História Our Song - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Inasa Yoarashi, Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Neito Monoma, Shouto Todoroki
Tags Au!tdbk, Bakutodo, Banda, Bnha, Kamishin, Lgbt, Long-fic, Momojirou, Shinkami, Tdbk, Todobaku, Yaoi
Visualizações 76
Palavras 1.653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oe, oe, mais um capítulo aqui yeeh

as atualizações sairão em todos os sábados, e eh isto

boa leitura!!

Capítulo 2 - Conversas e muitas pizzas


capítulo 01

.

.

 

 

Em questão de tempo, o cômodo que escontrava-se silencioso com os integrantes arrumando e afinando os seus instrumentos para dar início ao ensaio foi invadido por duas figuras alegres e barulhentas. Denki e Eijirou sempre que podiam iam ver os ensaios dos amigos, eram fãs de carteirinha e muito privilegiados.

 

 

– O que vocês querem aqui? – Bakugou questionou desdenhoso.

 

– Viemos ver nossos amigos tocarem, é proibido agora, Tsuki? – Kirishima falou dando um sorriso, foi até o amigo e o abraçou pelos ombros bagunçando seus cabelos.

 

– Desencosta, cabelo de merda. – tentou se afastar mesmo sabendo que seria quase impossível, o ruivo tinha o costume de particar atividades físicas, então acabava tendo muito mais força que si.

 

Shouto olhava toda a cena com o cenho franzido, tanto pela invasão súbita daqueles dois, quanto por estranhar aquela aproximação entre os dois amigos.

 

– Shinsou! Oi! – o outro garoto que havia entrado disse animado quando viu o baixista, que revirou os olhos e fez de conta que não era com ele. – Oi, todo o resto e…. Você! Você é o novo integrante, né? – pareceu ainda mais empolgado ao notar o outro ali.

 

– Hm, sim…

 

– Eu sou o Kaminari!! A Mina não parava de falar sobre você, ela disse que você manda muito na guitarra e eu fique ansioso 'pra vir aqui ver você. Ainda bem que aquele idiota do Monoma foi embora e você está aqui com a gente, sério, ainda bem. – disse rápido e de maneira frenética.

 

– Vai assustar o meio a meio, pikachu.

 

– Ele tem que se acostumar com o Denki no modo 220 dele. – o ruivo afastou- se do amigo e aproximou- se do novo guitarrista. – Eu sou o Kirishima, prazer em te conhecer. – sorriu de maneira fofa e o outro retribuiu.

 

– Monoma era o outro guitarrista? – lembrou- se do nome que havia sido citado na fala de Denki e ficou curioso.

 

– Infelizmente. – o loiro energético resmungou.

 

– Tu só fala isso porque o Shinsou e o Monoma tiveram um caso e você ficou todo bolado pelos cantos. – Kirishima caçoou do amigo, que o olhou em descrença como se tivesse sido traído.

 

– Aquele lá só deu problema 'pra gente, foi um alívio ele ter ido embora. – Jirou, que até agora estava calada, se pronunciou.

 

– Espero que aquele merdinha filho da puta esteja no inferno, porque se eu ver ele de novo não vou me segurar.

 

– Só vamos começar a ensaiar logo. – Shinsou deu fim em todo aquele assunto a respeito de Neito. De certa forma aquilo ainda o deixava desconfortável.

 

Deram início ao ensaio e tudo parecia fluir de forma harmoniosa, esta seria a terceira vez que praticavam e Todoroki parecia estar bem adaptado na banda, sem quaisquer dificuldades. Às vezes Katsuki se pegava encarando e observando aquele meio a meio durante alguns momentos da música, aquela pose de guitarrista e algumas gotículas de suor escorrendo pela sua nuca o atraiam como um ímã.

