capítulo, não se esqueçam de comentar e deixar seus favoritos. É muito importante para mim.

Quero lembrar que eu vou estar aqui para o que vocês precisarem.

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Me chamem a qualquer momento do dia, estarei sempre aqui para vocês. Até o próximo capítulo.


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