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História Our Revenge - Capítulo 15


Escrita por: e Sorblovers


Capítulo 15 - Do not leave me. 2x15


POV Barry


Eu já tinha me mudar para a casa do amigo do meu pai e fazia ja 2 dias, acordo e me levanto, olho para o relógio e são 2 horas, vou ate a cozinha pegar água, até que o meu celular começa a tocar, olho vejo que era o Oliver e ignoro, depois ele liga de novo e eu atendo.


— Alô.


— Oliver - Barry, até que fim. - Fala desesperado.


— Porque você está me perturbando? - Pergunto sem paciência.


— Oliver - Eu queria te perguntar uma coisa. - Fala preocupado.


— Fala.


— Oliver - A Any está aí?


— Não, porque ela estaria aqui?


— Oliver - Vocês são amigos, pensei que ela estaria aí.


— Não, ela não estar.


— Oliver - Você tem ideia da onde ela deve estar?


— Eu acho que tenho uma, mas porque?


— Oliver - Ela não voltou para casa já faz dois dias.


— Vou atrás dela. - Falo e desligo.


Eu vou até o armário e me arrumo, pego o meu celular e vou para um lugar que talvez ela estaria, fica em uma fazenda perto da minha antiga escola, chego lá e não tinha ninguém estava vazio.


— Any. - Falo e nada.


Vou andando até uma sala vazia, até que quando eu estou na porta da sala vejo sangue respingado na parede.


— Meu deus. - Falo e vejo uma faca toda suja de sangue jogada no chão.


— Que isso? - Falo e pego a faca.


— Any, está aí? - Falo e abro a porta, a vejo sentada no chão de frente para a janela, tinha sangue em volta dela.


— Porque está aqui? - Falo e ela não responde, então me aproximo.


— Any, você está bem? - Falo e ela continua olhando pela janela.


— Por favor responde, está me assustando.


— Any - Me deixa. - Fala com uma voz medonha.


— Deixa eu te ajuda.


— Any - Me deixa em paz, você já fez o bastante.


— Eu não vou sair daqui. - Falo e fica quieta.


— Porque do sangue e da faca? - Falo e ela me olha com um olhar medonho e depois volta a olhar pela janela.


— O que você fez?


— Any - Não te interessa. - Fala com uma voz medonha.


— Me interessa sim, só quero te ajudar.


— Any - Me ajudar?, você sempre falou que eu te perturbo e agora quer me ajudar?


— Eu sou esquentadinho.


— Any - Vou parar de te perturbar.


— Tá bom.


— Any - Agora vai embora. - Fala com uma voz medonha.


— Não vou.


— Any - Me deixa.


— Não vou deixar até falar.


— Any - Fiz esse favor de parar de te perturbar.


— O que? - Falo me aproximando.


— Any - Só que esse favor não deu certo. - Fala e o céu começa a mudar, começa a ficar vermelho e medonho.


— Eu não tenho medo dos seus poderes.


— Any - Que bom que não tem, porque em breve ninguém nunca os verá. - Fala e solta um sorriso medonho.


— Porque?


— Any - Você saberá em breve. - Fala e o céu fica mais medonho.


— Por favor, Any. - Falo me aproximando mais.


— Any - Eu falei para me deixa. - Fala e segura forte o meu braço.


— Não.


— Any - Antes que aconteça algo pior.


— Aconteça o que acontecer que eu ainda vou estar aqui. 


— Any - Some da minha vida. - Fala e aperta mais o meu braço.


— Não vou, nem que quebre o meu braço.


— Any - Sai daqui. - Falo e olho para os seus braços e os vejos cortados.


— Não. - Falo e a minha voz saía fraca.


— Any - Você queria que eu parasse de te perturbar, conseguiu, agora some da minha vida. - Fala e aperta mais o meu braço.


— Eu errei… de novo.


— Any - Agora ver isso? - Fala e larga o meu braço.


— Sinto muito.


— Any - Eu também sinto. - Fala e se levanta.


— E de novo é minha culpa.


— Any - Mais não vai ter de novo… isso acabará logo. - Fala e vai em direção da porta, mas a seguro pelo braço.


— Se for se matar… me matar também.


— Any - Me larga, está machucando. - Fala tentando se soltar.


— Não. - Falo e enpurro ela contra parede.


— Any - Me solta agora.


— Não.


— Any - Agora.


— Vou só ignorar.


— Any - Me deixa sair caralho. - Fala tentando sair, só que não consegue.


— Any - Porra. - Fala fechando os olhos e faz uma cara de dor.


— Eu não estou te machucando?


— Any - Isso não está doendo muito. - Fala com dificuldade.


— Parar de fingir.


— Any - Não estou fingindo.


— O Oliver me ligou e me falou que você sumiu.


— Any - E você ligar se eu sumir por acaso?


— Se eu não ligasse, eu não estaria aqui.


— Any - Então vai embora… isso é uma perda de tempo.


— Não vou te deixar sozinha e você não é uma perda de tempo para mim. - Falo sorrindo.


— Any - Sou sim… te pertubo, todas noites que passamos juntos não passou de noites e sempre faço você perder as pessoas que você ama.


— Você não me faz perder as pessoas.


— Any - Eu matei os seus pais Barry.


— Mas te perdoei… por favor, volta para casa.


— Any - Não quero estar em um lugar onde eu sempre machuco alguém.


— Não é só você que machuca os outros. - Falo abaixando minha cabeça.


— Any - Mas eu matei pessoas, com as minhas próprias mãos, rir delas todas ensanguentadas.


— Mas é passado.


— Any - Mas ainda me persegue… não tem como eu apagar.


— Por favor voltar para casa comigo, eu não quero te perder.


— Any - Para que?, você falar que eu sou igual a todos?, que eu te deixo?


— Todos me deixaram por minha causa. - Falo chorando.


— Any - Para mim fazer uma burrada e você falar que eu te perturbo?... depois a trouxa vai lá e desculpa.


— Você não é trouxa, só te peço.


— Any - Me deixa… será um peso a menos.


— Não posso.


— Any - Pode sim.


— Não posso, porque se você morrer a culpa a minha por causa da minha ignorância, eu nunca vou desculpa por isso.


— Any - Não vai ser, eu que decidi isso.


— Não, por favor, não faz isso.


— Any - Barry, por favor.


— Para que? para você se matar.


— Any - Eu já estou sozinha nessa vida, por favor, me deixa ir.


— Você não está.


— Any - Me deixa ir.


— Ta bom, se você vai se matar, me mato também. - Falo me afastando e fazendo uma mão vibratória.


— Any - Não estraga a sua vida por causa de mim.


— Foi bom te conhecer. - Falo aproximando a mão do meu peito.


— Any - Não. - Vem até mim, só que a minha mão acaba te atingindo.


— Não.- Falo assustando.


— Any - Te amo. - Fala sorrindo e fecha os olhos.


— Não me deixe. - Falo chorando mais ainda.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e nos desculpem os erros.

Beijos e até a próxima.


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