 

A imaginação de Bakugou voava longe nesses momentos, assistir aquele cara com uma expressão tão séria e criando sons tão melodiosos com aqueles dedos hábeis era uma verdadeira tentação. Imaginava se aqueles dedos só eram ágeis tocando as cordas de sua guitarra ou se podiam transmitir coisas mais prazerosas…

 

Pensamentos assim – um tanto eróticos, diga- se de passagem – a respeito do novo guitarrista tornavam- se frequentes e aquilo o irritava consideravelmente. Como a pessoa rancorosa que era, o episódio da HQ do homem de ferro ainda estava fresca em sua mente e não seria tão facilmente esquecida, então vivia em uma briga interna de amor e ódio pelo cara de olhos heterocromáticos.

 

Logo nota que suas mãos estavam estáticas e que haviam vários pares de olhos o encarando confusos, se deu conta de que estava tão preso em seus pensamentos que tinha até mesmo esquecido de tocar a bateria.

 

– Oh, merda. – pensou.

 

– Tá tudo bem, Bakugou- kun? – a tecladista ao seu lado o questionou preocupada.

 

– 'Cê tá legal aí, Bakubro? – o ruivo também pareceu curioso quanto a atitude recente.

 

– Caralho, só me distraí. – disse emburrando o rosto, visivelmente incomodado com todos o olhando daquela forma. – Não é 'pra tanto, vamos terminar logo isso.

 

– Você parou do nada e ficou encarando o Todoroki, foi estranho…

 

Seu rosto esquentou e tentou, inutilmente, disfarçar olhando para as banquetas em suas mãos.

 

– Eu não fiz nada, seu idiota de merda. – respondeu a Shinsou que o encarou desconfiado, mas resolveu não insistir.

 

– Tudo bem, vamos retomar de onde paramos. 1, 2, 3 e vai…

 

•••

 

 

 

 

O restante do ensaio ocorreu sem mais distrações e problemas, e, assim que terminaram, Kaminari deu uma sugestão de pedirem pizzas e que ficassem por ali mesmo conversando. Ninguém foi contra a ideia, e depois de alguns minutos todos estavam sentados no chão e alguns no sofá enquanto conversavam sobre coisas aleatórias e comiam suas respectivas pizzas.

 

Shouto sentia- se confortável em meio a toda aquela aura descontraída e divertida, não estava tão acostumado com um ambiente assim, no entanto, sabia que não seria tão difícil acostumar- se rapidamente com tudo aquilo. Para sua surpresa, até mesmo Bakugou estava conversando numa boa com todos e sorrindo vez ou outra de maneira contida por algum comentário feito pelos seus amigos. Sorria de maneira tão natural e despreocupada, que desejou poder ver aquilo mais vezes ou até mesmo fazê- lo sorrir daquela forma.

 

– E se a gente jogar alguma coisa? Tipo verdade ou desafio.– Denki sugeriu animado.

 

– Quantos anos você acha que a gente têm 'pra fazer esse tipo de idiotice? – o de cabelos arroxeado questionou desdenhoso, como se fosse a coisa mais idiota que tivesse escutado.

 

– Ele só quer algum pretexto 'pra beijar você, Shinsou. – o ruivo riu.

 

– Vai sonhando com isso. – revirou os olhos.

 

– Poxa, Kiri, por que você é assim? – disse falsamente magoado. – Kyoka é a única que me ama aqui. – encostou a cabeça no ombro da amiga sentada ao seu lado, que riu e bagunçou os fios loiros.

 

– Só ela mesmo, ninguém te suporta.

 

– Caramba, Bakugou. – todos riram de sua expressão ofendida pelo comentário.

 

Continuaram com as conversas aleatórias e brincadeiras à medida que comiam as pizzas, acabou que não demorou muito para que todos estivessem satisfeitos e cansados, tanto pelo ensaio e por estarem de barriga cheia. Momo, Jirou e Kirishima pareciam dialogar e rir de alguma coisa, Shinsou estava sentado no sofá tentando escrever algo em seu caderno e ao seu lado tinha um Kaminari tentando puxar assunto e sendo ignorado com sucesso; e por fim, Katsuki estava mais afastado do restante observando a paisagem de fora pela janela. Todoroki observou tudo aquilo e nisso viu uma oportunidade de tentar puxar assunto com Bakugou.

