1. Spirit Fanfics >
  2. Our Love - Fillie >
  3. Low

História Our Love - Fillie - Capítulo 25


Escrita por:


Notas do Autor


Tava no tedio e pensei: pq não capítulo?

Capítulo 25 - Low


Hannah

Eu já tinha percebido que Jacob estava estranho, eu sei, eu sei. Eu estou proibida de falar com ele e isso não me alegra em muita coisa não. As vezes gosto de imaginar que ele está me abraçando no meio da noite e que está tudo certo, mas aí eu paro quando o seu rosto sai da minha cabeça e entra Noah, eu acho que estou enlouquecendo. Eu sempre reparo como ele vai para quadra todo dia provavelmente indo fumar na arquibancada, coisa que ele só faz quando está muito chateado e eu o entendo completamente, mas está na hora de mim mesma ajudá-lo.

Era intervalo de aulas, então disse para Sadie e Millie que precisava de um tempo, elas entenderam e eu as agradeci mentalmente por isso. Tudo que eu precisava agora era que elas ficassem na delas e me deixassem um pouco entender o que está acontecendo conosco.

Fui para a quadra de fora entrei pelo gramado e lá estava ele sentado olhando para o campo de futebol americano, ele nem sequer olhou para mim, mas ele sabia que era eu que estava ali para ele. Subi as arquibancadas indo para onde ele estava. Eu provavelmente acharia Jacob aqui com o resto do time já que supostamente era para eles estarem treinando, mas quem eu achei aqui valia mais para mim agora do que ele. Ele começou a valer muito mais para mim desde que começou a se importar comigo.

- Oi – Foi tudo que eu falei, eu não sabia o que mais eu podia falar, eu nem sabia o que tinha feito com que ele ficasse daquele jeito e eu não queria ser intrometida assim de cara.

- Oi – Ele me respondeu.

- Você fuma agora? - Perguntei.

Ele não me respondeu, eu me importava demais. Droga, por que eu me importava? Qual a razão de isso estar acontecendo? Antes ele era só mais alguém, agora ele vale muita coisa.

Ele não estava fumando agora, mas vamos lá. Eu conheço meu irmão muito bem e todas as pessoas que andam com ele, então eu sei que todos eles começaram recentemente, mas eles são mais velhos do que ele. Vão para faculdade logo e ele? Ele só tem 15 anos.

- Só de vez em quando – Foi a resposta que ele me deu.

Eu deveria estar preocupada? Acho que sim, eu nunca me importe com o que as pessoas colocam para dentro delas mesmos, eu estou é me pouco me fodendo para o que eles fazem e eu não ligo mesmo se meu irmão bebe ou sei lá. Ele pode usar quantas drogas ele quiser, a vida é dele. Quem sou eu para julgar alguém? Vamos lembrar que eu sou só mais uma viciada nesse mundo.

- E por que veio para cá? - Perguntei.

- Porque eu gosto de sentar aqui e imaginar as coisas que eu iria construir – Ele me respondeu e a dúvida no meu rosto foi evidente – Engenharia. Esqueceu?

Nunca.

- Por que você não olha para mim? - Perguntei e finalmente ele se virou para mim e ele não estava triste ou algo do tipo, ele realmente estava imaginando o que faria na quadra de futebol desse lugar e eu vi o quão estúpida eu era de achar que as outras pessoas são como eu, nesse mundo eu estou sozinha como o meu problema.

O que tinha de diferente em seu olhar? O que é que tinha?

- Qual o seu sonho de faculdade? - Ele me perguntou, me surpreendendo demais.

- M.I.T - Falei.

- É a minha também - Noah disse e algo em seu olhar me dizia que ele já sabia disso e eu já sabia, porque quando ele me odiava ele tinha jogado na minha cara que ele tinha ganhado os acampamentos de tecnologia daquele lugar maravilhoso.

- Nós dois somos libras – Falei e ele olhou para mim incrédulo.

- Você acredita em signos agora? - Ele me perguntou.

