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História Our Summer (with Choi Yeonjun) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Capítulo 2 dessa fanfic imperdível do Junnie ✨
Eu confesso que quando vi essa montagem da capa Vogue com o Yeonjun, não consegui me segurar, pensei: tenho que usar ela na nova fanfic! Ele está muito gato 😅

Boa leitura 💙

Capítulo 2 - Vogue


Fanfic / Fanfiction Our Summer (with Choi Yeonjun) - Capítulo 2 - Vogue

• Yeonjun’s POV

Cheguei cansado no LAX, depois de 11 horas de vôo. Estava muito ansioso para ver a praia de Venice, que é uma das mais famosas de LA, mas também matar as saudades da cidade, que foi onde vivia quando tinha 9 anos de idade.

O avião pousou, e nem era novidade para mim, porque viajei de avião muitas vezes na minha vida (incluindo as vezes em que eu viajei quando estava no TXT, é claro). Todos os passageiros desembarcaram, e assim quando saí do avião, já senti o calor de LA (nostalgia de infância). Fui para a fila da esteira, peguei minha enorme mala e segui para o portão de desembarque, indo para a parada de táxi. Era de madrugada, dia seguinte.

— Bom dia. Quero um táxi para esse endereço aqui – mostrei o itinerário para o taxista — Em Venice Beach. – meu inglês soou meio estranho, acho que é porque eu não usei mais.

— Claro! Vamos lá. – o taxista respondeu e eu entendi perfeitamente. Ele pegou minhas coisas e guardou no porta-mala do carro.

Seguimos adiante. As ruas de Los Angeles próximas ao aeroporto estavam bem calmas, pois ainda eram quase duas da manhã.

— Venice Beach é um lugar bem caro, você não acha? – o motorista puxou assunto.

— Sim, pode ser. – tirei meus óculos escuros — Mas não deixa de ser uma praia bonita.

— É. É muito raro eu levar passageiros para lá. – ele olhou para mim. — Você vem de onde?

— Venho da Coreia do Sul.

— Ei, você me parece familiar! – o taxista olha mais uma vez para mim. — Você por acaso é de algum grupo de música coreana?

— Mais especificamente, k-pop. – fui sincero. — Sou sim. Sou de um grupo chamado TOMORROW X TOGETHER.

I don't wanna be just friends, it's not coincidence, it's a kitty-incidence. – Ele cantou um pedaço da versão em inglês de Cat & Dog, e eu fiquei impressionado. — A minha filha é fã do seu grupo, acredita?

— Sério? – fiquei sem acreditar, mais pelo fato dele ter cantado Cat & Dog. — Parece que, pelo visto, o senhor também é um fã.

— Não, não sou! Essa música de vocês fez muito sucesso por aqui. E a minha filha ouve todos os dias as músicas do seu grupo! Ela não vai acreditar que você está aqui em Los Angeles! – ele se animou.

— Sim. Que coisa boa! – disse. — Mas tome cuidado na hora de dar essa notícia para ela. – ri fraco.

— Tudo bem. – ele disse. — Você pode deixar um autógrafo para ela? Ela nem vai acreditar.

— Claro! – exclamei. — Você tem algum caderninho e uma caneta aí?

— Tenho. – ele pegou e me deu. — Toma.

Escrevi o autógrafo e dei para o taxista. Em 12 minutos, já chegamos ao grande destino, Venice Beach. Fiquei observando a praia, toda escura e as ondas do mar indo e vindo. Não tinha ninguém na praia, praticamente, porque eram duas da manhã, mas notei que nos prédios e nas casas residenciais algumas luzes estavam ligadas.

— Bem-vindo a Venice Beach! – o taxista se empolgou.

— Obrigado. – sorri, animado.

— Deixe-me ver a residência. – o taxista olhou o itinerário.

— É um edifício branco, pelo o que você vê na foto. Eu confesso que não sei exatamente onde fica, até porque é minha primeira vez aqui! – disse.

— Dê uma olhada no número, para ver se estamos próximos. – o taxista me entrega o itinerário.

— Tudo bem. O número é 290. – disse.

— Acho que já passamos do prédio. Poxa vida, teremos que voltar, tenho que fazer o retorno. – o taxista afirmou.

Fizemos o retorno. Olhei pela janela e tentei enxergar os números. Procuramos o prédio, e, olhando pela foto, tentamos encontrar um prédio idêntico. Olhei algumas características do prédio, até que enfim, avistei o edifício.

— Ih, parece que é aquele ali, taxista. – disse.

— Tem certeza? Você quer ir na recepção e saber se é esse mesmo? – ele perguntou.

— Sim. Eu vou. – abri a porta do carro, fechei e saí.

Entrei no térreo do prédio e fui até uma recepcionista, como o prédio era de aluguel, precisava me informar.

— Bom dia! Esse edifício é o Invisible House, não é? – perguntei para a recepcionista.

— Sim. É esse aqui. Seja bem vindo! – a recepcionista me saudou.