 

– E aí.

 

O loiro o olhou pelo canto do olho e apenas suspirou, o respondendo:

 

– O que você quer?

 

– Só conversar. – deu de ombros e se aproximou, ficou ao seu lado e observou o mesmo céu escuro e nublado que os olhos carmesim miravam. – Sabe… Eu acho que nós dois deveríamos estabelecer uma relação mais… amigável.

 

– Hm.

 

– Agora somos colegas de banda e acho que seria desconfortável se continuássemos com essas atitudes e brigas infantis.

 

– Essas brigas infantis que acontecem por sua causa.

 

– Se está falando sobre a pizza que eu comi...

 

– Que você roubou de mim. – corrigiu.

 

– Pelo o que eu sei o pedaço ainda não tinha dono, eu só fui lá e peguei.

 

– Mas você viu que eu também queria e fez de propósito. – os dois  encaravam- se agora.

 

– Se esse é o problema… o gosto ainda está bem recente na minha boca, se quiser sentir eu não serei contra. – sorriu malicioso, segurando a vontade de rir quando viu as orelhas de Katsuki receberem um tom avermelhado e o próprio desviar o olhar.

 

– Isso foi nojento, pavê.

 

– Mas você não negou.

 

– Eu não vou beijar você, seu merda.

 

– E por que não?

 

– Qual era o papo de antes mesmo? – tentou mudar de assunto. Todoroki notou aquilo e achou adorável ver aquele cara com pose de valentão tão sem jeito por causa de algo que havia dito.

 

– Quer sair comigo? – disse da forma mais natural possível com seu típico semblante pouco expressivo.

 

– O quê?! – arregalou os olhos surpreso e quase engasgou- se com a própria saliva.

 

– Não como um encontro, só quero te conhecer melhor. Acho que temos potencial como bons amigos.

 

– Eu não quero sair com você. – o olhou como desdém, aquela ideia era absurda

 

– Para de se comportar como um emo antissocial, Bakugou. Vai ser legal, por favor. – fez a sua melhor expressão fofa para que pudesse o convencer, mas aquilo só fez com que Bakugou soltasse uma gargalhada. – O que foi?

 

– Você tentando ser fofo foi ridículo. – disse em meio a risadas. Todoroki no primeiro momento sentiu- se ofendido e, logo após, sorriu minimamente ao assistir o outro rindo de forma tão espontânea e bonita.

 

Bakugou tinha uma risada gostosa de se ouvir.

 

– Mas eu sou fofo. – protestou, colocando as mãos na cintura.

 

– Não desse jeito.

 

– Então você não nega que eu sou fofo? – sorriu convencido.

 

Katsuki cessou as risadas de repente e arregalou os olhos ao perceber o que havia falado. Bem, apesar de que em noventa por cento do tempo achava aquele meio a meio um puta de um homem gostoso e lindo, tinham aqueles dez por cento que o achava adoravelmente adorável. Não que durante esse curto tempo de convívio tenha prestado atenção nele mais que deveria, puff, longe dele. Porém, era meio que impossível não notar a forma que o cenho do outro franzia e fazia uma expressão fofa quando estava concentrado em alguma coisa, ou quando recebia algum elogio e sorria timidamente, ou então quando… Merda.

 

Notou que estava pensando demais em Todoroki e isso com certeza poderia ser um problema futuramente.

 

– Eu saio com você. Agora cala a boca. – saiu de perto do outro o quanto antes, sem perceber um sorriso satisfeito se formar na face de Shouto.

 

 

 

 

Isso definitivamente não iria dar bom, mas quem disse que ele estava pensando nas consequências?


Notas Finais


eeeeh esse xoto não perde oportunidade

obrigada a quem leu até aqui, espero que tenham gostado e comentem o que acharam!!

beijos de luz :)


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