- Não, mas eu nasci 10 dias depois do que você - Falei.

- 13 de outubro? - Ele perguntou e eu fiz cara de zangada.

- Não, dia 23 – Ele riu da minha ironia.

Eu queria muito entender porque ele fez essa pergunta, já que se ele é tão bom de matemática era só contar essa merda e ele saberia.

Eu ri também porque ele foi muito idiota e ele reconheceu isso.

- Gatinha, o que foi que você fez comigo? - Ele perguntou.

Eu gelei, ah meu paizinho não. Deus divino que eu tanto amo no mundo, não deixa isso acontecer agora. Agora não, eu estou na escola e tenho que prestar atenção na aula, mesmo eu já sabendo tudo do que eles vão me falar lá dentro.

Mas se bem que eu queria mesmo saber o que foi que Noah fez comigo, eu sei lá. Eu ficava tão triste e começava a chorar na sala de aula e ele vinha sempre atrás de mim e me fazia esquecer pelo motivo que eu estava chorando, eu nem sei o que mais eu sentia por Jacob, eu nem conseguia mais pensar nele como Jay.

- Me diga você - Foi o que eu disse, o que mais eu poderia dizer?

Nós olhamos um para o outro e sorrimos quase que rindo, porque era muito bizarro como o jogo inteiro virou, como do nada por alguma razão divina não odiávamos um ao outro, nós só nos respeitávamos até demais. Eu gosto de Noah e já não tem como esconder isso de mim mesma.

Eu queria muito que ele me conhecesse, de verdade. Eu queria que ele fosse o meu primeiro em todas as coisas que ninguém tinha sido, eu queria ele. Só ele. Eu queria que ele me abraçasse no meio da noite, queria que ele me lembrasse que sou bonita e queria que ele, somente ele me visse como eu me preparei para alguém especial, eu queria que os lábios dele fossem só meu e de mais ninguém, eu queria que ele me ajudasse. Eu queria ser só dele e queria que ele fosse só meu.

Nosso pai, eu estou apaixonada demais.

- Você tem algum segredo? Algo que você fez que ninguém saiba? - Noah me perguntou.

Eu me interessei pela pergunta, mesmo que tenha vindo do nada. De onde foi que ele tirou essa ideia? Mas ele tem um ponto em querer me conhecer mais, bom vamos lá procurar um pouco pela minha trágica vida o que eu fiz de diferente nesses anos. Quase nada devo dizer, a não ser as merdas que vocês já sabem, mas tem uma coisa que ele não sabe, que nem Sadie sabe e muito menos Jack. Só eu, meus pais, Sophia e Finn.

- Eu costumava pintar – Falei e ele olhou muito surpreso para mim, não era o que ele esperava? Acho que ninguém esperava isso de mim.

- E por que parou? - Ele perguntou.

Foi mais surpresa para mim, esperar que ele me perguntasse o motivo que nem eu sei, por qual razão eu parei de pintar mesmo?

- Eu não sei – Falei.

- Acho que você esqueceu quem era e aí parou de fazer as coisas que se identificavam com você mesma – Noah me disse.

Ele tinha um ponto que eu não tinha, e algo que eu notei em mim mesma é que eu não fiquei brava com ele, na verdade, fiquei impressionada como ele sabia mais sobre mim do que eu sabia, e ele me odiava e não faz muito tempo que ele parou.

- Você sempre quis ser médica? - Noah me perguntou e ele tinha outro ponto.

Eu não me lembro bem quando foi que eu decidi que queria fazer medicina, não é algo que eu sempre soube, é algo que quando eu voltei minha mãe disse que eu podia fazer e que eu ia ser ótima fazendo isso. Não tenho dúvidas que seria, mas por que eu escolhi fazer isso? Porque eu simplesmente achei que era inteligente o suficiente e todo mundo me dizia que esse era meu curso, talvez eles não estejam errados, mas falta algo.

- Falta algo? - Noah perguntou e eu sorri.