— Obrigado. – sorri. — Espere só um pouco, preciso pegar minhas coisas no carro e tenho que pagar o taxista.

— Tudo bem, eu espero.

Atravessei a avenida de Venice, que não tinha muitos carros passando e fui até o táxi, que estava do outro lado da avenida.

— É esse mesmo, taxista. – disse.

— Ótimo.

— Quanto ficou?

— 50 dólares. – ele disse, procurei na minha mochila a minha carteira e paguei ele.

— Muito obrigado. Deixe-me te ajudar com as malas até o prédio. – o taxista saiu do carro e foi pegar a única mala no porta-mala e me ajudou a levá-la até o prédio. — Foi um prazer te conhecer, minha filha nem vai acreditar que eu te trouxe para Venice. Esqueci de te perguntar, qual é seu nome?

— É Yeonjun! Se quiserem, apareçam qualquer dia aqui na praia.

— Com certeza isso vai acontecer. Agora deixe me ir que tenho que trabalhar mais. O dia está só começando. – ele afirmou.

— Pode ir. Muito obrigado. – fiz gesto de reverência.

— Boa sorte pra você aqui em LA! Aproveite bem. Tchau. – ele disse e voltou para o táxi.

— Tchau. – disse.

Me direcionei a recepção, de volta.

— Bem, como eu já te disse, seja bem-vindo à Venice! – a recepcionista disse. — Você pode por favor me emprestar seus documentos e os comprovantes de aluguel do apartamento?

— Claro. Vou pegar. – procurei na minha mochila e peguei toda a documentação e os comprovantes do apartamento.

— Hmm... Deixe-me ver. – ela pega todos os documentos e olha. — Nome: Choi Yeon-jun, cidade: Seul, Coreia do Sul.

Ela verifica os comprovantes e me anuncia o quanto terei que pagar em todos os meses que ficarei aqui.

— Você terá que pagar um total de 3.600 dólares, sendo que em cada mês você pagará 600 dólares de aluguel. Você prefere pagar à vista, ou ir pagando mensalmente?

— Vou pagar logo à vista mesmo, porque se não eu acabo gastando o dinheiro. – me certifiquei do dinheiro em minha mochila. — Toma.

— Você tem certeza? – ela disse, olhando para toda a quantia de nota.

— Sim! – dei e ela guardou.

— Bom, é isso! Aproveite os 6 meses aqui em LA. Boa sorte. Vou chamar um representante para te acompanhar e te apresentar todo o seu apartamento! – a recepcionista se levantou.

— Tudo bem. – aguardei em uma das poltronas do térreo.

Depois de 5 minutos, um rapaz chegou no térreo (que inclusive vai ser meu vizinho), se apresentou e vai me ajudar a levar as malas para o apartamento, que fica no último andar (o prédio não é muito grande), por isso fica no décimo lugar.

— Pode entrar. – disse o californiano, assim quando o elevador chegou.

— Tudo bem. – disse, um pouco envergonhado.

— Sua mala está bem pesada. Você vai passar quanto tempo na Califórnia? – ele perguntou assim quando apertou o botão e o elevador se fechou.

— Vou ficar 6 meses. – respondi.

— Entendi. E você vem de onde? Japão? – ele apontou.

— Não. – ri fraco. — Coreia do Sul.

— Sério? O país que toca muito k-pop?

— Sim! – exclamei. — Você conhece muito k-pop?

— Não. Mas tem gente na minha família que gosta. – ele respondeu. O elevador se abre.

— Uau! Que corredor lindo! – disse, olhando o grande espelho entre os dois apartamentos.

— Bom, essa porta é a porta do meu apê. Qual dos dois você quer ver primeiro? – ele pergunta.

— O meu, é claro! – disse.

— Pode abrir, então! – ele exclama.

Já estava com a chave em mãos. Abri o apartamento e me deparei com a linda varanda, que dava para ver as ondas do mar indo e vindo. Liguei a luz e me deparei com o tamanho do apartamento, que era bem espaçoso: tem cozinha americana, uma sala bem espaçosa com um grande espelho, um banheiro e um quarto bem espaçoso também, e nele tinha uma grande cama de casal, guarda-roupa, uma escrivaninha ainda vazia e também sem contar com a maravilhosa janela que tem uma vista incrível para o mar. Já decidi os meus lugares favoritos: a janela e a varanda.

— Meu Deus, é incrível o apartamento aqui. – disse. — Vou me sentir muito bem aqui. Vai valer muito a pena ficar seis meses aqui.

— Sim. Você vai ficar só seis meses aqui, certo? – o rapaz pergunta. — Acho que você vai se arrepender.

— Por que eu iria me arrepender? – pergunto.

— Porque morar em Venice Beach é muito bom. Seis meses passa muito rápido. – ele responde. — Acredito que você vá gostar muito daqui.