- Eu quero voltar a pintar, logo. - Falei mesmo sabendo que eu não faria isso agora. Eu tenho muito no que pensar logo.

- E você pintava o que?

- Qualquer coisa que me inspirava, eu tenho até um ateliê.

- Eu não esperava menos de você - Noah me disse e eu sorri.

Talvez não seja má ideia deixar Noah entrar na minha vida.

Millie.

É uma péssima ideia deixar que Finn entre na minha vida, eu não quero ser machucada e não preciso machucar alguém. Vocês concordam, não concordam? Ele vai para faculdade, onde é que isso vai durar? Onde é que eu fico quando tudo acabar?

Eu sei, eu sei. Eu deveria me arriscar, mas eu não quero. Eu não posso. E se Finn gosta de mim como parece eu acho que ele deveria me entender e entender que eu não estou aberta para sugestões novas na minha vida e nem para velhas. Quando Romeo veio me visitar queria deixar bem claro que éramos só amigos e quem nem dormir junto íamos, eu não preciso disso na minha lista agora.

Ter Finn do meu lado era uma péssima ideia, ele é a pessoa que todas as meninas querem e eu sou nova nessa escola. Não só isso, eu sou nova na cidade, no país e onde mais você querer colocar, eu sei que não posso evitar, mas eu espero que o meu nome e de Finn não esteja naquele envelope, eu espero que Sadie não tenha sido má comigo.

- A peça que Sadie propôs é um musical lindo que conta com um menino e uma menina. No começo eles se odeiam, mas depois acaba se formando um casal. E vamos ver quem ela escolheu.

Joe pega um envelope branco em cima da mesa de apoio e vejo todo mundo cruzar os dedos para serem escolhidos para os principais, mas eu só queria que seja qual papel que fosse, eu não tivesse que fazer par com Finn. Certeza que ele vai me encher com um bando de coisa que eu não preciso nesse momento, meus pais estão se divorciando, me dê outra coisa.

Depois de ler todos os personagens e indicar com quem cada pessoa ficaria senti um alívio ao ver que ainda faltava 6 meninas e 4 meninos sem contar Finn. Quero dizer, Finn deixou bem claro que não atua, então por que eu estava nervosa?

- Como Marina, a personagem principal... - Aquela pausa que todo mundo tremia inclusive eu mesma – Millie.

Meu Deus do céu, eu fiquei surpresa demais. Não sei porque deveria já que foi a minha melhor amiga que tinha escolhido os papéis e eu sei que ela fez isso porque me acha uma excelente atriz para a sua peça, a primeira que vai dirigir. Eu sou simplesmente muito grata nesse momento.

- E como Nolan – Mais uma pausa de dar um frio na barriga, quando olhei para o outro lado do auditório Finn mexia no celular e nem ligava muito para o que estava acontecendo, eu sabia que Sadie não faria isso com ele, porque vamos lá, é Finn. Ele sabe ser chato quando quer, e ela é a sua melhor amiga, por qual razão ela faria isso? Ah não, Hannah adora encher o saco de Finn por pura diversão ou vingança pelas coisas que fala e Sadie é igualzinha a ela, Ah não, eu não acredito que Nolan vai ser – Finn – Joe finalizou surpreso e Finn olhou para todo mundo tentando entender porque seu nome estava sendo falado tão alto.

Foi quando ele olhou para Sadie que tinha um sorriso divertido em seu rosto, que ela tinha o feito atuar. Finn tentou não demonstrar sua raiva. Tarde demais, eu percebi. Ele sorriu e Joe se voltou para nós, para explicar algo que eu não queria prestar atenção, mais alguém queria? Finn mandava olhos de ódio para a sua melhor amiga que devolveu com beijos. Seus olhos encontraram o meu, e não sei o que se passava neles, mas não era raiva e muito menos ódio.

Ouvi Joe me chamando com Finn e subimos no palco, eu estava de um lado e Finn do outro. Joe falava alegremente, mas eu não conseguia prestar nenhum pouco de atenção no que ele falava.

Por que?

Porque eu li o roteiro de Sadie, porque eu sei que tem aquele beijo no final que todo mundo vai gritar e cair confetes em nós mesmos. Eu sei que eu já o beijei uma vez, mas eu tenho fugido disso. Em todas as ocasiões possíveis. Eu finjo que ele nem existe quando estou na casa dele e quando ele senta conosco no intervalo, eu queria mesmo era que ele se danasse.

Mas é isso pessoas que estão acompanhando a minha trágica história até aqui, eu simplesmente vou ter que beijar Finn Wolfhard e não me sinto nenhum pouco confortável em fazer isso.

Mais uma vitória para lista.

Hannah

Eu não sabia se isso seria uma boa ideia, talvez não. Mas não é como se eu tivesse as melhores do mundo, e o que eu iria perder? Aliás eu precisava confiar em alguém, eu não posso viver a vida sem confiar em ninguém e sem achar que não posso contar com as pessoas, isso é errado demais. Aliás quem somos sem as pessoas em quem podemos confiar? Nada, somos como um saco vazio no meio de uma tempestade, sem rumo, apenas seguindo o vento.

Finalmente decido bater na porta e ela não é aberta de primeiro, então eu bato de novo e Finn abre e acha estranho eu estar ali, a primeira vez que eu vim nesse quarto depois de uns 5 anos foi quando as meninas me obrigaram a espionar o quarto dele.

- Está tudo bem? - Ele perguntou e ele estava com uma camisa preta o que é estranho, considerando que ele está em casa.

- Você pode conversar? - Perguntei.

Ele achou estranho, é claro que ele acharia estranho. Não, por que ele achou isso estranho sendo que ele mais sabe da minha vida do que eu mesmo?

- Claro – Ele falou e saiu da frente da porta liberando espaço, quando olhei para a sua mesa móvel que estava do lado do seu piano e estava aberto o seu computador em algum desses aplicativos estranhos de música, eu reparei bem nele, Finn amava isso e ele era ótimo. E eu agradeço de não ter sistema acústico nessa casa, assim ele pode fazer o que ele quiser até que horas ele bem entender.

Eu me sentei na cama dele e ele na cadeira dele giratória e olhou para mim com um olhar de que esperava algo. Certo, mas o que é que eu quero falar com ele exatamente? O que é que eu preciso falar para ele? Existe uma regra para isso? Eu não posso simplesmente sair falando o que eu não sei sobre mim.

- Eu preciso de ajuda – Falei e eu achei que esse era o certo, já que era exatamente o que eu precisava e ele parecia já saber disso.

- E você não está tendo o suficiente? - Ele perguntou.

- Estou sim, mas... Eu estou perdida.

Ele tentava compreender o que eu estava falando e acho que eu e ele iriamos precisar de um tempo para frase que saiu da minha boca, porque isso é evidente que eu deixei de ser eu mesma e eu não sei mais quem eu sou desde que – por mais que isso me mate – Jacob entrou verdadeiramente na minha vida, quando ele virou alguém muito mais importante.

- Eu...

Para de show Hannah, é o seu irmão. Caralho é o garoto que te salvou e te salva todo fodido dia da sua vida, então para de drama e conta tudo que você sente porque ficar parada que nem uma otária que nem você está agora não vai ajudar em porra nenhuma, então fala. Porque ele é a única pessoa do mundo que te conhece de verdade.

- Eu estou perdida e eu não sei para onde ir, estive machucada, mas nunca estive tão machucada. Eu me sinto sozinha - Dei uma pausa e ajeitei meus óculos e voltei a olhar para ele – Dizem que com o tempo eu encontrarei uma cura, mas o relógio passa devagar, eu não sabia que poderia chegar tão baixo.

- Já é um começo, mas fala para ele Hannah.

- E eu não sei para onde ir.