— Sim. Mas é que na verdade eu sou de um grupo chamado TOMORROW X TOGETHER, e estamos em hiato, qualquer coisa que acontecer terei que estar lá na Coreia. E outra, irei sentir saudades dos meus amigos e minha família. Eu só vim para descansar a mente, mesmo. – disse.

— Ah, entendi. – ele responde.

— E... Qual é seu nome? – quebro o silêncio.

— Nick. E o seu?

— Yeonjun. Mas pode me chamar de Junnie. Adoro quando me chamam assim. – disse.

— É, fica mais fácil. – ele ri fraco. — Bem, Junnie. É a primeira vez que você vem em Venice?

— Olha, teve uma vez que eu vim aqui com a minha família, mas foi só bate e volta. Eu tinha uns 9 anos de idade. Nós morávamos na cidade mesmo. – expliquei.

— Hm. Tudo bem. – ele me fita. — Pelo que eu vejo, a viagem foi bem cansativa. E são 2:15 da manhã. É melhor você ir descansar.

— Isso. Muito obrigado por ter me conduzido até o meu apê. – me curvo em sua direção.

— Foi nada. – ele disse. — Se precisar de alguma ajuda, só chamar, estou bem do seu lado. – o loiro californiano já disse, de saída. — Tchau.

— Tchau. – sorri, e ele fecha a porta.

Eram 2:16 da manhã. Resolvi ir dormir, pois estava só o pó. Levei minha mala super pesada para o quarto, onde estava todo arrumado, e quando caí na cama só foi um alívio. Apaguei.


S/N’s POV

E mais um dia se inicia.
Me levanto e abro a cortina da grande janela do meu quarto de hotel. O dia estava lindo, o céu bem azulzinho sem nuvens e o sol raiando. Eram 10 da manhã.

De repente, alguém bate na minha porta. Quem será, essa hora? Eu poderia estar dormindo ainda. Mas ainda bem que estou de roupão.

— Bom dia, minha top model mais querida do mundo. – Daniel aparece de surpresa na porta.

— Bom dia, Daniel. – disse, com uma voz sonolenta.

— Como vai? Posso entrar? – ele pergunta.

— Estou ótima. Claro. – abri passagem para ele entrar e fechei a porta.

— O LA Fashion Week vai ser semana que vem. – ele se senta na cama — Você já está preparada?

— Estou me preparando psicologicamente, mas também fisicamente. Estou me alimentando de uma forma saudável, fazendo exercícios físicos. E também fazendo meditação. – defini a minha preparação.

— Que ótimo! – Daniel exclama. — Hoje o dia está lindo. O que acha de darmos uma volta na praia e fazer um ensaio?

— Verdade. – notei a janela com a cortina aberta. — Ensaio na praia? Mas você não acha que a praia vai estar cheia hoje? Nesse dia assim, melhor não. – neguei com a cabeça.

— Mas minha querida, qual é o dia que as praias aqui não estão cheias? E esse ensaio pode ajudar no futuro. – ele tenta me convencer — É sempre bom atualizar a galeria da câmera. E pode ajudar no desfile, também.

— Tem razão. Eu vou. – confirmei. — Mas em qual praia?

— Venice Beach. – Daniel responde.

— Venice Beach? – olhei com uma cara indecisa para ele. — Tudo bem, nós vamos.

— Ótimo. – ele disse. — Vamos umas 17:00, porque até lá o sol tem diminuido.

— E a praia pode estar menos cheia. – complementei.

— Tudo bem. Você acabou de acordar. Merece tomar um belo café da manhã e relaxar. – Daniel se levanta da cama e fica de saída — Pode ficar à vontade.

— Isso mesmo. Obrigada, nos vemos mais tarde. – pisco para ele.

— Até mais tarde. – ele disse, por fim.

Daniel é o fotógrafo dos meus ensaios. Ele sempre está comigo em todos eles ainda mais quando viajo.

Troquei de roupa e vesti uma roupa confortável. Peguei o elevador e fui até o térreo. Tomei café da manhã bem americano, apesar de eu sentir saudades do café da manhã brasileiro. Mas ainda bem que falta pouco para voltar para o Brasil.

Em seguida, resolvi ir para a recepção do hotel para me distrair um pouco. Ao lado de uma poltrona que eu sentei, tinham várias revistas. Encontrei uma revista Vogue de um garoto asiático na capa. Feio ele não é.

Li a revista e mostrava fotos de ensaio dele, totalmente despojado, igual na capa, e o assunto era sobre como em quatro anos ele conseguiu ser o artista lendário da Big Hit. Percebi que ele era um super trainee da mesma empresa que o BTS, do grupo chamado TOMORROW X TOGETHER. Eu sou super fã do BTS, mas não muito do TXT. Só ouvi músicas. Mas ler essa revista foi interessante, pois eu nunca tinha parado para ler sobre um integrante desse grupo.


Notas Finais


Não é um capítulo tão longo, mas também não tão curto! Espero que tenham gostado 💙

Obs.: Acho que irei postar capítulo novo todos os dias, então fiquem atentos! 😁


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