- Então não vá para lugar nenhum – Finn me disse e eu entrei em dúvida - Não é só porque as pessoas dizem que você tem que andar que você realmente tem que fazer.

Eu tinha entendido tudo que ele tinha me falado, mas por que eu sinto que agora eu sei que ele quer conversar de verdade comigo? Quer que eu conte para ele coisas que nem eu mesma sei sobre mim.

- Podemos conversar? - Ele perguntou e eu dei de ombros.

- É exatamente o que estamos fazendo – Falei e comecei a ver que na lente dos meus óculos estava sujo, então tirei o mesmo e fui limpar na minha camisa enquanto o ouvia dizendo.

- Sobre outro assunto – Ele me disse.

- Que assunto?

- O seu suicídio.

Ah não, não faça isso. Não toque nesse assunto, porque simplesmente eu não sei o que dizer sobre. Eu não gosto de lembrar e eu não gosto de falar sobre qualquer coisa que tenha me levado a fazer isso, a culpa não foi minha. Nunca foi e eu não vou assumir isso agora. Eu sinto que Finn já quer falar sobre isso há muito tempo, mas nunca se aprofundou porque tinha algum medo dentro dele de começar o meu assunto que eu considero proibido.

- Você simplesmente acordou como se nada tivesse acontecido – Ele disse – O que aconteceu?

- Você sabe da história - Falei colocando meus óculos de volta no meu rosto.

- Não, eu sei dos acontecimentos, mas por que você fez isso?

Essa era uma pergunta que eu nunca tinha me feito em toda a minha vida e eu queria muito entender essa parte depressiva de mim já que tenho que lidar com alguns remédios por causa dessa decisão que eu tomei há um ano atrás. E já ia fazer dois anos sem que eu realmente fale sobre isso.

- Eu não sei, eu só não queria mais. Acordar já era pesado demais, eu não mereço respirar e...

- Como assim? - Ele me perguntou agora muito focado em mim e eu nem o olhava, só por cima dos meus cílios. Meus olhos estavam focados nos meus pés e toda hora eu tinha que ajeitar os meus óculos porque com a cabeça inclinada ele ficava caindo.

- O que?

- Você disse que não merece.

Eu disse isso?

- Hannah, o que está acontecendo? - Ele perguntou e meus olhos ficavam no mesmo lugar – Por favor, me conta o que está acontecendo.

- Você acha que eu mereço a minha vida? - Eu perguntei, mas só saiu. Não foi planejado e muito menos pensado. Só foi.

- Por que não mereceria? Por que você ouviu isso de pessoas?

- Porque eu destruí tanta coisa.

- Como?

- Sua família - Eu respondi bem baixinho.

- Você me deu uma – Ele disse e eu ainda não consegui olhar nos olhos dele – Não tem ninguém como você no mundo Hannah, ninguém que consegue perdoar as pessoas independente do que elas façam, alguém que nunca para de amar qualquer pessoa, alguém que não se importa com títulos. Alguém tão forte como você.

- Ela me odiava e ela te amava. Por que?

- E quem foi que te disse que ela te odiava? - Finn perguntou e eu olhei para ele finalmente.

- Os dois me odiaram.

- Como você pode ter tanta certeza? - Finn me perguntou.

- Eu que te pergunto – Falei – Eu só queria ser amada.

- É o que todos nós queremos – Finn me responde e olhei para ele tentando o entender – Jacob não era a pessoa para você.

- E se ninguém for?

- E se Noah for? - Finn perguntou e eu não entendi onde ele queria chegar - Você acha que eu não notei? Qual é? Você é a minha irmã mais nova, eu noto quando vocês dois vão para biblioteca juntos estudar, eu noto quando você vai atrás dele no intervalo, eu noto quando a gente vai em uma festa e vocês não param de se olhar.

- E se Millie for a sua?

- Isso eu já sabia há muito tempo.

- Só basta ela saber – Falei. 

 


Notas Finais


vo postar mais dane se
ngm me para
p.s: n precisa contar para minha mae pq eu n estou bebada


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...